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Conto Erotico E viva o cinqüenta tons...

Graças ao livro 50 tons, minha esposa resolveu que deveríamos experimentar este tipo de sexo. Para tanto, comecei a procura de uma submissa experiente para me ajudar a aprender técnicas e tudo mais, e para tanto fui no famoso Google, e comecei a pesquisar sobre o assunto. Encontrei, dentre diversos fóruns e tal, a SBM-42, que ao conversar comigo ofereceu de ajudar nesta empreitada, porém, ela pediu que conhecesse minha esposa, então marcamos em um restaurante de são Paulo. Lá chegando, surge uma linda mulher nos seus 42 anos, loira, bem cuidada, e depois de dos nos apresentarmos acabou por dizer que ficou muito excitada de ensinar um homem nas artes da dominação, para utilizar com sua esposa. Lá explicou alguma coisa sobre submissão, e tal, e nos explicou que aquilo que vimos no livro 50 tons de cinza, é uma espécie de submissão light, que ela adorava, as outras tendem a ser mais “violentas”, então ela disse que gostaria de falar pedir autorização para minha esposa de acabar fazendo sexo comigo, uma vez que seria impossível ensinar sem acontecer na prática, e que ela não era experiente nisso, pois todas as vezes que relacionou-se assim foi com um dominador experiente. Feito os ajustes marcamos um sábado em um hotel famoso de Atibaia-SP, reservamos duas suítes, uma para mim e minha esposa, e outra pra ela. Chegamos na sexta-feira, minha esposa estava cansada pois havia acordado cedo para trabalhar, então foi dormir e eu fui pro quarto da minha Submissa. Lá chegando, sentamos na cama, e ela disse assim: Bom, é meio instintivo a relação submisso-dominador, então vá ao banheiro, que eu vou ficar em posição de submissão, lembre-se, o dominador tem mais fetiche em dar prazer à submissa do que em ter prazer...enquanto a submissa acaba por sentir prazer para agradar o dominador. Entrei no banheiro, tomei um bom banho, coloquei um roupão, e excitado, porém tenso, sai do banheiro e vi a seguinte cena, a minha submissa estava ajoelhada no pé da cama, sem olhar para mim, com as palmas das mãos para cima, nua, os cabelos cobrindo os seios, e um bilhete em cima da cama. Depois de apreciar aquela bela mulher por alguns instantes, peguei o bilhete que continha as seguintes regras: 1- Eu só falo se você ordenar; 2 – Se eu disser ‘mandrake’ acabou a brincadeira – ou seja, não pare se eu disser pare; 3 – Me faça gozar, de todas as formas possíveis, é esse o objetivo; 4 – Prolongar o orgasmo é uma forma de sofrimento, uma leve dor/sofrimento estimula a intensidade do orgasmo; 5 – Que comece a brincadeira... Eu não sabia por onde começar. Então falei assim: Cadê minha cachorrinha, minha cachorrinha, tá com saudade tá, ela disse sim com a cabeça, eu disse vem aqui vem, então ela veio engatinhando, exagerando no rebolar, muito sensual. Eu sentei na cama, e pedi, vc foi uma cachorrinha malvada, e precisa de umas palmadinhas, sobe aqui, e pedi pra ela colocar a barriga nas minhas pernas como uma criança a receber uma represália. Ela estava limpa, cheirosa e totalmente depilada, então passei a mão em sua bunda e rocei de leve meu dedo em sua bucetinha, que estava começando a ficar úmida, então sem pensar dei-lhe um belo tapa na bunda que fez minha submissa gemer de tesão. Acariciei sua bunda que ficou levemente avermelhado e coloquei um dedo em sua buceta, bem de leve, como uma siririca normal, fazendo um leve vai e vem com o dedo, fazendo-a gemer bem gostoso, e mexer o quadril cada vez mais intensamente, então outro belo tapa na outra nadega, fazendo a não conter e gemer alto. Tirei ela do meu colo, e a colquei de quatro na cama, e voltei a fazer um vai e vem com o dedo ainda, meu pinto implorava uma buceta, mas me contive, era essa idéia. Então, sem pensar, a puxei pelo cabelo fazendo-a fazer aquela curva com as costas que os homens tanto adoram, e vi aquele seu cuzinho limpinho, intocado, precisando de uma acariciada, perguntei pra ela, cadê seus brinquedinhos, cadê, eu sei que você tem. Ela apontou para a sua mala, ao abri-la, vi um par de algemas, alguns pintos/vibradores, escolhi um pequeno, e coloquei na boca dela pedindo para que chupasse bem, era de uma transparência fosca, acho que era de silicone. Tirei de sua boca, peguei meu dedo e fui massageando seu cuzinho, que começava a relaxar, até que aos poucos ele foi aceitando meu dedo, então tirei e colei o brinquedo que devia ter uns 10 cms, no cú dela, quando entrou ela deu uma gemida, fui até a mala de novo e achei um conjunto de bolinhas trespassadas por um fio que achei mais interessante para a minha brincadeira. Peguei então aquele cordão, tirei “supositório” bem vagarosamente, e pude perceber que minha submissa já estava suando. E coloquei uma bolinha em seu cú, ela gemia de prazer, coloquei mais umas bolas, e deixei umas 8 para trás, e disse, pronto, minha cadelinha já tem rabo agora. Abri meu Roupão, e meu pinto que estava duríssimo e esfreguei na cara dela, eu disse, coloca a língua pra fora, e ela com uma cara de espanto – acho q isso era novo pra ela, e passei meu pinto em sua língua, quando ela ia chupar, eu tirava, e esfregava de novo, quando eu vi que o tesão aumentava demais, eu parei, não queria gozar, quando olhei no relógio, percebi que já fazia mais de 1 horas que estávamos brincando – era por isso que ela suava, voltei ficar perto da bunda dela, acariciei sua buceta mais uma vez, quando ficou larguinha mirei a cabeça, e entrei de uma vez... Estava deliciosamente quente, graças a grande estimulação, ela gemeu muito alto, então comecei a fuder com força, segurei em sua cintura e meti com muita vontade, a cada estocada ela gemia mais e mais, sem pensar, lhe dei um belo tapa na bunda que a fez urrar de tesão, é meio mágico, a gente sabe o que o outro quer... Ela começou a gemer cada vez mais alto, eu vi que ela estava prestes a gozar, aumentei a velocidade da estocada e segurei com a mão o cordão com as bolinhas para ficar preparado para o que eu queria, ela não se conteve o começou a “dar ré” enquanto eu estocava com vontade, quando veio o urro de orgasmo eu puxei as bolinhas de uma vez, o que a fez amolecer caindo de bruço na cama. Antes que ela adormecesse eu a mandei virar, o gozo quase saindo, a montei, e bati uma punheta gozando nos seus peitos... Ao acabar, me levantei e por instantes eu perdi o contato visual com ela, achando que ela dormiria, quando volto a olhar ela estava ficando na posição de submissão inicial. Eu disse, vá tomar banho e vá deitar, amanhã volto para conversar... (Continua)
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