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Conto Erotico Amiga íntima (pica&pico + sobrinha)

Isso aconteceu no carnaval desse ano, 2012. Estavamos no litoral. Por conta do trabalho, minha esposa precisou subir com uma certa urgência e voltaria apenas no dia seguinte. O resto do pessoal foi a noite pra cidade e resolvi ficar. Desceu conosco uma amiga, que aqui vou chamar de Elisangela para preservar seu nome, seus filhos e uma sobrinha. Por conta de um pouco mais de sol um de seus filhos passou mal e por isso ela ficou em casa também. Depois cuidar de sua filha e coloca-la pra dormir foi tomar banho. Depois que saiu foi a vez de Eduarda, sua sobrinha. Elisangela saiu do banho de mini-saia e camisetinha preta. Quando vi que a porta do quarto estava fechada, a filha dela dormindo e a sobrinha no banho, resolvi que era minha chance. Quando chegou na sala fiz como se fosse passar por ela e rapidamente abaixei o short e fiquei me esfregando nela. Ela me chamava de louco, que não podia, que era perigoso, mas percebi que o soutien ja estava marcado. Empurreia pro sofá e com o pau na altura da sua boca fiquei pincelando até que ela sem mais resistir abriu a boca e começou a mamar. Tinha que retribuir, abaixei, e chupei quela bocetinha por cima da calcinha até conseguir coloca-la de lado e mamar aquele grelinho. Enquanto ouvia os protestos dela do perigo consegui abrir a camisinha e vetsir meu pau. Mais rapido enquanto ela ainda estava desorientada puxei ela pro meu colo e mesmo querendo sair sentou e agasalhou meu pau. Nesse momento top levantado, soutien abaixado, seios balançando e a mini-saia levantada. Esquecemos que a sobrinha dela sairia do banho e foi quando Eduarda entra na sala e ve a tia sentada em meu pau. Foi demais ver a carinha de espanto dela, que ficou ali, congelada vendo a cena. Naquele momento eu querendo que a Elisangela saisse de cima e ela não querendo sair pra sobrinha dela não ter certeza do que acontecia. Como ela estava sentada de costas não viu meu gesto chamando Eduarda pra chegar mais perto. Ela veio e consegui levantar a Elisangela até sair tudo. Não tenho um pau grande, mas é bem formado e fica bem duro. Eduarda olhava salivando, meio sem entender nada. Eu muito sacana ofereci pra ela provar, claro, tirando a camisinha e falando: Elisangela, vem, ensina a Eduarda como se faz. Eduarda, boquinha pequena, seios tamanho de duas laranjinhas corpo bem definido para adolescente, meio sem jeito, começou a chupar, enquanto a Elisangela protestava. Puxei ela pro meu colo pra mamar aqueles peitinhos e meu pau roçava na bocetinha por dentro do vestidinho. Elisangela só balançava a cabeça que não pra mim e eu disse que só tinha um jeito, ela me fazer gozar. Mesmo protestando, pegou uma camisinha e veio colocar em mim, mas antes não podia perder a chance de ter tia e sobrinha mamando meu pau. E foi isso que aconteceu. Quando me levantei, Elisangela pensou que ia vestir a camisinha pra come-la, mas ajoelhei entre as pernas de Eduarda e comecei a chupar aquela bocetinha que melava demais e não parava de gemer. Não sei o que me deu, mas como instinto, coloquei Eduarda deitada no sofá, e a Elisangela de quatro pra mim. Comecei e meter e ela gemia, muito safada. Estiquei meu braço e fiz com que ela chupasse a bocetinha da sobrinha enquanto isso tirava e enfiava daquela boceta inchada de tesão. Prestes a gozar, parei e fiquei pensando bem no que fazer. Sentei e decidi que talvez fosse hora da Eduarda saber o que é um pau. Chamei ela pro meu colo pra que ela pudese controlar, prão não sofrer nem se desapontar. Foi soltando o corpo e o pau entrando. Tremia, mordia os labios, gemia com um pouquinho de dificuldade. Quando sentou totalmente ficou parada de olhos fechados, Fui levantando Eduarda até sair totalmente e puxei Elisangela pra chupar meu pau com o sabor da boceta da sobrinha dela. Depois de algumas chupadas era o momento de transformar Eduarda naquilo que a tia se transformava quando levava uma rola: uma putinha. Coloquei ela de quatro, pedi pra Elisangela afastar a tanguinha e comecei lentamente. Fui aumentando o ritimo e socando mais forte enquanto ele soltava os ais e uis ai tia ai devagar tio devagar Elisangela me ofereceu a boca pra gozar se parasse de comer a sobrinha dela. Disse que trocava se as duas me chupassem ate gozar. Mesmo sem jeito, relutando, aceitou. Sentei, tirei a camisinha e as duas lado a lado mamando. As vezes tirava o pau e as linguas se tocavam. Muito safadas riam. Deixei as duas de rostinho colado e punhetei ate chegar o gozo. Elisangela ja sabia o que era reagiu abrindo a boca. Eduarda se assustou um pouco com todo aquele leite pelo rostinho. Foi demais ver as duas gozadas, seios pra fora e com as calcinhas tortinhas ainda no corpo. Infelizmente foi só essa vez. Não aconteceu mais.



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