RSS contos eroticos

Conto Erotico Nas férias, meus dois avós descobriram do que sou capaz.

O que vou narrar neste conto, aconteceu nas minhas férias escolares no final do ano de 2010. Estava com meus 19 anos e em dezembro fui com meus pais pra passar o natal e ano novo no sítio do meu avô materno Júlio. Vô Júlio com seus 59 anos era um coroa bem conservado e seus cabelos brancos lhe davam um grande charme. Família toda reunida; inclusive com meus avós paternos, passamos um natal muito agradável. Ganhei muitos presentes e uma das minhas avós me deu um conjunto de roupas íntimas bem ao estilo de mulher fatal: sutiã e calcinha bem sexy e transparente junto com uma camisolinha curta e também transparente... Fiquei até acanhada ao abrir os presentes na frente de todo mundo. A festa transcorria normalmente e quando fiquei sozinha com meu avô paterno Eduardo; ele foi me perguntar se eu tinha gostado do presente dele e da minha avó: - Gostei muito vô! - Sabe que fiquei imaginando você vestida principalmente com aquela calcinha? Meu avô Eduardo tinha 52 anos: forte; totalmente careca e sempre fui muito carinhoso comigo... Achei que devia ser a bebida que o estava deixando desinibido e eu que sempre fui muito safadinha e gostava de ser provocativa com os homens; resolvi provocar: - A mesmo vô?... Mas ela é muito transparente; só sozinha no meu quarto é que vou poder ficar com ela me olhando no espelho. Ele me dando um abraço e falando quase no meu ouvido: - Seja boazinha com o vovô; e só você vestir e deixar eu ir lá no quarto te ver! - Mas tem muita gente no sítio; é perigoso né? Ele coçou a cabeça e sorrindo: - Se não tivesse; você deixaria o vovô te ver só de calcinha? Já pensando em como deveria ser interessante me exibir pro meu avô; falei: - Se não tivesse perigo nenhum; deixaria sim...! Ele me dando um beijo no rosto: - Hummm... Você me promete um dia me mostrar? - Prometo vô... No dia que você for lá em casa; ok? Ele me deu um tapinha discreto na minha bunda e me afastei. Na passagem do ano; já tinha menos gente no sítio e foi a vez do meu avô Júlio se revelar também ser bem sem vergonha. Todos ligados na TV, fui pra cozinha e ele com um copo de alguma bebida na mão, me segurou pelo braço e perguntou: - Por acaso você colocou aquela calcinha que você ganhou no natal? Ele tinha visto quando abri os presentes; e naquele momento eu com roupas brancas e de minissaia, ele sentou numa cadeira de modo que pudesse ficar de olho lá na sala... Eu fingindo inocência: - Porque vô? - Eu gostaria de ver como ela ficou em você! - Não estou não... Hoje estou toda de branco; até a calcinha! - Hummm... De calcinha branca? Você deixaria o vovô; ver? - Pode chegar alguém vô! Ela tornando a olhar pra sala dizendo: - Estão todos sentados na sala; é só você levantar a saia um pouco! Fui levantando a saia e continuando a fingir inocência: - Sabe que o vô Eduardo também tem vontade de me ver com aquela calcinha? Olhe de olho na minha calcinha branca: - Você mostrou alguma coisa pra ele? - Não... Fiquei de mostrar quando ele for lá em casa! Ele descaradamente passando a mão no meio das minhas pernas e tocando levemente a mão embaixo da minha calcinha: - E pra mim quando eu for lá; você vai me mostrar? - Mas pra você eu já estou mostrando vô! - É que eu gostaria de ver quando estivesse sozinho com você! Achei que podia botar mais lenha no fogo: - Você e o vô Eduardo devem estar é querendo ver minha xoxota; não é? Ele deu mais uma olhada pra sala e sorrindo: - E se for; você mostraria sua xoxota pra mim? Segurei minha saia pra cima, abaixei um pouco minha calcinha mostrando minha xoxota raspada: - Assim vô? Ele ficou desesperado sem saber se olhava pra sala ou pra minha xoxota: - Minha Nossa Senhora... Que coisa linda! Voltei a calcinha pro lugar e abaixando a saia dei uma sentadinha rápida no seu colo só pra lhe dar um abraço e um beijo: - Tenho medo de alguém ver a gente vô! Ele sugeriu que eu fosse com ele pro quintal depois da ceia, e eu achando o maior barato ser tão desejada; concordei. Uma hora da madrugada, meus pais foram dormir e eu tive que despistar do meu avô Eduardo pra ir escondida com o vô Júlio e entrarmos na boleia de sua camionete. De lá, onde podíamos ficar vendo toda a movimentação na varanda da casa: - Você teria coragem de ficar sem calcinha? Minha xoxota já até latejava de tão safadinha que era; tirei a calcinha... Pena que estava escuro, vô Júlio começou a fazer carinho com os dedos na minha xoxota e eu nem quis saber se era certo ou errado: - Põe seu pau pra fora vô! Tive que ficar esticada no banco do carona pra poder deitar no colo do meu avô e segurar seu grosso cacete enquanto ele continuava fazendo carinhos na minha xoxota... Não resistindo, dei alguns beijos na sua piroca e após dar umas lambidas e chupadas: - Quer comer minha xoxota vô? - Caralho Tânia... Faz tempo que eu tenho desejos de te comer...! Eu ficando de joelhos sobre o banco do carona colocando minha cabeça pra fora da janela sem deixar de olhar pra varanda da casa: - Só não pode é gozar dentro; tá bom vô? Ele desesperado passando o pinto tentando achar a entrada da buceta naquele escuro: - Pode deixar Tânia... Quando ele enterrou aquela piroca dura na minha bucetinha; eu que só tinha transado com meu namoradinho de pau pequeno, me vi realizada sentindo aquela tora todinha dentro de mim: - Mete vô... Mete a minha bucetinha... Vai... Vaaaiiiii! Vô Júlio começou a socar, e mesmo naquela posição consegui ter um delicioso orgasmo antes dele tirar e descer do carro pra gozar. Vesti rapidamente minha calcinha e fiquei escondida deixando que ele fosse na minha frente... Cheguei na varanda e dei de cara com o vô Eduardo que me segurando pelos braços: - O que você estava fazendo com o Júlio lá naquele escuro? - Nada não vô... Só estávamos conversando lá no carro dele... - Ah sei... Só conversando mesmo? Eu me achando a mais gostosa e desejada das mulheres pedi pra ele esperar um pouco na varanda e fui verificar constatando que vô Júlio já estava no quarto com minha avó... Voltei e sabendo que a camionete tinha ficado aberta: - Quer conversar um pouco comigo lá na camionete vô? Acho que ele foi sem nem imaginar do que eu seria capaz... Entramos e eu no escuro fui tirando minha calcinha que estava muito molhada; assim como minha xoxota: - Estou sem calcinha vô! Ele levou a mão constatando e me bolinando: - Você ficou sem calcinha também com o seu avô Júlio; também? - Fiquei sim...! Eu é que abria os botões da sua bermuda e acho que ele imaginando: - Não vai me dizer que ele fez sexo com você? - Fizemos sim... E agora eu quero fazer com você também! - Porra Tânia... Nem dá pra acreditar que você já faz essas coisas! Consegui colocar seu pau duro pra fora e fazendo um pouco de carinho com minhas mãos: - Tem que ser rápido vô... Só não pode gozar dentro...! Fiquei na mesma posição e logo senti seu pau que também não era nada fino ir entrando todo pra dentro da minha buceta... Vô Eduardo começou a bombar me segurando de quatro e eu adorando: - Mais forte vô... Mete... Mete... Aaaahhhhhhh! Ele fazendo com que sua virilha batesse na minha bunda a cada socada: - Nunca pensei que um dia isso pudesse acontecer... Hummmm; você é sensacional minha netinha; estou adorando poder meter na sua bucetinha... Tive um novo e safado orgasmo gritando pra ele tirar e gozar lá fora do carro. No dia 2, meus pais decidiram irem embora e vô Eduardo que já tinha dito que ia ficar mais dois dias no sítio com vô Júlio pra irem pescar: - Se a Tânia quiser ficar, ela pode ir embora comigo depois de amanhã. Pelo sorriso que os meus dois avós me lançaram, desconfiei do que eles estavam pensando... Decidi ficar. Depois de almoço e de um descanso, vô Júlio perto da minha avó perguntou se eu gostaria de ir com eles até o lago pra vê-los pescar... Entendendo tudo; disse que sim. Saímos da casa e logo os dois me levando contornaram uma cerca voltando na direção da casa que deveria ser do caseiro; mas que estava desocupada... Vô Júlio abriu a casa e entramos os três; ele dizendo que ninguém saberia que estávamos ali: - Eu e o Eduardo vamos querer brincar um pouco com você; tudo bem? Eu já prevendo que ia ter algumas horas de muito trabalho: - Tudo bem vô... O que querem que eu faça? Me pediu pra deitar num sofá cama e os dois começaram a me despir... Depois que vô Eduardo tirou minha calcinha me deixando peladinha, foi a vez dos dois começarem a ficar pelados... Vieram deitar com seu paus já bem duros; me deixando no meio. Vô Júlio começou a mamar nos meus peitinhos e vô Eduardo foi enviando sua careca no meio das minhas pernas começando a chupar minha buceta... Me senti a menina mais depravada da fase da terra; adorando a boca daqueles dois coroas me chupando. Vô Eduardo, a pedido do vô Júlio deixou que ele também chupasse um pouco minha xoxota e me deu seu pau pra eu chupar... Ainda estava tendo meu orgasmo quando senti vô Eduardo enchendo minha boca de porra. Vô Júlio me fez ficar deitada de ladinho e levantando minha perna deu ainda várias socadas antes de tirar e gozar no chão. Depois, fomos realmente pro lago onde os dois pretendiam pescar um pouco (tinham que levar alguns peixes; pelo menos). Duas horas depois, já estávamos os três ali pelados no meio do mato e adorei quando vô Júlio resolveu comer minha bundinha... Vi até estrelas quando ele enterrou seu pau no meu apertadinho cuzinho; mas pela primeira senti realmente prazer em dar a bundinha. Todos os finais de semana do mês de janeiro eu voltei com meu avô Eduardo para o sítio do meu avô Júlio... Saímos pra pescar e em surdina íamos pra casa do caseiro e lá os dois metiam gostoso na minha xoxota e na minha bundinha. Atualmente; como vô Eduardo é o que mora mais perto de mim, é com ele que mais transo indo até sua casa quando ele está sozinho.