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Conto Erotico PROTEGIDA DO VOVÔ...

Com 18 anos, morando em uma pequena cidade de interior, tive que ir viver sozinha na cidade do Rio de Janeiro por ter passado em uma faculdade federal. De família muito humilde, só pude me estabelecer na cidade grande graças a ajuda financeira do meu avô que era militar aposentado. O primeiro ano para mim foi terrivelmente difícil por ter que me adaptar a uma vida totalmente diferente do que estava acostumada e fui obrigada a ficar um ano inteiro longe da minha família, só nos comunicando através de telefonemas (poucos) e internete. Quando nas minhas férias em janeiro, voltei pra minha cidade sendo uma mulher bem mais experiente e bastante desinibida. Acordei e resolvi ir até a padaria pra minha mãe. Trajando um short bem apertado tive que atravessar uma praça onde havia várias mesas e bancos de cimento onde alguns aposentados jogavam principalmente dominó. Estava no meio da praça quando ouvi alguém gritar meu nome... Olhei e vi meu avô acenando pra mim. Corri e o abracei com tanta força que quase fomos pro chão: - Oh vovô; quantas saudades!... Vovô com seus 1,95 mts e 110 kgs me levantou do chão fazendo meus peitões ficarem exprimidos em seu corpo: - Cátia? É você mesma?... : - Claro né vovô!... Ele sentou no banco segurando minhas ancas com as duas mãos e olhando pras minhas grossas coxas e quem sabe pro volume da minha buceta destacada no short de lycra apertado: - Puta que pariu; você virou um mulherão minha netinha!... Senti seus dedos longos apoiados em minhas nádegas e seus olhos subiram me encarando: - Não vai me dizer que você colocou silicone nos seios?... Encabulada por saber que seu amigo do lado ouvia e devia estar olhando pra minha bunda: - Hehehehehe vovô! Não coloquei não; tudo em mim é natural!... Ele me deu uns tapinhas de leve na bunda: - Como você conseguiu em um ano ficar tão gostosa assim?... : - Hehehehehe; isso tudo é obra da natureza vovô!... Vovô sempre foi muito sincero e muitas vezes deixava pessoas ao seu redor encabulada por falar o que lhe vinha na cabeça. Disse-lhe que precisava ir a padaria e ele levantando novamente pra me dar um abraço e um beijo: - Depois, vai lá em casa pra conversarmos um pouco!... Disse-lhe que iria sem falta e ao me apertar um pouco tive a sensação de que algo duro encostou na minha barriga. Fui pra padaria tendo certeza de que aquilo só podia ter sido o pau do vovô que tinha ficado duro; pensei: Será que o vovô com seus 61 anos ainda fica de pau duro?. À tarde fui até a casa do meu avô e ele abriu a porta trajando uma bermuda e sem camisa, demonstrando que sua vida de militar tinha lhe dado o privilegio de manter um belo físico apesar da idade. Após um novo abraço de urso que me levantou do chão, beijos e muitos elogios sobre meu corpo, fomos sentar no sofá. Depois de alguns minutos de conversa sobre de como eu estava me virando em uma cidade como Rio de Janeiro, veio perguntas cada vez mais picantes: - Arrumou algum namorado?... Sabendo de como era meu avô: - Hehehehe... Alguns vovô!... Ele sorriu: - Quantos? Uns cinco?... : - Por aí vovô!... Veio a pergunta que me deixou vermelha da cabeça aos pés: - Algum te levou pra cama?... Encabulada abaixei a cabeça e ele segurando meu rosto me obrigando a encará-lo: - Comigo você pode se abrir que saberei manter tudo somente entre nós dois!... Eu, que mesmo tendo algumas amizades femininas na faculdade nunca tive uma em que pudesse confiar; achei que poderia falar abertamente com meu avô. Balancei a cabeça afirmamente e ele notando meu nervosismo: - Qual o problema de você não ser mais virgem? Acho bastante natural na sua idade!... Respirei fundo: - Mas eu jurei pra mamãe que não me envolvi com nenhum homem lá na faculdade!... : - Ah! Fez bem em mentir pra sua mãe; do jeito que ela é, poderia até querer impedir de você voltar pra faculdade!... Continuamos a conversar e cada vez mais à vontade com meu avô fui lhe contando como foi difícil pra mim conviver com pessoas tão diferentes de mim. Passei a ir quase que diariamente na casa do vovô; até que um dia ao encontrar a porta aberta fui entrando: - Vovô???? Sou eu... Cátia!!!... Escutei sua voz vindo lá do fundo do corredor: - Estou aqui; estou tomando banho!... Dei alguns passos pelo corredor e notando que a porta do banheiro estava aberta me bateu uma curiosidade incontrolável. De pé ao lado da porta: - Volto outra hora vovô!... : - Não vou demorar; espere um pouco!... Fui lentamente tentando espiar dentro do banheiro e quando consegui; tive que me afastar rapidamente. Meu avô parecia que esperava que eu tentasse vê-lo tomando banho e me pegou no flagra: - Se quiser pode entrar Cátia!... Puxei o máximo de ar para os meus pulmões e me virei ficando parada na porta olhando para aquele homenzarrão pelado se enxugando e meus olhos foram pra justamente para sua virilha onde tinha algo pendurado que chamou minha atenção. A piroca do vovô que naquele momento estava mole, já tinha um tamanho maior do que dos meus dois namorados com que transei; duros. Vovô sorrindo; sem deixar de ficar me olhando, foi passando a toalha pelo corpo enquanto eu via seu minhocão ir crescendo até ficar totalmente reto e com um tamanho absurdo que devia passar dos 25 cms. Sem piscar e de queixo caído, só reagi quando vovô jogando a toalha sobre o cesto de roupas sujas: - Posso te dar um braço?... Nessa hora me dei conta de que meu avô tinha planejado toda aquela situação e que provavelmente tinha a intenção de querer se aproveitar da netinha. Sem conseguir tirar os olhos daquele gigante cabeçudo e cheio de veias salientes: - Po... Po... Pode siiiiimmmm!... Ele me abraçou de frente e eu com meus 1,65 mts senti seu saco encostar na minha barriga e seu pinto exprimido entre nossos corpos chegar nos meus peitos. Ele me apertando num abraço acariciando minha cabeça que chegava somente em seus peitos: - Quer ir lá pro quarto com o vovô?... Olhei pra cima meio assustada e ele me dando um beijo na testa: - Ninguém precisa ficar sabendo disso Cátia; vamos?... Consenti com a cabeça e ele passando um braço por sobre meu ombro fomos saindo do banheiro e entrando em seu quarto. De pé ao lado da cama, vovô lentamente tirou minha blusa fazendo meus grandes e duros peitos ficarem expostos... Suas mãozonas passaram a acariciar meus peitos e depois dele dar algumas chupadas em cada um, sentou na cama e foi abaixando meu short e a calcinha juntos. Pelada, ele com suas mãos na minha bunda me puxou beijando minha barriga e logo senti; por trás da bunda, seus dedos chegarem na minha buceta. Abri um pouco minhas pernas e vovô enfiou um de seus dedos que mais parecia um cacete de tão grande: - Ai vovô... ai... ai... não vou agüentar vovô... ai... ai.... oooooooh!... Vovô me colocou deitada de costas sobre a cama e pacientemente foi me preparando ajeitando minhas pernas pra em seguida vir pra sobre meu corpo segurando sua enorme cobra com a nítida intenção de colocá-la dentro do meu buraco. Vovô apoiado apenas sobre um de seus braços; com sua outra mão passou a cabeçona do seu pinto na minha buceta e quando achou a porta, fez entrar alguns centímetros. Arregalei os olhos, prendi a respiração e travando os dentes fui sentindo nitidamente aquela coisa roliça ir me penetrando me obrigando a abrir o máximo minhas pernas: - Aaaaiiii... Aaaaiiii... Aaaaaahhhhh... está me rasgando vovô... está me rasgando!... Minha buceta latejava mordiscando o pau grosso do vovô que ficou parado por alguns instantes olhando pro meu rosto: - Oh minha netinha; que buceta deliciosa você tem!... Me recuperando um pouco: - Nossa vovô; acho que não vou agüentar... O seu pinto é muito grande pra mim!... Ele abriu um largo sorriso: - Já estou com meu pinto todo enfiado em você; bobinha!... Fiquei admirada por ter agüentado aquele pinto de jumento todo dentro da minha buceta e tentando ver o encontro de nossas virilhas: - É mesmo vovô; não acredito!... Fiquei apoiada nos meus cotovelos e ele puxando um pouco pra fora e voltando a enfiar: - Tá vendo?... Voltei a deitar: - Ah vovô; então mete... mete bem gostoso na sua netinha!... Vovô iniciou um vai-e-vem me socando seu enorme pau que parecia querer chegar lá na minha garganta. Gemi, me debati na cama, gritei e tive o mais intenso orgasmo da minha vida sem que ele parece de me socar... Só depois de mais umas vinte socadas é que ele tirou pra me dar um banho de porra. Ele deitou do meu lado: - Gostou Cátia?... Com muito cuidado pra não deixar que a porra de sobre meu corpo sujasse a cama; me aproximei lhe dando um beijo no rosto e sem nenhuma vergonha acariciando seu pinto que começava a ficar mole: - Adorei vovô; foi maravilhoso!... : - Quer voltar aqui amanhã?... Antes de ir tomar um banho: - Vou vir aqui todos os dias!... Ele rindo: - Será que vou agüentar???... No dia seguinte, antes mesmo de irmos pro quarto, vovô me deixou peladinha e comigo sentada no sofá, ele ficou de quarto no chão; entre minhas pernas, e começou a lamber minha buceta: - Você é louco vovô... que língua gostosa... ohhhh vovô... chupa... chupa!... Quando comecei a gemer mais intensamente e já quase gozando, vovô parou e sentando no sofá: - Vem aqui minha netinha; vem sentar no colo do vovô!... Nunca tinha transado naquela posição e com muito custo, ficando virada de frente pro meu avô fui tentando eu mesma a ajeitar seu pinto na portinha da minha buceta. Agachei um pouco e sentindo entrar a cabeça fui soltando meu corpo fazendo aquela tora ir sumindo dentro da minha buceta: - Oooohhhh... hummmmm... Aaaahhhh... Aaaahhhh... Como isso é bom vovô!... Sentei no seu colo sentindo todo seu pinto dentro de mim e ele segurando e puxando minha bunda pra cima: - Agora pula; pula bastante em cima do pinto do vovô!... vai... vai... vai!... Com a ajuda de suas mãos subi e desci escorregando minha buceta repetidamente até sentir aquela coisa gostosa ir me possuindo deixando minhas pernas toda mole que sentei sobre as pernas do vovô: - Estou gozando vovô... estou gozando... aahhhh... aaaaaaaaahhhhhhhh!... Ele levantou comigo em seu colo e com seu pinto todo enfiado me fez sentar sobre um dos braços do sofá e começou a me foder socando seu pau cada vez mais rápido. Deve ter me socado por mais de três minutos que gritei loucamente tendo um novo e delicioso orgass minutos que gritei loucamente tendo um novo e delicioso orgamosfazendo aquela tora ir sumindo dentro da minha buceta: - qa mo. Na semana seguinte, já estava tão enlouquecida pela piroca do vovô que eu beijava, lambia, chupava e punhetava até ficar bastante dura pra trepar e fazer minha buceta chorar de alegria e gozar feita uma cadela no cio. Voltei pra mais um ano de faculdade e depois de uns três meses sentindo falta de de uma piroca igual a do vovô, fiquei felicíssima ao receber um telefonema dele dizendo que iria até o Rio de Janeiro pra ficar alguns dias comigo. Já se passaram dois anos de faculdade; estou no quinto período e minha família nem imagina de que meu avô em suas viagens vem ficar comigo e me satisfazer loucamente.