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Conto Erotico Coisas de primos

Olá este é o primeiro conto que eu posto meu nome é Junior, espero que gostem! O autentico conto que venho a lhes contar aconteceu quando eu tinha 12 anos. Márcia era uma menina linda, morena de olhos castanhos e redondos, com uma bundinha empinada e os biquinhos do peito já apareciam através de sua camiseta sem sutiã. Tinha apenas 10 anos e já olhava para mim com cara de safada, dizia que me amava e que queria me namorar, o único problema é que era minha prima. Como todo mundo algum dia já olhou com outros olhos para alguma prima, não era de se esperar que eu fosse diferente, sempre fui safado desde criança vendo revistas pornôs que meus pais compravam, com oito anos já sabia o que significava um creampie. O tempo passou e com 12 anos eu em minha opinião já sabia muito de sexo, abusava das filhas mais novas de varias empregadas que meus pais tiveram. Minha fama de safado já tinha passado aos meus parentes, então eles sempre deixavam alguém supervisionando quando eu ficava sozinho com alguma prima. No tempo de férias escolares Márcia dormia em casa, e ficava até as onze horas da manhã dormindo, eu acordava cedo para assistir desenhos e mexer no computador, o interessante é que nesse tempo das sete e meia até meio dia não tinha ninguém que atrapalhasse se eu tentasse algo, ainda mais a doméstica só chegava às uma da tarde, eu então tive a idéia de ir ao quarto em que minha inocente prima dormia. Quando entrei estava ela dormindo com um rosto angelical uma camisola amarela sem calcinha, era a única coisa que cobria seu corpo. Fui chegando mais perto e deitei ao seu lado já com o pau bem duro, ela acordou e sentiu o volume da sobre meu short encostando-se a sua barriga, então ela disse -Então você veio aqui. -Vim -Você quer dormir comigo? -Eu vim para te acordar. Olhei para seu rosto e comecei a beijá-la, percebi um desacerto no inicio (acho que não sabia beijar de língua) mas foi mudando conforme eu a beijava, depois de uns 5 minutos ainda a beijando desci minha mão para os peitinhos que apenas ameaçavam crescer, e num movimento mais ligeiro fui colocando minha mão em sua bucetinha, lisinha e molhada de tesão ela me olhou e falou: -Safado Eu apenas ri e continuei a mexer mesmo sem saber o que fazia. Ela abria a boca respirando cada vez mais rápido, diminuindo os intervalos de tempo de uma respiração à outra, foi quando ela soltou um gemido junto com suas palavras: -Que gostoso! Nesse momento eu enlouqueci, tirei minha calça em um movimento e logo em seguida minha camiseta, meu pau latejava de tão duro fiquei de pé e ela sentou na cama, e falei: -Chupa! -Mas como assim chupar? -Como se fosse um pirulito -Mas é bem maior que um pirulito, não cabe inteiro na minha boca! -Só enfia na boca até onde conseguir e chupa Ela pegou meu cacete cheio de veia e começou a chupar a cabeça com um pouco de receio, mas depois foi acostumando com o tamanho, falei para ela punhetar ele enquanto chupava ela não conseguia no começo, mas com varias tentativas foi ficando bom. Eu estava louco de tesão aquela boca macia me fazia ficar cada vez mais louco, ela me olhou e falou: -Já esta bom? -Só mais um pouco Ela tirou a boca do meu pau, e o vi enorme com a cabeça bem vermelha e disse: -Agora você deita e abre as pernas Ela se deitou, e eu cai de boca naquela boceta lisa e rosada, era tão apertada que nem minha língua entrava inteira, Márcia empurrou minha cabeça contra sua xana e disse: -Vai ju! Esta tão gostoso! Eu subi até a posição de papai e mamãe, coloquei meu pau na entrada de sua boceta. Forcei um pouco e ela disse: -AI!Ta doendo! -Calma que essa dor é só no começo. (Apenas falei o que eu lia nas revistas) -Esta bem então Com um pouco mais de força meu pau entrou e Márcia soltou um berro de dor, minha sorte era que não tinha ninguém em casa, meus pensamentos iam a mil desde eu ter tirado o cabaço da minha prima como o meu, e como aquilo estava bom, nem percebi as primeiras lagrimas que saiam dos olhos da minha prima, comecei o movimento de vai e vem sentindo o atrito enorme do meu pau contra sua boceta. Márcia estava em silencio no começo, após um tempo sua respiração começou a ficar ofegante, e pude ver que ela estava querendo mais, aumentei a velocidade do vai e vem freneticamente dando estocadas fortes que a faziam delirar, foi quando ela sem se controlar começou a gemer de tanto êxtase, pensei: - Gozou! O corpo dela relaxou, e logo depois de um tempo com um vai e vem acelerado eu gozei também dentro da sua boceta apertada. Após isso deitei e ela me abraçou dizendo que me amava e que nunca tinha sentido algo tão bom, eu repeti suas palavras a beijei e concordei com a cabeça sem falar nenhuma palavra. Só para constar este não é um conto de pedofilia, pois ambos os envolvidos não tinham idade maior de 18 anos, não sou a favor da pedofilia e nem sou pedófilo.



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