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Conto Erotico Muita intimidade com a filha, acabei comendo.

Minha filha Helena estava com 14 anos e eu não me cansava de ficar todo orgulhoso admirando sua beleza e seu corpinho todo bem delineado demonstrando que ela cresceria e seria uma belíssima mulher. Eu estava com meus 38 anos e nunca tinha passado pela minha cabeça que algo tão íntimo pudesse vir acontecer comigo e minha adorável filhinha. Helena reclamou que seu computador não estava funcionando me pedindo pra ir usando o meu enquanto eu providenciava o concerto. Levei seu computador para uma oficina especializada e enquanto isso ela ficou tendo que entrar no meu quarto pra ficar conversando com seus amigos pelo ORKUT e MSN em meu computador. Normalmente minha esposa que era médica; dois dias na semana dobrava seu plantão a ponto de ficar 24 horas trabalhando dentro do hospital. Sai do meu banho (quarto suíte) e distraído esfregando a toalha nos cabelos quando só ao chegar ao lado da minha cama e que fui perceber que Helena estava sentada na cadeira do computador me olhando totalmente nu. Coloquei a toalha cobrindo meu bilau e vendo o sorriso estampado naquele rostinho de boneca; dei-lhe uma bronca: - Caramba Helena... Porque você não me avisou que estava aqui no quarto? - Desculpa papai... É que eu não imaginava que ia sair pelado do seu banho! Ela voltando a olhar pro computador e a digitar: - Mas você não precisa ficar com vergonha de mim não papai! - E quem disse que eu fiquei com vergonha? - Ficou sim; seu rosto ficou vermelho igual um pimentão! - Mas se fosse ao contrário você também ficaria com vergonha! Foi quando ela me fez uma pergunta até certo ponto estranha: - Eu tinha que idade quando você me viu pelada pela última vez? - Ah!!!! Sei lá filha; talvez uns 6 ou sete anos! Só depois que ela respondeu minha pergunta: - Não sei não papai; mas eu acho que não ia ficar com vergonha não!!! Acho que foi a primeira vez que fiquei imaginando como seria ver minha filha peladinha que senti meu pau crescer de repente e ficar muito duro: - Fica virada pro computador que eu vou me trocar! - Hahahahaha... Vou olhar... Vou olhar! Não acreditei quando pequei a cueca e joguei a toalha sobre a cama no exato momento que ela virou e ficou me olhando... Vesti rapidamente a cueca procurando uma posição pro meu cacete que estava bem duro: - Pô Helena... Desse jeito vou ter que lhe dar umas palmadas! - Ah papai... Qual o problema de eu te ver pelado? - Tá bom sua sapeca... Dessa vez vou te perdoar; mas da próxima dou-lhe uma surra! Três dias depois; minha esposa no seu outro dia de plantão, cheguei em casa e já encontrei Helena no meu computador... Quando falei que ia tomar meu banho: - Posso ficar aqui ou vou ter que sair? - Você quem sabe filha... Quer ficar? Ela me olhou muito séria: - Vou poder ver você pelado de novo? Tentei levar na brincadeira, mas já ficando excitado: - Eu deixo se você também me deixar te ver também pelada; você topa? - Iiiiiih!!!! Não sei não papai... Mas... Tá legal; eu topo! Acabei o banho e após me enxugar sai com a piroca duríssima e fiquei parado deixando Helena ficar me olhando e sorrindo. - Nossa papai... ele é muito grande; não é? - Não é não filha; tem tamanho médio... Nem grande; nem pequeno! - Ele tá duro papai? - Está sim filha... Isso é porque você está olhando pra ele! - Hahahaha... É mesmo? Como ele sabe que eu estou olhando pra ele? Resolvi que estava na hora de parar antes que as coisas piorassem e tratei de me vestir colocando meu pijama. Fui pra sala meio arrependido; mas ainda de pau duro, pelo que eu tinha acabado de fazer na frente da minha filha; quando ela veio sorrindo pra mim: - Posso tomar meu banho no seu quarto papai? - Pode sim filha! Ela saiu e novamente minha imaginação começou a me mostrar Helena peladinha... Bastava fechar meus olhos pra vê-la nuazinha. Quinze minutos depois comecei a sentir como se uma voz martelasse na minha cabeça: “Vai lá... Vai lá e pede pra sua filha deixar você vê-la pelada”. Fui até meu quarto e olhando sobre a cama vi que ela tinha deixado a calcinha e seu pijama. Peguei uma revista e fiquei deitado imaginando que ela viria se trocar no quarto... Mais 10 minutos e a vi saindo enrolada na toalha: - Preciso sair do quarto pra você se trocar? - Ué papai... Nos não fizemos um acordo de me deixar te ver pelado e eu tinha que deixar você também me ver pelada? - E você vai deixar eu te ver filha? - Você fecha seus olhos só um pouquinho papai?... Já pode olhar!!! Todo meu corpo sentiu o impacto de ver aquele divino corpinho: Todo lisinho só tendo ralos pêlos sobre sua vagina; curva provocante da cintura, ancas e coxas; peitinhos bastante desenvolvidos (grandes pra sua idade); porém bem firmes. Helena enrolando novamente a toalha em seu corpo: - Deixa o papai ficar de olhando mais filha! - Hahahaha... Tá vendo? Não fiquei com vergonha igual você ficou! Puxei-a fazendo-a sentar sobre uma de minhas coxas que meu pau muito duro ficou pressionando sua perna e ela passando um braço por cima dos meus ombros: - Sua mãe e ninguém podem saber que você me viu pelado e eu também te vi; combinado? - É lógico né papai; não sou tão bobinha como você deve estar pensando! Resolvi fazer-lhe um pouco de carinho em um de seus peitinhos e vendo que ela sorria cada vez mais, dei um beijinho no biquinho pontudo: - Eu sei que você é bastante experta e inteligente... O que foi filha? Não gostou do beijinho do papai no seu peitinho? - Hummmm... Adorei papai... Mas é que minha xota tá ficando muito molhada! Levei a mão entre suas perninhas e passando o dedo em sua racha: - Isso é assim mesmo filha... É porque você deve estar sentindo prazer com os carinhos do papai! - Uuuuuaauuuuuu!!!! Seu dedo me fez ficar toda arrepiada! Coloquei-a sobre a cama e deitando do seu lado beijando seu peitinho enquanto com uma das mãos liberei meu cacete e o coloquei pra ficar roçando em sua perna, voltando com a mão pra sua bocetinha: - Passa o dedo lá papai... Passa... É muito gostoso... Iiiiissso... Mais... Mais papai! Helena se contorcia toda com os olhinhos fechados gemendo baixinho como uma gatinha manhosa... Resolvi; mesmo receoso da reação que ela poderia ter, de levar a boca na sua boceta e dar umas lambidas. Helena começou a puxar meus cabelos com suas mãos e dobrando seus joelhos balançando-os fazendo suas coxas ficarem batendo no meu rosto: - Aaaiiiii... Aaaaiiiii... Noooossssa... Isso é mais gostoso ainda! Era uma loucura deliciosa que estava fazendo com minha filha que suguei bastante seu caldinho até vê-la gemer saltitando sua bundinha sobre a cama. Ela me olhou: - Eu gozei né papai? - Aaaaaah... Então você já sabe o que é gozar né? - Pô!!!! A muito tempo.... Hihihihihi! Deitei com o pau duríssimo apontando pra cima: - Quer fazer o papai gozar também? Sem que eu explicasse, ela ajoelhou do meu lado segurando meu cacete e toda desajeitada começou a me punhetar: - Calma filha... Não precisa apertar tanto... Assimmmmm... Agora mais rápido... Vai... Vai! Ao gozar, o primeiro jato deve ter feito um salto de mais de um metro de altura pra cair sobre minha coxa... Peguei rapidamente a toalha de Helena pra evitar uma lambança sobre minha cama. Toda vez que minha esposa estava trabalhando, e eu e Helena ficávamos sozinhos em casa, ela me pedia pra lhe fazer carinhos e passar a língua na sua xota (como ela dizia). Meses depois Helena já tinha aprendido lamber e chupar a ponta do meu cacete; além da punheta. Estávamos a mais de 3 meses naquela nossa intimidade quando resolvi ficar passando a pica no seu rego e sobre seu fechadinho e rosado cuzinho... Minha cabeça queimava pensando na possibilidade de enfiar naquele buraquinho quando pra minha surpresa ouvi: - Você está querendo enfiar ele aí; não está? Até os cabelos do meu cú ficaram arrepiados e eu me debruçando sobre suas costas e dando beijinhos em seu rosto: - Você deixaria o papai enfiar o pinto na sua bundinha? - Ué papai... Por mim você pode enfiar até na minha xana se quiser! Perdi toda minha compostura e fui fazendo algo que nunca tinha feito com mulher nenhuma... Fui beijando e passando a língua naquelas pequenas e redondas nádegas até parar passando dentro do rego e a ponta sobre o cuzinho. Helena empinou a bundinha: - Vai papai... Enfia seu pinto... Vai... Enfia! Soltei bastante saliva sobre o alvo e umedecendo a pica fui com todo gás colocando a pica encostada no buraquinho fechadinho... Forcei; empurrei; forcei mais e uns 4 minutos depois é que fui sentir a cabeça da piroca entrar; Helena soltou um gritinho e puxando-a pra fazê-la ficar de quatro atolei mais alguns centímetros... Helena tentou engatinhar pra frente e eu segurando-a pela cintura fui empurrando o resto ouvindo-a gritar mais forte e a querer pular debaixo do meu corpo como um touro bravo: - Calma... Calma... Isso... Fique quietinha que o papai já enfiou tudo! - Mas doeu muito papai! Fiquei parado segurando-a com uma das mãos e com a outra acariciando seus cabelos: - A dor vai passar logo filha! - Já está passando papai! Comecei a puxar alguns centímetros pra trás e a voltar bem devagar notando que Helena ia se acostumando rapidamente... Fui repetindo puxando cada vez mais pra fora e a enterrar até o fundo e minutos depois estava socando rápido e Helena rebolando satisfeita com meu pau no seu cuzinho... Gozei feito um cavalo. Não demorou muito pra Helena virar uma depravadinha e sem nenhum constrangimento mamar meu cacete, punhetar e ficar esperando eu encher sua boca de porra pra engolir e até lamber os beiços... Dar o cuzinho pra mim então passou a ser seu vício até que ela começou a implorar pra eu meter na sua xoxota: - Isso não... Isso o papai não vai poder fazer com você! - Mas papai??!!! Estou com muita vontade e não vou deixar ninguém ser o primeiro antes de você! - Vou me sentir um canalha se eu for o primeiro. Estávamos pelados na cama e ela sentada sobre meu corpo esfregava sua boceta na minha piroca deliberadamente pra me provocar e quando eu já sentia seu liquido vaginal umedecendo o corpo do meu pau ela deitou do meu lado: - Vem papai... Vem... Vem comer minha xota... Olha só como ela está molhadinha te esperando! - Ah filha... Porque você provoca tanto seu pai?... - Porque eu quero dar pra você papai... Vem... Vem... Minha consciência pedia pra resistir enquanto parecia ser um capetinha sussurrando no meu ouvido: “larga de ser babaca... Come logo antes que ela resolva dar pra um moleque qualquer”. Como um robô sendo guiado por outra pessoa fui subindo e entrando entre as pernas de Helena que sorria sabendo que seu pai ia enfiar a pica na sua boceta. Quando esfreguei a pica e achei o local exato da entrada me bateu um sentimento que quase me fez desistir... Helena suspendeu suas perninhas e praticamente enlaçando-as na minha cintura me fez empurrar meu corpo pra frente> - Isso papai... Vai...Vai... Está quase entrando... Força... Força papai... Aaaaahuuuuuummm... Tá indo... Tá indo... Empurra mais papai... Maaaaaaiiiissss... Chequei até a ficar por alguns instantes chocado com a ansiedade de Helena pra ter minha piroca dentro da sua boceta e não demonstrar sentir nenhum pingo de dor em estar perdendo a virgindade. Com o pau todo dentro, vendo até que os olhos de Helena brilhavam de satisfação iniciei um vai-e-vem fazendo com que ela sorrise e gemesse de prazer. Dei inúmeras socadas tentando me controlar o máximo, e assim que a ouvi gritando pra todas as paredes que estava gozando tirei rapidamente a piroca de sua boceta pra ter o meu incestuoso e delicioso orgasmo. Depois desse dia, nunca mais tive nenhum remorso em foder a bocetinha gostosa da minha filhinha... O que acontece até hoje com ela nos seus 17 anos.