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Conto Erotico Escravinha do meu Professor

Tenho 16 anos, curso o segundo ano do Ensino Médio, me chamo Alice. Ainda não consigo acreditar em tudo que tem me acontecido nesses últimos dias. Aqui contarei a minha história. Esse ano, meus pais resolveram se mudar para Brasília. Cenário muito diferente do qual estou acostumada: São Paulo. Colégio novo, não fiz muitas amizades, sempre fui muito tímida. Era um inferno ter de acordar cedo todos os dias e encarar todas aquelas pessoas que me olhavam estranho. Minha rotina era pra mim um infindável tormento... até que eu conheci o Samuel. Professor de Literatura e sonho de muitas garotas da minha sala. Como sempre gostei muito dessa matéria, o admirava pelo seu vasto conhecimento sobre todo e qualquer assunto. Enquanto todos dormiam em sua aula, que consideravam um saco, eu o ouvia atentamente, prestando atenção em cada palavra. Passei a nutrir por ele uma paixão estranha, um fascínio, certo encantamento. Ele recitava poemas lindos, belíssimos, e eu os ouvia sempre me deleitando com cada verso. Sempre que ele entrava na sala, um arrepio me corria todo o corpo. Aos meus olhos, ele era perfeito: Alto, muito pálido, cabelos castanhos. Usava óculos e por trás deles olhos cor-de-mel, meio esverdeados. Uma barba contornava o rosto perfeito. Fora da sala de aula, ele não falava com ninguém e muitos o consideravam até rude, de certa forma. Tinha uma voz doce, embora grave, e lábios muito rosados, bem desenhados, o que me rendia muitos pensamentos absurdos... Secretamente, comecei a nutrir dentro de mim uma paixão que eu tentava reprimir com todas as minhas forças, mas que vinha à tona sempre que eu lembrava do seu sorriso perfeito enquanto ele falava dos meus - nossos? - escritores favoritos. Certo dia, ao fim de uma aula, enquanto eu me perdia em devaneios, ouvi o meu nome. A turma inteira conversava, ele corrigia umas provas à mesa. Estranhei, mas me dirigi até onde ele estava, com pernas trêmulas. - Alice, quero que fique aqui quando o sinal bater, há um assunto que preciso tratar com você. Disse isso sem me olhar, como se eu não estivesse de fato ali. Assenti com a cabeça e voltei ao meu lugar, nervosa. O que seria? A ansiedade crescia dentro de mim, e a partir daquele momento os minutos passaram lentamente, se arrastando... Quando o sinal de saída bateu, meu coração ficou tão acelerado que eu pensei que a qualquer momento ele poderia sair pela minha boca. O amontoado de gente saiu pela porta, mas eu permaneci sentada, como o combinado. O professor também não se levantou. Finalmente me vi sozinha. - Feche a porta, Alice. Novamente estranhei, mas obedeci, acreditando ser um assunto muito sério. Caminhei em direção a ele, mas antes que eu pudesse chegar, ele ordenou, ainda sem me fitar: - Sente-se. Disse em tom tão severo que não hesitei. Sentei, ansiosa, de pernas cruzadas. Um silêncio perdurou e a minha curiosidade só aumentava. - O que o senhor tem a tratar comigo? - perguntei, reunindo as minhas palavras mais educadas, em um tom doce, quase sussurrado. Ele me olhou dentro dos olhos, me intimidando: - Não deixei você falar, Alice. Cale a boca. Me assustei e, por medo, não disse nada. Já sentia vontade de sair pela porta, quem ele era pra falar assim comigo? Mas algo me manteve ali, parada, grudada à cadeira. Alguns longos minutos se passaram, até que sua voz ecoou pelo aposento: - Venha aqui. Levantei timidamente, esfregando as mãos e fui até ele. Ele novamente me penetrou com um olhar que me fez sentir despida. Sorriu. Aquilo tudo era muito estranho, mas ao mesmo tempo mágico. Havia algo de magnético naquele olhar, naquele sorriso... Ele arrastou os olhos ao relógio e sorriu. - Todos já devem ter ido embora, ninguém viu você ficar aqui... Um calafrio me percorreu a espinha. O que era aquilo? - Olha pra mim. - ele ordenou, secamente. Não ousei desobedecer. Com dificuldade, pendurei o meu olhar ao dele, cheia de pudor. - Você é tão linda... Ele se levantou, ficando diante de mim. Eu parecia pequena perto dele. - Não ouse falar nada. A não ser quando eu permitir, entendeu? Já não sabia mais no que pensar, apenas respondia ao que ele dizia: - Sim. Ele me olhou com olhar de reprovação, me deixando intimidada. - É, é linda mas pelo visto ainda tem muito o que aprender, não é, putinha? - Disse isso me olhando com olhos desafiadores. Estremeci. Putinha? Mas parte de mim, no meu íntimo, gostou. Essa palavra soou como poesia aos meus ouvidos, era essa a verdade. Eu não entendia mais nada, mas queria continuar aquilo, fosse o que fosse. - Não é sim. É sim, senhor. Repete. E eu repeti: - Sim, senhor. - Muito bem, está aprendendo... Putinha obediente. - Tirou um cigarro do bolso. - Você, a partir de agora, é minha. Faz o que eu mandar, entendeu? Há muito tempo quis fazer isso. Estava abismada, mal podia acreditar no que eu ouvia. Em meus olhos, o medo estampado. Estava paralisada, não pude responder. Foi quando ele, instantaneamente, me agarrou pelo cabelo com força e sussurrou no meu ouvido: - E me responda quando eu falar com você, sua imbecil! Ouviu? Ouviu, minha cadelinha? Lágrimas brotaram nos meus olhos, eu quis gritar mas estava amedrontada demais para isso. Apenas assenti e sussurrei de volta: - Sim, senhor. - Isso. Sobe na mesa. - O quê?! - Aquilo tudo era muito surreal. "Deve ser um sonho" pensei. - Não questione, cachorra. Apenas obedeça. Não entendeu? Por que vocês, menininhas, são tão desobedientes? - Por que você está fazendo isso comigo?! Consegui falar, afinal, entre lágrimas. Ele balançou a cabeça negativamente. - Ah, Alice... - disse, repreendendo-me com um olhar decepcionado. - Você não aprende mesmo. É tão boa no Português... Acho que vou ter que te dar uma liçãozinha, né? Pega aquela régua pra mim, anda. Sem entender, fui até o local indicado e trouxe a ele a régua que ele apontara. - Muito bem. Agora, fica de quatro. E não ouse me desobedecer, você não sabe do que sou capaz. Dizia isso com uma naturalidade absurda, que fazia crescer dentro de mim um ódio quase insuportável. Na esperança de acabar logo com aquilo, subi na mesa, apavorada. - De quatro. - ele repetiu. Deslizava os dedos pela régua de metal. Lentamente me coloquei na posição que ele tanto desejava. Nunca havia feito isso. Meus olhos tentavam impedir que as lágrimas caíssem, mas era difícil. - Não limpa o rosto, putinha, quero ver essas lágrimas apavoradas... E eu chorava ainda mais. Fiquei de quatro e por alguns minutos ele apenas me observou, fitou-me. Sorria às vezes, outras chegava a gargalhar, como se estivesse diante de espetáculo de comédia. - Adoro vocês, garotas. Tão pequenas... Olha só pra você... Sentou-se em uma das cadeiras, ficou me olhando. - Muito bem, agora tira a blusa. Devagar. Não, aquilo era demais. Simplesmente demais. Não, eu não cederia. Precisava gritar, chamar alguém, precisava... Mas o seu olhar era hipnotizante, parte de mim estava louca para ceder a todas as suas vontades. Uma parte de mim que eu não conhecia. Resolvi então, simplesmente, entrar no jogo. Queria apenas ir embora. Esqueceria tudo - só podia ser um sonho... De olhos fechados diante de tanta humilhação, tirei a camiseta do colégio devagar, como ele havia mandado. Tinha muita vergonha do meu corpo, nunca havia ficado nua na frente de ninguém e ainda era virgem. No entanto, apesar do medo, da dor, eu sentia que entre as minhas pernas algo pulsava. Sentia-me excitada. Estava ficando louca? Devia estar delirando... Fiquei assim, pra ele, de sutiã. Sempre tive seios pequenos e carregava comigo muitos complexos. Ele sorriu: - É, pelo visto está aprendendo... Assim que tem que ser, eu mando, você obedece. Tira o sutiã. Imaginei que tudo aquilo não estava realmente acontecendo e me entreguei, tirei o sutiã ficando completamente exposta. Notei que o biquinho dos meus seios estavam durinhos. - Que lindinhos. - ele elogiou. - Tão pequenininhos. Será que cabem na minha boca? Não sabia se ele estava falando comigo ou apenas pensando alto, então continuei calada. Ele levantou, aproximou-se de mim, me olhando dentro dos olhos. - Olhe para o chão. Eu imediatamente obedeci, como se meu corpo já não fosse mais meu. Aceitei o fato de que, sim, queria me render. No fundo eu queria tudo aquilo, queria mais. Ele ficou me olhando de perto por algum tempo, fazia tudo com muita calma. Pude ver meus mamilos se enrijecerem ainda mais, um sentimento esquisito começou a tomar conta de mim. - Você quer... Ele dizia, sem esperar resposta. De repente, colocou o metal frio da régua sobre um dos meus mamilos e a sensação, confesso, foi deliciosa. Um gemido baixinho me escapou pelos lábios. Ele riu. Riu muito. - Que inútil você, se traindo desse jeito... Cadê o seu orgulho? Você não tem orgulho. Diz isso. Anda, diz que não tenho orgulho nem amor-próprio. E eu disse, baixinho: - Não tenho orgulho nem amor próprio. Ele sorriu, acariciou um dos meus seios, enquanto roçava a régua no outro. - Boa garota... Me deu uns tapinhas na cabeça. - Estica as pernas pro alto. - ele ordenou. Dessa vez eu logo obedeci. Ele escorreu as minhas calças pela minha coxa e pernas, bem devagar. Passou a mão pelo meu corpo nu. Tirou a minha calcinha. Eu continuava em silêncio. Com uma das mãos, em um gesto quase automático, tentei esconder a minha parte íntima, nunca vista por nenhum outro homem. Ele me reprimiu, dando um tapa com a régua na minha mão. Doeu tanto que soltei um gritinho involuntário, que fez ele se deliciar. Com uma força bruta, ele abriu as minhas pernas, me deixando completamente exposta, vulnerável e humilhada. Parte de mim rezava para que alguém entrasse, a outra para que ninguém nunca soubesse. Ele cuspiu na minha bocetinha. - Depiladinha do jeito que eu gosto, pronta pra levar. Eu enrubesci. - Vira de costas, deixa eu ver essa bundinha. Virei a bundinha pra ele, já sentindo certo prazer em tudo aquilo. - Fica de quatro. Obedeci. - Abre bem esse cuzinho, putinha. Ah, que delícia, rosadinho... Isso... Muito bem... Agora fecha os olhos. Não abre. Fechei e nada aconteceu. Só depois de alguns minutos senti uma língua quente deslizar pela minha bunda, parando no cuzinho. Senti ele meter ela lá dentro, o que me faz arrepiar toda. Quis gemer, quis gritar, era bom demais, gostoso, proibido. Mordi os lábios, sem conseguir me conter de tesão. - Ah, então você tá gostando, né, cadelinha? Quem é o seu dono, hein? Diz pra mim. E eu disse. Você. - Me chame de senhor, sua putinha sem costumes. E me estalou a régua na bunda. Ardeu muito, mas não pude sequer passar a mão para amenizar a dor. - Você, meu senhor. E ele sorriu. - Muito bem... E outro estalo. Lágrimas voltaram a me escorrer pelo rosto. Mas lágrimas diferentes, de tesão... Cuspiu no meu cuzinho aberto e enfiou um dedo de uma vez só. Foi uma sensação de dor e prazer entrelaçados. Eu não pude evitar: gemi gostoso.   [continua]...