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Conto Erotico Thais...Viajando com o papai.

Bem, me chamo Anderson, sou casado, tenho uma filha que se chama Thais e venho contando nossa história aqui neste site. Para entenderem melhor, é interessante que leiam os contos Thais, doce Thais 1, 2 e 3. Tenham uma ótima leitura!!!! Separei algumas roupas de Thais e algumas minhas enquanto ela dormia como um anjinho na minha cama. Liguei para a Maria: _Oi Maria, vou à casa do meu pai no interior e vou ficar lá por uma semana. Ele precisa de mim lá esses dias. Vou aproveitar e levar Thais para ver o avô. _Tudo bem, mas não esquece que ela tem aula na outra semana, hein? _Claro que não vou esquecer. Vou arrumar as coisas dela. Te amo. _também te amo. _Beijo. _Beijo... Desliguei o tel e fui para o quarto acordar Thais. Ela estava na cama nuazinha deitada de costas para mim, não resisti e dei um beijinho em sua bundinha branquinha e uma mordida. Ela acordou meio assustada. _Calma, filha, sou eu... _Nós já vamos? _Já vamos. Venha se lavar e vestir uma roupinha que papai separou para você. Ela levantou, andava toda aberta e com dificudade, fiquei com dó, mas ao mesmo tempo me deu um tesão enorme, em pensar que acabei de arrombar o cuzinho da minha filhinha, aquilo me deixava maluco, um misto de desejo e culpa. Fui com ela até o banheiro e chegando lá liguei o chuveiro e deixei cair no corpo dela, peguei o sabonete e comecei a passar nela, na barriga, nos peitinhos que ainda eram duas bolinhas roseas e na bucetinha onde comecei a mexer devagarzinho, ela ria, então coloquei o sabão na saboneteira e comecei a mexer com o dedo do meio no grelinho dela cheio de sabonete, ela abriu mais as pernas, ela gostava daquilo, eu sabia. Levei com agua e desliguei o chuveiro, coloquei ela sentada no vaso sanitário e abri bem as perninhas dela. Comecei a lamber a bucetinha dela meladinha de seu melzinho, me demorava mais na entradinha, empurrando devagarzinho a lingua, mas sem penetrar, mordia seu grelinho, chupava com vontade, ela segurava meu cabelo com as mãozinhas pequenas, eu lambia e chupava sem parar, até que parei e a levei para o banho novamente. Não podíamos chegar tarde demais na casa do meu pai, ele dormia cedo e era sozinho, minha mãe havia morrido quando eu tinha 20 anos, depois daí ele não tinha se casado novamente, já com 60 anos, vivia sozinho no sítio. Saímos do banheiro e eu a vesti com um vestidinho todo de botão, do começo ao fim, rosinha, e sem calcinha, queria brincar com ela no caminho para o interior. Vesti somente uma calça folgada de tactel e uma blusa, também sem cueca. Peguei as bolsas e fomos para o carro. Abri a porta e ela sentou no banco de trás, então eu disse: _Quer ir na frente com o papai, filha? eu deixo você dirigir comigo hoje. _Eba! Mas não é proibido eu ir na frente papai? _Nós vamos por uma estrada que não tem policia nunca, Thais. Ela passou para o banco da frente e eu sentei no banco do motorista. Quando chegamos à estradinha de barro eu parei o carro e tirei o cinto: _Vem filha, aprender a dirigir. Vem pro colinho do papai, vem? Ela, obediente, veio e sentou bem em cima do meu pau, não sei se foi sem querer ou querendo, mas foi bem em cima, ele que já estava em riste ficava mais duro a cada buraco que o carro entrava e saia, a estrada estava super esburacada e eu estava adorando aquilo, comecei a sentir algo molhado na minha calça. Era thais, também estava gostando, mas não dizia nada, só as suas secreções vaginais acusavam isso. Com uma mão fiquei guiando o carro e com a outra comecei a bolinar sua bucetinha, com os dedos em movimentos circulares eu ia percorrendo toda aquela bucetinha pequena mas carnudinha, sem pelinho nenhum, com um grelinho que já apontava pra fora, ela começou a gemer alto e eu parei o carro em um local bem escuro. Apaguei os faróis e sabia que alí não ia passar ninguém por um bom tempo. Continua...