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Conto Erotico Dominando casadas [Cláudia]

Eu tenho um fetiche por mulher comprometida... casada, noiva ou qual outra situação for. Não é regra pessoal e nem exigência, é um fetiche!

Eu valorizo o sexo com qualidade... Gosto de viver relações SM de dominação/submissão... submeter, humilhar, usar, explorar os desejos, fazer as mulher romper seus próprios limites mostrando um verdadeiro mundo de intenso prazer... é incrível como existem MUITAS mulheres que tem esses desejos reprimidos... sem ter com quem viver isso (nem mesmos seus cônjuges).

Eu sou moreno bem claro – 1,80m – 82kg –olhos castanhos claros - meu pau tem excelentes dimensões.

Certo noite, no chat UOL, encontrei uma mulher, com um Nick: “Kzada Sozinha”.

Ela chama-se Cláudia – tinha 35 anos. Convidei-a pra conversar, um convite sem ser vulgar demais... e ela me deu atenção... Ficamos ate as 2:00h da manhã conversando... Nas primeiras conversas ela revelou as frustrações sexuais com o marido dela (casados há 15 anos).

Cada um passou seu MSN e a partir de então começamos a ter uma amizade gostosa, mas sempre com conversas sobre sexo, fantasias, fetiches. Foi um período de conversa de 2 meses que serviu para um conhecer os gostos sexuais do outro (cheio de confissões e revelações de desejos)!

Ao ver ela por foto e webcam me surpreendi: simplesmente linda. Loira também de olhos verdes. Nunca tinha vistos olhos verdes tão lindos. Parecia a visão de um mar verde. Olhos reluzentes. Eu a elogiei muito por ser tão linda!!

Nosso primeiro encontro foi em um estacionamento em pleno centro de Londrina... Exatamente atrás da Dupaliê Lingerie, em frente ao museu (quem conhece Londrina sabe do que estou falando). Fui pra lá por uma sugestão dela.

Nas conversas anteriores ela já sabia as características do meu carro... fiquei la esperando até que ela chegou no horário marcado e deu umas batidinhas no vidro do carro. Abri a porta do lado do passageiro e ela entrou ficando aquela mulher cheirosa do meu lado.

Ao vê-la pessoalmente foi um tesão incrível... bem mais linda pessoalmente. Cerca de 1,60m – pele branquinha e macia bem cuidada – cabelos naturalmente loiros abaixo dos ombros. Ela me beijava e sua mão já acariciava meu pau por cima da calça (social).

Mas ela surpreendentemente me pediu: -“Quero ver seu pau agora...” me assustei devido ao local que estávamos... arriscado demais. Mas tirei para fora (já estava duro, latejando)... Nunca em toda minha vida eu tinha feito algo em publico, dentro de um estacionamento em pleno centro de Londrina (uma metrópole). O momento era ideal, pois chovia naquele dia e estava muito frio... de forma que e o estacionamento não estava tão cheio como de costume.

Ao ver meu pau, ela pegou na mão e expressou: -“hummmm... que pau hein.. vou me acabar nele!”. Essa frase já revelou ainda mais naquele momento a puta safada que ela era... Ela olhou nos meus olhos segurando o meu pau e falou: -“fique atento para ver se alguém chega perto...”

Acomodou-se no banco ao meu lado, deitando com os braços sobre minhas pernas e engoliu a cabeça do meu pau lentamente com uma boca úmida, gostosa e quente... Meu pau latejou ainda mais ao entrar na boca dela. Que sensação incrível diante daquele momento louco! Ela segurava meu saco entre as bolas e a base do pau, judiando do meu saco segurado puxando para baixo com força, fazendo a cabeça do pau ficar mais exposta pra ela... Qual o HOMEM não vai as nuvens com isso?!

Chupou meu pau por um longo tempo sem me deixar gozar... a cabeça do meu pau já estava doendo com a pressão que ela fazia com a boca. Ela engolia o máximo que podia, engasgava... a saliva dela escorria pelo pau e molhava a calça. Ele estava todo molhado (babado), que técnica incrível ela tinha de dominar uma rola com as mãos e a boca! Chegou um momento eu disse: “to quase gozando...” ela aumentou a pressão ainda mais e eu me controlei pra não dar um urro alto dentro do carro... e GOZEI!!!

Ejaculei muita porra na boca dela. Ela levantou a cabeça olhando pra mim, abriu a boca e mostrou minha porra toda dentro... bem espessa e branca (parecia um leite). Bem devagar e com calma ela foi engolindo lentamente, degustando, olhando fixamente nos meus olhos. Terminando, a cadela abriu a boca e perguntou: -“minha boca ta limpinha, amor?”

Segurando os cabelos dela dei um beijo delicioso nela... no mesmo instante respondi: -“Está, meu amor... gostosa!”

Ela falou: “eu nunca havia engolido tanta porra de um pau de uma só vez...”

E eu falei para ela: “foi você que me deixou com muito tesão”.

Não há palavras que descrevam essa que posso resumir como a MELHOR GOZADA NUMA BOCA EM TODA MINHA VIDA. Eu não esperava que ela fosse me chupar e muito menos me fazer gozar... tão pouco imaginava que ela fosse engolir tudo. Pois era nosso primeiro encontro. Ao colocar meu pau para dentro da calça ela falou: -“hoje você não vai conseguir comer sua esposinha...” E safada tinha mesmo razão, ela detonou o meu pau chupando com tanta voracidade.

Quando a deixei perto de sua casa, antes de sair do carro ela falou: -“se prepare porque os dias que você ficar comigo vou acabar com teu pau. Não quero saber dessa DELICIA entrando na xana da tua esposinha. O dia que você ficar comigo esse dia será só meu... você não vai conseguir comer tua esposinha depois.” E fui embora com essa frase na cabeça.

Já a noite em minha casa, conversando por MSN, marcamos um outro encontro no luxuoso “Egytus Motel”. Um dia antes de irmos a esse motel, mandei um e-mail para ela EXIGINDO que ela listasse suas mais fortes fantasias e fetiches. E ela enviou o e-mail conforme minhas exigências e com pedidos eróticos, tudo que ela fantasiava comigo, seu Dono. Fantasias que segundo ela, o marido não fazia... Porque considerava isso tudo coisa de puta (e esse comportamento dele deixava ela muito frustrada).

nesse e-mail ela pediu: -“(...) me humilhe... me use, me chame por nomes mais pervertidos e sórdidos que puder, me chupe por no mínimo longo tempo até que eu goze na sua boca... quero que me coma somente depois que eu gozar com sua chupada, quando você estiver me comendo de 4 puxe meus cabelos para trás, ainda de 4 bata na minha bunda branquinha pois quero chegar em casa com a bunda em brasas causadas por meu Dono.. meu MACHO, coma o meu rabo sem piedade alguma em todas as posições que me desejar, foda minha boca como se fosse minha buceta e quando terminarmos de fazer amor, me chame de sua Princesa e seja carinhoso comigo (...)”.

Esses pedidos dela foram “poesias” pra mim eu teria momentos deliciosos com minha escrava submissa. Fiz tudo cuidadosamente, fielmente como ela me pediu... descontei as frustrações sexuais que eu estava da minha esposa, fiz o que há anos não fazia mais.

E eu ainda instrui ela, no dia do nosso encontro, que antes de sair de sua casa, que ela olhasse bem nos olhos do marido dela e diria que o ama... mas ao mesmo tempo ela dizendo em pensamento pra ela mesma: “hoje serei puta do meu Dono e te farei ser corno.“

Chegando no motel ela pediu que eu fechasse os olhos e abrisse somente depois que ela pedisse... atendi esse pedido dela. Quando ela disse: -“abra os olhos”, vi em pé na minha frente, uma bela mulher loira com lingeries vermelhas e botas vermelhas 7/8. Tudo davam um contraste na pele e no corpo dela que era algo extraordinariamente lindo!! Era a visão do paraíso!! Aquela escrava linda, era minha!!!

Deitei ela na cama. Comecei beijando a barriguinha dela com seus micros pelinhos loirinhos, fiz ela se virar, beijei o bumbum dela sabendo que aquele belo “rabo” como ela havia dito seria todo meu. Beijei seus lábios, mordi suas orelhas e falei baixinho com certa intensidade: -“hoje você é minha, putinha”. Beijei muito ela, da cabeça aos pés. Beijar aquela pele branca e cheirosa era muito excitante.

Tirei o sutiã dela e acariciei os seios com a ponta a língua fazendo leve pressão circular. Dava pequenas mordidas nos bicos dos seios... Enfim tirei toda roupa dela... mas as botas 7/8 eu não tirei e nem deixei ela tirar... dava um toque a mais de sensualidade naquela loira. Virei ela de bruços, beijando-a... começava pelo pescoço e descia passando a língua no cuzinho.

Abri as pernas dela e pedi que ela segurasse bem abertas e iniciei uma deliciosa e demorada chupada.... estava depiladinha... lisinha (uma delicia), passava a língua nos lábios vaginais, enfiava dentro... depois de longo tempo chupando ela gozou, eu enfiava a língua la dentro e ela se contorcia... Ela gritava: -“prove o gosto da sua cadelinha!!”.

Ela continuando na mesma posição, ordenei a ela: “olhe bem para os meus olhos e não tire o olhos de mim”. Eu encaixei a cabeça do pau na entrada da buceta rosada... e forcei um pouquinho para dentro (tão apertadinha). Tirava a cabeça e enfiava novamente... lentamente... enquanto eu apreciava aquela loira de lindos olhos verdes... até que sem ela esperar, ENTERREI meu pau na xana dela de uma só vez, sem avisar. A reação instintiva dela foi regalar os olhos e dando um urro tão alto que certamente as suítes vizinhas devem ter ouvido. Ficou imóvel sem piscar os olhos por alguns segundos... a xana dela era realmente apertada.

Inclinei sobre ela no ouvido e perguntei: -“doeu, cadelinha?”Ela respondeu baixo: -“sim, meu Dono... mas é uma dor deliciosa...“

Comecei a movimentar meu pau dentro daquela xana apertada lentamente para ela sentir o pau deslizando entro dela... e fui aumentando o ritmo, ela me prendeu com suas pernas. E esse foi o sinal verde, eu passei a fuder a xana dela jogando o corpo dela pra frente enterrando meu pau naquela loira gostosa linda... Eu tirava o pau todo pra fora e enterrava de uma só vez... meu já pau entrava sem dificuldades. Cada vez que eu mudava de posição eu pegava ela pelos cabelos e fazia ela limpar meu pau lambuzado com o gosto da buceta dela (por puro prazer)... eu e perguntava: -“o gosto da sua xana é uma delicia, não é mesmo, safada?”

Coloquei ela de 4 e comi ela nessa posição segurando ela pela cintura, e bombando com força jogando o corpo dela pra frente (e puxava pra trás). Pegava ela pelos cabelos com uma mão e o a outra segurando ela pela cintura e eu gritava com ela: -“cadela tem que comer assim, de 4. Tá gostando, puta?! ” Eu só ouvia poesias para os meus ouvidos: -“tô adorando sim meu macho gostoso, meu depravado... soca essa rola grossa nessa tua cadela. Sou tua, meu Dono!”

Eu aproveitava e dizia coisas pra mexer na alma dela: “você tem um corno em casa que não dá conta de você... ele não sabe a puta depravada que ele tem em casa... assume que você é mesmo uma puta... grite pra todos ouvirem...”

e ela fazia tudo que eu mandava!

Ela de quatro, aquela bunda branquinha... linda... lisinha, não resisti mais... me deitei de costas pra cama... e falei, agora quero teu cu! Falei: “vira de costas para mim... quero ver meu pau entrando cada centímetro nessa bundinha lisinha branquinha...”

Imediatamente ela fez isso, vi meu pau sumindo no cu dela. Ela teve uma certa dificuldade e foi enfiando até eu ver todo meu pau sumir dentro daquela bundinha branquinha quente... bundinha gulosa.... Ela deu um sorrisinho e disse: -“teu pau tá me rasgando por dentro, meu amor! há anos que não dava o cu...”

Ela cavalgou DELICIOSAMENTE no meu pau. Enfim meu pau estava dentro de um cu gostoso... fechei os olhos e fui nas nuvens. Pouco depois coloquei ela em pé na beira da cama, com um pé no chão e outro apoiado em cima da cama com o rabo dela à mostra todo pra mim.

Enfiei a cabeça do pau, segurei ela pela cintura e ela disse: -“já até sei o que vai fa...”

antes dela completar a frase eu enterrei dentro dela sem dó... Ela jogou o corpo pra frente pra frente... mas segurei ela firme... minha puta, minha cadelinha.

Segurando ela firme pela cintura e meti muito no cu dela... Incrível que eu tirava o pau para fora e ele saía do cu dela todo limpinho...

da mesma forma que eu fazia com na buceta dela, eu fiz o mesmo a cada mudança de posição... enfiava meu na boca dela, ela não se fazia de “coitadinha”... abocanhava meu pau e chupava gostosos... eu perguntava: “seu cu também é saboroso, puta?”

Comi o cu da minha escrava, minha cadela putinha por um longo tempo... sem pressa de terminar e em todas as posições. Esqueci da buceta dela... eu dizia: “a buceta você da pro corno em casa... pra mim você sempre dará o cu... eu sou Dono do teu cu e somente eu posso comer!”

Eu enfiava meu pau todo no cu dela... até a bolas encostarem na bunda branquinha dela... enterrava o pau sem dó... ela gritava urrando de prazer só dizendo: “enterra essa rola grossa no meu rabo... me rasga por dentro...”

Eu segurava ela pelos cabelos.... dava tapas fortes ardentes na bunda dela... deixei marcada!

Ela então pediu para ficar por cima de mim cavalgando no meu pau... Ela queria gozar e depois seria minha vez... cavalgando no meu pau frente pra mim ela detonou meu pau. Ela não tinha dó... ela tirava da buceta e enfiava no cuzinho... vice-versa. Ao mesmo tempo ela se acariciava até que gozou, aos gritos e contorcendo todo seu corpo! Que escrava, cadela e puta deliciosa!

Ela deitou por cima de mim ficando imóvel e falou: “espere um pouquinho amor, depois te faço você gozar...” Em seguida foi minha vez e fechei essa primeira transa com “chave outro”. Coloquei ela de 4 na beirada da cama e fiquei em pé no chão...

Fiquei comendo a deliciosa bundinha dela outra vez, menti muito naquele rabo lindo e sem pressa de gozar... quando fui gozar tirei de dentro cu laceado dela, ela se virou sentou na cama e abriu a boca esperando a porra sair do meu pau... E quando fui dar o primeiro jato de porra na boca dela fiz algo planejado (meu sadismo): “enfiei meu pau no fundo da garganta dela... Ao sair o jato de porra dei um urro de prazer gozando no fundo da garganta dela.

Aconteceu o que eu propositalmente planejei naquele segundo, ela engasgou com o fundo da garganta cheia de porra. Ficou vermelha engasgada com a porra no fundo na garganta.... Sorri apenas olhado nos olhos dela e disse: -“isso mesmo minha putinha, engasga gostoso!” Até que ela mesma manteve a calma conseguiu engolir. Depois de refeita da situação deu uma risada gostosa e falou: -“seu sádico, você me paga... me pegou de surpresa...” (foi gostoso aquilo).

Deitados na cama, beijei ela deliciosamente. Passando a mão nos cabelos dela. Beijando o rosto dela. Dei todo carinho a ela, não porque ela havia pedido antes do encontro, mas porque eu senti desejo de fazer isso por ela. Senti o desejo dar carinho a ela como retribuição pela entrega dela. Entrega e dedicação sem limites.

Antes de levar ela pra sua casa, fiz ela ficar de joelhos... gozei nos seios dela... escorreu pelo corpo dela... e a proibi de tomar banho (só poderia tomar banho em casa)... ela se desesperou... mas como uma escrava submissa dedica, ela cumpriu minha ordem. Fiquei observando de longe enquanto ela entrava em sua casa. Voltou a ser a mulher mãe de família acima de qualquer suspeita... porem toda usada, abusada e com corpo cheio de porra de outro homem, seu Dono.

A minha relação com a Cláudia durou meses... Fizemos um bem muito grande na vida do outro... Vivemos outras coisas incríveis. Foi uma relação SM foi verdadeira... Intensa e inesquecível. É uma daquelas historias que a gente vive e tem doces lembranças para o resto da vida.

(contatos e trocas de experiências: bdsm.sul@hotmail.com)



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