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Conto Erotico Pagode no sítio do Carlinhos...a galera fudeu adoidado.

Todo ano o Carlinhos convida a turma da facul pra um pagode lá no sítio dele. Eu nunca tinha ido, porém, eu sabia, por intermédio de algumas amigas, tudo o que acontecia por lá, e não era pouca coisa não, pois, a putaria corria solta. No ano passado não foi diferente, pois, no final das aulas ele convidou a maior galera pelo Faceboock, e entre os convidados chamados à dedo por ele estava a Roberta, minha amiga, que por sua vez me convidou, marcando o dia e o horário para vir a minha casa me apanhar para irmos até lá, afinal, o tal sítio ficava bem afastado da cidade, e teríamos que ser pontuais caso quiséssemos aproveitar muito mais da festinha que não tinha hora pra começar muito menos acabar, e nesse ano ele previa uma galera muito maior que no ano passado. Era manhã de Sábado e lá estava a Roberta, tocando a campainha de minha casa, para me arrastar para o sítio do Carlinhos. Coloquei uma saia jeans bem curtinha, salto alto, blusinha básica, óculos escuros, peguei minha bolsa e Fomos nós para este tão comentado e famoso pagode, que praticamente já fazia parte do calendário festivo da facul. Foram 7 horas de estrada até chegarmos lá. O sítio ficava em meio a uma mata densa de perder de vista, eram tantas árvores pelo caminho e ao redor do sítio que sentíamos nossa respiração mais limpa, melhor oxigenada, sem falar dos riachos pra tudo que era lado, enfim, o lugar era uma paraíso reservado, poderíamos, inclusive, andar todos nus ali que ninguém iria nos perturbar. O sítio do Carlinhos era cercado por muros altos, com uma portão imenso. Logo ao entrarmos demos de cara com vários carros ali estacionados, pois, uma galera bem grande já havia chegado antes de nós. Descemos do carro e fomos logo cumprimentando alguns conhecidos, na entrada havia um freezer bem largo, cheinho de latas de brejas geladérrimas. Não nos acanhamos e fomos logo matando nossa sede, fomos adentrando a casa e nos deparamos com uma moçada enorme e louquinha pra cair na curtição espalhada por toda a sala, ao chegarmos na piscina, muita gente já se divertia como bem queria, uns vestidos, outros de biquínis e outros mais totalmente nus e a vontade, pulando na água, deitados nas cadeiras de sol e na beira da piscina. Era muita mina gostosa e gatinhos de todo tipo, desde os gordinhos aos saradões, contudo, de uma coisa tínhamos certeza...é que ninguém ali era de ninguém. Todos que por acaso tinham seus namorados e namoradas foram sozinhos, ou acompanhados de amigos. Num total deveriam ser umas 85 pessoas, mais homens que mulheres...ainda bem. A banda de pagode estava próximo a um chafariz que jogava água dentro da piscina. Eram oito morenos bem gostosos e cheios de ritmo, empenhados a não deixar ninguém ali parado. Do lado haviam duas mesas enormes ajuntadas, para receber a comida que estava sendo aprontada por duas cozinheiras, uma senhora e sua ajudante, mais nova que ela. E o trabalho delas estava excelente, pois, o cheiro dos aperitivos se espalharam por toda a casa. Contudo, das 5:30 da tarde em diante... o bicho começou a pegar...e o negócio foi sério, foi pra quem tinha fôlego e tara...muita tara. Pois era um festival de garotinhas safadas nuas para todos o cantos, correndo pelo jardim, jogando bola, vôlei, sentadas a beira da piscina, nos sofás, nas varandas, algumas pagando boquete em mais de cinco caras, e outras fundendo adoida com os vários marmanjos ali presente. Eram três garotas para um, duas para um, cinco rapazes para uma, enfim...ninguém ficou de fora do bacanal no sítio do Carlinhos. Nunca vi tanta gente fudendo ao mesmo tempo, eram gritos, gemidos, sussurros, desde os contidos aos exagerados, contudo, tais barulhos me excitavam, na sala, pelos sofás, em cima das mesas e escadarias haviam umas quinze pessoas trepando enlouquecidas, na beira da piscina e dentro muitas outras, tinham aqueles que preferiam ir para os quartos,outros invadiram os jardins e ficaram por entre coqueiros e samambaias...tudo movido a muita bebida e energéticos, em pouco tempo haviam camisinhas usadas espalhadas por todo o chão da casa...lógico que tinham aqueles que de tão embriagados não participaram de nada e desabaram, eu ria mesmo era das menininhas frescas que em pleno bacanal não queriam liberar o cu, mas acabam sendo curradas a força, haviam também os atletas, que agüentavam o tempo que fosse fudendo sem parar, indo de um parceiro para outro, e também haviam os exagerados, que não dispensavam o sexo violento a base de tapas, suor e sangue, até o pagode já havia acabado, aliás, os garotos convidados para tocar também estavam transando adoidados com algumas gostosas que estavam pagando pau pra eles...enfim, era um menu do sexo. Para todos os gostos. As cozinheiras ficavam só observando a tudo da cozinha naturalmente, tamanha orgia espalhada por toda a casa. E por incrível que pareça eu não havia bebido nada, pois, não queria correr o risco de ficar desacordada enquanto era estuprada por vários caras ao mesmo tempo, afinal, eu vi claramente isso acontecendo ali na casa com algumas menininhas desmaiadas de tanto beberem. Bom, à princípio eu tava a fim só de observar aquilo tudo, curtindo o visual, olhando e me deliciando...contudo, não sou de ferro, foi impossível eu não molhar minha calcinha com aquele clima de putaria desenfreada, e logo veio uma louca vontade de dar umazinha, e nem foi preciso procurar um carinha, pois, eu estava na varanda interna da casa, de onde eu fiquei olhando todos transando ali, no meio da sala, quando fui surpreendida por três carinhas que me cercaram, mal pude me virar para vê-los melhor e já fui sendo acuada por trás, pois, um deles me pegou pela cintura e me puxou pra ele, pressionando sua virilha na minha bunda, um outro veio pela frente e encheu as mãos nos meus peitos, tirando-os para fora de minha blusa e chupando-os, o terceiro ficou ao lado, me beijando fortemente, quase arrancando meus lábios de tanto sugá-los com violência... eles não queriam saber de conversa, pareciam uns cães no cio, um deles pôs a mão por sobre minha cabeça e me fez ajoelhar, logo eu estava com os cacetes deles três saltados na minha cara pra que eu os chupasse, e eu os chupei forte, deixei cada um deles lambuzado e duro de tanto tesão, tirava um da minha boca e logo colocava outro, depois outro e assim repeti os boquetes até que um deles não agüentou e esporrou na minha boca, o safado gemeu e quase caiu, pois, dobrou os joelhos com o gozo. Então um deles me levantou e me colocou de costas pra ele, me fazendo debruçar por sobre a varanda, me deixando de pernas abertas e bunda empinada, e enquanto me segurava firme pela cintura, arrancou a minha calcinha com violência, para em seguida forçar a entrada de seu cacete na minha bucetinha molhada por baixo de minha mine saia que havia subindo por conta de minhas pernas abertas, dei um grito para o alto, gemendo forte, abrindo bastante a boca e de olhos apertados...que tesão, ele me fudeu bem gostoso a buceta, com uma mão em minha cintura e outra puxando meus cabelos... ele me socava deliciosamente e sem parar, eu olhava pra todas aquelas pessoas ali em baixo trepando, e sentindo o mesmo que elas sentiam, a rola do carinha atrás de mim estava uma delícia, eu já sentia o gozo se aproximando, pois, minhas pernas estavam ficando bambas e meu estômago fervia uma sensação viciante que me dopava o corpo,se espalhando, aquecendo, subindo até meu cérebro...então explodiu feito uma bomba de prazer...dobrei minhas pernas na hora...eu estava gozando...o filho da puta que eu nem conhecia havia feito eu gozar bem gostoso... Mal me recuperei e o outro cara me puxou pros braços dele, me abraçando pela cintura e levantando uma de minhas pernas, encaixando seu pau duro na minha xota ainda dormente e molhada do gozo recente, ele então me pediu pra que eu subisse na sua cintura, aonde entrelacei ele com minhas pernas, daí ele começou a me fuder, movimentando seus pau pra cima e pra baixo, socando bem gostoso na minha buceta, eu abraçava ele por sobre seus ombros, apertando ele pela cintura, estava muito bom aquilo, eu ardia de tesão, sentindo aquela rola dura se esfregando por dentro de minha xota gulosa pra cima e pra baixo...nossa, então ele foi diminuindo para que o amigo dele atrás de mim pudesse colocar seu pau no meu cu, aonde ficariam os dois me fudendo enquanto eu ficava entre os dois...então recomeçaram as estocadas, nós três de pé, um atrás de mim comendo meu cu, enquanto eu estava abraçada com o outro a minha frente, comendo minha buceta, eu subia e descia no meio daqueles dois machos tarados, sentindo a pressão que ambos faziam, sem cansar, eu estava extasiada, quase gozando pela segunda vez...foi quando eu pedi um tempo, e eles me puseram no chão, eu me abanei com minhas mãos, amarrei meus cabelos pra secar minha nuca escorrendo suor e respirei fundo algumas vezes, tentando refazer meu ar, então um deles deitou de costas no chão e me mandou sentar no pau dele, eu me coloquei por sobre seu colo e encaixei minha buceta no seu pau grosso, enquanto o outro veio por trás de mim, encaixando sua rola na minha bunda, atolando bem gostoso no meio do meu cuzinho...então iniciou-se ali uma sensacional DP, aonde eu gritava tão alto que dava pra escutar a quilômetros de distancia, nossa, fiquei ali em cima daquela rola deliciosa durante algum tempo, e sendo enrabada por outra que me deixou com o cu alargado e as pregas inflamadas... depois um dos safados punhetou na minha cara, e antes de terminar aquela trepada eu dei mais umas lambidas e chupadas em seus paus, daí desci as escadas e fui atrás da minha amiga Roberta, afinal, eu enm sabia aonde ela havia se metido dentro daquela casa enorme, procurei, procurei... e por onde eu passava era atacada por garotos a fim de fuder, sem falar da putaria generalizada que eu via pelo trajeto, nossa, aquela casa estava tomada por cheiro de sexo...até que eu achei a Roberta, a maluca estava perto do palco montado próximo a piscina, na companhia de umas três garotas que fudiam enlouquecidas com alguns carinhas. Cheguei até ela na tentativa de falar com ela, mas, acabei entrando na suruba, pois, logo fui agarrada por um gostoso que me abraçou e em puxou pros braços dele, me enchendo de beijos e chupões no pescoço, quando menos esperei ele já estava entre minhas pernas, me chupando a buceta enquanto eu me apoiava de costas pra uma coluna, o safadinho estava empenhado em me fazer gozar e me chupou sem cansar, até que eu cai por sobre sua cabeça tamanho o gozo que ele me fez ter, ali, em pé com ele entre minhas pernas abertas... então ele me ergueu e me pôs de volta encostada na coluna, aonde ele veio de encontro ao meu corpo, levantando uma de minhas pernas, segurando por baixo de minha cocha e penetrando seu caralho duro na minha buceta, o safado mexia seus quadris com vontade entre minhas pernas, socando até doer, eu estava esgotada, mas muito excitada e a fim de continuar sendo fudida por ele... foi a vez dele gozar...o safado berrou perto de meu ouvido, esporrando lá dentro de mim...ele então saiu de entre minhas pernas e se sentou num cadeira ao lado, tomado por suor e cansaço, enquanto eu ria pra ele, chamando ele de tarado, manipulando minha bucetinha molhada e cheinha de porra quente, enfiando meus dedos e lambendo em seguida... Minutos depois eu fui para beira da piscina com a Roberta, relaxar um pouco de tudo aquilo, todo mundo ali já havia maneirado na orgia, não se via mais putaria nenhuma por perto, todos haviam se recolhido, alguns em quartos outros pela sala e terraço, e de certa forma podia-se ouvir até um certo silencio mo ar, comparado ao festival de gritos, gemidos, berros e xingamentos que estavam presente a minutos atrás...enfim, o pagode no sítio do Carlinhos estava chegando ao fim...contudo...ainda era Sábado, e só fomos embora no Domingo a noite. Obrigada por lerem este relato, comentem, por favor!



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