RSS contos eroticos

Conto Erotico Minha mãe na minha quitinete.

Rio de Janeiro (bairro de Ramos) – 2008 – nome: - Denis. Estava com 19 anos quando resolvi sair de casa e arrumar um cantinho pra morar devido minha convivência com meu pai que estava chegando ao limite da tolerância. Não conseguíamos conversar sobre qualquer assunto sem que partíssemos para uma discussão calorosa e cheio de ofensas. Eu que era maior e bem mais forte que ele, resolvi me afastar antes que perdesse a cabeça e lhe desse umas porradas. Trabalhando no escritório de uma firma e tendo que economizar para que o meu salário pudesse sobrar para pagar minhas contas; inclusive minha faculdade, arrumei uma quitinete já com algumas mobílias pra morar. A quitinete precisava de uma boa pintura e uma reforma no banheiro que nem porta tinha... Mas como era somente eu a morar naquela espelunca ia empurrando com a barriga. Estava no meu trabalho quando recebi uma ligação de minha mãe que chorando pediu se podia ficar comigo por alguns dias; ela também estava abandonando meu pai. Minha mãe; que era professora do estado, com seus 38 anos ainda era uma mulher que chamava a atenção dos homens. Quando meu pai a via trajando alguma roupa um pouco mais ousada ele a ofendia chamava-a de puta; galinha; prostituta e etc. Até que ela agüentou aquele homem ignorante por muito tempo. A tarde passei para apanhá-la e por pouco não saí no braço com o filho-da-puta do meu pai. Por sorte na minha quit tinha um colchonete sobrando... Mas foi quando ela disse que queria tomar um banho é que tudo começou: - Vou ter que colocar um lençol pra fechar o banheiro!... Ela olhando o banheiro por dentro, onde de fora se podia ver o chuveiro que também não tinha nem mesmo uma cortina; porém o vaso ficava escondido atrás de uma pequena parede: - Não se preocupe filho; não quero que você mude nada por minha causa. Se você usa o banheiro desse jeito, eu também vou usar!... : - Mas só que eu morava sozinho!... Nunca tinha passado pela minha cabeça algo pecaminoso em relação à minha mãe, mas naquele momento fiquei imaginando aquele mulherão pelada dentro do banheiro: - É só você não ficar olhando; meu banho é bem rápido!... Dei de ombro e deitei na cama olhando pra TV. Escutei o barulho da água e Dona Marina começou a puxar conversa falando sobre o que ela pretendia fazer. Ela pretendia com o seu salário de professora; que era bem menor que o meu, alugar uma casa e abandonar de vez meu pai. Só de imaginar que minha mãe estava tão perto de mim pelada e que bastava virar um pouco o rosto pra vê-la; comecei a ficar excitado. Ela saiu e foi minha vez de tomar meu banho... Tínhamos combinado que iríamos descer pra jantarmos na pensão ao lado do prédio. Mesmo achando que ela não ia ficar olhando pra dentro do banheiro, meio envergonhado comecei o banho de costas pro quarto. Resolvi virar e ela estava com o corpo arqueado vestindo uma calcinha... Vendo-a nua; sua linda bunda e um de seus seios, meu pau ficou tão duro que me vi numa grande enrascada. Despistei e quando minha mãe ficou sentada na cama olhando pra TV; era horário de uma determinada novela, de olho nela botei a mão no meu cacete e discretamente fiquei tocando uma punheta... Foi uma coisa bem excitante; pois se ela virasse o rosto um tiquinho ia ver seu filhão se masturbando. Foram três dias tendo que ficarmos praticamente de costas quando um tomava banho ou trocava de roupas... Passei a dormir no colchonete colocado ao lado da cama. Tinha meus dias bem agitados: chegava do serviço; tomava um banho rápido; descia pra pensão; corria pra faculdade e só retornava praticamente 11 horas da noite pra no dia seguinte estar de pé as 7 horas; tomar um banho mais caprichado e pegar no serviço as 9:00 horas. Normalmente eu chegava do serviço e ela já de banho tomado ficava me aguardando pra descer comigo pra pensão. No quarto dia cheguei do serviço e não a encontrando fui pro banho... Ela entrou e foi direto pra entrada do banheiro. Cobri meu bilau com as mãos e ia chamar-lhe a atenção quando notei seu rosto preocupado: - O que foi mãe; algum problema?... Ela reclamou que tinha ido olhar uma casa e que pediram um aluguel muito alto: - Não precisa ter pressa pra sair daqui mãe; vai com calma que você vai acabar achando uma boa casa!... Ela fazendo beicinho: - Eu acho que estou lhe incomodando; como agora, você está todo envergonhado na minha frente!... : - Pode deixar mãe; nesse final de semana vou providenciar uma porta pra esse banheiro!... : - O problema não é só a porta; acho que todo momento lhe atrapalho!... : - Nada disso mãe; você sabe o quanto eu te amo. Devo tudo que sou a você e jamais iria abandoná-la num momento como esse!... Comovida, começou a chorar e mesmo de roupa veio me abraçando: - Buaaaaaaá! Tenho sorte de ter um filho como você; você é a pessoa que mais amo nesse mundo!... Fechei o chuveiro e fiquei abraçando-a que até esqueci que estava pelado: - Não fique assim mãe; vamos dar um jeito!... Naquele momento resolvi que não ia na faculdade: - Deixa acabar meu banho e você tomar o seu, que hoje vou te levar num restaurante bem gostoso!... Ela se afastou de mim e ficou me olhando de cima em baixo: - Você está um homem lindíssimo Denis!... começando a ficar excitado cobri meu bilau: - Vamos deixar de ficar acanhado um perto do outro, assim vai ficar muito mais fácil pra mim!... Achei melhor concordar e deixei meu pau livre mesmo ele estando duro. Minha mãe passou a agir com naturalidade que foi se despindo mesmo antes de entrar no banheiro... Ela nuazinha virou pra mim e me abraçando; tive que ficar de lado por causa do meu pau duro: - Quer voltar comigo pra debaixo do chuveiro?... Por impulso envolvi seu corpo nos meus braços e fiquei teso quando ela segurou meu cacete. Parecia que estava sonhando: eu alisando as costas e as nádegas de minha mãe e ela acariciando levemente minha pica: - É muito perigoso mãe; estou ficando muito excitado!... : - Hihihihihi! Estou vendo como você está excitado... mas a mamãe pode te ajudar; você quer?... Passou mil coisas na minha cabeça: desde uma simples punheta até uma bela trepada em cima da cama: - Me ajudar como?... Ela sem largar minha piroca: - Seu pai sempre me tratou como uma puta e me obrigava a fazer coisas estranhas com ele!... Fui ficando com as pernas bambas quando ela foi se agachando na minha frente: - Você não precisa fazer isso mãe; pra mim você sempre foi uma pessoa correta!... Ela de joelhos e segurando meu cacete: - Com você vou fazer porque eu quero e não por ser obrigada como com seu pai!... Ela abocanhou e acariciando meu saco com uma das mãos começou uma incrível e maravilhosa chupeta: - Nooosssa! Isso é demais pra mim mãe! Ooooh Deus do Céu; eu não mereço isso!... Quando disse que estava prestes a gozar, ela levantou e do meu lado me punhetando: - Goza filho; goza pra mamãe ver! Goza!... Depois rimos muito do que tínhamos feitos. Chegamos do restaurante e passamos a não ter mais nenhum tipo de constrangimento. Adorava ver minha mãe nua e passei a ter o desejo de transar com ela... Vivia de pau duro. Chegou no sábado, depois de termos almoçado na pensão resolvi deitar no colchonete e cheio de más intenções: - Quer deitar aqui comigo?... Ela olhou pra mim; deve ter visto o volume na minha bermuda. Sorriu e tirando a calça comprida que vestia: - Tem problema eu deitar só de calcinha?... Comecei a imaginar que minha mãe também devia estar sentindo desejo de transar comigo: - Claro que não né mãe; por mim pode tirar até tudo!... Ela tirando a blusa e como estava sem sultiã seus volumosos e ainda firmes seios ficaram a mostra: - Hummmm; estou vendo que está pensando besteira; acertei?... Não tinha o porquê tentar desmentir: - Acertou em cheio mãe; penso nesse seu corpo o dia inteiro!... Ela deitando do meu lado jogou um pouco de água fria: - Oh! Só podemos ficar nos carinhos um com o outro; combinado? Nada que querer ir além disso!... Senti que minha mãe ia travar a buceta pra mim. Fiquei meio indeciso e ela pegando minha mão e colocando-a sobre um de seus seios: - Gosta dos peitos da mamãe?... Fui apalpando sentindo o quanto eles eram duros e sedosos: - Adoro mãe; são lindos!... : - Se você quiser mamar na mamãe um pouco; pode!... Estava desesperado que meu pau duro se sentia incomodado dentro da bermuda. Mamando e fazendo carinhos na lateral de seu corpo fui descendo a mão e lentamente empurrando a calcinha. Ela alisou minha pica por cima da bermuda: - Quer ficar pelado com a mamãe; quer? Mas só que vamos ter que nos controlar!... Ela foi tirando sua calcinha e eu rapidamente tirei minha bermuda. Voltamos a nos acariciar: mamando seus seios e tendo meu pau seguro pela sua mão desci a minha e cheguei na sua vagina que estava bastante úmida: - Oooooh! Faz carinho na mamãe; faz! Passa o dedo! Oooooh; como é gostoso!... Resolvi fazer muito mais do que um carinho na xoxota de minha mãe. Dos seus seios, fui descendo com a boca passando a língua pela sua barriga até chegar no início de seus pentelhos... Empurrei uma suas pernas e pulando os pentelhos cheguei na sua carnuda e volumosa buceta. Dona Marina levou um susto, mas logo começou a gemer e a ficar se debatendo sobre o colchonete: - Filho, filho! Você é maravilhoso! Que língua deliciosa! Lambe! Lambe mais! Iiiiiiiiso; chupa o grelo da mamãe; chupa!... Acho que dona Marina estava a bastante tempo sem dar uma gozada que tive que segurar firme suas coxas pra continuar chupando sua buceta enquanto ela se contorcia toda num prolongado orgasmo. Ela ficou toda largadona sobre o colchonete e eu louco de tesão subi sobre seu corpo e praticamente sentado sobre seus seios reclinei meu corpo: - Chupa meu pau mãe; chupa que eu também preciso gozar!... Dona Marina abocanhou minha piroca e depois de alguns minutos: - Vou gozar mãe; vou gozar!... Ela me segurou com suas mãos pelas minhas nádegas impedindo que tirasse meu pau de sua boca... Senti meu pau pulsando; soltando todo meu gozo, com seus lábios travando minha carne e engolindo até a última gota. Satisfeitos, acabamos tirando um bom cochilo. Acordei primeiro e fiquei admirando o traseiro de minha mãe (ela dormia de lado)... Sua bunda era de deixar muitas menininhas com inveja. Quando percebi que ela acordava, eu a abracei por trás apalpando seu peito e dando-lhe beijos no rosto: - Oiiiiiiiii! Vamos na praia?... Ela sentindo meu pau duro encostando-a deu uma bundada pra trás: - Não trouxe nenhum biquíni; mas você pode ir que eu fico aqui!... Dei um jeito de suspender um pouco sua perna e encaixar meu pau que ficou encostado na sua buceta: - Vamos só pra fazermos uma caminhada e tomar água de côco!... Comecei um leve vai-e-vem roçando meu cacete em seus lábios vaginais: - Você está me provocando; não faça isso com sua mãe!... Ela dobrou um pouco as pernas deixando mais espaço pro meu pau encaixar melhor: - Ohhhh mãe! Eu sei que você está desejando!... : - Estou; estou sim... mas eu não posso filho; isso não pode acontecer entre uma mãe e um filho!... Ela colocou uma de suas pernas sobre a minha permitindo que eu encostasse a ponta do meu bilau entre os lábios de sua vagina: - Já aconteceu muito coisa gostosa entre a gente mãe; o que é que tem demais irmos um pouco mais além?... Ela mexeu com a buceta até deixar minha piroca na portinha: - Não... Não faça isso... não posso deixar... não posso!... Dei uma cutucada fazendo meu pau entrar um pouquinho: - Uiiiii! Uuuuiiiiiii!... não... não... naaaaaaão!... Peguei sua perna com meu braço e levantando-a comecei a socar e a enfiar cada vez mais. Vendo que ela já gemia de satisfação, tirei meu pau pra achar uma posição melhor e ela: - Porque parou? Porquê?... Fui fazendo-a deitar e me posicionando entre suas pernas: - Calma mãe; calma!... Ela abrindo os braços: - Vem filho, enfia esse pinto em mim; enfia!... Enfiei tudo e dei apenas umas dez bimbadas pra ela gritar feito uma louca que estava gozando. Mais algumas pirocadas e já pensava tirar quando ela me puxando e me dando beijos no rosto: - Goza filho... goza dentro da mamãe; goza!... Quando ela sentiu meu esperma sendo despejado dentro de sua buceta, segurando meu rosto: - Obrigado filho... muito obrigado por me fazer sentir o prazer de ser mulher!... Ainda soltava meus últimos jatos de porra quando senti seus lábios tocando os meus. Mesmo que de leve e rapidamente, aquele beijo aumentou minha felicidade. Fomos dar um passeio na praia e Dona Marina parecia uma adolescente correndo pela areia toda espevitada. Chegamos suados e fomos juntos pro banho. Abraçados debaixo do chuveiro esqueci que aquela mulher era a minha mãe e dei-lhe um beijo de língua que a fiz perder até a respiração: - Carammmmmba! Nunca ninguém me beijou assim meu filho!... Voltei a lhe beijar apaixonadamente e ela com a mão foi tateando até achar meu cacete: - Me leva pra cama filho; me faz de novo sua mulher!... Na cama é que fui ver o quanto aquela mulher andava carente. Bastou atolar minha pica pra ela ficar toda elétrica: - Enfia... Enfia... Enfia tudo Denis!... Mais forte! Mais forte!... Oooooh que delíiiiicia!... Sentir minha pica indo e vindo dentro daquela buceta úmida e quente não podia existir prazer melhor. Ela envolveu minha cintura com suas pernas e acabamos que gozamos praticamente ao mesmo tempo. Em 2009 conseguimos alugar uma pequena e confortável casa onde continuamos a ser; além de mãe e filho, um homem e uma mulher cheios de desejos sexuais. Final de 2010, minha mãe arrumou um namorado (também professor), ótima pessoa, e foi viver com ele. Atualmente sou noivo e adoro quando recebo a visita de minha adorada e gostosa mãezinha.