RSS contos eroticos

Conto Erotico Sobrinha novinha

Sobrinha novinha Amigo, Pracasadas Gostaria que publicasse essa história verídica que aconteceu comigo há algum tempo. Hoje estou com 47 anos, casado, mas quando aconteceu o fato que vou narrar tinha 34. Estou tratando o fato no passado por ser o período principal em foco. Ana Luiza é uma garotinha linda, filha do irmão da minha mulher, e desde seus pequenininha foi meu xodozinho. Era muito apegada a mim, a quem chama de tio. Hoje ela está com 19 anos, mas o que vou contar aconteceu quando estava com apenas 12 anos. Ela sempre estava la na minha casa e sempre por perto de mim. Era uma menina muito inteligente e vivia me perguntando coisas. Queria saber tudo que eu fazia, etc. sempre que eu me sentava ela pulava no meu colo e ali ficava. Era tudo muito inocente, fato é, que ninguém nunca viu nada de anormal nesse comportamento. Eu curtia aquilo sem nenhuma malícia também. Vivia paparicando minha sobrinha com lembrancinhas e tudo que um tio faz com uma sobrinha querida. Ela foi crescendo e junto a isso sua beleza. É muito linda minha princesa. E cada dia que passa parece que fica mais bonita ainda. Hoje, com seus 19 anos, tem namorado, ta terminando sua faculdade de Direito e tem um belo futuro à vista. Um dia estava sozinho em casa, quando ela chegou e disse: - tio, vim tomar banho aqui. É que lá em casa tá faltando água. Tudo bem. Vai la. Falei e continuei com o que eu tava fazendo, que não lembro mais o que era. Ela foi ao banho e logo depois esqueci que tinha mais alguém em casa e fui ao banheiro para descarregar a urina. Quando cheguei ao banheiro a porta estava entreaberta e eu sem me tocar abrir de repente. Ela estava em pé, com o chuveiro desligado e alisava a xoxota, numa gostosa siririca. Levei um susto e ela também. Pedi desculpa meio sem jeito e ia voltando, quando ela falou: - entra, tio. Vem esfregar minhas costas. Não acreditei no que ouvi e, a princípio, fiquei indeciso e ela renovou o convite. Não faz mal não, tio. Pode entrar, ninguém vai ficar sabendo. Ela já estava com seus 12 anos e sua xoxota ainda nem pelos tinha, praticamente. Enfim, entrei, sem interesse e ela disse pra eu tirar a roupa e eu tirei, ficando de cuecas. Ela veio nuazinha ao meu encontro e se agaixou pra tirar a cueca, que não impedi: - vou tirar sua cueca, senão vai molhar todinha e a tia vai brigar com você -. Falou brincando. - hummm! Ta mole, tio. Pode endurecer que eu gosto de ver – ela me provocava. A safadinha não aguentou e sorrindo foi com a boca até meu cacete e deu um beijo nele. Não estava achando nada engraçada e meu pau endureceu. Também pudera ela ficou dando beijinhos na cabeça enquanto a mãozinha afagava meu saco. – você sabe que eu gosto de você, ne, tio. Sei. Sei minha princesinha. Mas não tá certo o que ta fazendo. Quis cortar o barato. – tá certo, sim,tio – ela insistiu. – ainda você sua mulher mesmo. Assim que eu puder e aguentar, quero que meta seu pinto na minha xoxota. Não vou dá ela pra ninguém antes de você. Vamos pra sua cama brincar um pouquinho. Nos enxugamos - um ao outro - e fomos pra minha cama. Lá ela me chupou legal, quase gozo na sua boca. Estava louco por aquela putinha. Mas não tinha nem como. A bucetinha dela não aguentaria minha rola. Nem se a gente quisesse. Ela era uma criança ainda. Nem pelos tinha. Virei meu corpo na cama e enquanto ela me chupava eu lambia e enfiava a língua na xaninha. da minha sobrinha. Passava o dedo na rachinha e mexia com o cuzinho dela. Lambi o dedo indicador e fui enfiando devagarzinho no cuzinho da menina. Ela se contorcia tipo cobra na areia quente e gemia feito louca, mas pedia pra eu enfiar mais: - enfia, tio, tudinho. Tá gostoso. Tá ardendo, mas tá gostoso. Mete o dedo todo, depois quero que enfie seu pau no meu cuzinho. Mete meu tiozão gostoso. E eu ficava brincando. Ora metia o dedo no cuzinho e outro na bucetinha. Ela continuava gemendo até que seu corpo tremeu todinho e gozou pela primeira vez na sua vida, segundo me falou. Voltamos a nos beijar e eu lambia seu corpo, seu rosto, orelhas e os peitinhos, onde eu demorava mais. Lábia, beijava e mordia o biquinho, que praticamente inexistia. Era rosadinho e eu me deliciava. Seu peitinho não tinha o tamanho de uma ameixa, mas era supergostoso. Meu pau estava dolorido, mas era preciso parar. Logo, logo minha mulher iria chegar e não seria nada agradável uma separação. Ela não perdoaria. Minha sobrinha estava toda largada ao lado, de olhos fechados. A respiração ofegante agora ia se normalizando e eu a despertei do transe para que se vestisse e fosse embora. Ela compreendeu e fez assim. Vestiu-se e virou-se pra porta e foi, mas antes de sair parou, olhou pra tras e disse. – tio, você é meu homem e vai ser pra sempre. Quando quiser me comer, vou tá preparada. A partir daquele dia passamos a brincar sempre que pintava uma oportunidade. Quando completou 15 anos foi feita uma festa de debutante. Mas antes ela me ligou e disse que o presente que eu deveria lhe dá tinha que ser no dia do aniversário: queria ser minha mulher pra sempre. Pela manha, antes de ir a cabelereiro e essas coisas, veio até minha casa. Sabia que ela viria, portanto, inventei uma história e não fui trabalhar. Mas conto depois. Só quero que saibam por enquanto que neste momento em que escrevo esta carta, amigo, pracasadas , ela tá aqui, ajoelhada aos meus pes. Adivinha o que tá fazendo, sei que ela não pode nem falar agora, tá de boca cheia. Conto depois. Vota. pracasadasdf@hotmail.com



Gostou? Então Compartilhe!