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Conto Erotico Só brincadeira de criança (experiência real)

"Pau que nasce tordo nunca se indireita" Tá ai um ditado mais que.... verdadeiro! O conto de hoje me ocorreu quando era bem novinha e ele traça minha historia em relação ao sexo, desde bem cedo descobri o tesão, mesmo sem saber o que era isso. Isso ocorreu por volta dos meus 7/8 anos, eu, meu irmão e meu primo sempre brincavamos juntos na casa da minha avó, durante a manha ela saia e nós ficavamos sozinhos brincando, não sei como começou mais lembro de eu e meu primo sermos o pai e a mãe e meu irmão o nosso filho, depois de algumas atividades da 'familia' era a hora de dormir, no quarto da minha avó tinha uma cama de casal e outra de solteiro, meu irmão ia para a de solteiro como um bom filhinho e dormia e nós o casal deitavamos na grande e nos cobriamos com a coberta. "mais o que os adultos faziam de baixo da coberta" haaaa, nós iriamos descobrir! Meu primo tinha a minha idade, eramos duas crianças, nem sabiamos o que estavamos fazendo. Debaixo da coberta ele me deu um beijinho de boa noite, sem lingua mesmo (só nos beijavamos sem lingua) depois eu virava de ladinho e ele me abraçava por trás, lembro apenas de flaxes do que faziamos, pois como disse era bem nova. Sentia ele me tocar no corpo todo e por a mão por dentro da minha calcinha, ele ficava esfregando minha perereca e eu gostava muito, ficava lá quietinha como se estivesse dormindo, mais sentia seus dedinhos querendo forçar na beira da minha bucetinha e na entradinha do meu cú, as vezes ele abaixava minha calcinha e sua bermuda e colocava o pauzinho pra fora, ainda era pequeno mais já ficava durinho, era apenas um pouco maior que seu dedo, e ele ficava ali no maior esfrega esfrega na minha bundinha, que estava sempre impinadinha pra ele, uma vez ele abriu com os dedos e encaixou entre os labios da minha xerequinha seu piruzinho e ficou tentando enfiar, mesmo sem saber o que estava fazendo queria forçar pra entrar e poder sentir mais daquele calor, não passava da 'portinha' de jeito nenhum, mais logo a brincadeirinha tinha que acabar afinal vovó poderia chegar a qualquer momento. Era muito bom, todos os dia repetiamos a brincadeirinha. Gostava tanto da sacanagem que queria mais, tinha uma priminha uns 2 anos mais nova que eu e na casa da minha avó era assim, já pro banho, era já pro banho mesmo, e nos duas tomavamos banho juntas com o chuveiro ligado e uma bacia daquelas antigas de aluminio como banheira. Um dia sentada na banheira fiz um carinho na xaninha da minha prima que era ainda menor que a minha e não é que ela também gostou, com o passar dos dias iamos sempre aprofundando a brincadeirinha. Mal entravamos no banho e já pegavamos na bucetinha uma da outra aos poucos iamos aprendendo a passar o dedinho onde era bom, quando estavamos em pé nos beijavamos, só estalinho, e um dia pedi para ela me da um beijinho lá na bucetinha, ela que era menorzinha que eu abaixou um pouquinho e deu, eu abri a beiradinha com os dedos e ela deu outro, fiz o mesmo e que delicia, sempre ficavamos de frente uma para a outra esfregando nossas xerequinhas uma na outra até queimar. Era perfeito e sem maldade, afinal eramos todos crianças, mais um dia ele parou de vir pois foi morar na casa da outra avó e ela foi morar com a mãe na casa do novo namorado. Quando entendi que o que faziamos era algo sexual, passei a me sentir envergonhada de ter deixado o meu primo me passar o pinto (após um tempo nunca mais o vi, com a separação dos seus pais perdemos contato, já minha prima encontro de vez em quando, nunca falamos sobre isso, nem sei se ela se lembra) O pecado está na cabeça dos adultos (quem vier com aquele papinho de que coisa horrivel, eram só crianças, quero lembrar que também era uma criança) nós gostavamos do que sentiamos e nem sabiamos o que era. Só sei que era muito bom e nunca mais senti tanto calor quanto quando meu priminho me esfregava. *Se gostou comente, para me inspirar mais e mais* Se não gostou vá fuder que é bem melhor, kkkkK



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