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Conto Erotico O Casal que traía escondido

Tenho uma amiga que mora em uma cidadezinha no interior do estado e que, de vez em quando, vem ao

Rio. Desta vez, com o pretexto de me fazer uma encomenda, ela combinou de vir até nossa casa.

Aproveitei a deixa e a convidei para se hospedar conosco, mas ela disse que iria com o marido. Eu disse

que não havia problemas e que eu fazia questão de recebê-los. Assim, portanto, marcamos de buscá-los na

rodoviária na sexta-feira à noite, para que passassem o fim-de-semana em nossa companhia.

Alessandra era uma loira linda. Tinha olhos verdes, cabelos cacheados e um rosto de princesa. Fomos

amantes na época em que trabalhávamos juntos, e sempre a achei um tesão de mulher. Hoje ela beirava

os 40 anos, mãe de 3 filhas lindas como ela. Alessa tinha um corpo exuberante : seios enormes com

bicões rosados, um bocetão delicioso e uma bunda pra mais de metro. Vestia-se de maneira provocante

sempre, mesmo estando acima do peso. Sempre usava calças jeans apertadas e sandalias de salto, e não

perdia a oportunidade de lançar um decotão que dava vontade de cair de boca naqueles melões.

Luiz, seu marido, era um negro forte e muito safado. Ela sempre se queixava que o marido era comedor,

que estava sempre aprontando e deixando-a na mão. Ela gostava dele e dizia que era um fodão na cama,

pois tinha um pau com mais de 23cm e gozava litros. Tinham 3 filhas e uma historia longa. Mas o tesão

que sentíamos um pelo outro e a safadeza de seu marido me deram uma idéia.

- Lê, tenho planos para o nosso fim-de-semana com o nosso casal de hospedes...
- Hummmm, aposto que essa tua carinha de safado me diz que você já está pensando em sacanagem rsrs
- Com certeza, meu amor. Eu quero foder a Alessandra, mas o marido dela não pode saber.
- E como pretende fazer isso?
- O marido dela eh o maior safado, não perde uma oportunidade de dar uma bela foda...
- uhumm
- Então você vai deixá-lo doidinho e vai foder com ele e, assim, eu ganho tempo para comer a loira...
- uhummm
- Que tal?
- uhummmmmm
- Delícia
- Goxtoso

No dia e hora marcados, fomos buscá-los na rodoviária. Letícia foi vestida para matar : saltos, vestidinho

preto, toda maquiada e cheirosa... e por baixo, nadinha, nem calcinha e nem sutiã. Luiz ficou louco assim

que a viu, toda gostosa e já perguntou onde íamos! Dissemos que a Lê tinha uma festa para ir, mas que

eu ficaria em casa e poderia fazer companhia ao casal. Mesmo assim, Lê os convidou para a festa e Luiz

logo se empolgou, mas Alessandra disse que estava cansada da viagem e queria ir pra casa.

Colocamos as malas no carro e, durante a viagem, decidimos que eu ficaria em casa com Alessandra,

colocando o papo em dia, e Lê iria à festa acompanhada de nosso convidado. Em casa, Luiz se preparou

todo e ficou belo e perfumado, e Letícia tinha um brilho nos olhos, imaginando o tamanho da pica por baixo

da calça black jeans do negão. Saíram anomados para a festa e ficamos eu e Alessandra com a casa

somente para nós.

Alessa não aguentou 5 minutos e me tascou um beijo na boca, alegando uma enorme saudade. Com a

desculpa de ir até a cozinha pegar uma cerveja para relaxarmos, deixei-a sozinha na sala e fui buscar as

latinhas. Na cozinha, tirei toda a roupa e cheguei de volta à sala com cervejas nas mãos e um pau em

riste, apontando pro teto, para o deleite da minha convidade, que disse : ahhhhh, meu gostoso, me dá isso

aqui na boquinha, vem, bebê.

Alessa já foi se levantando e tirando a blusa, ficando de sandálias e calça jeans apenas. Seus peitos

enormes a deixavam simplesmente divina, assim, de jeans e sem blusa. Ela os segurou, pesadões, com as

duas mãos e trouxe para que eu mamasse gostoso. Derrubei um pouco de cerveja sobre eles e ela soltou

um gritinho. Caí de boca e, como ela gostava, mamei como um bezerrão aqueles tetões.

Ajudei ela a tirar a calça e a fiz desfilar aquela bunda imensa com uma calcinha minúscula que ela

adorava. Calcinha vermelha enterradinha no bundão, ela andava pra lá e pra cá, enquanto eu recostado no

sofá observava tudo, alisando meu caralho já latejando de tesão. Ergui minhas pernas e ofereci meu cu

para Alessa que, deliciada, caiu de boca e começou a chupar e a lamber meu rabo. Alessa adorava chupar

tudo, e depois de melar bem gostoso meu cuzinho, enfiou um dedo inteiro e passou a lamber minhas bolas,

enquanto me punhetava gostoso.

Ficou de 4 e pude observar como ela era formosa, tesuda, carnuda... ela agora fodia meu cu com dois

dedos e chupava meu cacete com maestria, Alessa era especialista em boquete, sua maior habilidade, e

em pocuos minutos inundei sua boquinha de porra. Alessandra engoliu toda a porra, sorveu cada gotinha e,

depois, me beijou deliciosamente.

Enquanto isso, Letícia já havia embebedado nosso amigo e ele estava babando de tesão. Como a festa era

na casa da Fernanda, com cinco minutos de papo, convenceu a amiga a lhe emprestar um quarto, com a

condição de que a deixasse entrar no meio da foda e participar. Sem contar a novidade ao Luiz, Lê o

arrastou para o último quarto da casa e, lá, com as luzes apagadas mesmo, entraram no comodo e ja

cairam rolando na cama num tesão louco. Luiz era todo mãos e agarrava Lê de todas as formas possíveis,

mamava, sugava seus peitos e procurava com as mãos sua boceta nua, enquanto Lê alisava o jeans e

sentia a jeba pulsando. Eles se atracaram em um beijo cheio de tesão e Letícia já começou a abrir a calça

do negão, para liberar um cacete duro, macio e lustroso, de poderosos 24cm!!!

Na nossa casa, agora, Alessandra estava deitada no sofá com as coxas abertas, oferecendo seu bocetão

para o meu deleite. Chupei Alessa e a fiz gozar com minha lingua e dedos, duas, três vezes. Ela suava e

sua boceta pingava, e depois de tantos gemidos de prazer, me pediu mais uma cerva. Bebemos enquanto

nos admirávamos, nus. Adorávamos nossos corpos, eu o dela e ela o meu. Logo estávamos nos

masturbando olhando um para o outro. Dali para a cama foi um pulo e Alessa, já me conhecendo, ficou de

4 com a cara no colchão e abriu o bundão com as duas mãos para, sorridente e gemendo gostoso, receber

meu cacete de uma só vez inteiro no seu cuzão guloso. Eu fodia Alessa feito um cavalo, montado naquele

bundão e socando com muito tesão. Alessa suava, e recebia a pica no cu com um prazer imenso. Alessa

sempre suava muito quando fodia, pingava, ficava toda escorregadia, e eu adorava aquilo. Me atracava

naquela deliciosa mulher, toda suada, a agarrava suas tetonas molhadas enquanto socava fundo naquela cu.

Luiz adorava um cu, razão pela qual o cu da minha amiga já estava bem alargado. Com a Lê não estava

sendo diferente ... na casa de nossa amiga Fernanda, no quartinho dos fundos, Lê estava sentada, toda

atolada, sobre aquele cacete enorme, inteiro dentro de seu cuzinho. Sentava e cavalgava o caralho preto e

esfregava a boceta para gozar pela segunda vez como pau no rabo. Quando Luiz anunciou que estava perto

de gozar, Letícia parou e pediu para que ele esperasse, que ainda havia uma surpresa. Lê mandou um

SMS pelo celular e, com nosso amigo ainda deitado de barriga pra cima, levou sua bocetinha gozada para

que ele a chupasse.

Fernanda entrou sorrateiramente, após o aviso da amiga. Tirou a roupa toda no quarto escuro e, enquanto Lê

sentava na cara do Luiz, Fernanda abocanhou o mastro duro e deu-lhe um verdadeiro banho de lingua e

lábios. Luiz delirava de tesão com as duas mulheres lhe dando um trato.

Na nossa casa, eu assistia maravilhado à Alessa cavalgando meu cacete com aquele rabão, o pau todo

enterrado no cu, ela suada esfregando as mamas molhadas em meu rosto e eu as chupando com gosto.

Gozei muito gostoso enquanto Alessa rebolava no meu pau e, então, ela sentou com aquele bundºao na

minha cara e colocou pra fora do cuzinho toda a porra na minha boca. Adorávamos brincar assim. Depois,

fui levar a porra em sua boquinha, para que ela novamente engolisse tudo.

Letícia gozava novamente na boca de Luiz, que inundava a boca de Fernanda com muita porra quente, a

fezendo engasgar. Lê partiu para beijar a amiga, para o delírio de nosso amigo, que assistia se punhetando

à linda cena. Lê e Fê, então, se atracaram como se Luiz não estivesse lá e deram para ele um show de

foda entre duas mulheres tesudas. Lê e Fê adoravam boceta e já se conheciam muito bem, sabiam se dar

prazer e, logo, estavam as duas gemendo com a boca encaixada na boceta da outra.

Luiz não perdoou e enterrou na boceta da Fernanda, enquanto Lê, sob os dois, chupava Fê e Luiz ao

mesmo tempo. Luiz ficou assim por cinco minutos e, então, despejou mais um litro de porra na boceta de

Fernanda. Lê aparou tudinho com a boca e, satisfeitos, os tres voltaram para a festa e foram dançar juntos.

Luiz disse que tinha que ir pra casa, que Alessandra poderia desconfiar. Discretamente, Lê me mandou um

SMS informando que estavam saindo da festa. Na hora em que recebi o torpedo, Alessa vestia uma

calcinha com consolo e me comia a bunda deliciosamente. Eu de 4 e minha loira atrás de mim, fodíamos

como loucos enquanto eu lia no celular que nossos pares estariam de volta em breve.

De frango assado, recebendo aquele cacete no rabo, delirava enquanto Alessa segurava meu cacete e

punhetava, até que anunciei um gozo gemendo alto, jorrando a porra quente sobre a minha barriga e peitos.

Alessa sorveu cada gotinha e me lambeu gostoso, e ainda tivemos tempo para uma ducha e mais uma

foda deliciosa sob a água do chuveito, terminando por gozar em sua cara e deixá-la com o rosto todo

coberto de porra. Saciados, fomos cada um para seu quarto e, uns 5 minutos depois, Luiz e Lê chegavam.

Minha esposa já entrou tirando a roupa no quarto e se oferecendo para que eu a chupasse e sentisse o

gosto do outro macho na sua boceta, e de outra fêmea em sua boca. A boca de Lê cheirava à boceta da

Fê, enquanto todo o resto do seu corpo exalava o forte cheiro da porra do nosso amigo.

Enquanto chupava a minha deliciosa mulher, começamos a ouvir Alessa gemer alto e pedir para Luiz

parar... Nosso casal já se atracava no quarto e Alessa recebia sua dose diária da jeba do marido no cu.

Aquilo nos deu um tesão enorme e eu e Lê começamos a foder, rolando na cama, pelados, engatados.

Trepávamos feito animais enquanto ouvíamos Alessa choramingar levando a pica do esposo no rabo. Eu

perguntava à Lê como era o cacete dele e, enquanto fodíamos, ela me contava com detalhes sobre o

caralho negro enorme. Ia me descrevendo a noite deles, a festa, cada detalhe da foda, enquanto dava

gostoso para mim. Eu adorava ouvir minha esposa me contando como ela era fodida por outros machos e,

sem mais aguentar, inundei sua boceta com meu leite. Lê enfiava os dedinhos na boceta, pegara a porra e

levava à boca, dizendo uhummm

Caímos abraçados, exaustos, e dormimos como um casal feliz que se ama. Encaixados, de conchinha,

pelados, eu agarrado às tetas da minha esposa, ela com seu bundão no meu pau.

Em próximo contos, eu e Lê vamos escrever sobre o Sábado e o Domingo, esta foi apenas a sexta-feira...

Assinado : Lui



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