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Conto Erotico Contos de uma cadela I

Olá meu nome é Silvia e venho aqui a mando de meu Dono, Don Bruno. Ele me manda que eu descreva todos os nossos encontros em um site público para que todos possam saber como sou sua putinha. Vou começar a contar como me tornei escrava dele. Eu tinha 21 anos na época e era irresponsável. Tinha feito uma dívida de 1.500 mil no cartão do meu pai sem ter como pagar. Comentei com um amigo meu da minha situação e ele disse que poderia me ajudar. Ele me emprestaria os 1500 reais mas eu teria que fazer sexo com ele, três vezes. Pensei e resolvi aceitar, estava solteira e ele vivia me xavecando. Porem ele disse que seria do jeito dele, e que eu não poderia reclamar. Topei. Sexo é comigo mesma. Um dia antes do nosso encontro ele me ligou e fez algumas exigências. - Quero que você vá de vestidinho preto, bem curto, sandálias altas e cabelo preso. Me arrumei e esperei ele me buscar em casa, quando ele chegou entrei no carro e fiquei esperando ele falar algo. - Abra o porta-luvas. Tem algo pra você. Quando abri vi uma coleira. Daquelas de cachorro mesmo, grossa e com pinos de ferro. - Aqui só tem uma coleira Bruno. - É isso mesmo, coloca no seu pescoço minha cadelinha. Hexitei. - Ou você coloca e me obedece, ou agente volta pra sua casa e você dá sua bundinha pra outro pra conseguir seu dinheiro. Coloquei a coleira e não falei mais nada. Eram só três vezes mesmo. Chegamos em uma rua escura e com poucos estabelecimentos abertos. Ele saiu do carro, deu a volta e abriu minha porta e me puxou com violencia para fora do carro. Como ele era bem maior que eu, parecia que eu era uma boneca em suas mãos. Foi fácil pra ele me colocar em cima do capô do carro e rasgar meu vestido. - Bruno, o que você está fazendo? Me solta! - Caladinha, vou te foder do jeito que você merece! Acha que foi fácil pra mim esse tempo todo bater punheta pensando nesse seu rabinho? Esperei quase três anos pra poder meter meu pau na sua bunda, e agora você está aqui na minha frente pra eu fazer o que quiser! Minha vadiazinha. Sem perder mais tempo ele colocou seu pau na porta do meu cuzinho e me fodeu com força, eu nunca tinha feito isso e a dor foi extrema. Eu não conseguia nem gritar, meu cuzinho doia mais e mais a cada estocada que ele dava sem dó. - Isso minha putinha, bem quietinha. Sente meu pau fodendo esse cu gostoso. E ele continuou metendo por mais uns 5 minutos e eu senti seu pau ficando maior dentro do meu cuzinho e então ele soltou um gemido abafado e tirou seu membro de dentro de mim. Eu fiquei esparramada sem reação, só conseguia sentir meu cuzinho latejando. Ele mandou eu entrar no carro. No caminho ele me entregou uma caixa e disse que era pra eu usar aquilo no nosso próximo encontro e que se eu fizesse tudo direitinho ele já me daria o dinheiro. Quando chegamos no portão da minha casa eu estava abrindo a porta do carro quando ele me mandou esperar. - Deixa eu ver se a minha putinha gostou de dar o cuzinho pra mim. E ele colocou os dedos na minha buceta, eu instintivamente fechei as pernas e recebi meu primeiro tapa por isso. - Você é minha Silvia. Seu corpo me pertence agora. Ele viu que meu corpo tinha ficado excitado com a situação e me mandou sair do carro. - Era pra você abrir a caixa quando estivesse sozinha, mas eu não sabia que você tinha gostado tanto assim, só me prova que é mesmo uma vadiazinha que gosta de dar o cu. Ele abriu a caixa e de dentro tirou algumas coisas e achou o que estava procurando. Um vibrador grande, cheio de bolinhas. - Enfia na sua buceta! - Agora? Você está louco? Meus pais podem acordar! Ele pegou nos meus cabelos me jogou contra a parede e enfiou ele mesmo aquele cacete enorme na minha buceta. - Vou deixar você gozar cadelinha. E então ele ligou o vibrador e o prazer foi começando, aquela sensação era maravilhosa, eu comecei a gemer baixinho, estava muito bom. Bruno começou a apertar meus peitos com violência, apertando meus biquinhos com força me chamando de vaca, dizendo que eu tinha tetas lindas. Era incrível! Eu estava gostando daquela situação. Foi então que em uma atitude louca de ter mais prazer eu pedi a ele: - Bruno mete no meu cuzinho de novo. Eu ainda não sabia, mais a partir do momento que ele meteu seu pau em mim pela primeira vez, eu já era dele.



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