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Conto Erotico MEU PAI NUNCA ME VIA DE CALCINHA, ENTÃO ME EXIBI PRA ELE.

Olá, meu nome é Carol. Conheci esse site acidentalmente, já tem um ano. Li algumas histórias e não me indignei tanto, embora não ache isso uma coisa normal. Hoje volto para contar um caso que aconteceu comigo, não sei se pela influência do site. Meu nome é Carol. Tenho 16 anos. Sou fofinha (não sou gorda, estou mais para falsa-magra, mas tudo em mim é fofo, pois tenho as partes cheinhas e a pele macia). Minha bunda é assim e por isso chama a atenção. Dia desses fui na praia e, de biquíni, coloquei uma camisa por cima que cobria toda minha barriga. Alguns homens chegavam a parar no meio da praia para ficar me olhando. Só dava para ver a parte debaixo, mas mesmo assim. Além disso, tenho as coxas cheinhas e lisas, a pele branca e mais ou menos 1.70m. Gosto do meu corpo. Pronto, essa sou eu. Moro num apartamento no Rio com meu pai, mãe e um irmão mais novo. O AP não é grande nem é alto, pois é no terceiro andar do prédio, mas foi justamente por isso que tudo começou. Dexa eu explicar. Meu pai trabalha com negócio de eletrônica, ele é técnico. Acontece que veio uma concessionária de carro da Ford para frente do nosso prédio, e não sei se foi ele que arranjou ou a empresa que chamou ele, mas quando dei fé meu pai estava trabalhando vizinho de casa. Sempre via ele pela janela, mas como achava que não tinha precisão, nunca gritava por ele. Até que um dia, quando ia pro banho, vi que ele estava no alto do poste, com mais dois homens, numa máquina, fazendo o quê eu não sei, mas geralmente ele não sobe nos postes. Passei sem notar muito, fui para o banho, mas quando sai do chuveiro, enrolada na toalha branca, é que vi o perigo. Aqueles sujeitos podiam ver tudo dentro de minha casa, pois estavam no nível dela, e as janelas eram todas transparentes e estavam abertas. Parei escondida entre a coluna do meu quarto e do de minha mãe. Mas é claro que eu sabia que era difícil olhar exatamente para dentro do meu apartamento e para dentro do meu quarto, pois há cem outros iguais na fachada do prédio, além da distância e de todo o resto da vista para se olhar. Assim, eu já fiquei tranqüila para entrar no quarto e me trocar. Foi então que despertei para a idéia de que somente meu pai poderia olhar diretamente para o seu apartamento, onde eu estava, e isso me fez considerar, e me dominou uma vontade enorme de me mostrar para ele. Não sei de onde veio esse desejo. Nasceu ali de repente atrás da parede, duma hora para outra, pois embora meu pai seja um homem bonito, nunca tinha me passado isso pela cabeça, tanto que nem de calcinha ou sutiã ele me via dentro de casa. Mas algo parecia ter me excitado. Não sei se foram as lembranças das coisas que li nesse site, se o fato de minha mãe ter acabado de sair para o trabalho, se o fato de ficar na frente de um monte de gente ou mesmo o banho. Sei que olhando outra vez para meu pai, que estava trabalhando, deixei a toalha cair no corredor e entrei no meu quarto, completamente nua. Entrei de frente para ele e já na entrada notei que ele me vira. Deveria já me ter visto passeando pela casa e por curiosidade me olhava. Eu andava nua, em direção a janela, com a buceta com pelos a mostra. Deixava que ele visse todo meu corpo. Fiquei então de lado, na porta do guarda roupa, como se estivesse escolhendo uma roupa. Olhei de relance e vi que enquanto os outros se concentravam no trabalho, meu pai olhava para o apartamento. Isso me deu mais coragem. Comecei a brincar na porta do guarda-roupa. Empinava a bunda para trás e ficava de ponta de pé. Sai e entrei novamente no quarto, afim de que ele me visse mais uma vez de frente, e fazendo isso, peguei uma calcinha e sutiã e, cobrindo meus seios com eles, sai do quarto correndo e rindo. Não acreditei no que tinha feito. Me vesti. Me recompus. E talvez tivesse até tivesse me arrependido, se minha mãe não tivesse retornado no fim da tarde e depois meu pai, acabando com meus pensamentos bestas. Para minha surpresa eles estavam normais. Sinais de que meu pai não havia contado nada a ela nem ficado com raiva. Pelo contrário, eu vestia uma calça jeans escura e colada no meu corpo e uma camiseta, e ele veio me dar um abraço, e eu permiti que seu corpo colasse no meu, e ele perguntou comigo nos braços, ‘Como está minha filha linda?’. E eu fiquei toda sem jeito, mas respondi, ‘Estou ótima!’. Dai por diante foi tudo normal. Normal vírgula, porque assim que meu pai teve oportunidade de falar comigo a sos, indo minha mãe tomar banho, já pensei que me recriminaria. Ele me chamou e pegando na minha mão disse: - Carolzinha, vem cá. Toma cuidado e tal... Quando você estiver saindo do banho precisa ter mais cuidado na hora de se vestir. Porque a gente consegue ver lá de baixo. - Da pra ver!? – eu perguntei me fingindo de espantada. - Dá – ele disse. - Mas você não viu, não é? – eu perguntei. Meu pai riu pra mim e disse – Só um pouquinho... - Ah pai, para! – eu disse rindo, e batendo no peito dele. Senti que ele aproveitou o momento e disse: - Se você quiser eu te mostro os lugares que você pode se trocar, pois já vi de fora e sei os ângulos que não se vê. - Pois me mostra – eu disse a ele. - Hoje não. Vamos deixar para amanhã. - Por quê amanhã? – eu disse, me fazendo de inocente. - Amanhã eu não vou trabalhar aí te mostro. - Pois tá... Amanhã quando a mamãe sair eu vou tomar um banho, aí você me mostra. - Certo – ele disse, dando o assunto encerrado. Mas então ele disse: - deixa eu dar mais um abraço na minha filha linda... E nisso eu abracei ele e sentindo seu corpo forte me apertar, olhei pra ele e disse: - vai me mostrar bem direitinho? Ele disse: vou. Fiquei muito nervosa com aquela conversa. Eu tremia. Quase não tive força de sair do quarto no resto da noite, para jantar, mas incrivelmente estava ansiosa para que o outro dia chegasse. E assim foi. E quando acordei de manhã fui para a escola e ao retornar almoçamos todos juntos. E assim que minha mãe saiu eu me meti no meu quarto, estudando. Não tive coragem de ir tomar banho e sair de toalha. Mas como meu pai não vinha ver como eu estava, e eu sabia que ele estava na sala, abri o guarda-roupa e peguei uma camisa de homem, que por sinal tinha sido dele, e vesti por cima apenas da calcinha, e desse jeito fui para a sala. Meu pai estava apenas de bermuda, assistindo Tv no sofá. Assim que me viu disse: - Aí minha filha linda, vem dar um abraço no teu pai. E foi só ele dizer isso e eu corri para cima dele, me esparramando toda no sofá, e nisso minha calcinha já ficou toda a mostra. Então estando do lado dele me atirei para cima dele e me abracei com seu pescoço. Nisso notei que ele sentiu meus peitos, que são médios e durinhos, e que soltos na camisa tocaram seu ombro. Vi que em sua bermuda tinha se formado um tremendo volume. Ele disse: - Não vai querer que eu te mostre como deve se trocar sem ser vista? (essa conversa não tinha muito sentido, já que em casa tinha cortina) - A mamãe já saiu? – eu disse, fingindo não saber que ela já tinha ido trabalhar. - Já! - Mas é que eu não queria tomar banho... (pois eu já havia tomado banho ao chegar da escola) - Não precisa – ele disse – E se levantando já foi me chamando pra ir com ele. Eu estava um pouco receosa pelo nervosismo, mas peguei na mão dele. Meu pai me levou pra porta do meu quarto e parou olhando pra mim. Eu não consegui disfarçar que olhava para o grande volume em sua bermuda. Estava muito visivel. Mas eu não achei isso ruim. Parei em sua frente, com uma camisa que não cobria toda a calcinha, e fiquei ainda mais nervosa. Ele disse: - Olha, quando você vier daqui do banheiro, você passa por aqui e vai para ali – e apontou para um canto no meu quarto, e me levou pra lá. Parei em sua frente e disse: - ta bom. - Porque daqui ninguém vai conseguir te ver lá de fora. A sorte foi que só eu vi. - Ah pai... – eu disse sorrindo – você não tinha dito que não viu! - Vi só um pouquinho! – ele disse também rindo – Mas isso é besteira, não vi mais do que isso, olha... – e nisso ele levantou com uma das mãos minha camisa até pouco abaixo dos meus seios, e eu consenti até aquela altura, não esboçando reação. Logo ele voltou a camisa e ficamos um olhando pra cara do outro. Eu disse: - Tô achando que você viu mais do que isso! – e começamos a rir. Meu pai então me levou para a porta do guarda-roupa, onde eu havia estado, e me colocou de costa, como se eu olhasse as roupas, e disse: - Nesse ponto, minha filha, você não pode se demorar, pois olha lá para baixo, dá pra ver de lá. Então eu olhei, mas era distante e parecia impossível que alguém olhasse para ali. E se aproveitando disso, para minha surpresa meu pai leva ambas as mãos a polpa de minha bunda, e repete: - aqui tu não pode demorar... E eu, sentindo suas mãos em minhas nádegas, dou uma tapa na sua mão e digo: - nem você pode demorar aí... E começamos a rir. Ele me pede para escolher uma calcinha, e eu escolho, então ele me leva de volta ao canto do quarto, onde tinha dito que eu poderia me trocar sem ser vista, e diz: - Experimenta trocar essa peça aí. E eu digo: - aqui, na tua frente? - É – ele diz - Não tem nada aí que eu já não tenha visto..., e começa a rir, e eu rio também, e eu me aproximo dele e digo: - Você não falou que não tinha visto só um pouquinho? - É... – ele diz – Um pouquinho mais... E voltamos a rir e eu dou um tapa em seu peito, e ele me segura pelo braço, então eu pergunto: - Mas quando me viu lá você não ficou assim não neh? – eu disse, me referindo ao volume em sua bermuda. Eu ri e vi que ele ficou um pouco corado de vergonha, então eu disse: - ta bom, eu tiro. E nisso abaixei a calcinha sem fazer muito movimento para a camisa não subir, e com a ajuda das pernas tirei totalmente. Mesmo assim ainda se podia ver uma pequena parte da minha buceta, pois a camisa não era longa. Meu pai na mesma hora faltou enlouquecer, e disse: - Não falei que dava para se trocar aqui. E nisso levou novamente uma das mãos a polpa de minha nádega, apertando. Eu disse: - Tem razão. - Pois agora deixa eu ver se foi assim que eu ti vi – e dizendo isso tornou a subir minha camisa, até acima da barriga, vendo minha xoxota, e só parou de levantar porque eu baixei com os braços. E fiquei ali na frente dele segurando a camisa nas coxas com ambas as mãos, ele disse: - Foi exatamente assim que eu te vi! - O Sr. é muito engraçado! – eu disse ironicamente, mas perguntei: - E gostou ontem do que viu? - O que é que você acha? - Tá bem óbvio que sim... – disse olhando para o volume em sua bermuda, que já chegava ao botão do zíper. Ambos começamos a rir e ele disse, me vendo como eu estava: - Vai ficar assim segurando a camisa? - Vou! - Pois então vou ter que pegar a calcinha – disse se referindo a calcinha que estava em minha mão, e que eu pretendia vestir. - Vai nada! – eu disse – Soltando a camisa e escondendo a peça pra trás do meu corpo. Meu pai imediatamente começou a se aproveitar disso, e tentava pegar a calcinha de minha mão, e como eu não dava ele usava de desculpa para apertar minha bunda. Mesmo assim eu não entregava. Então ele se aproveitava tanto que o volume do seu short já roçava em minha barriga, por sobre a camisa. E eu disse: - Para com isso! Esse teu negócio já tá tocando em mim... - Ah é... – pois se não me der agora eu te mostro. Ele disse isso e sem esperar muito me segurou com força, com um dos braços, levantando junto minha camisa e prendendo em minha barriga. Eu pedia para ele me soltar, mas não procurava me desvencilhar com força. Apoiava minhas coxas em sua perna, e nisso ele com o outro braço abriu o zíper e retirou uma vara imensa de dentro das calças. Eu olhava impressionada para aquele membro cheio de veias e apontando para cima, então eu disse: - Me larga! - Pois vai me entregar a calcinha? - Não! – eu gritei. - Pois você vai ver... – e dizendo isso levantou ainda mais minha camisa, de modo que me deixou toda nua da barriga pra baixo, e trazendo ainda mais minhas coxas para sua coxa começou a bater aquela coisa em minha coxa e em minha virilha. Eu disse gritando: - Para pai! Tá me melando toda! Mas ele não parava de bater com o pau em minha virilha, até que nisso ele já estava batendo em minha buceta, e eu até que deixava, mas quando chegou na entrada foi o jeito eu segurar aquele cacete na mão e disse: - Para pai! Espera... E nisso ele olhou para mim e eu disse: ‘Se o Sr. me soltar eu tiro a camisa, e te dou a calcinha’. Ele então disse: ‘ta certo’, e assim que me soltou eu me afastei. Mas não sai do quarto, antes parei de frente pra ele e, levantando a camisa, tirei e joguei sobre a cama, ficando inteiramente nua em sua frente, com os biquinhos dos peitos durinhos. Eu vi que seu Membro latejava. Então eu disse: ‘agora se quiser a calcinha vai ter que pegar’, e sai correndo do quarto e rindo. Meu pai correu atrás de mim pela sala com aquele cacete enorme apontando pra mim. Meus seios rijos balançavam e eu dava gritinhos a cada curva. Então corri pra o quarto da mamãe, e parando em frente a cama deixei que ele me pegasse. Apoiei as costas na parede e coloquei a calcinha atrás de meu corpo nu. O membro do meu pai, que tentava pegar a peça de minha mão, babava toda minha barriga e coxas. Ele então me prendeu novamente em seus braços, e batendo com o cacete em minha barriga lisinha, disse: - Não vai me dá ela não? E eu disse: - Não! Então ele levantou uma de minhas pernas e apoiou sobre a cama, ali no canto da parede, e começou a bater a cabeça grossa de seu pau em minha buceta. E nisso me apertou forte com o braço de modo que eu não pudesse sair, e aproveitou para apertar meu seio em sua mão. Eu pedia que ele parasse e ele voltou a se concentrar lá em baixo. Dessa vez esfregou a cabeça do pau já toda babada entre os lábios de minha xoxota gordinha, e disse: - Não vai me dar não, não é?! E eu disse: - Dar o quê? Porque se for a calcinha pode esquecer! - E se for outra coisa... – ele disse. - Se for outra coisa eu estou doida pra dar! Nisso meu pai voltou a apertar meus seios e levou a mão a minha buceta, e ficou alisando. Eu não acreditava que ia dar para meu pai e já estava gemendo baixinho. Foi aí que ele fez correr o pau por toda a minha buceta e parando na entradinha fez pressão, me tirando um gemidinho. Fez ainda mais pressão e começou a entrar a cabeça em minha buceta, de modo que eu me segurei em seu pescoço. Eu disse: - ai ai pai, não acredito que estamos assim! E ele empurrou a metade do seu pau dentro de minha xoxota, e tirando um pouco, meteu ainda mais, foi aí que notou que eu estava sentido um pouco de dor naquela posição, talvez porque o pau dele fosse demais pra minha buceta novinha, mas sem tirar de dentro ele me deitou na cama e de pé onde estava tornou a meter quase todo. Naquela posição já não sentia mais dor e foi só prazer sentir meu pai meter seu cacete bem fundo, entrando todo em minha buceta, que na hora molhou toda, e já nas primeiras enfiadas já tava tudo encharcado, e assim que ele acelerou um pouco mais fazia um som de ploc ploc a cada estocada. Ele então, em pé, abriu minhas pernas pelo joelho e começou a fuder minha buceta, e a velocidade era muito gostosa, pois seu cacete ia e vinha todo dentro dela e eu me sentia no céu. Pedi que ele me beijasse. Então ele se inclinou sobre mim, dando uns beijinhos nos bicos dos meus peitos, e trazendo seu corpo sobre o meu, deu-me um beijo na boca tão gostoso, tão bom foi chupar os lábios daquele homem que me comia, e que era meu pai, que de tão apaixonado que estava o beijo eu comecei a gozar, e a gemer. Meu pai, notando que eu gozava, intensificou as estocadas, o que me fez apertar suas costas e dissesse: ‘me fode!’. Assim ele fez, e logo em seguida pediu que eu me levantasse e ficasse de quatro na cama, e assim eu fiz, ficando de quatro e olhando para ele, que de joelhos sobre a cama me pegava pela cintura. Ele disse: - Deixei de trabalhar hoje, Carol, só para comer tua buceta. E eu disse de quatro, olhando pra ele se posicionando atrás de mim com aquela vara duríssima apontando para o teto e lambuzada: - pois vai ter que faltar mais. Então ele meteu novamente o pau em minha buceta e ficou metendo por trás, segurando em minhas nádegas. Disse que eu tinha a bunda maravilhosa. Eu voltei a gemer, dessa vez mais alto, e não me pesou o fato de estar sobre a cama de minha mãe. Pedia que ele ‘metesse mais!’, e assim ele intensificou tanto as estocadas que eu já me sentia uma putinha. Nisso senti que ele me segurou pela cintura e que ia gozar. Então disse: ‘Pai, quando for gozar, goza na minha barriga’, ele então disse: ‘Pois se vira de frente pra mim’, e quando me virei ele voltou a meter na minha xana mais um pouco e logo tirou aquela vara imensa toda de dentro de mim, toda inchada, e subindo um pouco, direcionou para meus peitos e fazendo uns movimentos de punheta deixou explodir o gozo todo em mim, que olhava para meus peitos, mas que não deixei de levar os primeiros jatos na cara. Meus seios ficaram todo lambuzados de esperma, e ainda me bateu um perto da boca. Eu achei um pouco nojento, mas sendo do meu pai achei bom. Sai pro banheiro e fui me lavar. Ele perguntou se precisaria de minha ajuda, eu disse que não, e agradeci. Quando voltei do banheiro, vesti apenas a camisa, sem calcinha. Meu pai já estava na sala, recomposto e assistindo Tv. Quando me viu pediu que eu fosse lhe dar um abraço, e eu fui. Ele olhou para meu corpo e meu rostinho e disse que eu era linda. Eu agradeci e fui fazer outras coisas. Depois, no fim da tarde, minha mãe chegou e agimos normal. Jantamos juntos e tal, como se nada tivesse acontecido. Eu, minha mãe, meu pai e meu irmão. Porém nessa semana ele passou todos os dias me comendo.



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