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Conto Erotico Uma delícia de madrasta.

Dias desses, mesmo não tendo o costume de acompanhar novelas na televisão, vi sendo exibido em uma delas um filho tendo que levar sua antiga namorada pra se casar com seu velho pai... Bem; um fato muito parecido aconteceu comigo. Tudo começou quando estava com 22 anos; universitário e ralando muito nos meus estudos. Tínhamos uns vizinhos que sua filha de apenas 14 anos vivia enfurnada na minha casa e constantemente ia ao meu quarto me provocar com insinuações bastante veladas de que queria que eu lhe desse uns agarros. Zélia, além de ter um rostinho de boneca, tinha um corpinho já muito bem definido e cheio de perigosas curvas. Tentei de todas as maneiras evitar, mas, como a carne é fraca acabei fazendo a vontade daquela pequena safadinha. Dei-lhe uns pegas e a putinha não demorou pra começar a chupar meu cacete que tinha um tamanho bastante considerável (22 cms). Ao ver aquela capetinha peladinha não resisti e mesmo sabendo que estava fazendo uma coisa abominável resolvi comer aquela bundinha durinha e redondinha. Zélia gritou e esperneou, mas agüentou bem minha piroca e passou a querer constantemente. Zélia demonstrava que tinha nascido pra ser uma putinha que foi me provocando tanto que acabei fazendo-lhe a vontade. Após dar umas lambidinhas em sua pequena e inchada bocetinha; ajeitei-a sobre minha cama e num descontrole total rasquei seu cabaço. Zélia chorava e sorria ao mesmo tempo que ia lhe enterrando meus 22 cms em seu buraquinho que parecia ser bastante raso. Vendo a satisfação estampada naquele rostinho angelical gozando enquanto eu socava meu pau em sua bocetinha toda ensangüentada; acabei deixando de lado o remorso que estava me consumindo. No ano seguinte, terminei minha faculdade de administração e fui trabalhar em uma empresa localizada na cidade vizinha e aos poucos fui me afastando de casa e de Zélia; mesmo muitas vezes sentindo falta daquela putinha. A vida continuou e estava com meus 30 anos; já morando a muitos anos na mesma cidade da fábrica; noivo, quando meu pai que estava com seus 52 anos e viúvo a 4 me ligou dizendo que pretendia se casar de novo. Fiquei contente por achar que ele realmente precisava ter uma companhia e foi marcado um jantar; em um restaurante, pra ele me apresentar sua noiva. Estava no restaurante aguardando meu pai e sua futura esposa quando tive que fazer um esforço tremendo pra conseguir controlar meus nervos... Meu pai entrou acompanhado de um espetáculo de mulher que logo reconheci ser a Zélia. Ela sorriu pra mim e estava lhe cumprimentando quando meu pai: - Você se lembra da Zélia?... Quase que as palavras não saíram: - Claro que me lembro; como vai Zélia?... Sentamos e nas conversas comecei a analisar que Zélia; que estava com apenas 22 anos, só podia estar querendo casar com meu pai por causa de dinheiro. Meu pai que era funcionário graduado do governo federal tinha uma boa renda mensal. Durante todo o tempo tive que fingir estar concordando com aquele ridículo casamento até ter a oportunidade de ficar alguns instantes sozinho com Zélia pra começarmos uma rápida discussão. Eu a acusei de oportunista e ela com cara de choro me garantiu que estava gostando de meu pai. Antes que meu pai voltasse do toalete lhe passei meu cartão pedindo pra que ela me ligasse pra termos uma conversa ou eu contaria pro meu pai que tive um caso com ela quando ainda era menor. No dia seguinte ela me ligou e marquei pra apanhá-la de carro em uma determinada praça. Ao vê-la trajando um vestido tubinho que delineava todo seu corpo comecei a pensar besteiras... A filha-da-puta estava extremamente gostosa. Zélia preocupada entrou no carro e eu dirigindo fui ouvindo-a falar que tinha aprendido a amar meu pai, que pretendia faze-lo feliz, etc. e que eu tinha que aceitar dela se casar com ele. Parei o carro e puxando-a num abraço lhe dei um beijo forçado que ela pareceu por alguns segundos aceitar pra logo me empurrar e chorando me suplicar pra eu aceita-la como futura esposa do meu pai. O desejo de ter aquela mulher novamente depois de tantos anos foi muito maior do que o respeito que eu tinha pelo meu pai: - Aceito se você aceitar passar essa noite comigo!... Zélia me fulminou com um olhar: - Jamais vou trair seu pai!... Fui taxativo: - Você aceita ou não vai ter casamento nenhum!... Nisso eu já dirigia o carro por onde sabia que chegaríamos a um motel. Depois de alguns minutos de silêncio: - Tudo bem Samuel... Mas vai ser a única e ultima vez que vai me obrigar a fazer alguma coisa com você!... Mais três minutos já estava entrando em um motel. Zélia ficou com a cara emburrada até eu deixa-la peladinha e empurra-la pra sobre a cama e em seguida ir me despindo. Notei que quando Zélia olhou pro meu pau que estava bastante duro deu um leve sorriso... Zélia até podia estar realmente gostando do meu pai, mas que ela ainda era uma tremenda putinha que adorava uma boa piroca não podia negar. Cai de boca nos seus suculentos peitos e bastou um minuto pra ela entregar os pontos e levar a mão no meu cacete: - Me come Samuel... Me faz voltar naquele meu tempo de menina!... Fui pra cima do seu corpo e Zélia demonstrou estar com grande apetite. Enterrei meu pau e Zélia se transformou num vulcão entrando em erupção gritando e gemendo feito uma alucinada: - Aaaiii! Aaaaiii! Hummmm! Adoro seu pau Samuel... me fode... me fode com força... vai.... vai!... Zélia gozando enterrou suas unhas em minhas costas e ao tirar o pau pra gozar; ela: - Não tira Samuel... enfia de novo... vai... quero você gozando na minha boceta!... Ficamos três horas no motel combinando de como seria eu tê-la como minha madrasta e de como poderíamos continuar a nos encontrar sem que meu pai; ela já estava morando com ele, e minha noiva viessem a descobrir. Uma vez por semana; normalmente às terças-feiras, pegava Zélia na faculdade e a levava pro motel onde ela soltava seu lado de puta me deixando meter até no seu cuzinho. Eles iam se casar somente no civil e dar uma pequena festa para os amigos mais chegados em um sítio alugado. Fiquei incumbido de levar a noiva de carro até o sítio e uma hora antes cheguei na casa de meu pai encontrando Zélia num vestido longo rosa que a fazia parecer uma fada de tão linda. Como um pai tinha ido mais cedo pra esperá-la no altar construído no sítio como mandava a tradição; sozinho com aquela divina mulher me bateu um grande tesão e dei-lhe um arroxo lhe mostrando como estava meu pau. Zélia sorriu e passando a mão na minha vara por cima da calça: - É uma pena que eu não posso amarrotar minha roupa; estou com minha boceta encharcada de vontade de dar pra você!... : - Ah Zélia... dá um jeito; vai??!!... Zélia foi me ajudando a colocar meu pau pra fora e suavemente foi se ajoelhando com todo o cuidado pra não sujar o vestido e meteu a boca no meu cacete: - Ooooh safadinha... chupa... chupa putinha... chupa!... Zélia mamou com satisfação e deixou gozar tudo em sua boca engolindo e ainda lambendo o que ficou no em torno do meu pau. A festa, apesar de ter pouco convidados (uns 50), passou das zero horas e meu pai resolveu me pedir pra levar Zélia até sua casa pra ela ir se aprontando pra eles viajarem ainda de madrugada e que ele ia ficar mais um pouco pra organizar as pessoas que ficariam responsáveis pelo sítio. Fui o mais rápido possível e nem bem entramos já fui ajudando Zélia se despir e ao tê-la nos meus braços com todo aquele seu corpo nu e provocante não quis perder tempo. Pra ficarmos prestando a atenção em algum possível barulho vindo do quintal, fiz Zélia ficar com o corpo arqueado apoiando suas mãos sobre o sofá da sala e meti forte na sua boceta. O sensação que corríamos de sermos flagrados pelo meu pai fazia crescer nosso tesão... Zélia putinha como era, ficava acompanhando com seu corpo o ritmo de minhas estocadas gemendo a ponto de uma pessoa de fora da casa escutar: - Ooooh... Como é gostoso trepar com você Samuel! Vai... mete... arrebenta minha boceta!... Dei rápidas e violentas socadas e ao escutar seus gritos que estava gozando fui também gozando ao mesmo tempo. Quinze minutos depois de Zélia ir para seu banho é que meu pai apareceu todo feliz... Ele me agradeceu pela minha ajuda com Zélia e eu me despedindo pra ir embora: - Que isso pai; não precisa agradecer... Pode contar sempre comigo!... Disse que era pra ele dar um abraço e um beijo carinhoso em Zélia por mim e saí. Duas semanas depois, Zélia me ligou dizendo que tinham voltado da lua-de-mel no dia anterior e toda melosa: - Amanhã volto pra faculdade; quer encontrar comigo no estacionamento?... Eu que pensava que íamos terminar com aquela nossa loucura; só de imaginar de novo com a putinha de Zélia no motel já fiquei de pau duro. Voltei a levar constantemente minha agora madrasta pro motel e passamos a ter muito mais tesão um pelo outro que não tínhamos limites pra extravasar nossas taras. Atualmente estou casado e continuo trepando com minha madrasta; mesmo ela estando grávida.