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Conto Erotico FIQUEI TODA ARREGAÇADA DE TANTO DAR O RABO NO CINEMA

FIQUEI TODA ARREGAÇADA DE TANTO DAR O RABO NO CINEMA Já relatei como virei putinha de vários dentro de cinema de rodoviária, vestida de menininha, dando o rabo para quem quisesse comer, rebolando, chupando e mamando rola de todos e também em sauna, onde fiz a festa de todos (ou eles fizeram a festa comigo..rsrsrs) se deliciando com o meu pé-de-rabo, minha boquinha perfeita para mamar pau e meu corpinho de ninfeta, quando virei a piranha mais disputada do local. Foi preciso que eles entrassem em acordo e fizeram fila para me ter como mulherzinha deles, me comeram até ficar exaustos. Agora vou contar como fiquei prá lá de arregaçada em um cine 24 hrs no centro de BH. Eu já estava sem tomar no cú e mamar um pau do jeitinho que só eu sei fazer já tinha uns três dias (parecia uma eternidade) e não agüentava mais nenhum dia sem levar ferro no cú. Eu me sentia uma cadela no cio; louca de vontade de dar, e ninguém para comer.Então resolvi passar o maior tempo possível dentro de um cine 24 horas (eu nunca tinha entrado em um) me deliciando vendo muitos se chupando, outros mostrando o pau duro para quem estivesse, como eu estava, louca de vontade de cair de boca e de quatro. Passei antes em um sexshop, comprei o perfume de puta que mais adoro (sexy lang), calcinha conjugada com uma microssainha, bem sensual que me deixou prá lá de gostosa.Batom e brilho labial, ambos rosa, eu sempre os levo onde quer que eu vá. Entrei no cine por volta das 19 hrs. Quando me adaptei ao local pois estava muito escuro, fui para a última poltrona da última fileira, próxima à parede. Vesti a calcinha, passei o perfume de puta e batom.Ah..eu sai de casa usando meias 7/8 e cinta liga preta. A calcinha era branca para realçar no ambiente. Amarrei a camiseta bem acima do umbigo dando um nó na lateral de modo tal que ficou parecendo uma blusinha tipo baby look. Gente, fiquei putíssima demaisss!Nem eu mesma sabia que era tão gostosa. Minha cinturinha e meu umbiguinho ficaram bem à mostra. Sou toda bronzeadinha, tenho uma marquinha linda que enlouquece qualquer um; uma bundinha super empinada, boquinha pequena, lábios aveludados (foram feitos para mamar cacete). As pessoas, à medida que iam chegando, ao sentirem o perfume feminino no ambiente, comentavam: “Uauuu.. que delícia!”. Aqui deve ter uma puta prá lá de gostosa. Para usar um perfume tentador como este, deve estar implorando para levar rola". Eu, é claro, como todo mulherzinha puta que se preze, era exatamente o que eu procurava lá dentro:Rola, pica, pau , cacete... Sai da poltrona e me dirigi ao salão (um local reservado) onde acontece a putaria. Havia muitos com o pau para fora. Mal entrei, senti mãos alisando meu rabo, meus peitinhos, chamando-me de gostosa e falando: "vou te foder todinha sua putinha ordinária". Seu veadinho, você é mulherzinha demais, gostosa demais, mais safada que qualquer puta de zona. Você é uma delicia de putinha. Vai ser minha menininha, bichinha gostosa. Enquanto ouvia estes elogios eu ficava rebolando o rabo, deixando todos malucos. Empinava o rabo para que batessem na minha bunda com a cabeça do pau.Beijavam meu rabo, mordiam, lambiam, enfiavam a língua dentro do meu cusinho que eu, de tanto tesão, conseguia, com o cu, segurar a língua dele dentro de meu rabo. Fiquei toda arrepiadinha de tanto tesão.Fizeram um círculo e eu fiquei no meio como aconteceu das outras vezes. Comecei a mamar no pau de um por um até o fim. Iluminaram com o celular o ambiente para vislumbrarem o material de primeira que iriam degustar.Eu me enlouquecia com tantos paus somente para mim. Mamava, chupava, lambia, dava mordidinhas, dava beijinhos em toda a extensão da rola, principalmente debaixo da cabeça da pica com ela atravessada em minha boca, apoiada sobre minha língua.Assim, eu poderia lamber de modo mais obsceno e provocante possível e beijar debaixo da cabeça da rola para enlouquecê-los. Ainda não encontrei quem resiste a esta técnica.Enquanto eu me deliciava mamando, senti uma mão afastando minha calcinha e o calor do pau já úmido tentando se alojar no meu rabinho. Inclinei-me para frente para facilitar a invasão no meu cú que não parava de piscar, abri as pernas e continuei dando um trato no pau que tinha na boca. O taradinho ajeitou a cabeça do cacete, encostou-se à entrada de meu rabo e foi empurrando; a cabeça entrou. Ele ficou parado. Não empurrou o resto para dentro do meu rabo.Era muito grosso. Eu iniciei um rebolado muito lento ao mesmo tempo em que abria e fechava o cu como se estivesse mordendo e chupando a cabeça da pica dele. Eu adoro usar esta técnica. Ele entendeu o recado, gemia e pedia: "Vai, putinha, faz mais deste jeito gostosa, chupa e morde com o cu, viadinho. Rebola no pau de seu macho, vagabunda.Chupa com o cú, chupa; isto, sua cadela, dá gostoso para seu macho.Oh..! tesuda, gostosa, você vai dar este rabo como nunca deu, biscatinha. Segurou-me pela cintura e, ao mesmo tempo em que me puxou de encontro a si, arremessou seu cacete para dentro de meu rabo com tanta força, que eu cai de joelhos e gritei de dor, chorei, implorei para parar, para tirar pois estava rasgando-me e doendo muito (eu sabia que devido à grossura do pau e à violência com que ele enterrou no meu rabo, meu cú se arreganhou de vez e começou a sangrar), mas ele parecia não ouvir. Quanto mais eu pedia para parar, que não estava agüentando, mais tarado ele ficava e empurrava mais, e com mais força. Quando entrou tudo, foi ele quem começou a rebolar com o pau todinho dentro de meu rabo. Tirava um pouco, mais deixava a cabeça todinha lá dentro quase na saída para ver como ela abria meu cú. Segurava o pau com uma das mãos e ficava fazendo circulo com ele dentro de meu cú de modo que a cabeça fizesse uma volta completa..e foram muitas voltas. até que meu cú ficou todo aberto, parecia um túnel de tão arrombado que ficou. Continuei implorando para tirar e parar com aquele movimento pois eu não agüentava mais; mas ele pouco se importava. Enterrava com vontade no meu cú como se eu fosse a última puta da vida dele. Obrigou-me a continuar rebolando.Ordenava: “Rebola sua vagabunda; aqui é macho que está de comendo,cadela.Sente a pica de seu macho toda socada no rabo,putinha. Vou te arrombar todinha, sua piranha.Você vai tomar no cú até amanhecer, viadinho gostoso”. Vai ser mulherzinha de todos aqui.Vai ser puta pra todos.Vai levar tanta pica no cú e na boca que jamais irá esquecer.Você fica linda assim; toda arreganhadinha. Pede para eu te arrombar, puta, pede. Fala que sou seu macho, piranha.Fala que você adora levar pica no rabo enquanto mama, vagabunda.Fala que vai dar para todos aqui, puta. Faz o que seu macho manda ordinária." Estas palavras surtiram o efeito esperado e eu já estava me acostumando e começando a gostar da vara dele dentro de meu rabo. O que falou, para mim foram elogios. Comecei a movimentar meu rabo de modo que ele pudesse sentir eu contraindo o cú, enlaçando o seu delicioso cacete, que eu já não mais queria que saísse de dentro de minha bunda. Então passei a implorar: me fode, põe no meu cú com vontade, dá para sua putinha o q ue ela quer. Rasga meu rabo, me arromba, filho da puta, fode o cú desta vagabunda, vai, fode até o fundo, tesão. Enche meu cú de rola.Quero sentir você esporrar dentro de meu cú até escorrer nas pernas; enche o cu de sua mulherzinha de porra, meu macho.Quero ficar toda arreganhadinha para vocês, quero ser fêmea de todos aqui, menininha e mulherzinha de todos. Gozem no meu cu e na minha boca; eu adoro engolir porra, eu adoro ser puta. Tinha mais de trinta no salão; loucos para me comerem. Eu mamava, chupava, lambia e eles pediam mais. “Isto, piranha, mata sua sede de pica e de porra. Mama, gostosa.Putinha, você é gostosa demais.Você tem mesmo uma boquinha de veludo, vagabunda.Nasceu mesmo para tomar no cu e chupar rola.Sabe provocar como nenhuma mulher, tesuda. Humm..., delícia; continua mamando. Sacia sua sede de porra no meu cacete, minha putinha. Engole a porra, puta, engole tudo; eu sei que você gosta de engolir”. Alguém iluminou o ambiente com o celular e todos vendo mais claramente, comentaram com sorrisos: "vagabundazinha, seu cú está todo arrombado. Está escorrendo porra nas pernas, sua cachorra.” Enquanto eu tomava no cú, ao mesmo tempo mamava em dois.Dei de quatro, em pé, de lado, sentadinha, de tudo que é posição, vestida de putinha. Nem deixaram eu tirar a calcinha; me comiam com ela abaixada,pois diziam que eu ficava mais provocante, mais puta, mais vagabunda, mais depravada e oferecida, com jeitinho de mulherzinha fácil que qualquer um pega e faz o que quer e que eles ficavam mais tarados em mim, pois na posição em que eu ficava (de quatro) eles se deliciavam com o visual que eu lhes oferecia, vendo o meu cusinho ser arreganhado à medida que faziam rodízio, enterrando a rola em mim até sumir. Eu fiquei de pernas bambas, sentia cãibras, não conseguia nem me locomover direito dentro do salão de tanta rola que levei no cú, inclinada para frente enquanto mamava e, tomando no cu nesta posição, mandavam eu fechar as pernas e comprimir com o cu o pau que alojava lá dentro até sentir os jatos de porra inundando-me por dentro. Quando a rola era retirada, chegava o próximo da fila e fazia o mesmo.Consegui contar até vinte, depois perdi a conta. Por issso não estava mais conseguindo andar direito e o fazia muito devagar e de pernas abertas, pois eu estava toda moída, toda ardida, toda arrombada e minhas pernas doloridas de tanto que fiquei de quatro, de joelhos, com elas abertas encostada na parede enquanto era fodida nesta posição.Este martírio (que eu adorei, rsrsrs) foi até às 5:30 da manhã do outro dia.Minha calcinha tipo sainha alguém levou como troféu.
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