RSS contos eroticos

Conto Erotico Meus pais viajaram e meu irmão me comeu.

Vou dizer que meu nome é Diana pra que tenha coragem em escrever esta minha deliciosa história de incesto. Estava com meus 15 anos quando comecei a namorar e dar meus primeiros beijos na boca e a ter os meus primeiros pensamentos em relação a sexo... Somente pensamentos; pois o máximo que nos acontecia era de sentir que meu namorado ficava de pau duro ao me abraçar e me beijar. Meu irmão Darlan estava com 24 anos: Moreno claro; lindíssimo; + de 1,75 de altura e +- uns 80 kgs. Pra mim, Darlan era um irmão normal... Apesar de nunca ter-me maltratado, também nunca foi de dar-me muita atenção. Acordei de madrugada com vontade de fazer xixi e com preguiça tentei continuar a dormir e deixar pra fazer quando chegasse a hora de levantar de vez. Minutos depois, já não mais agüentando, levantei e fui caminhando pro banheiro cruzando as pernas sentindo que não ia conseguir segurar nem por um minuto a mais. Mesmo vendo que o banheiro estava com a porta aberta e luz acessa foi me aproximando e parei na porta vendo meu irmão em frente ao vaso com a tampa levantada começando a tirar seu pinto pra fora do short. Desesperada fui suspendendo a camisola e abaixando a calcinha: - Deixa eu fazer xixi Darlan; não dá mais pra segurar!... Abaixei a tampa rapidamente e sentei liberando minha bexiga. Darlan ficou ali na minha frente segurando seu pinto: - Também estou apertado Diana!... Enquanto soltava minha urina levantei os olhos e pude ver a cabeça avermelhada do pinto do meu irmão que sem alternativa teve que urinar dentro do box. Veio a minha vergonha e continuei sentada no vaso mesmo já tendo terminado só pra ele não ver minha xoxota. Darlan terminou e depois de balançar seu pinto virou pro meu lado com ele ainda na mão: - Porra Diana; você me deu um baita susto!... Era a primeira vez que via um pinto de um adulto e intimamente lamentei ver que meu irmão colocou-o pra dentro do seu short. Aproveitei que ele virou de costas pra lavar a mão, peguei rapidamente uma tira de papel higiênico e quando levantei pra me enxugar ele virou... Sentei novamente e ele: - Está com vergonha que eu veja sua bucetinha?... Continuei sentada e olhando meio sem jeito. Darlan pegando minha mão foi fazendo com que eu levantasse e em seguida arrancou o papel que estava na outra mão: - Deixa te ajudar que assim você perde a vergonha de mim!... Travei minhas pernas e ele forçou enfiando a mão no meio das minhas coxas que tive que abrir um pouco. Darlan sem deixar de ficar olhando pro meu rosto ficou passando o papel na minha xoxota: - Pronto Diana; está vendo? Não tem nada demais!... Em seguida ele ajoelhou e foi levantando minha calcinha. Estava um pouco assustada e mesmo assim fiquei segurando a camisola no alto deixando que meu irmão ficasse olhando pra minha xoxota... Antes de colocar a calcinha no lugar, deu um beijinho logo acima da xoxota onde eu tinha algumas penugens: - Você está ficando cada vez mais linda!... Ele levantou sorrindo pra mim e saímos do banheiro. No corredor antes dele entrar em seu quarto: - Quero receber um abraço e um beijo seu!... Ele nunca tinha feito questão de me dar carinho e nem tão pouco me dar a atenção como naqueles poucos minutos que ficamos juntos. Mesmo assim, estava me sentindo feliz e lhe dei um abraço e um beijo. Os dias foram passando e Darlan já conversava mais comigo e de vez em quando me dava um beijo no rosto e ficava parado pra que eu também o beijasse. Acordei e ao chegar na cozinha estavam meus pais e Darlan sentados conversando e tomando café. Dei um beijo no meu pai, na minha mãe e fiz questão de dar um também no meu irmão. Darlan me puxou fazendo-me sentar no seu colo, dizendo pros meus pais: - Podem ir tranqüilos que eu tomo conta direitinho dessa menina!... Eu não estava entendendo nada daquela conversa. Quando meu pai começou a me explicar, senti a mão de Darlan alisando minha coxa; eu estava com uma camisola bem curta. Como nossas pernas estavam escondidas debaixo da mesa, ele foi subindo sua mão e tive que fingir que nada acontecia ouvindo meu pai dizer que ele e minha mãe iam sair na sexta-feira a noite em uma viagem e só retornariam 20 dias depois. Darlan já brincava com a ponta do dedo passando na minha xoxota por cima do tecido da calcinha. Dei um jeito de sair do colo do meu irmão antes que meus pais percebessem o meu nervosismo. Sentei na cadeira tomando meu café tentando imaginar como seriam aqueles dias sozinha com meu irmão e acabei ficando ansiosa por três dias pra descobrir. Sexta-feira as 18 horas meus pais saíram para a viagem. Passava pouco das 19 horas quando meu irmão chegou do serviço e foi direto pro banho. As 20 horas fizemos um lanche... Darlan foi pra sala e eu fui tomar meu banho. Sai do banho direto pro meu quarto e assim que entrei dei de cara com meu irmão sentado na minha cama. Fiquei ali parada segurando a toalha que cobria meu corpo e ele levantando e vindo até a mim: - Você deixa eu te ajudar a se vestir?... Comecei a ficar trêmula e ele me fazendo andar até a beirada da cama, sentou-se de novo e foi tirando minha toalha me deixando sem saber onde eu colocava minhas mãos... Ou cobria meus seios ou tapava minha xoxota. Darlan me segurando pela cintura e fazendo com que eu desse mais um passo e entrasse no meio de suas pernas abertas: - Você tá ficando muito gostosinha Diana!... Com suas duas mãos na minha bunda me puxou pro seu colo e foi dando beijinhos e chupadinhas nos meus peitinhos perguntando: - Gosta disso Diana? Gosta?... Era claro que estava gostando, mas estava com medo de confessar e ele foi enfiando a mão no meio das minhas pernas passando o dedo na minha racha: - E disso; gosta?... Eu que começava a descobrir aquele tipo de prazer fui facilitando pra ele mexer melhor sua mão abrindo minhas pernas: - É muito gostoso Darlan!... Quanto mais ele passava o dedo mais minha xoxota ficava molhada. Ele mandou que eu deitasse: - Deixa ver sua bucetinha bem de perto!... Ele me fez ficar com os joelhos dobrados pra cima e pedindo pra me abrir bem, foi mexendo com os dedos os lábios da minha xoxota e com o rosto a uns 10 cms dela: - É a bucetinha mais linda que já vi!... Primeiro ele deu uma cheirada e lascou a língua de baixo pra cima. Eu nem sabia o que ele estava fazendo direito... Só senti algo gostoso percorrer por todo meu corpo me fazendo suspirar. Darlan deu mais umas três linguadas e parou pra ficar olhando pra minha cara. Eu desesperada: - Faz mais Darlan, faz!... Ele com a cara mais safada do mundo saiu da cama e foi tirando sua bermuda: - Eu faço, mas você também vai ter que fazer carinho em mim!... Quando vi seu pinto duro, fiquei impressionada; eu sempre fiquei imaginando o tamanho do pinto do meu namorado quando ele ficava me esbarrando, percebi que o do meu irmão era bem maior e muito mais grosso. Ele deitou de lado e me puxando pra que eu também ficasse de lado enfiou a cara do meio das minhas pernas e colocando seu pinto próximo ao meu rosto: - Vai chupando meu pinto que eu chupo sua bucetinha!... Segurei aquele tronco duro com a mão e dei um beijinho daquela ponta vermelha e ele deu uma linguada: - Lambe também meu pinto, lambe!... Passei a ficar passando a língua na ponta sentindo aquele gostinho salgado e ele foi lambendo minha xoxota cada vez com mais intensidade que tive que parar de passar a língua sentindo algo querendo explodir dentro de mim... Minha barriga começou a se contrair e tive a impressão de algo delicioso querendo sair pela minha xoxota: - Uuuuiiiiii... Uuuuiiiiii... Aaaaah... Aaaaahhhh... Aaaaaaaahhhhhhhhh!... Dei conta que tinha acabado de ter um orgasmo. Darlan ajoelhou sobre a cama: - Vai mana; vai! Agora chupa meu pau; chupa!... Eu ainda meio tonta depois de ter gozado fiquei de quatro na sua frente lambendo seu pinto e ele: - Abra um pouco sua boca!... Abri e ele enfiando alguns centímetros foi me explicando o que eu tinha que fazer. Não demorou pra fazer com que minha boca engolisse até quase a metade daquele pinto e sugar fazendo meus lábios escorregar pra frente e pra trás até ele tirar da minha boca e lambuzar minha cara com todo seu gozo. Darlan mandou que me lavasse e voltasse pra cama... Meu irmão estava me fazendo gostar daqueles nossos momentos tão íntimos que fui correndo até o banheiro e voltei sem nenhum pingo de vergonha de estar peladinha. Darlan ficou acariciando todo meu corpo e ao me fazer ficar de bruços ficou apalpando minhas nádegas: - Porra Diana; você está ficando com uma bundinha muito gostosa!... E ele me virando de novo e sem nem mesmo eu estar esperando beijou tão gostoso minha boca que minha xoxota começou a ficar novamente molhadinha que tive a coragem de pedir: - Passa a língua na minha xoxota de novo?... Darlan praticamente debruçado sobre meu corpo e brincando com os dedos de girar os biquinhos do meu peito: - Vou querer chupar sua bucetinha sempre; mas você vai ter que prometer não deixar mais ninguém fazer essas coisas com você!... Prometi que só deixaria ele, e ele chupou gostoso minha xoxota novamente, que bem mais relaxada gemi muito curtindo aquele segundo orgasmo. Darlan levantando e antes de sair do meu quarto: - Vamos lá pro meu quarto que eu quero comer essa bundinha gostosa!... Mesmo sabendo o que ele estava querendo fazer comigo, não senti um pingo de medo e fui com ele. Darlan tirou de dentro do seu armário uma bisnaga e deitando voltou a me beijar; chupar meus peitinhos e minutos depois me fez virar de bunda pra cima... Com aquela bisnaga na mão ficou passando algo em torno do meu nus e depois de enfiar a ponta do dedo várias vezes o vi passando aquela coisa no seu pinto que estava bastante duro. Me ajeitou de quatro sobre a cama e se posicionando atrás da minha bunda encostou o pinto no meu nus e ficou forçando até que senti escorregando pra dentro de mim... Uma dorzinha incômoda não impediu de gostar de sentir seu pinto ir entrando cada vez mais no meu nus: - Puta que pariu Diana; nunca comi um cuzinho tão apertado!... Senti seus pentelhos encostar em minhas nádegas e Darlan começar a fazer movimentos de puxar e tornar a enfiar seu pinto duro dentro da minha bunda... Arriei meu corpo abraçando um travesseiro sem abaixar minha bunda que meu irmão continuava socando repetidamente seu pinto me arrancando gritinhos de dor e prazer... Depois de várias socadas, Darlan ficou parado com seu corpo grudado na minha bunda soltando todo seu gozo dentro do meu nus. Três dias seguintes; ainda com meu nus ardido, ficamos nos carinhos, beijos e depois de Darlan lamber minha xoxota, chupei seu gostoso pinto até ele encher minha boca de porra. No quarto dia, Darlan comeu novamente minha bundinha e não senti nenhuma dor; só prazer: - Hummm... Hummm! Que delícia Darlan; enfia! Enfia tudo! Não para! Não para!... Mais três dias seguidos, Darlan comeu gostoso minha bundinha até que me fez uma pergunta: - Você teria coragem de deixar comer sua bucetinha?... Eu já andava pensando naquela possibilidade, e doida pra descobrir como era sentir um pinto comendo minha xoxota nem me preocupei que ia deixar de ser virgem e nem do perigo que era transar pela vagina. Ainda bem que Darlan nesse ponto não era tão inconseqüente... Ele me preparou sobre a cama colocando dois travesseiros debaixo da minha bunda e só entrou no meio das minhas pernas depois de vestir seu pinto com uma camisinha. Ansiosa abri as pernas e ele colocando na portinha foi empurrando e tentando enfiar: - Relaxa Diana; relaxa sua bucetinha!... Realmente estava travando minha vagina, e ao aliviar minha tensão por um segundo senti seu pinto arregaçando minha vagina: - Aaaiiiii! Aaaaaiiii! Hummm! Hummm!... Minha virgindade tinha acabado de ir pro espaço. Darlan segurando e me puxando com suas mãos pelos meus ombros fazendo seu pinto entrar cada vez mais: - Oh meu Deus! Que bucetinha deliciosa! Aaaaah! Aaaah!... Eu travava até os dentes pra poder agüentar aquela pica todo enfiada na minha vagina. Quando Darlan começou os movimentos de vai-e-vem é que tive a noção exata de como era gostoso transar pela xoxota... Em poucos minutos gozei duas vezes antes de meu irmão ficar parado dizendo que também estava gozando. Passei a trepar constantemente com meu irmão que meu pai desconfiando, um dia nos seguiu vendo que entramos em um motel... Passei a ter que dar também pro meu pai (mas esta já é outra história).