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Conto Erotico Fui estrupada

Oi, meu nome é mônica, vou contar o que aconteceu comigo,estudo a noite, faço o último ano colegial,sempre quando vou para casa depois das aulas, estou acompanhada de minhas colegas, precisei trabalhar, por isso tive que estudar a noite, bem, sou morena, 1m e meio, magra, nada demais, seios pequenos, bunda media, cabelos compridos e sempre faço um rabo de cavalo, uso óculos, o que vou contar se passou em uma noite sem lua, estava no colegio fazendo prova de matemática, e estava dificil, demorei demais, minhas colegas foram embora,quando sai não vi ninguém na rua, a rua estava totalmente escura, mas como moro em uma cidade do interior, não tinha muito medo de sair sozinha, bem, fui embora, mas tinha a impressão de ser seguida, olho para tras mas não vejo ninguém, até passar perto de uma construção, estava tudo deserto, ai derepente, sinto alguém por detras de mim, tento correr, mais ja era tarde, sou segurada com muita força, e minha boca é sufocada por uma mão mal cheirosa, me debato mais não adianta, sou levada para dentro da construção, começo a me debater desesperadamente, quando um punho fechado atinge meu estomago, me dobro ao meio, sentindo dores, ai a pessoa me diz, ' não adianta chorar piranha' "seu cu é meu", meu coração dispara de medo, ainda no chão tento rastejar, mas sinto o homem pegar meus cabelos e puxar e ai me dá um tapa no rosto, " fique queta, cadela" ele me joga contra a parede e me aperta, pega nos meus seios e aperta como se fosse de borracha, eu tentei gritar, mas ele tampava minha boca enquanto aperta meus seios feito um louco, nesse dia estava com o uniforme da escola, saia prensada e blusa branca de botão, ele mexe na calça sinto que esta tirando ela, me encosta mais no muro, desce suas mãos até minha calcinha e puxa para baixo, ate conseguir tira la, ponhe a mão em volta do meu pescoço e começa me estrangular, enquanto mete a outra mão na minha vagina, e enfia o dedo dentro dela, nossa doeu, eu não podia gritar com aquela mão no meu pescoço, apertando conforme ele enfiava a outra na minha buceta dolorida, ai ele para segura minhas pernas,e me abre, me deixando pendurada, suspensa, entre ele e a parede, pega seu pau, procura minha racha, e enfia sem dó, ai eu gritei, ele soltou uma perna e me teu um murro na barriga denovo, voltou a me segurar e foi metendo, vai e vem, cada vez mais louco,começa a morder meus seios, que estava bem na frente de sua boca, no escuro eu não poderia visualizar sua fisionomia,vai metendo," ta gostando cadela, ta? que xota gostosinha, apertadinha, sou seu primeiro macho, vaca, em? em? ce ta gostando? seu pudesse te rasgava todinha,ai,ai, bucetinha toma, toma, do seu macho," e ficou falando e metendo ai me jogou no chão e deitou em cima, voltou a meter, " me dá sua lingua, vou chupa la, ai que boquinha gostosa" ele me machucava, com aqueles beijos, ficou me beijando e trepava cada vez mais forte, pegou minhas pernas e arregaçou de uma vez e acelerou as estocadas," Vou gozar, puta, ai..........ai...., vou encher você de porra, " ai sentir uma quentura, ele gemeu como se tivesse aliviado, se levantou, me pegou pelos cabelos e começou a me bater, e chutar até que desmaiei, quando acordei estava sozinha, toda dolorida, recolhi minhas coisas, bolsa ,óculos e cadernos, e fui me arrastando para casa, minha mãe desmaiou quando me viu, eu não quiz ir para o hospital pois estava com vergonha, só um tempo depois fui fazer alguns exames, mas esta tudo bem, voltei estudar durante o dia, não sei quem foi aquele homem,mas todo estranho se parece com ele.



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