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Conto Erotico Meus peitos seduziram meu pai.

Olá... Meu nome é Juliana e vou escrever sobre o que me aconteceu quando cheguei nos meus 18 anos. Desde pequena eu percebia que meus seios eram bem maiores do que deviriam ser; e quando cheguei nos meus 16 já usava sultiã dois números maiores do que minha mãe. Fui ficando cada vez com mais vergonha e passei a usar somente blusas largas pra disfarçar. Apesar de até amigas mais íntimas falarem que tinham inveja dos meus seios, não conseguia namorar e poder ter com algum garoto aqueles amassos que minhas amigas recebiam nos muitos bailinhos que freqüentávamos. Em casa era o único lugar que eu conseguia ficar sem sultiã e de camiseta; mas se meu pai chegasse eu procurava de todas as maneiras evitar de que ele percebesse que eu estava sem sultiã e ia correndo pro meu quarto providenciar um.  Eu adorava meu pai e acabava ficando com raiva de mim mesma por ser tão envergonhada até na frente dele. Certa vez resolvi de que pelo menos com meu pai eu ia ter que perder aquela minha vergonha... Passei a ficar constantemente dentro de casa sem sultiã; porém ainda com camisetas bem largas e soltas.  Meu pai através da minha mãe sabia da minha frustração em relação aos meus peitos, mas nunca falou uma palavra relacionada a isso comigo. Estava no sofá da sala e ele sentou do meu lado. Nesse dia eu estava com uma camiseta um pouco menor e apertada que meus peitos ficaram fazendo um enorme volume...  Instintivamente peguei uma almofada e cobri toda minha frente. Ele conversou normalmente comigo e quando  levantei, ele me puxou pra cima da sua coxa... Não larguei a almofada. Ele lentamente foi puxando a almofada: - Porque você sempre esconde seus peitos de mim?... : - Ah pai! o Sr. sabe que eu tenho vergonha!... Ele colocou a mão sobre minha camiseta; por baixo do meu peito e fez um movimento fazendo-o balançar e rindo: - Se você continuar a ter vergonha do seu pai,  vou acabar te deixando pelada... Aí quero ver até onde vai sua vergonha!... Senti meu rosto pegando fogo e ele continuou balançando meu peito até que parou e passou a apalpar delicadamente: - Acho seus peitos maravilhosos filha; não entendo essa sua vergonha. Muitas mulheres vivem colocando silicone pra ter peitos grandes e você quer os seus pequenos!... E depois de alguns exames: - Ainda mais eles estando firmes do jeito que estão!... Estava adorando aquela enorme mão me bolinando e resolvi falar abertamente com meu pai. Falei de como eu fazia exercícios específicos para os seios utilizando pesos e de que também utilizava de um creme pra firmar os bustos com massagens. Pelo menos com meu pai passei a não ter um pingo de vergonha e ainda sentia prazer em saber que ele olhava pros meus peitões. Vesti um pijama de shortinho e blusinha bem solta de alcinhas que antes nem sonhava colocar, e nem me importei de ficar na sala com meus pais assistindo TV. Minha mãe foi dormir e eu também me despedi do meu pai e fui pro meu quarto... Acho que meu pai sabendo que eu gostava de ficar na internete; foi até meu quarto: - Oi filha; ainda acordada?... Ele ficou atrás da cadeira e colocou suas mãos nos meus ombros: - Estou vendo meus e-mail´s e já vou dormir!... Suas mãos começaram a fazer uma gostosa massagem enquanto eu ficava teclando e respondendo alguns e-mail´s.  Suas mãos começaram a fazer movimentos abaixo dos meus ombros e foi até chegar ao decote da blusa... Subiu e desceu várias vezes até entrar por baixo do tecido e segurar meus dois peitos ao mesmo tempo... Meu corpo passou a vibrar desde as unhas dos pés até aos fios dos meus cabelos. Aquelas mãos em contato direto com minha pele e aqueles dedos brincando de girar os biquinhos dos meus peitos; dobrei o pescoço pra poder olhar direto no rosto dele e sorri. Ele também sorriu e sem largar meus peitos reclinou o corpo e me deu um beijo na testa: - Papai te ama muito!... : - Eu também te amo; você é o melhor pai do mundo!... Quando ele saiu do meu quarto é que fui perceber que minha perereca estava latejando e a calcinha bastante molhada. Meu pai passou constantemente; claro que longe das vistas da minha mãe, a me cumprimentar dando-me beijinhos na boca e a me dar uns abraços até certo ponto meio audaciosos com direito a alguns tapinhas na minha bundinha. Devia ser umas 10 horas da noite quando minha mãe depois de bocejar durante todo o tempo da novela foi pro seu quarto. Bem mais liberal com meu pai, sai do lugar em que estava, dei-lhe um beijo também de leve nos lábios e sentei recostando minha cabeça em seu peito. Como dessa vez eu estava com uma camisola longa e fechada, ele apalpou meus peitos por cima do tecido e me dando vários beijos rápidos na boca: - Você quer que o papai vá lá no seu quarto hoje?... Eu olhando para o seu short do pijama que tinha o tecido estufado pra cima; me bateu uma curiosidade imensa sobre o que poderia estar fazendo todo aquele efeito no colo do meu pai... Pelo volume era difícil acreditar que fosse somente seu pinto. Fui levantando com meus pensamentos a mil por hora: - Vou ficar um pouco no computador; quando você entrar se quiser pode trancar a porta; tá bom?... Praticamente eu estava dando a dica pro meu pai de que tínhamos que tomar cuidado pra que minha mãe não nos pegasse. No quarto, não querendo ficar com aquela camisola que impediria de que meu pai alcançasse meus peitos, tirei-a e escutando que ele estava desligando a TV resolvi sentar rapidamente no computador só de calcinha... Eu mesma fiquei admirada com aquela minha atitude. Ouvi quando ele passou a chave na porta e logo chegou atrás da cadeira. Ele vendo como eu estava, foi virando a cadeira: - Adorei como você ficou esperando o papai!... Ele ali, cara a cara com meus peitões, somente lhe lancei um sorriso antes dele cair de boca. Meu pai chupando meu peito foi como ter descoberto uma nova brincadeira de dar prazer... Ele chupava, lambia e mordiscava os biquinhos: - Você é muito gostosa! Muito gostosa filha!... Fui ficando tão enlouquecida que levei meu pé procurando o que estava debaixo do short do meu pai. Fiquei tateando com o pé aquela coisa dura e ele parando de chupar meus peitos: - Está curiosa?... Dei mais umas passadas com meu pé e dando uma de bobinha: - Estou pai; o que é isso???... Ele levantando e puxando o short pra baixo: - Vou te mostrar filha!... Quando vi aquela coisa enorme na minha frente, assustada acabei que tirei uma estranha conclusão: Como nasci mulher e não tive um pinto pra ficar tão grande quanto ao do meu pai; foram meus peitos que cresceram... Ele pauzudo e eu peituda. Tentei ficar imaginando que tamanho teria aquilo e instintivamente coloquei a mão... Cheguei a conclusão que devia ter entre 20 a 25 cms. Novamente meu pai fez algo gostoso... Ficou esfregando a cabeça enorme do seu pinto nos meus peitos por alguns minutos até voltar a agachar na frente da cadeira em que eu estava sentada e colocar as mãos na minha calcinha e ir puxando-a até sair pelos meus pés. Não senti um pingo de vergonha de ver que ele estava abrindo minhas pernas pra ficar olhando minha buceta... Passou um dedo na minha gruta e me mostrando como ele tinha ficado molhado: - Isso indica que você está gostando; acertei?... : - Estou adorando pai; tudo isso é muito gostoso!... Foi quando ele me puxando pra ficar de pé: - Deita lá na cama que o papai vai lhe mostrar uma coisa que você vai gostar muito!... Assim que deitei ele veio enfiando a cara no meio das minhas pernas e começou a passar a língua na minha buceta... Foi uma coisa tão louca que me senti flutuando: - Aaaah... Aaaah... Uuuuiii... Que delícia pai! Maaaaaisssss! Maaaaaaiiiiiisss!... Eu que só conhecia o gozo tocando siririca; quase explodi de prazer tendo meu primeiro orgasmo com meu pai. Ele ainda com seu mastro enorme e duro vestiu o short e se despediu de mim me dando um beijo na boca com mais intensidade... Até hoje não sei como é que meu pai me fez ir passar alguns dias com ele em Cabo Frio (praia do forte); sem minha mãe; em um apartamento emprestado por um de seus amigos. Fiquei apavorada e ao mesmo tempo excitada só de imaginar sozinha com meu pai por uma semana. Tomei coragem e fui com minha mãe comprar biquínis e maiôs... Ela parecia contente e me comprou protetor solar; creme hidratante e ainda me ajudou a arrumar minhas malas: - Aproveita bastante filha; deixa esse seu complexo de lado e arrasa na praia com esse seu corpinho lindo... Aposto que você vai arrumar um monte de paquera!... Chegamos em Cabo Frio lá pelas 7 horas da noite e tive o início de uma semana maravilhosa que iria fazer minha vida virar do avesso (pra melhor). Meu pai me fez tomar um banho com ele onde tive todo meu corpo explorado pelas suas mãos e boca... Segurei aquela enorme cobra e ele me ensinou a masturbá-lo até gozar e soltar uma quantidade incrível de porra dentro do banheiro... Fomos pra sala onde ele me fez sentar sobre o braço do sofá e me deu uma chupada na buceta que me deixou toda mole... Depois saímos pra jantar. Ele me fez acordar cedo pra aproveitarmos o sol ainda fraco por eu ter a pele muito branca. Depois de meia hora vendo pessoas de todos os tipos: bonitas; feias; magras; gordas; bundudas e peitudas (algumas piores que eu) é que tirei a canga (estava de maiô) e fui pra água com meu pai. Quando voltamos pra areia ele começou a passar o protetor solar no meu corpo... Ao me ver sendo apalpada pelo meu pai ali na frente de inúmeras pessoas, fui sentindo um fogo sendo aceso dentro de mim pensando nas histórias que minhas colegas contavam quando transavam... Foi quando senti a necessidade de dar pro meu pai de qualquer jeito. Quando estávamos juntos novamente na água, eu provocante fui passando a mão sobre sua sunga e resolvi falar de uma vez: - Vamos voltar pro apartamento pai; eu quero transar com você!... Acho que ele não entendeu direito ou não quis acreditar: - Como assim transar?... Não tive nem tempo pra procurar palavras pra me expressar melhor: - Ué pai; transar!!!! Quero dar pra você!... Ele foi me puxando pra ficarmos afastados das outras pessoas: - Dar pra mim?????... Nos distraímos que quase uma onda nos derrubou: - Ah pai! Você entendeu; não entendeu?... Ele me deu um beijo na boca e pediu pra que eu fosse pra areia e ficasse esperando por ele: - Não posso sair da água do jeito que estou!... No apartamento tomamos um rápido banho e ele me levou peladinha pro quarto. Me beijou muito na boca; chupou meus peitos; passou seus dedos bastante na minha buceta até deixa-la encharcada: - Oh filha! Como desejei ter um momento como esse com você!... Eu já estava quase subindo pelas paredes quando ele foi abrindo minhas pernas e se ajeitando com seu enorme pinto na mão. Ele passou várias vezes a ponta entre meus lábios vaginais antes de tentar enfiar: - Porra filha! Sua bucetinha é tão pequena que parece ser de uma criança!... Mas como buceta é buceta e foi feita pra levar pica, ele conseguiu fazer entrar a cabeça. A sensação que tive foi como se estivessem passando uma faca no meio das minhas pernas... Mas a pica foi entrando; entrando e me rasgando toda até parar com seu saco encostado na minha bunda. Apesar dos meus gritos, meu pai sabia que eu estava gostando de ser deflorada por ele. Com muito jeito ele foi movimentando seu pinto pra frente e pra trás me arrancando gritos de dor e de prazer... Não foi fácil agüentar 25 cms na minha pequena buceta recém-virgem; mas a vontade de recuperar o tempo que perdi com minha frescura por ter peitos grandes me fez esquecer a dor e curtir aquele tronco me fudendo... Tive um orgasmo que parecia não ter fim. Só parei de gemer quando ele tirou pra me dar um banho de porra. Fiquei tão desinibida que até na varanda do apartamento eu chegava só com a parte de baixo do biquíni... Dos apartamentos que ficavam de frente, notei até homens utilizando de binóculos pra ver meus peitos: - Isso filha! Mostra pra todo mundo como você é gostosa!... Voltava pra dentro do apartamento e meu pai me dava tanta pirocada na buceta que eu levava uns 10 minutos pra recuperar as forças em minhas pernas. Aqueles dias em Cabo frio; além de me fazer mulher, me fez ver como a vida era gostosa quando se praticava o sexo. Fui a amante do meu pai; dentro de nossa própria casa, por uns 4 anos. Casei, adoro meu marido, mas não consegui deixar de ir pra cama de vez enquanto com meu pai... Viro uma cadela quando ele enfia sua mangueira no meu rabo.