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Conto Erotico Papai deixou titio comer o cuzinho da sua cachorrinha...

Para que compreendam melhor minha história sugiro que leiam também "Como me tornei a cachorrinha do meu pai" e " A cachorrinha do papai", como ja disse anteriormente essa história é um fato veridico! Pois bem, naquela noite depois que mamãe saiu corremos para o meu quarto para que papai pudesse se aliviar no meu cuzinho, eu também mal podia esperar para receber os mimos e cuidados do papai, porém enquanto papai comia gostoso a minha bundinha abri os olhos e vi meu tio na porta do meu quarto batendo uma punheta com a cena, ele realmente acabou entrando sem que percebessemos... Papai parou bruscamente, me deu um beijo na boca e disse baixinho para que eu fosse uma boa cachorrinha... Me colocou novamente de quatro na cama, e em instantes eu comecei a sentir um pinto muito mais grosso do que meu pai batendo forte no meu cuzinho... Os nossos gemidos deram lugar ao silencio, agora so se ouvia os urros do meu tio que tinha uns 60 anos, eu permaneci quietinha tentando entender porque papai não reagia, e deixava aquele velho gordo comer meu cuzinho daquela forma, as lagrimas corriam por meu rosto, enquanto titio se inclinava como se fosse um cachorro sobre mim, tentando enfiar o maximo que pudesse no cuzinho da sobrinha, eu podia sentir os pelos do seu saco na minha bundinha... Ele me puxava pelas pernas contra ele, arregaçava minha bundinha para ver o pau entrando e saindo, apertava meus limõezinhos e me chamava de putinha gostosa... Papai nada falava, de repente num urro profundo eu senti titio deixar sua porra quente dentro do meu cuzinho, em seguida ele deitou exausto na minha cama, e pude perceber que seu pintão agora estava meio murcho... Papai quebrou o silencio e me mandou tomar um banho... Eu estava com as pernas tremulas, levantei e fui saindo, mas não tive coragem de encarar papai. Olhei para trás antes de deixar o quarto e vi o pau duro do meu pai apontando pra mim. Obedeci papai e fui direto para o banheiro, apesar do pavor que eu sentia naquele momento, eu não tranquei a porta do banheiro, pois esperava que papai viesse me dar uma explicação para tudo aquilo que havia acabado de acontecer. E ele veio! Mal havia ligado o chuveiro e papai entrou e sentou-se no sanitário. Seu pau apontava para cima, ele me disse em tom firme que desligasse o chuveiro e sentasse no seu colo porque ainda precisava se aliviar... Senti seu pau deslizando para dentro do meu cuzinho sem nenhuma dificuldade, de tão arrombado ele tinha ficado! Papai fazia movimentos de subir e descer agora com voz ofegante dizia que estava orgulhoso de mim, que não era qualquer menina que aguentava duas varas no cú. Ele apertava minha barriga, acariciava meus limõezinhos doloridos, mordiscava minha orelha... Então parei de chorar e deixei que papai me conduzisse, comecei a sentir o calor de sua pele, as estocadas fortes que ele dava no meu cuzinho, sua mão agora deslizava por meu grelinho, apertando minha xoxotinha que a essa altura ja babava em suas mãos... Eu gemia e apertava a bundinha no pau de papai. Assim que papai terminou de se aliviar, me disse que terminasse o banho e fosse direto para cama. Após o banho retornei ao meu quarto e percebi que papai havia trocado o lençol, agora ele devia estar na sala de TV conversando com titio. Vesti minha calcinha e uma camisolinha amarela, e deitei encolhidinha na cama, não demorou muito peguei no sono, e logo fui despertada pelo papai que mexia nos meus cabelos, e titio que acariciava meus pezinhos. Permanecemos os três em silêncio por uns dois minutos, e logo papai começou a falar; disse para que eu não ficasse preocupada, porque titio não falaria para a mamãe que eu deixava papai se aliviar no meu cuzinho, que naquela noite o titio tinha tido a certeza do quando eu amava papai e papai amava a filhinha. Disse também que como eu sabia titio era um senhor viuvo, mas como os outros homens tinha suas necessidades também, e não tinha nenhum cuzinho gostoso como o meu para se aliviar... Nesse momento, titio com sua língua pastosa começou a lamber meus dedinhos, eu comecei a sentir muita cocegas, rir e me mexer na cama. Papai então me pegou no colo, começou a dar muitos beijinhos no meu rosto, e perguntou se eu não poderia deixar titio se aliviar no meu cuzinho às vezes... Eu fiz sinal de consentimento, olhei para o rosto de titio que sorria e me estendia os braços. Fui para o colo fofinho do titio e comecei a sentir seu pinto gordo por debaixo, ele tentava ajeitar para que ficasse bem no meio do ao meu cuzinho, fiquei em pé e logo papai me pegou no colo, puxou minha calcinha de ladinho, e me sentou em cima do pau gordo do irmão. Agora titio parecia estar mais carinhoso, deslizava as mãos por dentro da minha camisolinha, chegando até minha xoxotinha molhada, papai tirou o pau grande pra fora e começou a meter na minha garganta do jeito que tinha me ensinado, quando percebia que eu sentia ansia, tirava o pau e batia com ele no meu rosto. Titio se levantou com o pau gordo engatado no meu cuzinho e me deitou de bruços na cama, agora ele me chamava de putinha safada, e dizia que o que eu queria mesmo era tomar rola no cú. Ele pegou o travesseiro no qual estava agarrada e ajeitou embaixo da minha barriga me pedindo que arrebitasse o rabinho de cachorrinha, e apertasse o cuzinho na sua pica gorda, enquanto isso papai punhetava aos pés da cama. Eu rebolava e arrebitava a bundinha pro titio como podia, na verdade mal estava aguentando o peso do titio, eu gemia mas também e chorava baixinho... Mais um urro e titio gozou dentro da minha bundinha. Permaneceu parado por alguns segundos até que senti o pinto murcho saindo do meu cuzinho, então foi a vez do papai meter na minha bunda novamente, ele parecia furioso, socava forte, me chamava de puta vagabunda e perguntava se eu tinha gostado de ter o pau gordo do titio atolado no cú... Eu já não conseguia me mover, estava cansada demais para que pudesse esboçar qualquer reação... Papai gozou dentro do meu cuzinho, e eu pude sentir o quentinho saindo pelas bordas do meu cuzinho. Papai se levantou e ficou admirando minha bundinha cada vez mais gordinha e redonda, logo veio o titio com papel higiênico para que papai pudesse me limpar. Agora papai me limpava com delicadeza, retirou minha calcinha toda melecada com a porra dos dois, me cobriu com um edredon, apagou a luz, e ambos sairam do meu quarto rindo e conversando.



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