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Conto Erotico Minha mãe, minha perdição

De tanto os amigos ficarem me perturbando por conta da minha mãe, comecei a sentir algo diferente por ela. Realmente, quando vou nas casas deles, as mães deles parecem bem normais ou até menos que isso, mas a minha era diferente. Mãe solteira aos 14 anos, ela agora aos 35 anos tinha um físico de dar inveja à todas as meninas que eu já levei pra cama. Como o radar ficou ligado, agora toda e qualquer chance que eu tinha, ficava observando... eu me matava em punheta todo dia que ela passava de baby-doll pra buscar algo na cozinha. Numa dessas noites, eu estava nu sob o lençol dedicando uma pra ela, quando ela entra no quarto. - Vim te dar um beijo de boa noite, mas acho que sua noite já está muito boa mesmo... Não dava pra esconder meu cacete totalmente espetado pra cima em baixo do lençol, ficando um cenário quase cômico de um mastro de circo segurando a tenda. - Eu nem sabia que você já estava assim tão crescido... e quem é a felizarda pela qual você tanto esfrega essa coisa? - Não é felizarda ainda, mas não vejo a hora de ver a expressão de felicidade quando ela gozar comigo. - Tudo bem que eu puxei o assunto, mas sem tantos detalhes assim, por favor. Deixa eu ver isso... E com um puxão tirou o lençol, deixando à mostra minha pica toda armada. - Quando eu te dava banho ainda bebê, eu já brincava que isso era grande, mas agora é um pouco exagerado, não? - Minhas amigas não reclamam, não, mãe... - E pelo visto sua popularidade não deve estar baixa. - Ah, eu faço o que posso. - E apesar disso ainda fica aí se matando com as mãos? - É que essa é mais difícil, mãe... eu estou completamente tarado por uma mulher que nem percebeu que eu estou cheio de terceiras intenções pra cima dela. - Com isso dentro das calças, ela deve ser meio burrinha de não perceber. - Mas eu não desisto. - Tá certo... cobre isso, então, e espera eu sair pra continuar esse ritual. Boa noite, meu amor... - Boa noite, mãe. Lógico que depois disso, se eu ia terminar na punheta, aquela noite seria pelo menos umas três. No dia seguinte, depois daquela conversa, senti que dava pra explorar esse lado mais naturista dentro de casa, abusando mais de estar quase nu ou até mesmo nu por completo. Banhos de portas abertas, dormir sem cueca nem lençol, andar de sunga pra lá e pra cá, e sempre com a pica ereta quando passava por ela. - Isso aí não descansa, não? - Descansa, sim... mas agora ainda não. - Se cuida! Assim vai morrer com um braço mais forte que o outro... A minha campanha deu um retorno que eu não esperava. Ela também começou a se sentir à vontade ao andar em casa. Lingerie, com alguma camisa por cima, e eu ficava cada vez com mais tesão nela. - Meu filho, alguém tem que te ajudar... isso aí não abaixa nunca? - Até abaixa, mãe, mas com a senhora passando assim, fica difícil de segurar. - Deixa eu ver isso aí de novo... Abaixou minha cueca e ficou acariciando a pica. Mas não era exatamente carinho, já era quase uma punheta mesmo, deslizando a mão de cima a baixo, rodeando e beliscando a cabeça. Aguentei o máximo que eu pude, e antes que eu gozasse, pedi pra ela parar. - Caramba, você ia gozar na minha cara? - Desse jeito, não era só na cara, não... - Menino! E saiu dando risada. Mais uma noite me matando de punheta. No dia seguinte, eu já fui nu pra cozinha, e ela fingiu que não ligou. Cheguei por trás dela, para dar um beijo de bom dia, e esfreguei minha rola nela de um lado pro outro. - Menino, veste alguma coisa que a gente tem que sair daqui a pouco. Sem perguntar muito, terminei de tomar o café e atendi o pedido dela. Passamos pelo drive-thru do caixa eletrônico para sacar algum dinheiro e seguimos para um hotel da cidade. Ela conversou alguma coisa com o recepcionista que eu nem prestei atenção, e então me chamou para o elevador. Subimos pelo panorâmico, e ela se agarrou em mim. - Tenho tanto medo de altura... olha só a vista daqui! Adorei aquele minuto com ela me abraçando por trás, admirando a cidade que ficava cada vez mais embaixo. Chegando no andar que ela escolheu, saímos e entramos num quarto. Ao entrar, ela trancou a porta e ficou me olhando. - Foi aqui nesse quarto eu ‘encomendei’ você... e desde esse dia eu praticamente não sei o que é ter outro homem. Um ou outro namorado imbecil, que rolava alguns beijos e nem chegava a me excitar a ponto de me levar pra cama. Eu engravidei de você na minha primeira transa, até hoje não tive a segunda! Eu fiquei surpreso com isso, até porque a gente nunca antes havia conversado sobre isso. - Eu não sou tonta, e sei que o motivo dessa ereção toda que você exibe em casa, por conta dessa mulher que você diz que nem te percebe, você está se referindo a mim, não é? - É sim... não consigo tirar a senhora da cabeça. Aliás, de nenhuma das duas cabeças! - Então vamos resolver isso! Fui com vontade pra cima dela e recebi um beijo que tirou meu fôlego. Coloquei ela contra a parede, e nos-sas línguas se enroscavam. Eu ficava esfregando meu cacete contra ela, e as roupas agora estavam atrapa-lhando. Sem desgrudar da boca dela, tirei a blusa e a saia, que voaram longe, e ela foi tirando minha camisa e calça. Deu trabalho de tirar a cueca sem desgrudar dela, mas eu não queria mais perder um segundo daquilo. Segurei ela pelos cabelos, puxei pra chegar em seu pescoço e fiquei chupando como se fosse um doce. Ela também tirou a calcinha e agora meu cacete estava preso entre suas pernas, sentido aquela buceta bem molhada escorrendo sobre ele. Puxei a alça do soutien para chegar nos peitos, e fiquei um segundo hipnotizado por aquela cena. Que bico mais lindo, rosa e com auréolas pequenas, bem cheios e firmes. Se eu deixasse um lápis embaixo do seu seio, ele com certeza cairia no chão, pois não havia nenhuma dobra de pele para ele se prender. Chupei com muito gosto, rodando a língua pelos bicos que estavam bem durinhos, e esfregando bastante minha rola em suas coxas. Subi de novo o pescoço procurando as orelhas e fiquei provocando. - Você quer ou não? - Claro que eu quero... tudo! - Meu tudo pode ser mais do que você imagina.. - Meu filho, aqui não tem limites! Hoje, pelo menos, não... Segurei com força sua bunda e voltei a beijar muito forte. Eu apertava tanto ela na parede que sentia que ela não ia aguentar, mas continuamos assim por mais um tempo. Me abaixei, coloquei o braço debaixo de sua perna esquerda e levantei, deixando aquela buceta linda total-mente exposta. Minha rola já estava bem ensopada dos líquidos dela, e não hesitei em penetra-la naquele instante. Deixei meu cacete deslizar, centímetro por centímetro, até minha barriga bater na dela. Ela se remexia toda, sem sairmos da parede onde tudo começou. Tirei até deixar só a cabecinha dentro dela, e desta vez penetrei com mais força, fazendo um “pá”, que ela me respondeu com um “ui”. - Se doer, me avise! - A única coisa que dói agora é esse tesão todo! Continua... Coloquei e tirei mais algumas vezes pra sentir toda aquela buceta, e agora eu queria bombar. Me ajeitei um pouco pra poder ir com bastante força, e agora eu enfiava forte, socando minha pica dentro dela. Ela murmurava o tempo todo... - Ai, ui, vai, sim, não, ai, vai, ui, caralho, vai, mete mesmo... A única coisa que eu fazia era ajeitar ela mais pra direita e mais pra esquerda, segurando aquelas coxas e metendo bem forte. Mas agora eu queria mais: o botãozinho dela. Com a mão que estava mais livre, dei uma lambuzada nos líquidos dela e levei até a bunda. Meu dedo chegou até o cu dela, e fiquei rodeando pra lubrificar, e depois ia me lambuzar de novo em mais líquidos. Sentindo que estava lubrificado, penetrei com a ponta do dedo, e já que ela não recusava, fui penetrando mais fundo e girando, pra deixar bem lubrificado. Quando o dedo atolou inteiro, eu virei ela contra a parede e separei suas pernas, deixando aquela bunda pronta para mim. Minha pica já estava bem melada, e sua bunda também preparada, então repeti a cena: coloquei a cabecinha, deslizei bem devagar a rola pra dentro do cu dela, até que a bunda encaixasse na minha virilha. Pronto! Fiz tudo igualzinho, tirei até chegar na cabeça, meti com mais força, tirei e meti até sentir bem encaixado, e então metemos com bastante força. Agora que eu comia a sua bunda, aproveitei pra apertar os peitos e puxar os bicos. Fico metendo quase meia hora, até o momento em que nossas pernas não aguentavam mais aquela posição. Sentei numa cadeira e ela se senta no meu colo, já se encaixando para continuarmos a trepar bem gostoso. Agora sentados, ficamos fodendo quase uma hora, com direito a todos os dedos e línguas que ela merecia. Fomos pra cama e repetimos com ela de quatro, ora metendo no cu, ora na buceta. Nem nos preocupamos com a higiene, de tanto tesão que estávamos sentindo. Deitei ela de lado e sentei ajoelhado sobre uma coxa dela, jogando a outra perna sobre o meu ombro para continuar fodendo. Ela me deitou de barriga pra cima e começou então uma espanhola. Ela apertando os seios contra o meu cacete estava tão gostoso quanto as outras posições que estávamos fazendo. No que ela fez o boquete, não consegui segurar e gozei em sua boca... mas não foi pouco não! Me lambeu cada gota que saiu, chupou tudo e ainda fez questão de que a beijasse, me lavando a boca com sua língua. Nos vestimos e com as pernas moles, voltamos pro elevador. - Você sabe que só uma pessoa gozou hoje, né? Agora vou querer uma revanche! Esse foi o primeiro dia de uma maratona sexual que eu travo até hoje com a mulher mais deliciosa que eu conheço!