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Conto Erotico ClaudiacasadaCADELA {DOMBETO }

Meu nome é Cláudia, sou casada com o Bruno, tenho 26 anos. Sou bastante tímida, um pouco retraída o que me faz ser toda certinha. Não tenho costume de falar palavrão, não me visto de forma ousada, nem gosto de baixarias. Tenho uma vida normal, tranquila, feliz. Acho que como milhares de pessoas entro na net para me divertir.
Adoro a sala de fantasias escritas, pois nela posso criar histórias cheias de detalhes e viajar na imaginação.
Com o tempo, de forma muito leve no início, alguns aspectos de submissão foram aparecendo nas histórias. Talvez pelo meu jeito, isso aconteceu de forma natural, mas realmente era muito leve. É claro que tudo que escrevia ficava no campo da fantasia, nunca passou pela minha cabeça que pudesse fazer realmente nenhuma daquelas coisas. Num certo dia, a sala de fantasias escritas estava cheia e xeretando os temas das outras me deparei com uma sala de tímidas e submissas. Sem pensar, cliquei ali e entrei. Como de costume, aquela avalanche de mensagens, a grande maioria sem noção, sem educação e sem interesse, mas todas com um tom diferente, ou seja, Dominadores ou pseudo-Dominadores dando ordens, sendo mandões e autoritários. Apesar da grande quantidade de lixo, aquele era um ambiente diferente, estranho, um pouco assustador, e incrivelmente interessante. Troquei mensagens com vários homens e mulheres, e como disse, independentemente da educação, inteligência, cultura ou o que fosse, todos me trataram como submissa. Alguns muito agressivos, tipo: - De onde tecla PUTA? ou - E aí CADELA! outros mais educados, mais sutis. De qualquer forma, aquilo mexeu comigo e mesmo sem ter dado continuidade a nenhum papo, no dia seguinte entrei na mesma sala. Comecei a conversar com DOMBETO. Alguma coisa nele prendeu minha atenção. O jeito autoritário, firme, seguro me fez me concentrar somente nas frases dele, ignorando o resto. Falamos sobre minhas fantasias e de alguma forma o papo foi evoluindo como se certamente eu fosse submissa. A certeza dele de que eu era submissa, me assustou, e mesmo eu argumentando que não era, não mudou em nada a sua opinião. Era como se eu batesse num muro e aos poucos fui me convencendo daquilo. Foi tão estranho que pela primeira vez dei meu e_mail, e passamos a conversar pelo Messenger. Longe da sala, só nós dois, o poder dele aumentou. Eu me sentia mais insegura, acuada, indefesa e com muito medo, mas incrivelmente excitada. Meu marido foi meu primeiro e único homem e apesar do sexo entre a gente ser gostoso, nunca gozei. No sexo ele é super carinhoso, dedicado e esforçado, mas mesmo assim nunca gozei, e passei a achar que o problema era comigo. DOMBETO, aos poucos, foi mudando seu comportamento comigo. A princípio, me ensinou como eu deveria falar, me fazendo esquecer que existe pênis, vagina, seios, anus... Estabeleceu algumas normas simples, como toda vez que teclássemos, eu estar sem calcinha, bem vestida, cheirosa e de saltos altos. Era um ritual simples, fácil de ser executado, mas carregado de significado. Eu me preparava pra ele, eu seguia as ordens dele e portanto, eu era submissa a ele. Tudo novo, uma experiência jamais vivida, até jamais imaginada me levando a um estado confuso. Eu não sabia exatamente o que estava sentindo, porque estava fazendo aquilo, mas definitivamente aquilo mexia comigo. O sutiã passou a fazer companhia a calcinha...na gaveta! Eram sensações totalmente diferentes de tudo que já tinha sentido, uma mistura de medo, humilhação, dúvida, culpa, vergonha, incredulidade, mas que me deixavam excitada, ansiosa, aflita, apreensiva, desejosa por mais. Acho que o ponto crucial foi a confiança, a segurança que eu estava protegida, que ele não sabia quem eu era e que a qualquer momento que eu quisesse, eu poderia simplesmente desligar e nada aconteceria. Minha vida particular, meu casamento, minha identidade estavam preservados. Isso foi me dando segurança para me soltar, me deixar levar pelo sentimento e não pela razão. As mudanças prosseguiram, a forma como nos tratávamos, eu não era mais Cláudia, passei a ser cadela cláudia casada. Ele passou a ser meu Dono, meu Macho. Meu marido passou a ser o corno do Bruno. Eu não tinha mais seios, vagina nem anus. Eu tinha tetas, buceta e cu. Meu Dono não tinha pênis, tinha uma rola, objeto do meu desejo e que eu deveria manter sempre dura. A primeira experiência com prendedores, foi muito assustadora. O incrível é que eu não me preocupava com o que eu sentiria, se eu gostaria ou não, mas sim com o medo de ficar marcada e meu marido descobrir. Digo isso, porque analisando depois, eu não tinha dúvida que iria obedecer, mas sabia do risco que correria depois, digo depois, porque eu iria fazer! E fiz. E não fiquei marcada. Senti dor, mas senti mais humilhação que dor. Me senti usada, violada. A visão de meus mamilos apertados, os prendedores pendurados era muito mais forte do que qualquer dor que viesse a sentir. Era a prova de que eu era submissa, cadela, puta, vadia, vagabunda, eu seja lá o que for. Na verdade são simplesmente palavras que tentam expressar a condição de uma mulher subjugada, controlada, comandada, ensinada, adestrada para dar prazer ao Macho. Os prendedores passaram a fazer parte do meu vestuário! O passo seguinte foi comprar uma coleira. Novamente uma coisa simples, se eu tivesse um cachorro! O coração disparo, achando que todos sabiam que aquilo era pra mim. A minha condição de submissa se firmou, aquilo me dava prazer e dava prazer ao meu Dono. Sei que na verdade, o que me excita é essa condição e não necessariamente o que faço. Se uso calcinha ou não, se uso prendedores, saltos, coleira ou o que for. Um dia, sob suas ordens, claro, de mini saia, blusinha de alcinha levantada, prendedores no seios, saltos altos e coleira, bebi de 4 numa vasilha como uma cadela. No chão estimulei minha buceta, e passei a dar seguidos tapas nela. As ordens eram rápidas firmes, me levando a um estado de êxtase sem controle. Então veio a ordem. Enfie um pepino no cu. Eu nunca tinha feito anal e aquela ordem era a consumação da minha submissão e servidão. Eu enfie, com dor e aflição. E antes que tivesse tempo para pensar, tive que movimentar o pepino dentro de mim enquanto prosseguia com os tapas na minha buceta. Me perdi totalmente. Nem sei bem o que fiz e como fiz, mas acabei explodindo num gozo violento, quase me fazendo perder os sentidos. Meu primeiro gozo.MEU DONO DOMBETO ME MANDOU EU POR ISSO TUDO NO SITE O EMAIL DELE E valente721@hotmail.com
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