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Conto Erotico Esquentando o casamento 2

Sugiro que leia todos os textos, pois é uma seqüência, de como eu consegui mudar meu casamento para muito melhor. Depois daquela dias na ilha, onde fomos nos redescobrindo, tive que voltar a realidade. Minhas férias acabariam na segunda feira, mas na sexta meu chefe ligou. Ele olhou o celular tocando, olhou pra minha cara e disse que eu não ia atender. Que estava de férias. Levei na graça e me dirigir ao celular, ele me olhando. Senti um frio na barriga, como se tivesse fazendo a coisa mais errada do mundo: desobedecendo a uma ordem. Toquei no celular, e desliguei a chamada, colocando no silencioso. Olhei pra ele sorrindo, meio desconfiada - Só ia colocar no silencioso, pra não nos perturbar, falei com a voz quase chorosa. Não sei o que me deu, nunca tinha sido assim. Ele nunca tinha interferido em trabalho, amizade, viagem ou qualquer outra coisa em relação a mim. Nos últimos anos mal nos falávamos, apenas o básico; nem vida social tínhamos juntos. Aquilo me deu um nó na garganta, uma vontade de chorar. Corri pro banheiro e chorei ate os olhos ficarem inchados. Quando voltei ele estava no sofá, a luz do abaju acesa, a TV ligada... vim devagar, como uma cadelinha que se perdeu na mudança, olhar baixo, as pernas tremulas. Senti no carpete no chão... passei os dedos em seus pés, comecei uma massagem (fazia anos que não fazia aquilo) - Desculpa, me perdoa. Eu, eu sei que eu errei, mais não sei onde. Eu me sinto como se merecesse uma surra, como se tivesse te ofendido. Não queria me senti assim, tão.. tão... Não tenho palavras pra demonstrar como estou me sentindo. Você me perdoa? Por favor. Não quero te decepcionar. Não quero que essa sensação nova, que é de estar viva novamente na sua vida se apague. Quero que nossa vida seja sempre assim. Me perdoa. Ele ficou calado por mais de cinco minutos. Ele me puxou devagar pelos cabelos, baixou a bermuda e enfiou seu pau na minha boca. Não hesitei e comecei a chupar... Bem devagar. Ele começou a falar sobre nós, sobre minha distancia nos últimos anos, sobre as vezes que queria me segurar pelos cabelos e me amarrar na cama, em virtude das minhas constantes viagens. Enquanto falava ele alternava carinho e puxões de cabelos. Apertada as minhas orelhas, puxava... um misto de dor e prazer. Sentia-me molhada, mas concentrada em chupar e ouvir cada palavra dele. - Lembra que você viajou no nosso aniversario de casamento. Eu tinha preparado um surpresa, e você me liga, dizendo que tinha um vistoria em um interior qualquer. Me deu tanta raiva. Eu sai. Segurando mais forte minha cabeça no seu pau ele me confessou que comeu uma puta, que bateu nela (com consentimento) e que depois disso morria de vontade de me bater, de me deixar marcada, mas sempre lembrava minha área de atuação, minha vida de defesa de direitos, e não queria pagar por um erro que eu tinha cometido. Lagrimas rolaram quando soube da traição. Não fiquei com raiva, nem nojo, nem nada, só tristeza. Mas não conseguia culpá-lo. Sabia que era verdade o que ele dizia. Sabia que minha vida era o trabalho, a família, os estudos. Chupei seu pau mais forte, mais ávida, com uma fome de puta. Tinha que, de alguma forma, recompensá-lo por me ainda me querer. Segurei sua mão, e ajudei-o a dar uma tapa no meu rosto. Senti seu pau pulsar na minha boca. Ele me olhou, e deu outra tapa, forte, dolorido. Não consegui segurar a lágrima. Tirei o pau de minha boca e ofereci minha face, de novo. Ele bateu mais duas vezes e enterrou a pau em minha garganta. Fodeu ela como faz com minha xana, que nesse momento já estava inchada, ate gozar, me fazendo engolir tudo (o que eu fiz com muito gosto). Ficamos ali, no sofá por mais umas duas horas, sem querer voltar a realidade. Literalmente sem saber o que fazer. Minha cabeça rodava; os pensamentos iam desde o medo do que estava fazendo, de quebrar meus princípios, ate a excitação e a certeza que não estávamos fazendo nada errado, afinal ele é meu marido (de papel passado e tudo mais). Ele foi o primeiro a esboçar uma reação. Levantou, pegou o celular e me entregou: liga pra ele. Segurei o celular, olhei as horas. Eram 11 da noite. Sabia que Osório estaria acordado. 12 ligações pedidas dele, e uma mensagem. Olhei pra meu marido e falei da mensagem. Ele não esboçou reação negativa. Estava frio, distante, leia, resolva sua vida; mas vi que ele me olhava com o canto dos olhos. Abri a mensagem e tinha a indicação de ler o diário oficial do dia anterior. Comentei com o marido e já sabia mais ou menos do que tratava, tinha saído a minha promoção, e com isso um novo cargo que envolvia muitas viagens. Quando fui perguntada sobre o cargo, e falei com ele, isso uns quatro meses antes, ele achou ate que seria bom, pois poderíamos comprar um apartamento mais espaçoso, e outras coisas, tudo material. Mas e agora? O que eu iria fazer? Meu estomago estava embrulhado. Levantei e liguei o note, que esta em cima da mesa. Sentei, abri a pagina do site sem coragem de prosseguir. Ele veio e sentou junto de mim, me abraçou, me encheu de beijos e me falou que seja como fosse estaria ao meu lado, e me fazendo rir, disse que se eu viajasse muito, quando chegasse me daria uma surra, de me deixar com a bunda roxa. Era o apoio que eu precisava. Ele tomou o note, e foi procurando e achou a minha nomeação, a qual tomaria posse no inicio da semana seguinte. Sabia de antemão que viajaria pelo interior da Bahia e também em viagens para outros estados e possibilidade de viagens internacionais. Ele me deu um beijo e me levou pra cama, e fizemos amor a noite inteira, com direito a chupões, mordidas, xingamentos... Porem tudo bem leve, nada ligado a nossa nova vida BDSM.
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