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Conto Erotico Esquentando o Casamento 3

Depois daquela conversa as coisas foram chegando pra o lugar. Embora tenha sido nomeada para um cargo que me levaria a diversas viagens, os três primeiros meses foram basicamente de cursos e treinamento, aqui na capital baiana mesmo. Fiz um curso em Brasília, mas meu marido aproveitou e foi visitar nossa filha que morava lá, e não ficamos longe um do outro. Esqueci de dizer que devido a um acidente de trabalho, meu marido tinha sido aposentado por invalidez, fato que o deixava frustrado, porem com uma boa pensão todo fim de mês. No mês que começaram as viagens as coisas começaram a dar errado. Ele já tinha se acostumado a me ter para os menores caprichos: uma massagem, uma chupada, um local pra por objetos (isso eu conto depois), uma escrava em tempo quase integral. As coisas pioraram quando eu não retornei de uma viagem, emendando duas semanas de trabalho exaustivo. Nos falávamos todos os dias, mensagens picantes, conversa na webcam; quando eu saia pra viajar deixava tudo organizado: comida, faxineira, diarista. Sabia que não faltaria nada para ele, a não ser eu. Eu me sentia culpada por ter que ficar, mas as condições do trabalho me impunham a isso, e não tinha sido só eu, toda a equipe estava lá, unida, para terminar um trabalho. Sabia que teria praticamente uma semana de folga depois disso. Poderia fazer todas as vontades dele, mas ele não entendeu assim. Liguei pra ele na véspera de voltar, perguntando como estava, e ele falou que iria pra ilha e que era pra eu ir encontrá-lo. Disse pra eu passar em casa, e que tinha uma mochila e roupas para mim. E que não ia atender mais as minhas ligações. Só falaria comigo na ilha (de Itaparica). Cheguei a casa no meio da tarde. O calor era infernal. Coloquei as malas no quarto e vi seu bilhete: Não desarrume suas malas, nem tome banho. Mude de roupa, e venha. Eu estou esperando. Seu Marido Olhei pra cama e vi um minúsculo short branco, com uma tanga fio dental e uma blusa mal comportada. Eu iria de carro, mas e a fila no ferryboat??? e a vergonha de passar pelo porteiro? Pensava apenas em agradá-lo, mas como sou um tanto desobediente, tomei um banho, vesti a roupa, me olhei no espelho.. não estava feio... mas eu não tinha coragem de usar esse tipo de roupa. Parecia uma periguete. Depois de dez minutos de hesitação, peguei um lanche, coloquei na bolsa, peguei a mochila e desci pra garagem. Esqueci de dizer, que ele queria que eu usasse saltos, mas como ia dirigir, desci de salto, com um outro calçado na bolsa. O porteiro quase desmaia... rsrs fiquei com vergonha, mas também excitada. Nunca ninguém tinha me olhado assim. Consegui chegar em casa já de noite. Tinha deixado o salto alto no banco do carona, pra não esquecer.. mas foi em vão. Desci de sandálias baixas. Carregando a mochila. Ele estava sentado na varanda. Lendo seu livro. Olhou de longe. Nenhuma reação. Vim andando em sua direção. -Se não trouxe o salto, volte a salvador e busque. Falou de forma grosseira. Voltei ao carro. Sentei, troquei o salto e retornei. Uma parte da garagem a casa é de areia e ele me olho, sorrindo com os olhos, o meu salto enterrando na areia, me fazendo perder o equilíbrio. Me sentia perdida, com um medo do desconhecido. Ela já tinha dito que iria me castigar. Eu sabia disso. Metade de mim ansiava por este momento. Outra metade morria de medo, sem saber se era bem aquilo que eu queria. Cheguei junto dele. E ele ordenhou que eu me ajoelhasse. Tocou todo o meu corpo, ali na varanda da casa. Me deixou de quatro. Entrou e trouxe uma coleira, grossa, e colocou no meu pescoço. Colocou uma corrente pesada e me disse que hoje começaria meu adestramento.
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