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Conto Erotico Minha irmã curou meu trauma.

Me chamo Cássio, e depois de ler alguns contos resolvi escrever um pouco sobre mim... Espero que os leitores gostem. Devia ter meus 14 anos quando comecei a ser ridicularizado por alguns colegas que ao me verem nú nas aulas de educação física, começaram a me colocar apelidos: - meio-quilo; jumento; cavalo; pinóquio etc... e o que mais pegou foi o de “PEZÃO”... Tudo porque eu tinha um pênis diferente dos outros garotos: feio; torto; grande e exageradamente grosso. Mas meu trauma maior foi quando aos 16 anos, minha primeira namoradinha viu pela primeira vez meu pau duro... Ela olhou espantada e sem ter noção de como aquilo ia me deixar magoado: - Nossa Cássio; você é aleijado!... Broxei na hora e a partir daquele dia passei a ser um punheteiro solitário e a ter vergonha de me expor pra qualquer outra pessoa achando que realmente eu era uma aberração com aquele pinto. Com meus 19 anos, comprei num sexyshopp uma mulher inflável que passou a ser minha válvula de escape... Mantinha trancada num armário em meu quarto e a noite a tirava pra dormir comigo e pra me saciar comendo sua falsa buceta cabeluda. Minha perdição passou a ser minha irmã Jéssica que estava com 16 anos... Jéssica estava se transformando num mulherão de fazer trem perder o rumo: Quase 1,70 mts; 58 kgs; bunda e seios grandes e coxas grossas. Quando eu a via vestida com aqueles shorts colantes que deixava marcada sua grande e inchada buceta, ficava de pau duro e tinha que correr pro banheiro pra me aliviar. Comprei uma filmadora compacta e assim que vi a qualidade das imagens assistindo na TV (32 polegadas) do meu quarto, tive uma idéia muito doida. Sabendo que estava quase na hora da minha irmãzinha ir tomar seu banho; foi e preparei a filmadora em uma prateleira entre os materiais de limpeza, de modo que pudesse pegar um bom ngulo do banheiro. Depois no meu quarto vendo o filme tive que tocar duas punhetas vendo minha irmã sem roupa e tendo a noção exata de como ela estava gostosa. Dias depois resolvi filmar novamente e deixei a filmadora no banheiro. Só que minha mãe resolveu tomar o seu banho antes de Jéssica... Acabei que tive praticamente 1 hora de filme das duas no banho. Sem nenhum remorso, fiquei peladão; de pau duro, assistindo minha mãe se despindo para o meu delírio de prazer. Dona Regina, apesar de seus 44 anos, ainda tinha um corpo que mereceu uma daquelas punhetas com homenagem: - Oh mãe! Mãe! Que bunda gostosa mãe! Deixa eu meter na sua buceta, deixa! Hummm! Hummm! Vou gozar mãe! Vou gozar na sua buceta!... Não satisfeito de somente filmar, passei a pegar as roupas íntimas que minha irmãzinha deixava no balaio de roupas sujas do banheiro e vestia minha boneca inflável... Ligava os cabos da filmadora na TV e vendo-a nua no filme, ficava imaginando de que aquela boneca de calcinha e sultiã era minha irmã e colocando a calcinha pro lado enfiava a pica na boneca... Depois voltava com as roupas pro balaio no banheiro. Acho que tive sorte de estar sozinho com minha irmã quando aconteceu algo que eu não esperava. Assim que Jéssica saiu do banheiro, peguei suas roupas íntimas que ela tinha acabado de deixar dentro do balaio (a calcinha ainda tinha o cheirinho da sua xoxota) e fui pro meu quarto. Estava trepando na boneca vestida com as roupas da minha irmã enquanto a via peladinha no filme, quando bateram na porta do meu quarto: - Cássio, Cássio! Abra a porta que eu preciso falar com você!... Do jeito insistente que ela batia, achei que podia ser algo urgente. Desliguei a TV, enfiei a boneca inflada debaixo da cama e tentando ser o mais rápido possível me enrolei numa toalha e fui até a porta... Tentando não deixar com que Jéssica visse o volume aparecendo na toalha; abri somente o suficiente: - O que foi Jéssica; aconteceu alguma coisa?... Jéssica parecia estar chateada com alguma coisa e empurrando a porta foi entrando no meu quarto: - Onde está a calcinha e o meu sultiã que acabei de deixar lá no banheiro?... Senti que estava preste a ser desmascarado e: - Porque veio perguntar pra mim Jéssica? Eu vou lá saber de sua calcinha e sultiã?... Ela me olhando enrolado na toalha (ainda bem que o susto fez meu pau amolecer): - Só tem você dentro de casa; e eu vi quando você entrou no banheiro quando saí!... Estava apavorado e fiquei em p nico quando ela verificando entre os lençóis da minha cama: - Qual é a tua Cássio? Você tem alguma tara por roupas íntimas, é?... : - Calma Jéssica; você deve ter se enganado, vamos procurar direito lá no banheiro!... Mas, como dizem que merda pouca é bobagem; parece que com os pés Jéssica sentiu algo estranho debaixo da cama e agachou... Corri tentando impedi-la, mas Jéssica puxando a boneca e olhando assustada pra aquela coisa ridícula com sua calcinha e sultiã... A boneca estava até com a calcinha meio de lado deixando aparecer a falsa buceta cabeluda: - O que é isso Cássio?... Acho que Jéssica já não sabia se ria ou se ficava séria. Sentei na cama e como um criminoso que acabava de ser pego: - Desculpa-me Jéssica; não tem nem como tentar me explicar!... Ela sentou do meu lado segurando a boneca: - Você fingi que ela sou eu com minhas roupas?... Eu só faltava chorar de tanta vergonha: - É Jéssica, é isso mesmo; sou um canalha!... Jéssica num gesto carinhoso largou a boneca e segurando no meu braço: - Não fica assim Cássio; pode deixar que vou ficar de bico calado. Todo mundo sempre tem um segredinho escondido, não é mesmo?... Pedi pra que ela me ouvisse e desabafei com minha irmã lhe contando desde a época em que comecei a me sentir diferente dos outros meninos devido à minha anomalia. Ela ainda mais carinhosa comigo: - E nunca teve relacionamento íntimo com outra pessoa?... : - Não Jéssica, nunca! Por isso é que tenho essa boneca!... Não esperava: - Deixa eu ver como ele é?... : - De jeito nenhum Jéssica; você é minha irmã!... Ela me dando um abraço: - Ué; você não estava fingindo transar comigo, como se essa boneca fosse eu?... Jéssica segurou a toalha e: - Prometo que não vou rir Cássio; só quero te ajudar!... Eu mesmo destravei a toalha e Jéssica sem que eu esperasse levou a mão acariciando meu cacete: - Noooossa! Realmente ele é bem grande; mas também não é tão feio como você disse!... Aquele contato fez com que eu perdesse o controle e meu pau começou a se mexer e a crescer. Tentei me cobrir e Jéssica impedindo: - Deixa eu ver mais um pouquinho!... Fiquei ali parado vendo minha irmãzinha alisando meu cacete que foi chegando ao seu tamanho máximo... 25 cms e tão grosso quanto o braço de Jéssica. Eu com medo dela ficar assustada: - Puta que pariu Cássio, você anda é perdendo tempo; tem mulher que daria a vida pra ter um homem assim como você na cama!... : - Você está de gozação comigo; você é muito nova pra saber dessas coisas!... Ela segurando firme meu cacete: - Larga de ser bobo Cássio; pelo que estou vendo eu tenho muito mais experiência do que você!... Fiquei até meio abobalhado: - Está me dizendo que já faz sexo?... Jéssica rindo e me dando um beijo no meu rosto: - Faço e acho uma delícia; mas esse meu segredinho você também vai ter que guardar... Combinado?... Jéssica tirando sua roupa da boneca: - Você tem vontade de me ver só de calcinha e sultiã?... Eu não podia dizer pra minha irmã que já a tinha visto até pelada; mas pensando nela ao vivo: - Você deixaria Jéssica?... Ela levantando: - Espera cinco minutos e vai lá no meu quarto!... Ela saindo; pediu: - Vai assim mesmo do jeito que está!... Foram os cinco minutos mais longos da minha vida. Entrei e a vi estirada sobre a cama trajando somente lingerie. Me aproximei e ela abrindo os braços: - Vem meu irmão; vem e faz de conta que eu sou a sua boneca!... Eu abobalhado não conseguia reagir mesmo sabendo que minha irmã estava ali na minha frente toda oferecida. Jéssica puxando sua calcinha de lado me mostrando sua buceta: - Vem provar essa daqui, vem! Vem ver se a minha é melhor do que a da boneca!... A visão de uma buceta de verdade e a possibilidade de realizar uma transa com uma pessoa real fez com que eu jogasse minha toalha longe e como um cachorro louco subisse sobre a cama indo direto pra entre as pernas de Jéssica com meu canhão apontando pra sua buceta: - Calma Cássio; calma! Deixa eu tirar minha calcinha primeiro!... A safadinha da minha irmã tirou e se abrindo toda: - Vem Cássio, vem comer sua irmãzinha, vem!... Quando notei o tamanho da bucetinha da minha irmã fiquei com receio de machucá-la; mas já não dava pra parar o animal que tinha possuído meu corpo. Jéssica sempre me pedindo pra ir com calma foi fazendo com que eu conseguisse ajeitar minha pica entre seus pequenos lábios vaginais: - Vai Cássio, empurra! Empurra um pouquinho só!... Fiz força e parei ouvindo Jéssica soltar um gritinho: - Caaaaraaalhoooooo Cássio! Ufa! Ufa! Ufa! Mais um pouquinho! Vai! Vai! Isssooooo! Uuuuiiiiii! Puta que pariu!... Eu sentia a buceta da minha irmã espremendo meu cacete como se fosse esmagá-lo enquanto eu ia empurrando lentamente: - Ai meu deus! Ai meu deus! Vou morrer! Vou morrer! Não para! Não para! Enfia mais! Mais!... Nem bem consegui enfiar toda minha piroca pra ela escandalosamente começar a gritar que estava gozando: - Tira Cássio! Tira! Não vai gozar dentro de mim!... Ainda consegui dar algumas bombadas antes de tirar de dentro de sua buceta e soltar uma enxurrada de porra sobre ela. Pra mim foi como se acordasse de um pesadelo quando pude ter minha irmã peladinha na minha cama; mamando gostoso em seus suculentos seios e podendo como uma pessoa normal transar com uma pessoa de carne e osso no lugar de uma mulher de borracha. Apesar de nova, Jéssica era uma menina que não tinha nenhum pudor ao fazer sexo... Lambia meu cacete, esfregava sua buceta na minha cara e implorava pra eu socar minha pica em sua bucetinha. Fui deixando meu trauma de lado e resolvi tirar todo meu atraso com as mulheres... Passei a namorar a torto e a direito sempre com o objetivo de dar uma boa trepada. Se alguma ficava escandalizada com minha pica eu mandava ir catar coquinho... Mas sempre tinha aquelas que realmente gostavam de homem bem dotado e não demorava pra eu ter uma putinha na ponta da minha piroca... O incrível era menininhas de 14 e 15 anos que adorava receber meu trabuco até no rabo.