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Conto Erotico No colo do padrinho eu fui preparada

Era uma tarde de terça-feira... eu e minha amiga bia, voltávamos da escola por um caminho diferente, só pra passar por um parquinho de diversões, que tinha chegado no bairro.
naquela noite seria a inauguração e a gente pretendia pedir alguns bilhetes de cortesia, porque ficamos sabendo, que eles estavam presenteando a garotada que morava ali perto.
eu tinha relutado em ir, porque naquele lugar, bem em frente, morava o meu padrinho e já fazia uns três anos que a gente não se via, desde quando ele ficou viuvo.
quando minha madrinha era viva, ele já tinha se aposentado e só ficava em casa, de pijama.
lembro-me bem, que quando ela não estava por perto, ele sempre inventava de me dar um dinheiro pra comprar doce, mas eu tinha que sentar no seu colo pra poder ganhar. claro que eu gostava de ganhar o dinheiro, mas eu me sentia incomodada no seu colo.
certo dia, quando eu tinha uns nove anos, a madrinha foi a feira e eu fiquei sozinha com ele, pra que... naquele dia eu estava de saia e quando ele me sentou no seu colo, senti a minha bunda, só de calcinha, sentada em cima de uma coisa dura, que se acomodava no meio das minhas nádegas.
só sei dizer, que a minha calcinha acabou entrando no meu rego e eu tive que ficar sentindo aquela coisa se esfregando em mim. eu era inocente, mas intimamente já sabia que ele se aproveitava de mim. depois daquele dia, ele sempre dava um jeito de fazer aquilo de novo comigo, mas depois ele ficou viuvo e eu nunca mais fui a sua casa.
indo pros lados que ele morava, eu tinha receio de encontra-lo novamente.

chegando no parquinho, vimos que o pessoal estava bem ocupado, mas perto da portaria, havia um homem só olhando. com certeza, aquele era o encarregado e a minha amiga bia, que era a mais comunicativa, logo tratou de ganhar a sua simpatia, pra depois pedir os bilhetes.
a bia era assim com todo mundo, fazia amizade fácil e sempre conseguia o que queria, tirando isso, eu e ela éramos bem parecidas em tudo, principalmente nos dotes físicos: duas morenas de olhos verdes, estatura baixa, mesmo peso e mesma idade.
teve um dia na escola, que só na brincadeira fizeram um concurso de mim bumbum, advinha quem ganhou?... deu empate. eu e a bia tínhamos exatos 102 cm de quadril, cada uma.
pois é, ainda na puberdade, eu e ela tínhamos tudo isso de bunda e fomos eleitas miss bumbum da escola. o mais incrível é que de busto, nossas medidas também empataram em 64 cm.
bem... ta certo que era uma medida bem pequena, mas os nossos peitinhos, ainda estavam em formação, eram apenas duas cerejas no bolo.
naquele instante, a conversa com o homem do parquinho já estava super animada. a bia já o chamava de tio argemiro e pela animação do papo, dava pra ver que os bilhetes já estavam garantidos, só faltava ela pedir.
eu estava ali só assistindo a conversa e nisso escutei alguém me chamando... maria alice... maria alice...
putz! era o meu padrinho... o tio samuel.
não dava pra ignorar, deixei a bia falando com o homem do parquinho e fui até lá cumprimentá-lo.
nossa! o padrinho ficou super contente em me ver. abraçou-me e ficou um tempão me apertando. beijou o meu rosto mais de uma vez e cada vez beijava mais perto da minha boca. eu não queria pensar na maldade, mas as lembranças que eu tinha dele, não me deixavam parar de maliciar.
naquele instante a bia me chamou e de longe mesmo, me deu um tchau. foi embora e me deixou sozinha com o padrinho. não me disse nem no que deu o papo, com o tal de tio argemiro.
eu também já queria ir embora, mas o padrinho não largava da minha mão e não parava de me elogiar... olhe pra você! que moça linda!... mesmo com essa blusa e com essa saia de colegial, da pra ver que você já tem um corpo de mulher... e pensar que há pouco tempo atrás, você ficava no meu colo, mas... vamos entrar, o padrinho quer... te servir um refrigerante.
era o meu padrinho que estava convidando, mesmo assim eu me senti desconfortável com aquele convite. ficar sozinha com ele, dentro da casa, me parecia constrangedor, ainda mais pelo fato dele estar de pijama. era uma roupa íntima, imprópria pra receber a visita de uma menina. além do mais, dava até pra ver que ele vestia só aquele pijama de algodãozinho, sem nada por baixo, mas ele não estava nem aí e ficava daquele jeito, ali na frente da casa. apesar do meu discernimento, eu estava refém da sua insistência e da sua mão que não me largava, por isso tive que aceitar e fui me deixando levar. com a mão no meu ombro, ele foi me conduzindo pela lateral da casa até a porta dos fundos e entramos pela cozinha.
era uma cozinha bem arrumada, cada coisa no seu lugar e o que mais me chamou atenção, foi a carteira do padrinho sobre a mesa. notei que ela estava muito cheia de dinheiro e lembrei dos tempos que eu sempre ganhava algum pra comprar doce.
absorta em meus pensamentos, quando me dei conta, o padrinho já tinha me servido um copo de refrigerante e sentado na beirada de um banquinho, desses de balcão, me posicionava recostada em seu colo, tudo de um jeito bem fraternal, típico de um padrinho carinhoso.
enquanto eu tomava alguns goles de refrigerante, ele mantinha minhas atenções nas lembranças dos tempos passados e não me deixava perceber, que eu estava sendo envolvida de uma maneira ardilosa, entre suas pernas e seus braços, enquanto suas mãos, discretamente já me acariciavam de um modo meio libertino.
quando me dei conta, fiz menção de me afastar, mas seus braços me impediram e sua voz me sussurrou... o padrinho estava com muita saudade de você... lembra quando eu te dava dinheiro pra doce? claro que lembra... hoje o padrinho vai te recompensar, por todo esse temp que você ficou sem ganhar nada... ta bom? eu só estou relembrando um pouco, aquelas vezes que você sentava no meu colo... lembra? depois eu te dou uma nota bem grande... você quer?
claro que eu queria, ainda mais que nem sei como, praticamente ele já tinha consegjuido me fazer sentar no seu colo, mas eu dei uma disfarçada, dizendo que já estava bem crescidinha e não ficava bem aceitar dinheiro... nem mesmo do padrinho.
sem me dar ouvidos e mantendo-me recostada em seu colo, ele pegou na carteira uma nota de cinqüenta, pôs sobre a mesa e sussurrou... deixa de bobagens, padrinho é pra essas coisas mesmo, com esse dinheiro, depois você vai se divertir à vontade, lá no parquinho.
com toda aquela grana a minha disposição, eu não resisti e mesmo enroscada em seu colo, num impulsivo gesto me estiquei toda pra pegar a nota e guardar no bolso da blusa.
quando me recostei novamente, percebi que a minha saia tinha levantado, não sei se casualmente ou se foi o padrinho que levantou, só sei que de repente, eu estava só de calcinha no seu colo.
nossa! que vergonha, mas ele fez de conta que não tinha nada de mais e discretamente começou a movimentar o quadril, enquanto me sussurrava... maria alice!... que bom que você está aqui... que amor de menina que você é... está no colo do padrinho... recebendo seus embalos, bem quietinha...
eu estava sem saber o que fazer e me vi naquela situação de três anos atrás, só que naquele instante, ele já estava bem mais atrevido do que antes e acabou apelando de vez.
pelo movimento que ele fez por trás de mim, percebi que estava ponto o pinto pra fora. deve ter abaixado a cintura do pijama, e deve ter enroscado o elástico em baixo do saco.
depois me forçou a recostrar de vez a minha bunda no seu quadril. nossa! mesmo de calcinha, senti toda a nudez do seu pinto duro, enchendo o meu rego. senti o saco roçando na minha xoxota, enquanto o membro roçava pelo rego todo, fazendo a cabeça sair e voltar pelo cofrinho.
discretamente ele movimentava o quadril num vai e vem, fazendo eu sentir tudo aquilo roçando na bunda e aquele movimento, acabou fazendo a minha calcinha entrar toda no meu rego.
daquele jeito eu me senti com a bunda toda de fora. dava pra sentir direitinho, toda a sua genitália peluda, roçando em toda a fartura da minha bunda de miss bumbium.
mesmo fazendo tudo aquilo comigo, ele fazia de conta que não estava fazendo nada de mais, era como se estivesse embalando um neném. toda envergonhada, só me restou entrar no seu jogo e fiz de conta que ainda era a menina bobinha que sentava no colo do padrinho e não sabia de nada.
naqueles tempos de menina moça, eu nunca tinha feito aquelas coisas e nem sabia como acabava, mas num certo momento, de tanto sentir aquela coisa roçando, um tesão muito louco explodiu na minha xoxota e até o meu cuzinho reagiu piscando. nooossa! eu estava tendo um orgasmo muito doido, mas me esforcei muito pra não demonstrar senão, ele poderia perder de vez, o pouco respeito que ainda tinha por mim.
o padrinho também ficou todo agitado e num movimento rápido, pegou um pano em cima da mesa e abafou no pinto. acho que ele não queria mostrar a sujeira que estava fazendo comigo.
na verdade, nem entendi direito o que que aconteceu, mas deu pra perceber que a gente já tinha acabado. o padrinho ainda me acariciava e ainda me sussurrou...
maria alice!... maria alice!... como você é boa de... colo!... você merece levar o... colo do padrinho, sabia?... na próxima vez, você leva... mais de uma nota, ta bom?... volte logo meu bem... vou estar te esperando, com tudo que você merece, viu?... coisa boa do padrinho...
enquanto me sussurrava quelas coisas, com uma das mãos me acariciava e com a outra, discretamente se limpou, guardou o pinto e amavelmente me soltou.
tentando esconder o meu embaraço, corri para o banheiro pra me recompor.
minha xoxota estava em brasa e o meu rego não parava de transpirar.
eu tinha que ir embora. já era tarde e com certeza, a bronca me esperava em casa.
sai do banheiro e sem coragem de olhar para o padrinho, só disse tchau e fui indo embora.
nem olhei pra trás, quando ele me respondeu...
tchau... coisa boa do padrinho... volte logo...