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Conto Erotico A minha primeira vez realmente não tem como esquecer

Olá Pessoal, meu nome é Vinicius (real), e estou começando nessa possível carreira de escritor erótico. Espero que gostem do que vou relatar nas próximas linhas. É de praxe o autor se descrever e descrever as personagens que se envolvem na história, portanto, irei me descrever: esse conto se passou em 2004 e na época eu tinha 16 anos, sempre fui um adolescente alto, tinha por volta dos 1,89 m de altura, nunca fui malhado, mas meus ombros são largos e tenho um porte físico normal. Não tenho barriga sarada, mas também não era gordo, eu era mais para magro mesmo, tenho cabelos castanhos acobreados (nao sei dizer se existe essa cor, mas no sol ele fica com uns tons meio puxados pro cobre), olhos castanhos e todas as meninas elogiavam muito a minha boca, que é vermelha e mais suculenta que o normal. Pois bem, vamos ao conto: Nessa época eu estava no 2º ano do colegial e tinha lá meus 16 anos, sempre fui um cara normal, nunca fui de estudar muito, mas eu sempre tive uma facilidade muito grande de memorizar as aulas, me tornando um "NERD" natural, mas eu não me comportava como um. Tenho ciência que alguns dos meus colegas achavam que eu era gay, e confesso que já tive algumas curiosidades, mas coisa de adolescente mesmo. Eles pensavam isso pois eu não era aquele menino que ficava falando asneiras todo o tempo, e não jogava bola muito bem, eu até gostava, mas nunca me escolhiam, portanto me sobrava ficar com as meninas. Com isso meu círculo de amizades era composto por muitas meninas e poucos meninos. É claro que eu tive minhas paixonites pré-adolescentes, mas até então eu era virgem. No colégio tinha uma menina da qual eu pagava meio que um pau, era uma das meninas da rodinha que eu fazia parte. A vantagem de andar com as meninas é que você aprende como as mulheres pensam e comecei a usar isso ao meu favor. Hoje tenho certeza que trato uma mulher do que muito marmanjo aí acha que faz por ter tido, antes, acesso a algumas confissões femininas. O nome da minha inspiração era Jackeline (típica patricinha colegial, com roupas super transadas, fazia moda até com o uniforme escolar, tinha seus cabelos longos e com cachos grandes, bem esticados, era magra e branquinha, tinha os sílios e olhos grandes, na cor de mel, e seu cabelo com luzes dando a impressão falsa de cabelos queimados ao sol). A Jaque era a única que eu não tinha muita coragem de me dirigir a palavra, devido a minha admiração por ela. Lá pra junho, final de semestre, friozinho chegando, aqui tem um festival de musica pop rock, organizado por uma emissora de rádio onde vem os maiores astros desse segmento, e eu como gostava e queria ir, liguei na rádio e me inscrevi pra ganhar um par de ingressos que estavam sendo sorteados e acabei ganhando. No dia seguinte a Jaque veio me dizer que ouviu meu nome no rádio ganhando o ingresso, e começou a me atazanar perguntando qual das meninas do grupo eu chamaria pra ir comigo ao show... Respondi astutamente que eu na verdade estava pensando em levar uma outra menina (que não fazia parte do nosso círculo de amizades), ela ficou bicuda, mas é claro que eu estava mentindo... Nos dias que se passaram notei que a Jaque estava mais próxima a mim, brincando mais comigo, tentando visivelmente ganhar a minha companhia para o festival de shows mas sem tocar no assunto, e eu percebendo isso, pensei em tirar proveito daquilo, o Diego, um dos outros poucos meninos do grupo, era o único que era meu confidente, a gente na verdade era amigo antes desde crianças e ele sabia da minha paixonite não-correspondida pela Jaque. Contei a ele que estava disposto a convidá-la pra ir comigo, mas que não tinha como desfazer a caca que tinha feito dizendo que estava interessado em chamar outra pessoa. E ele estava disposto a me ajudar. Eu apesar de ser um pouco tímido não deixava as oportunidades passarem, eu tenho uma beleza normal, não tenho nenhum atrativo especial, mas minha semi-timidez acabava encantando muitas meninas da escola e eu aproveitava tudo ficava com várias mas nunca divulgava pra ninguém. Tinha uma menina de outra sala que era gamada na minha e vivia me mandando cartinhas. Num belo dia no intervalo, estava eu sentado num dos bancos do pátio com algumas das meninas em volta, me entra essa menina no meio da gente, senta no meu colo do nada e me rouba um beijo inesperado, e eu, claro retribuí. Notei que a Jaque deu um sorriso amarelo e meio que ficou vermelha, aquilo pra mim era um sinal, a partir daquele dia comecei a ser mais persuasivo e fazer brincadeiras mais maliciosas com a Jaque, principalmente por ter percebido seu visível incômodo com o beijo da Marcela. Por fim, acabei fazendo uma brincadeira e disse que acharia justo eu dar o outro ingresso pra umas dessas amigas nossas, e disse que iria fazer um sorteio entre elas, eu iria colocar os nomes dentro do meu boné e iria tirar um papelzinho, propositalmente com a ajuda do Diego eu forjei e tirei o nome da Jaque, e ela ficou toda contente. Então, mais que depressa, eu já disse que pra poder ir ao show comigo teria de ir acompanhada de mim e ficar do meu lado durante todo o evento... Ela topou sem pestanejar. Chegou o dia do evento e eu já tinha aprontado mais algumas na minha quietice toda (que outro dia conto). Meu pai passou no apê dela e ela foi comigo. Entramos no estádio, a galera já estava se aglomerando pra ver o show que estaria pra começar, o show que abriria a noite. As coisas iam indo bem, começando com o show da Pitty, aí quando o Charlie Brown entrou no palco as coisas entre eu e ela começaram a esquentar... Ela ao invés de ficar do meu lado quis ficar na minha frente encima de uma calha de ferro que estava passando na grama pra passagem de cabos, ela subiu nesse degrau e ali ficou na minha frente e eu comecei a chegar perto, a encostar nela e agitando com as batidas do rock do Charlie Brown eu ia cada vez mais me esfregando nela, aí começou uma musica dele mais lenta e ela olhou pra trás e disse no meu ouvido que estava sentindo coisas por mim diferentes e que ela estava torcendo muito pra vir comigo, pois mesmo que ela nao fosse a escolhida ela poderia comprar o ingresso, mas não viria sem mim... Naquilo eu afastei ela da minha orelha e olhei no fundo dos olhos dela e disse que eu estava gostando dela fazia um tempinho já, mas que eu não era muito expert em chegar nas meninas e que todas as que eu ficava davam a brecha primeiro. Então ela deu um sorriso e eu retribuí. Nessa hora parecia que não tinha mais ninguém ao nosso redor, pus minha mão direita em sua nuca e a puxei para um beijo, o mais delicioso da minha vida e muito intenso... Voltamos a curtir o show e tal, e a cada ficada, as mãos estavam mais intensas, até que no show do Engenheiros do Havaí estavamos nos atracando bem intensamente, ela alí ainda encima da passagem de cabos bem no meio do campo, com muita gente do nosso lado. Ela então pois a mão dentro da minha blusa, pelas minhas costas e deu aquela arranhada básica me deixando louco, e meu pau já latejando dentro dos meus jeans pretos, eu fiz o mesmo com ela, mas ao passar a mão pelo fecho do soutien, eu desabotoei e ela me olhou séria e eu só fiz um sinal de SIM com a cabeça e ela me deu um sorriso em resposta, com uma habilidade que eu nunca havia visto, ela tirou o soutien inteiro sem tirar a blusa e colocou rapidamente dentro da bolsa, naquilo eu já arregalei os olhos, que tesão! Falei pra ela assim "Jaque, eu to morrendo de tesão e tô pensando em a gente queimar esse tesão aqui mesmo, o que acha?" ela olhou pra mim e disse "Eu adoraria, mas eu nunca transei com ninguém na primeira ficada", e eu respondi "E eu, que nunca transei em situação nenhuma na minha vida, sou virgem ainda", ela abriu um largo sorriso e me disse "Então essa sua primeira vez vai ser realmente inesquecícel..." virou de costas pra mim e começamos a nos beijar com nossos pescoços virados, e eu deslizando as minhas mãos em sua barriguinha lisinha, e fui subindo, por dentro da sua camiseta e agasalho, a massageei e pude sentir que os biquinhos dos seus seios estavam durinhos de tesão, desabotoei a sua calça e tive uma idéia de gênio, tirei a meu agasalho ficando só de camiseta, e amarrei na cintura dela a blusa com o nó pra trás, puis a mão por baixo da blusa e terminei de desabotoar a calça e desci um pouquinho, eu era alto e ela tinha 1,65 (mais ou menos) e continuamos assim no clima de pegação e eu dessci a calça um pouco mais fazendo com que a bucetinha ficasse exposta por trás, abri meu ziper e com muito sacrifício pus minha pica pra fora (não vou mentir como uns caras aqui, meu pau tem 14 cm, e como depois dos 20 anos ele diminui um pouco no comprimento pra engrossar na base, deduzo que na época ele tinha uns 15 cm) e ela como era mais magrinha permitiu meu pau a alcançar, com mais facilidade, e bucetinha dela, mesmo estando nós em pé. Ela virou o pescoço e disse que não tomava remédios, então, botei a mão na minha carteira e coloquei uma camisinha no meu pau com muita dificuldade pois eu não podia olhar pra baixo pra não dar bandeira, pus meus dedos do meio e indicador na sua boquinha pra ela chupar e molhar os dedos e com essa mesma mão direita levei até embaixo da blusa e molhei a bucetinha dela brincando com movimentos circulares até ela ir ficando molhadinha. A blusa esticada na frente das suas pernas e nas laterais, por ser uma blusa grande, impediam as pessoas de ver qualquer coisa que estava acontecendo ali embaixo. Quando ela já estava rebolando na ponta da minha vara eu disse que ia colocar dentro e ela dobrou levemente os joelhos pra ficar mais baixa e abertinha pra facilitar e eu penetrei (cara, tô de pau duro agora só lembrando da cena), que gostoso sentir meu pau ser engolido por aqula caverninha molhara e apertadinha, a camisinha que eu estava era daquelas extra-sensíveis e permiria eu sentir os vincos de dentro da buceta dela, massageando o corpo do meu pau conforme ele entrava mais e mais funco e, ela semicerrava os olhos e mordia o labio inferior, e eu com movientos leves e ela rebolando em mim, minha pelvis nao desgrudava da bundinha durinha dela e a penetração só acontecia por causa dos nossos rebolados, aquilo tava muito doido, a galera em volta pulando e nem nos notando, estávamos trepando no meio de 20 mil pessoas, e minha primeira vez estava acontecendo, tudo de uma vez, achei que ia desmaiar de tesão, e depois de umas 3 musicas começou a tocar uma mais agitada ainda e o povo começou a pular mais e eu aproveitei pra meter de verdade e continuar beijando ela e ela de costas pra mim rebolando falando "Vai, vai, vai, vai" mas sem soltar som nenhum, e eu já tinha sentido umas pressões dentro da bucetinha acompanhadas de umas esbaforadas dela mas não soube identiificar o que era... Então continuei e, não aguentando mais, disse pra ela "Eu tô a pondo de gozar!" e ela puxou minha nuca pra frente e pois a boca no meu ouvido e disse em tom de súplica "Goza que eu ja me enxarquei 2 vezes" e pra checar eu pus a mão na coxa perto da bucetinha e tava bem molhada mesmo. Nesse momento percebi que as pressões que eu havia sentido eram dois orgasmos fantásticos. Com aquele tesão comecei a acelarar mais os movimentos e antes da música terminar eu gozei, gozei gostoso, muito gostoso, como nunca imaginei gozar, o suor escorria pelo meu rosto mesmo estando muito frio, tirei o pau de dentro dela antes dele amolecer, e rapidamente puxei a camisinha e joguei na grama mesmo, no pé de algum trouxa sem ele perceber... puxei a calcinha dela pra cima e puxei também a calça dela e ainda encoxado nela esperei meu pau amolecer mais, e botei ele dentro da calça denovo, nos ajeitamos e fomos dar uma volta por alí. Para nós o show já havia perdido a graça e resolvemos ir embora, liguei pro meu pai e ele nos buscou, desci do carro com ela e a levei até a entrada do prédio e dei um beijo demorado nela e disse "Te vejo segunda na escola?" e ela "Sim. Gostou de ser iniciado por mim e naquela situação?" e eu dei um sorriso e disse "Sim, nem percebi que era a minha primeira vez, com você tudo estava tão claro e fácil, tudo ficou bem", e ela então me puxou pra mais perto e falou no meu ouvido "Eu também adorei e por mim, vou continuar a te ensinar e aprender com você, muitas coisas novas". Dei outro beijo e voltei pro carro. Meu pai disse assim "Nossa ela é brotinho, hein!" falei rindo "Então, tira o olho hein pai, e para com esses palavreados de velho..." Alí começava a minha vida sexual e uma aventura que até hoje duvido que alguém tenha tido oportunidades e situações mais inusitadas do que eu. Espero que tenham gostado, podem me mandar e-mails se quiserem contatar. vrgprado@gmail.com Abraços!!



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