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Conto Erotico CHUVA DE UMA TARDE DE VERÃO

Por algumas vezes, ela sentiu que deveria ter escolhido outro curso. Filosofia era algo bom para ler e para refletir, mas agora, enquanto encarava aquela chuva de verão, naquela cidade maluca, para onde tinha viajado, perguntava-se se valeria à pena todo o sacrifício. Por sorte o pessoal do hotel onde se hospedara, era muito gentil e puderam lhe ajudar na busca por templos religiosos, que seria o tema de sua tese de mestrado no curso de filosofia. No dia anterior havia ido a um bairro de origem japonesa e pode conhecer de perto a cultura e as tradições do budismo e do xintoísmo. As pessoas daquele bairro haviam sido extremamente receptivas e acolhedoras. Esperava que com os membros do judaísmo a coisa não fosse ser diferente. Perdida em seus pensamentos, mal se dera conta de que o táxi estacionava em frente a um edifício que, embora conhecesse pouco acerca do judaísmo, não seria outro que não a Sinagoga que estava buscando. A chuva estava intensa e, certamente, ela não teria como escapar. Com medo de se atrasar, pois havia combinado com o Rabino de estar lá as treze e trinta, em ponto, ela pagou o taxista e saiu do carro. Como os portões ainda estavam fechados, deteve-se por um tempo para admirar a construção. Era magnífica. Seus traços arredondados, a imponência com que se colocava junto aos demais edifícios, era algo extasiante. Mal se dava conta de que a essa altura, seus cabelos já pingavam, em função da chuva e sua roupa colava-se ao seu corpo. Quando percebeu isso, arrependeu-se amargamente em não ter usado algo mais sóbrio. O tecido fino da blusa, aliado ao fato de não usar lingerie deixavam claras suas formas e com o frio que o corpo molhado sentia, os salientes bicos de seus seios, já se faziam notar. Se tivesse mais tempo, voltaria ao hotel para secar-se e vestir algo mais condizente com a situação, mas já era tarde. Um carro acabava de estacionar ao lado do portão central da Sinagoga. Um arrepio cortou-lhe a espinha e deixou-a incomodada. Imaginava o que o Rabino pensaria dela, naquelas condições. Molhada, vestida de forma quase indecente (ainda que tivesse perdido horas escolhendo a roupa com que iria fazer a visita). Um homem alto, calvo, muito mais novo do que imaginara o “velho rabino” saltava do carro. Olhou em sua direção e pareceu encontrar a pessoa a quem buscava. Com passos lentos, porém firmes, e portando um imenso guarda-chuva, o homem aproximou-se dela devagar. Seu corpo tremia a essa altura, coisa que ela creditava aos efeitos da chuva sobre sua pele. Quanto mais próximo dela, mais seu corpo perdia o controle sobre si mesmo. Quando estavam a menos de cinqüenta centímetros de distância, o olhar dele pousou sobre ela, que instintivamente tentou se proteger. Ela não sabia por que, mas o olhar daquele homem a fazia sentir-se em perigo. Depois de alguns segundos que lhe pareceram uma eternidade, uma voz grave e tranqüila perguntou-lhe se era ela quem aguardava a presença do rabino, ao que ela confirmou. Com a mesma tranqüilidade com que caminhou até ela, ele informou que era alguém a quem o rabino havia pedido a gentileza de ir ao seu encontro e avisar que não poderia ir à Sinagoga de imediato, em função de um contratempo. Pediu-lhe que fosse até ela e que dissesse que se ela quisesse esperar por ele, embora se atrasasse por umas duas horas e meia, iria recebê-la naquela tarde ainda. Sem conseguir desviar os olhos daquele rosto, ela não pode deixar de sentir certo desespero. Não poderia deixar a visita para o dia seguinte, pois estava com as passagens compradas para seu regresso. Ao mesmo tempo, com aquela chuva toda, onde ela esperaria pelo rabino? Surpreendentemente o homem à sua frente deu a resposta que se fizera em silêncio. Gentilmente ofereceu a ela que esperasse pelo chefe de sua igreja, em seu escritório que não ficava longe daí. Como chovia bastante, ele sabia que ela poderia não ter onde se abrigar enquanto esperasse. Pensou em agradecer e recusar a oferta, mas algo dentro dela a impulsionava a aceitar. Com um sorriso tímido e algum receio, agradeceu e disse que aceitava a oferta. Gentilmente ele abriu espaço para ela sob seu guarda-chuva e caminharam o curto espaço que os separava do carro dele. A proximidade com o corpo daquele homem a inquietou ainda mais. Ela sentia o suave perfume se sua colônia de barbear. A respiração começou a ficar ofegante e, quando sua pele roçou na camisa dele, teve que se esforçar para manter-se sobre suas pernas. Ele abriu a porta do carro e, ela hesitou um pouco por saber que suas roupas estavam encharcadas e poderiam molhar o couro dos sofás de seu carro. Comentando isso, ele tranqüilizou-a, dizendo que não haveria problema algum. Já dentro do veículo, na companhia dele, arrependia-se ainda mais de não ter se vestido adequadamente. Um nó na garganta sufocava sua voz, de raiva de si mesma, por não ter pensado nos imprevistos. Notava que o homem ao volante, vez ou outra olhava para ela e, seus olhos, ainda que por breves instantes pousavam sobre o ponto onde seu seios se tornavam proeminentes, o que a desconcertava ainda mais. O trajeto entre a sinagoga e o escritório dele não era longo, e logo que chegaram ele ofereceu-lhe toalhas para que secasse um pouco sua roupa. Enquanto ela deixava o tecido macio da toalha sobre seu corpo molhado, ela sentia-se observada. Os olhos daquele homem insistiam em olhar para ela, mesmo sabendo que isso a deixava completamente desnorteada. Sem tirar os olhos dela, ele questionou-lhe o motivo do encontro com o rabino, ao que ela informou que fazia uma pesquisa sobre a diversidade religiosa no país, para defender sua tese de mestrado no curso de filosofia. Ele perguntou de onde ela era, e ela disse que de outro estado. Quis saber ainda, porque tal pesquisa não fora feita em seu estado, em sua cidade. Ela disse que não havia sinagogas e templos de outras ordens que não as cristãs na sua cidade. Além disso, viera a SP para tratar de outros assuntos e, aproveitava o tempo para conseguir material para sua pesquisa. Novamente o silêncio e aquela tensão estranha se estabeleceram entre eles. Embora com o corpo molhado, ela sentia ondas de calor envolver seu corpo, e não pode deixar se sentir-se mal ao perceber que o olhar fixo dele a excitava. Observou que ele era casado, pois uma aliança brilhava em seu dedo. Com intuito de desanuviar o ambiente, falavam sobre amenidades. De repente, ele levantou-se de sua cadeira, aproximou-se dela e perguntou se ela aceitava um café. Notou que ainda tremia, e disse-lhe que o esperasse na sala, pois daria um jeito naquele seu estado, um tanto deplorável. Ficou sozinha na sala e não pode deixar de notar que aquele homem era de um bom gosto extremo. O refinamento da decoração de sua sala, bem como seu jeito discreto, apontavam para alguém que sabia o que queria. Minutos depois de ter saído, ele retorna para a sala com dois cafés, e algo que lembrava uma camisa pendurada sobre um de seus braços. Estendeu-lhe uma das canecas de café, e a sua depositou sobre sua mesa. Olhando-a do mesmo modo como vinha fazendo desde que se conheceram em frente ao templo, estendeu-lhe a camisa e ordenou que ela a vestisse. Um tanto surpresa, ela tentou recusar a oferta, dizendo que já o ocupara demais e que não precisaria se incomodar, pois ela sentia-se bem, e provavelmente o café seria o bastante para fazê-la parar de tremer. Firme, sem alterar a voz, mais uma vez ele ordenou que ela vestisse a peça. O modo como falou dessa vez, não deu margem para uma discussão acerca do que fazer. Olhou em volta, buscando com certa aflição algum lugar onde pudesse se despir das roupas molhadas e vestir a peça que ele oferecia. Sem falar nada, ele caminhou até um canto da sala e abriu uma porta. Ela entrou e lá livrou-se do vestido molhado, pendurando-o próximo à janela para que secasse em parte, pelo menos. Irritou-se consigo mesma por essa sua mania de não usar calcinha. Tentou não pensar nisso e se prometeu tomar cuidado para não deixar que o homem que estava atrás daquela porta, percebesse que ela estava nua, por baixo daquela camisa. Quando abriu a porta do banheiro, viu-o sentado em um sofá, tomando o café e um charuto entre seus dedos. Parecia distraído olhando papéis, que provavelmente se relacionavam ao seu trabalho. Convidou-a para sentar-se perto dele. Ela caminhou um tanto insegura, e de forma discreta e cuidadosa, se colocou na outra ponta do sofá. Ela tomou o café que ele havia trago e, num ato de gentileza levou as xícaras, colocando-as sobre a mesa em que ele trabalhava minutos antes. Talvez pelo nervosismo de tudo o que acontecera, talvez por ser desastrada mesmo, ela acabou esbarrando em uma pilha de papéis que caíram pelo chão. Num ato impensado, abaixou-se a fim de recolher a bagunça, sem se dar conta de que aquele gesto involuntário acabou revelando seu segredo. A camisa que vestia era pequena demais para esconder toda sua nudez e, ao abaixar-se ela acabou deixando que ele visse as nádegas descobertas. Sentiu a respiração parar quando percebeu o fato. Levantou-se imediatamente, mas já era tarde demais. O homem, ainda sentado no sofá, olhava-a fixamente, quase como se nada percebesse ou vira. Ele disse que ela não se incomodasse e que voltasse a se sentar do seu lado. Tentando parecer natural ela retornou ao lugar que havia sentado, mas sentia que seu corpo já não era o mesmo. Os olhos daquele homem não a deixavam um segundo sequer. Calmo e serenamente ele levantou-se e recolheu os papeis do chão. Depositou-os sobre a mesa e foi até onde ela estava. Sentou-se bem mais próximo a ela e iniciou uma conversa amena sobre tradições e ritos do povo judeu. Sua voz era envolvente e sem que ela se desse conta, já estava segura novamente. Não notou que a proximidade dos dois era maior. Em algum momento da conversa, os cabelos úmidos dela cobriam seus olhos e ele, suavemente os afastou. Aquela mão em sua nuca era gentil e forte. Por instantes ela fechou os olhos e quis ser tocadas por elas. Quase como se pudesse ouvir seu pensamento, ele tocou-lhe seios sobre o tecido da camisa. Não era difícil a um cego notar que ela reagira imediatamente. Seu corpo eriçara-se e os bicos se fizeram notar como se fossem picos pontiagudos. Ela tremia novamente e dessa vez, não tinha a desculpa do corpo molhado. Ele era maduro o bastante para saber o motivo daquela reação. Deixou que seus dedos entrassem pelos vãos entre os botões e tocou aquela pele fina e delicada que sua camisa escondia. Com dedos ágeis, prendeu um de seus bicos e torcia-o suavemente, aumentando a pressão e força à medida que via a reação da mulher sentada à sua frente. Ela, já não detinha nenhum controle sobre si. Apenas obedecia aos apelos que alguma coisa dentro dela gritava. A camisa a essa altura já estava desabotoada e não mais as mãos tomavam conta dos seus peitos, mas a boca daquele homem, que chupava e mordia os seus bicos, como se sempre tivesse feito aquilo. Era incrível como a força de seus dentes a deixavam louca. Entre suas coxas sentia um líquido quente, viscoso e ele deve ter percebido, pois enquanto mordia e chupava-lhe seios, seus dedos buscavam aquela região. Quando se deu conta, já estava deitada sobre o sofá dele completamente nua. Ele levantou-se e com gestos ágeis tirou o cinto. Colocou-a de quatro sobre seu sofá, e sem nenhuma palavra, usou aquele cinto. Ela podia sentir seu corpo mole cada vez que o couro daquele objeto tocava de forma doída a pele branca de sua bunda. Gemia, mas queria mais. Não o impedia, porque de alguma forma, ele sabia que era daquilo que ela precisava. Foram mais de vinte vezes que ele surrou-a com o cinto. Largou-o em um canto e sua mão agora castigava a bunda daquela mulher que, minutos antes, era apenas uma moça desconhecida. Quanto mais ela apanhava, mais excitada sentia-se. O cio já lhe escorria entre as pernas. Ele livrou-se da roupa, sem interromper o castigo que lhe aplicava. Quando ela viu o mastro daquele homem, enrijecido não se conteve e como animal faminto avançou em direção a ele, abocanhando-o. Ela estava de joelhos a essa altura. De pé, na frente dela, segurava-a pelos cabelos e comandava os movimentos de seu pau dentro daquela boca faminta. Ela sugava forte, como se daí tivesse que extrair o alimento que a faria sobreviver pelo resto de seus dias. Impassível, ele tirou seu membro de dentro da boca da mulher e levantando-a pelos cabelos fez com que ela se virasse. Tomou sobre a mesa de seu escritório um rolo de fita crepe com o qual atou as mãos dela. Conduziu-a até o sofá novamente e deitou-a. Posicionou-se de modo que pudesse enterrar seu mastro boca adentro e a fizesse engolir até que pudesse sentir-lhe a garganta tocando o membro. Ele viu que os olhos dela já se enchiam de água, sufocando-a, e quanto mais ela mostrava sua falta de ar, mais ele forçava seu pau. Agora estocava com força fodendo-lhe a boca. Atada que estava com as mãos nas costas, não restava a ela nada a ser feito. Quando pensou que morreria afogada com o mar de porra que sairia daquele membro grande e duro, ele o retira subitamente. Afasta-lhe as pernas deixando-a completamente exposta. Vai até a mesa e traz consigo uma régua. Sentado a sua frente, com a buceta da moça exposta, ele surra com força o grelo dela. A cada golpe da régua ela geme e isso o excita mais. A essa altura, ela ignora qualquer apelo da racionalidade e passa a implorar que ele a coma. Quanto mais ela implora, mais seu sadismo se faz notar aumentando a força com que, a essa altura, espanca seu grelo. Queria castigá-la por estar se mostrando uma vadia. E, quanto mais a castiga, mais desperta a vadia dentro dela. Seu grelo inchado e vermelho, o cio escorrendo abundante da buceta faminta, ele finalmente a traz para perto de seu pau. Com um sorriso cruel no rosto, abusa da incapacidade de ação dela e deixa que a cabecinha de seu pau aguce ainda mais o desejo dela que já quase grita para que ele a coma. Embora não demorasse muito, para ela a impressão que tinha era que há horas ele a torturava com aquela brincadeira de deixar seu mastro escorregando em seu grelo molhado. Em um golpe único e certeiro, ele arremete todo membro para dentro da buceta dela. Um gemido rouco escapa de sua garganta, enquanto ela chora de tesão. Apertadinha sua buceta era convite para que ele socasse forte. E assim foi. Socou devagarzinho, para que ela pudesse sentir toda sua potencia dentro dela. Depois acelerou os movimentos fazendo-a gemer como cadela no cio. Ela gozou intensamente, enquanto ele cessava os movimentos para observar aquela fêmea debaixo dele, se desmanchando em gozo. Quando ela se aquietou, reiniciou o entra e sai acendendo de novo a vadia. Não tardou e ela já implorava por mais e mais. Ele saiu de dentro dela. Colocou-a de quatro, afastou suas pernas e deixou que seu objeto de tortura, ainda duro, mais inchado que nunca, brincasse no vão entre sua buceta e seu cuzinho. Ao mesmo tempo, mãos ágeis e sabedoras do que queriam tocavam seu seio e beliscava seus bicos, fazendo-a gritar num misto de desejo e dor. Ele então posicionou a cabeça inchada de seu pau na portinha do cuzinho dela, e numa arremetida tentou entrar. Ela era extremamente apertada e nessa primeira vez ele não conseguiu seu intento. Pacientemente ele mergulhou seu pau na buceta completamente molhada da cadela. Quando sentiu que ele estava lambuzado o bastante, afastou as nádegas e de uma só vez entrou com tudo naquele cuzinho quase virgem. Ela gritou nesse momento, e ele tapou-lhe a boca com a mão. Socando forte, sem dó ou piedade, foi alargando aquele buraquinho. Também ele já não se controlava mais e dessa vez deixou que sua porra jorrasse quente, em jatos fortes dentro do cuzinho daquela desconhecida. Ela tremia tanto que ela a segurou para que não caísse. Quando já havia gozado tudo o que podia, tirou seu membro de dentro dela e com a ponta dos dedos, recolhia a porra que escorria pelas suas coxas e levas à boca da mulher que os lambia com volúpia. Ficaram deitados por um tempo naquele sofá. Ele se deu conta da hora quando o telefone tocou e o rabino perguntava a ele se a havia encontrado. Ela levantou-se, foi ao banheiro, vestiu-se e notou que a chuva finalmente passara. Quando retornou para a sala, viu que ele também já estava recomposto. Olhou para ela e desculpou-se por não poder levá-la de volta à sinagoga, mas avisou que seu motorista faria isso. Quando abria a porta, ela olhou para trás e perguntou o nome dele. Ele olhou-a fixamente e respondeu: - Para você, MONSIEUR FESSÉE... Ela saiu e nunca mais ouviu falar dele. Embora em suas noites vazias e sem sono, ainda se toque e ao gozar, seja esse o nome que ela chama...



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