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Conto Erotico Primerira vez com meu Dono

Finalmente apos quase 3 meses teclando, finalmente iria conhecer meu Dono. A ansiedade e o medo estavam tomando conta de todo o meu ser, mas o desejo de conhecê-lo era maior, a vontade de estar nos seus braços e sentir o seu gosto fizeram de mim a mais corajosa das cadelas. Viajei por aproximadamente 3 horas de ônibus só para sentir o seu calor. O tesão que me tomou durante a viajem era enorme, pois apesar de não conhecê-lo, sabia do que era capaz, afinal de contas, por quase 3 meses ele me ensinou o que era a submissão, o que gostava e, como eu, enquanto cadela deveria me comportar. Eu, não sabia o que me esperava, só sabia que estava disposta. Cheguei no terminal e ele ainda não havia chegado!!! O medo tomou conta de mim… Pensei: – ELE NÃO VEM!!!! Mas, felizmente, poucos minutos mais tarde ele chegou. Era melhor do que eu imaginara, parecia um felino em movimento, meu coração disparou, não sabia o que fazer… Deixei as coisas por conta dele, que se mostrava totalmente à vontade diante da minha insegurança. Após os comprimentos iniciais seguimos para o nosso destino, um motel, onde ficaríamos para ter minha iniciaçao. Antes disso, passamos na casa onde ele havia deixado as “coisas” que iríamos utilizar em nossa 1ª sessão. Aguardei apreensiva. Nosso primeiro contato, foi um abraço saudoso na garagem do motel, estremeci por dentro, como eu queria aquele abraço, sentir aquele corpo lindo no meu. Ele apenas roçou sua boca na minha, como quem diz: CALMA, AINDA NÃO MERECE UM BEIJO MEU, CADELA!!! Mas não disse nada, apenas me olhou, para ter certeza de que eu estava entendendo os limites a mim impostos. Subimos, e então ele me beijou. As línguas quentes e cheias de desejo se tocaram, se acariciaram em um beijo quente, ansioso. Senti meu corpo amolecer se entregando ao meu mestre e senhor, há muito tempo não sentia um beijo como aquele. Era muito mais do que eu imaginava!!! Fiquei molhada na mesma hora… Porém, ele se afastou, mais tarde viria a descobrir nele, uma das maiores qualidades que um mestre pode ter, ainda mais em se tratando de uma sub iniciante, o autocontrole. Depois disso, calmamente ele começou a retirar da bolsa os utensílios que utilizaríamos em nossa 1ª sessão. Ordenou que eu me sentasse em uma cadeira, serviu um copo com Uísque e começou a colocar, um a um os objetos em cima de uma mesa. Serviu novamente o copo me oferecendo a bebida. Senti o liquido quente descendo pela garganta. Senti certo relaxamento, mas ainda continuava nervosa, pois ele, sentado na minha frente, tranqüilamente cortava uma corda e examinava, como que a medir algo mentalmente. Enquanto ia ajeitando de forma perfeccionista a corda, conversava comigo, fazia perguntas, das quais não me recordo, tamanha era a excitação que eu sentia com tudo que estava acontecendo naquele quarto de motel. Em um dado momento, me olhou fixamente pedindo que eu lhe servisse novamente de uísque. Queria mais ou menos uma dose, sem gelo. É assim que meu Dono gosta do uísque, puro, quente!!! Entreguei o copo, que ele bebeu de um só gole. Pediu que eu enchesse novamente, ordenou que eu fizesse o mesmo. Não pensei duas vezes engoli o líquido todo, de uma só vez. Tentei não engasgar, mas a ardência era muito grande. Ele riu e disse: – Muito bem Cadelinha!!! Assim que eu gosto… Daquele momento em diante, comecei a me sentir mais à vontade na presença de meu Senhor, relaxei devido ao álcool, e Dono, ordenou que eu me sentasse em seu colo e me beijou mais uma vez, longa e deliciosamente. Como era delicioso sentir os pêlos de sua barba na minha pele macia. Quando eu já estava completamente excitada ele me afastou dizendo que agora eu já poderia ir tomar um banho. Sentou em uma confortável poltrona no meio do quarto e me perguntou maliciosamente o que fazíamos antes de tomar banho e eu, respondi : – Tiramos a roupa Senhor… : - Então, respondeu ele, pode começar a tirar a sua… Senti um frio na barriga, o nervosismo voltou, mas não falei nada, não queria desagradar meu Dono. Tudo que eu queria era estar ali, e eu já entedia que o meu corpo pertencia a ele agora, sendo totalmente sem sentido me recusar a mostrá-lo. Postei-me a sua frente, olhei bem nos seus olhos e comecei a abrir lentamente os botões da calça, mostrando timidamente a calcinha. Da mesma forma retirei a blusa e, logo após a calça. Ele olhava, e nesse momento não conseguiu disfarçar a satisfação e deixou escapar por mais de uma vez : – Muito melhor do que eu imaginava!!! Delicia… Pediu que eu me virasse, obviamente obedeci. Mandou que eu me aproximasse, tocou na minha bunda gostosamente, pegou, apertou. Afastou-me uma vez mais, dizendo: Termine!!! Obedeci, tirando o sutiã e a calcinha bem na sua frente. Ele olhou, primeiro com admiração, o que me deixou muito feliz, mas logo em seguida, com olhar critico falou: Logo, logo vou inspecionar essa depilação, quero olhar essa bucetinha bem de perto e, se encontrar um pelinho, você já sabe…. Meu Dono não admite um pêlo sequer, nem na bucetinha, nem no cuzinho, me avisou várias vezes que me castigaria caso aparecesse na sua presença com uma depilação porca. Eu havia caprichado, mas mesmo assim estremeci, já sabia o quão cruel ele poderia ser, apesar de estar se mostrando extremamente cuidadoso. Logo em seguida, mandou que eu fosse para o banho, entrou comigo no banheiro, e ficou lá, parado, encostado na bancada me olhando. Como aquilo era constrangedor, ele me envergonhava de propósito, sabia que eu estava morrendo de vergonha, afinal era a primeira vez que estávamos juntos. Fiquei ali por um tempo, até que deixei escapar: -Isso é muito constrangedor!!! E ele, com aquele sorrisinho irônico, que eu adoro, nos lábios me olhou e disse, simplesmente: – Eu sei. Nesse momento o constrangimento aumentou, não suportei olhar para ele, virei de costas e assim fiquei por mais alguns segundos. Ouvi sua voz ordenando: Já chega, já acabou seu banho… Estendeu-me uma toalha, me enxuguei, me enrolei, e quando estava saindo ele me interceptou na porta, e com aquele jeito manso me disse: NA MINHA PRESENÇA NÃO VAI USAR NADA, TIRE ESTA TOALHA!!! Nem pensei em questionar, simplesmente retirei. Voltamos ao quarto, depois de alguns beijos mandou que eu me deitasse na cama de barriga para cima com as pernas e braços bem abertos, falando: Vou começar a inspeção Diva, e se encontrar um pêlo sequer, vou ficar muito puto, vc sabe, não sabe? Respondo: – Sim, Senhor… Aumentou a luz! Começou acariciando meus pés, foi subindo lentamente, lambendo minhas pernas, testando a textura com a língua… Finalmente chegou até minha buceta totalmente depilada, acariciou com a mão espalmada, admirou minha virilha e aos poucos foi abrindo os lábios. Eu já estava totalmente excitada com aquilo, por isso tomei um susto quando ele de forma irritadiça falou: ISSO ESTÁ UMA PORCARIA, TEM AO MENOS UNS 30 PELINHOS AQUI!!! (aqueles pelinhos minúsculos que ficam entre os grandes e pequenos lábios) E não adianta tentar colocar a culpa na depiladora, a responsabilidade é sua!!! Estremeci… VIRA DE COSTAS, QUERO VER ESSE CU!!! Virei, morrendo de medo e vergonha, naquele momento quis matar minha depiladora, pedi tanto que fizesse direito… Quando abriu minha bunda, ouvi sua língua estalando em sinal de reprovação. Esbravejou: – Vou arrancar esses pêlos com a mão, tem mais uns 50 aqui… E sem que eu esperasse, arrancou uns 10 pêlos mais ou menos com as pontas dos dedos, gemi de dor, mas não reclamei, afinal ele havia me avisado, eu deveria ter sido mais diligente e cuidadosa. Enquanto arrancava os pêlos, me dizia: Putinha, vc já tem 25 palmadas devido as tuas falhas, agora, por conta disso, são mais 10, totalizando 35 palmadas. Devo dizer que fiquei preocupada devido ao número alto, mas confesso que não via a hora de sentir aquela mão enorme me aplicando a punição. Nesse momento, Dono ordenou que eu me levantasse, sentou-se com as costas reclinadas na cabeceira da cama e friamente pediu para que me deitasse de bruços sobre suas pernas. Assim que me deitei ele disse: – Vamos começar agora seu castigo e vc vai contar quantos tapas leva… Começou a passar a mão pelas minhas nádegas de maneira excitante, pegava, apertava, abria, eu já não agüentava mais o tesão quando senti a primeira palmada. Tencionei o corpo e gemi, em seguida veio a segunda e a terceira… Nesse momento ele se irritou, dizendo: CONTE ALTO CADELA, A OBRIGAÇÃO É SUA!!! Distribuía bem a surra, alternando carinho com palmada. Lá pela quinta palmada eu já me continha para não começar a espernear, gemia baixinho, e perdia a conta toda hora, cada vez que errava ele anulava a punição e batia novamente. Em um dado momento, ele passou as mãos pela minha buceta, abriu, passou os dedos e viu o quanto ela estava molhada, riu baixinho e perguntou: Por que você fica com a buceta molhada enquanto apanha? RESPONDE!!! Outra palmada! POR QUE SOU UMA VADIA, UMA PUTA QUE SENTE MUITO TESÃO ENQUANTO APANHA, SENHOR… Ele murmurou: Ah…Cadela… Meu Dono continuou o castigo até que fechassem 15 fortes palmadas e até que minha bunda branquinha estar totalmente marcada e quente. Foi piedoso, distribuiu o castigo em 3 vezes. Ao parar o castigo inicial, passou seus dedos suavemente nos vergões deixados e me ajudou a levantar. Pegou em meu rosto com suas mãos e me beijou com paixão. Pediu que eu me deitasse, desta vez com a barriga para cima, abriu meus braços e pernas, pegou um pote com cerejas e começou e pingar lentamente o líquido sobre o meu corpo, eu já não agüentava mais, estava prestes a gozar, ele pegava uma cereja de cada vez e a apertava fazendo com q pingasse no meu corpo seu líquido saboroso, e em cada parte do meu corpo ele ia pingando umas gotas e em seguida limpava com a ponta da língua, por fim sem tocar em minha xoxota ele pingou algumas gotas sobre ela e quando ele tocou meu sexo com a língua, não agüentei, depois de poucas lambidas gozei. Mas ele não parou, continuou sugando, chupava minha buceta encharcada com força, lambia, mordia, me enlouquecia. Logo em seguida introduziu um, dois dedos… Enfiava com cuidado. De vez enquando parava, passava uma cereja no meu grelinho duro e trazia à minha boca. Tornava a lamber. Logo gozei novamente, porém o tesão não passava, eu continuava pegando fogo… Depois disso, meu Dono abriu uma garrafa de Martine bebeu, me deu um gole e passou a derramar pequenas doses no meu corpo, derramava e lambia com total habilidade, me deixando louca para gozar novamente. Neste momento eu já estava maluca, e implorava que me deixasse chupá-lo. Ele não permitiu. Sentou-se na cama e me fez lamber seu corpo também, derramava Martine, que eu deveria lamber sem deixar cair na cama. Foi a primeira vez que toquei seu corpo com a língua, que delicia!!! Como era bom poder agradar aquele homem… Nesse momento senti que seria dele para sempre, ou pelo tempo que ele quisesse, e que jamais teria coragem ou vontade de fazer qualquer coisa que o desagradasse. Não via a hora de sentir aquele pau dentro de mim, enfim ele também não resistiu, me colocou de quatro em uma poltrona, fez carinho em minha buceta inchada de Tzão, e sem avisar me penetrou de uma só vez e me fodeu com força, senti como se o ar me faltasse, em poucos instantes gozei. Ele então me virou de frente e me deu seu cacete duro ainda melado com meu gozo para que eu experimentasse meu gosto. Depois me levou para a cama, sua língua caminhando por meu pescoço. Mordendo minhas orelhas, ele gemendo… Sua língua invade a minha boca e eu a prendo vigorosamente. Morde meus mamilos e eu vibro. Ele me toma e penetra com força. Senti minha xana molhada, pulsante, quente. O orgasmo veio uma vez mais, imperioso. As estocadas se seguem, furiosas, até que Meu Dono, não agüentando mais, ordena que eu fique de joelhos no chão. Introduz todo o seu pau na minha boca, me maltratando com um boquete delicioso. O primeiro jato do seu leite veio forte e quente, atingindo o fundo da minha garganta, quase engasguei com a quantidade, porém, não perdi uma gota sequer, seria um desrespeito desperdiçar o gozo do meu Senhor. Aquela altura eu já estava exausta, mas sabia que ainda teria muita coisa pela frente, já que eu não havia cumprido uma determinada tarefa dentro do prazo. Tomamos um delicioso banho de banheira e, logo após, como eu previra, ele ordenou que eu me deitasse na cama. Fazia tudo muito calmamente, aquilo me deixava mais nervosa. Ele olhou para mim, e se aproximou, dizendo: – Levante as pernas e mantenha-as abertas. Pegou o separador de pernas, amarrou meus pés a ele, logo em seguida, amarrou minhas mãos uma na outra. A posição era incomoda, mas independente disso, a excitação tomou conta de mim, não sabia o que estava por vir, e mesmo assim sentia tesão. Nesse momento ele não teve piedade, me lembrando o quanto eu era relapsa e abusada, pois algumas vezes ele me viu rindo de suas cobranças na web cam. Paguei por cada riso. Ele pegou 4 prendedores ligados entre si e os colocou na minha buceta, ele ia colocando e falando: RI AGORA CADELA!!! VAI RIR NOVAMENTE? Ao passo que eu respondia desesperada: NÃO, SENHOR, NUNCA MAIS IREI RIR, E NEM DEIXAR DE CUMPRIR NO PRAZO ALGUMA DE SUAS TAREFAS… Depois de colocar todos os prendedores e amarrar os barbantes a minhas coxas, ele começou a mexer na minha xoxota, passava os dedos, batia nos prendedores de leve para fazer com que eu sentisse quem mandava ali, queria que eu soubesse o quão eu dependia dele, lambia meu grelinho inchado de dor e prazer… Foi aí que percebi que era de fato uma vadia, e que ele tinha toda a razão em me chamar de cadela. Apesar da dor, minha buceta estava novamente encharcada, quente… Acho que ele pressentiu o quão excitada eu estava, pois com cuidado, começou a colocar o cacete mais duro que nunca na entrada da minha buceta, ia com cuidado, já que ela estava com prendedores. Na primeira estocada gritei de dor!!! O movimento do cacete dele puxava os prendedores. A dor era insuportável, mas ele continuava, o prazer em seus olhos era visível, demonstrando o quanto me subjugar o satisfazia. Continuou com àqueles movimentos de vai e vem até sentir meu gozo. Retirou o pênis, e quando eu achei que aquela deliciosa tortura tinha acabado, ele olhou para mim (percebi nesse momento o sadismo de meu Dono) dizendo: AGORA BISCATE, QUERO QUE RETIRE OS PRENDEDORES DA XOXOTA, UM A UM, PUXANDO!!! NADA DE APERTAR PARA ABRIR. Esse foi o pior momento, achei que não ia conseguir obedecer, fechei os olhos e respirei por um momento, tomando coragem. Impaciente ele dizia: ANDA VAGABUNDA!!! NÃO TÁ DOENDO? TIRE LOGO ISSO DAÍ!!! Respirei fundo e retirei o primeiro. Nesse momento, senti a dor me alimentando, e compreendi, finalmente, quem eu era e do que precisava para ser feliz… Os ensinamentos do Meu Dono ainda não haviam se esgotado, ainda faltava algo, que eu sabia estava por vir, sabia do seu desejo pelo meu rabinho. Estava bastante receosa, pois das outras vezes que havia feito sexo anal, sempre foi do meu jeito, bem devagar, e confesso, nunca permiti grandes contatos e muito menos uma penetração total. Tenho orgulho do meu Dono, ele sabe exatamente o que fazer para me deixar maluca, me colocou de barriga para baixo com os joelhos flexionados, rosto encostado na cama e braços para trás, cruzados um pouco acima da bunda passou uma corda por baixo da minha cintura e amarrou minhas mãos... Comigo nessa posição, começou a acariciar meu cuzinho, foi passando os dedos, massageava em volta dele, depois passou a língua. Aquele contato e a forma como fazia foi me deixando molhada novamente, afinal nunca havia sentido algo assim, o tesão não tardou a chegar. O Dono, atento, percebeu isso e então começou a massagea-lo com KY e no intuito de relaxar a musculatura do meu cuzinho começou a colocar e retirar dois dedos da minha buceta, para logo em seguida as colocar no meu rabinho apertado. Gemi!!! A dor foi forte e, por instinto, puxei o quadril para frente. Nesse momento, senti uma forte palmada na bunda e Dono dizendo: QUIETINHA!!! Ele não teve dó, colocou a cabeça primeiro com cuidado e em seguida foi colocando centímetro por centímetro de seu cacete duro e quente, foi assim que ele fez, mas pra mim foi como se ele tivesse colocado tudo de uma só vez!!! Não agüentei a dor, tentei fugir… Ele não permitiu, segurou meu quadril e ordenou uma vez mais que eu ficasse quieta, na posição ordenada… Nesse momento, quase desisti, pois as estocadas estavam ficando cada vez mais fortes e eu não tinha como fugir ou controlar os movimentos. Estava ali, totalmente à sua disposição, foi justamente esse sentimento que me fez continuar, pois a sensação de entrega, de submissão completa me fizeram sentir um prazer intenso. Não existia nada melhor do que estar ali, dando prazer ao meu Dono, me senti fêmea, poderosa. Foi com este sentimento que criei coragem e empinei minha bunda, permitindo que seu pau entrasse até o fim… A dor foi se misturando com o prazer, senti minha buceta pingando de tesão, passei a me movimentar no seu ritmo, não resisti àquele misto de dor e prazer, gozei como nunca, sentindo aquele pau no meu cú. Logo em seguida ele ordenou que eu pedisse pra ele como uma Puta que sou a meter mais, ordenava que eu falasse: – Fode… Isso Fode meu cú, depois de umas estocadas e comigo gritando pra ele Foder meu cuzinho ele também não agüentou mais e gozou, inundou meu cú dilacerado com o seu leite quente… Urrei de prazer junto com ele sentindo sua porra quente no fundo do meu rabo… Ele se levantou foi ao banheiro, e o vi voltando com uma faca na mao... Estremeci mas confiando em meu dono continuei na mesma posição. Ele se posicionou atraz de mim e passou a faca na corda que me prendia, me virou e ficamos de frente um para o outro, com meu Senhor acariciando meu rosto e me deu um beijo, que me fez pegar fogo, me colocou na cama, e apagou a luz principal do quarto, deixando so duas acesas que eram de cor azul ,deitou e me aconchegou exausta em seus braços... : Até que vc aguentou bem putinha, sentiu prazer enquanto apanhava, não foi rebelde... És a cadela que eu estava procurando para ensinar...
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