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Conto Erotico Estuprando a empregada...

Vou me chamar pelo meu sobrenome para não dar bandeira, mas quando tinha uns 19 anos, começou a trabalhar na minha casa uma empregada, que tinha uma carinha muito safada. era casada, tinha uns 25 anos, mulata, e um corpo bem delineado. ela, mesmo casada, gostava de andar com, ora um xortinho apertadinho, ora uma minissaia bem curta. quando ia no meu quarto (eu acordava tarde, umas dez da manhã) ela parece que de propósito, se abaixava bem para mostrar a calcinha atoladinha ou o xortinho bem entalado na bunda. certo dia, sumiu 10 reais na minha carteira. outro dia 15 reais. fiquei indignado, pois minha família na ia me roubar, só poderia ser aquela cadela, pois ela tinha livre acesso a meu quarto. fiquei mais esperto. no dia seguinte acordei mais cedo e aguardei ela entrar no quarto. tinha deixado uma nota de 10 reais bem a vista no lado da minha cama. quando ela entrou, viu a nota e pé ante pé ela veio em direção a onde estava o dinheiro. abaixou-se, foi pegar a nota e segurei-a pelas mãos. "- vagabunda, te peguei, sabia que era tú sua vadia, não tem vergonha, casada com filho pequeno e roubando teus patrões... agora vais ter que responder na polícia!" - disse para ela. ela, pega de surpresa, me implorou que por favor eu não fizesse isso, pois ela precisava do emprego e não fosse a polícia, pois o marido dela era muito violento e bateria muito nela, talvez até matasse... que eu fizesse o que quizesse com ela, poderia bater nela, humilhá-la, até quem sabe ela "daria" o que eu quizesse...
bem até que ela era bem gostosa, casada, aumentava a minha tesão... mas neguei, disse que não, agora ela ia pagar. ela se atirou no chão, desesperada e me disse: "- pode me comer, agora!" tirou a roupa e abriu as pernas e se ofereceu toda para mim... neste momento, disse para ela, vai tomar um banho, que vou pensar. vai para teu quarto e me espera lá.
dei um tempo, me certifiquei que minha mãe só voltaria a tarde para casa e fui até o quarto dela... ela estava com a minissaia, aquela bem curtinha, só com um bustiezinho, cubrindo seus seios, aparecendo a barriguinha, num cantinho do quarto com um olhar de o que vais fazer comigo... mandei ela se levantar e apoiar-se na cama, curvando-se, mostrando seu traseiro para mim. levantei sua minissaia e apliquei-lhe varias palmadas nas nádegas. quando ela começou a chorar, aumentei o ritmo, deixando bastante vermelhas, suas nádegas... "- vai me roubar de novo cadela?" - gritava eu "- puta, vagabunda, teu marido te bate assim sua chinelona?" bati nela bastante até ela gritar bastante...
baixei suas calcinhas, empurrei-a na cama e falei: "- agora vou enterrar minha pica no teu cú, sua puta..." ela se desesperou, dizendo que não, no rabo não, pois nem o marido que era bem maluco e violento não tinha comido sua bunda ainda... batí mais um pouco naquela bunda gostosa, e a cada palmada, sacudia bem aquelas nádegas, de um lado para outro. levantei bem aquela bunda, abri suas nádegas e quando aquele ânus se abriu para mim, enfiei meu pau de uma vez só, direto, bem no fundo até tocar minhas bolas naquelas nádegas... comecei a movimentar meu pau para cima e para baixo... ela gritava de dor e eu ia enfiando... "- toma vaca, isso é para tí aprender a não me roubar..." rasquei seu bustiezinho e segurei suas tetas, e que tetas, enormes, maiores que aparentavam dentro das camisetas que usava... quando ela quase desmaiou de tanta dor, eu gozei... botei neu pau na boca dela e fiz ela engolir tudo, gota a gota... caiu um pouco na cama dela e fiz ela lamber o restante. terminado a sessão, disse para ela tomar banho e se ela contasse para alguém, iria imediamente, na polícia dar queixa. ela fez que sim com a cabeça e oi fazer o que mandei.
foi a melhor foda da minha vida e qual não foi a minha surpresa, no dia seguinte, ela entrando no meu quarto, indo direto para minha carteira, com um sorrizinho sacana. tive que novamente repetir a dose com a puta da minha empregada... por fim, até hoje, ela ainda vai ver se tem alguma coisa na minha carteira, uns tempos atrás com uma vizinha dela junto que ela levou para ajudá-la lá em casa uns tempos...

fim.