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Conto Erotico Eu e Pedro Numa Tarde Infinita I

Eu estava louca para fazer sexo, louca mesmo, sempre me esfregava em algo ou sempre estava pegando na minha xoxota. Eu sempre gostei de vestido e de saias e logo aprendi a não usar calcinha, eu já estava com uns 16 anos quando parei de usar calcinha. Nessa época uma amiga minha tinha perdido a virgindade com o namorado dela e me contou como tudo aconteceu, ela era 3 anos mais velha que eu, mas eu decidir que não iria esperar a idade dela para perder a minha. Eu aos 16 anos já era alta, tinha 1,70, magra com pernas e coxas grossas, bunda grande e seios médios, os garotos da escola me chamavam de gostosa, e eu era mesmo, e adorava deixar os meninos doidos com meus shortinhos, eu fazia muito esporte, sempre estava cercada pelos meninos. Uma ou duas semanas após a minha amiga me contar sobre o sexo que fez com o namorado, eu resolvi ir para escola sem calcinha, eu estava de saia e me sentia muito sexy. Na hora do intervalo, eu e minha turma ficávamos na parte de trás da escola, embaixo de umas arvores, lá tinha alguns bancos, e era ali que a gente matava aula e fumava também, nesse dia quando a gente estava lá eu falei para uma das meninas que estava sem calcinha e ela ficou pasma e disse que iria contar para o restante do pessoal e contou mesmo, os meninos adoraram saber e ficaram me olhando com curiosidade. A hora foi passando o intervalo acabou e o pessoal resolveu voltar para aula, porem eu e o Pedro ficamos. Assim que estávamos sozinhos o Pedro veio mais para perto de mim. “Você realmente esta sem calcinha? Só acredito vendo.” Eu comecei a sorrir e fui me sentar no banco sozinha, bem no meio, com a perna meio aberta, mas sem deixar nada aparecer. “É claro que estou.” Pedro veio para mais perto. “Prova então.” Pedro não se agüentava de curiosidade. “O que eu vou ganhar em troca?” O Pedro sentou apressado ao meu lado, olhando para minha saia que era acima do joelho. ”Eu mostro meu pinto pra você.” Pedro agora me olhava. “Ok, mas quero que você mostre primeiro.” Ele nem pensou duas vezes, puxou a calça e colocou o pinto pra fora. Eu fiquei de boca aberta, porque nunca tinha visto um pessoalmente, o pinto dele era grande nem fino e nem grosso. Como prometido eu levantei a saia e mostrei minha xoxota, acho que ele também nunca tinham visto uma pessoalmente, e eu para provocar mais, abri as pernas e comecei a passar os dedos por ela, por dentro e por fora. ”Adoro ficar passando a mão nela desse jeito, ela fica molhadinha olha só.” Meus dedos estavam molhados, eu abri a xoxota e ele não tirava os olhos, e eu continuei esfregando. O Pedro sorria, estava adorando, pegou na minha coxa, me olhou e eu falei que ele podia tocar. Ele meio inseguro passou a mão na minha xoxota e ficou esfregando ela, ele apertava, esfregava e quando tirava a mão logo colocava a outra e eu falava pra esfregar com mais força, ou ficar esfregando somente o grilinho, ele tinha os dedos grossos, pedi pra ele enfiar o dedo, e ele fez, eu sentir doer e me afastei e falei pra ele fazer de novo devagar, e ele fez, mas ele só colocava a pontinha do dedo e cada vez mais eu ficava molhadinha, já estava até escorrendo um pouco, o Pedro então olhou pra mim, sorriu e começou a me beijar, foi um beijo maravilhoso. A tarde foi caindo e eu tinha que ir pra casa, ai eu pedi segredo, e disse que teria outras vezes. Durante os dias seguinte, continuei indo para aula sem calcinha, e a gente continuou dando uns amassos e claro que o Pedro continuou passando a mão na minha xoxota, porém tudo mudou duas semanas depois quando fui na casa dele. Ele era filho único e não tinha mãe, o pai dele estava assistindo futebol quando passamos pela sala e fomos para o quarto. Assim que cheguei no quarto já fiquei nua. Deitei na cama com a perna aberta e o Pedro ficou nessa de ficar passando a mão na minha xoxota e eu já não queria somente aquilo. “Faz outra coisa Pedro, só isso não tem graça.” O Pedro ficou me olhando sem saber o que fazer. “Você quer que eu coloque meu pinto nela?” Eu na hora fiquei animada, mas para nossa surpresa o pai dele estava na porta do quarto olhando pra gente. Primeiramente eu fiquei com medo, mas depois com a cara mais safada do mundo disse: “Quero que você coloque teu pinto na minha xoxota sim (eu falava com o Pedro mais olhava para o Sr Mendes), mas se você não souber como fazer seu pai pode te mostrar. O Sr quer pegar na minha xoxota? Vem pegar nela vem, olha só, ela esta aberta molhadinha te chamando.” Eu abri mais as pernas na direção do Pai do Pedro e fiz sinal com a mão para ele. Ele sorriu e veio na minha direção, passou a mão na minha xoxota e olhou para o filho sorrindo. “Muito bem garoto, quando uma puta abre as pernas e te oferece a xoxota, você tem que comer, e essa putinha aqui é linda e gostosa, então eu vou comer ela e você fica olhando e aprende como fazer pra depois fazer a mesma coisa.” Eu me animei mais ainda. “Me come mesmo, mas eu sou virgem, nunca dei pra ninguém, apenas deixou o Pedro passar a mão, mas eu deixo o Sr me comer.” Ele levantou o rosto deu uma gargalhada. “Putinha, você querendo ou não eu vou te comer, vou comer tua xoxotinha (nessa hora ele apertou ela) e vou comer o teu cu da mesma forma que eu como o cu dele.” E começou a sorrir de novo. O Pedro tava tão calado e sentado em um canto, que eu quase nem reparei nele, na verdade eu fiquei meio assustada com a forma que o Sr Mendes gargalhava e falava aquelas coisas, eu já estava arrependida. “Pedro, vai buscar o lubrificante, hoje vou me divertir bastante.” Nem tive tempo de olhar se o Pedro obedeceu, mas tenho certeza que sim, o Sr Mendes me puxou pelas pernas e caiu de boca na minha xoxota, na mesma hora eu me arrepiei toda, era uma maravilha sentir a língua dele me lambendo, chupando meu buraco, e às vezes ele cuspia na minha xoxota e esfregava-a, minha xoxota pulsava e eu respirava tão rápido e me contorcia toda, eu estava sentindo prazer. Quando ele achou que foi o suficiente, arreganhou mais a minha xoxota preparando para colocar aquele pau duro e grande dele. “Vai doer um pouquinho agora sua putinha.” E eu senti a cabeça do pau dele entrando em mim, e já estava doendo, e ele continuou forçando para dentro. “Não para, ta doendo, chega, chega, não quero mais não.” Eu estava sentindo muita dor, mas ele apenas gargalhava e forçava mais aquele pau para dentro, eu já estava chorando, tentava de toda forma escapar dele, mas não conseguia e de uma vez só ele enfiou o pau com tudo e começou o movimento de vai e vem, e aquilo me rasgou e me queimou por dentro e eu já estava chorando pedindo para ele parar, porque tava doendo muito, mas quanto mais eu pedia para ele parar, com mais força ele fazia, era um vai e vem tão forte que eu sentia as bolas dele me batendo. Ele não parava, gemia com gosto e ficou me socando aquele pau por uns 15 minutos com força, depois começou a diminuir a velocidade, e eu achei que finalmente iria terminar ele tirou o pau de mim. Olhou pra minha xoxota, passou a mão nela e disse: “Ela ainda não ta toda arregaçada, precisa de mais pau duro entrando e saindo. Você não queria ser fudida, agora eu vou te fuder.” Ele continuou, me socava com tanta força que eu perdi as forças, sentia cada vez mais dor, minha xoxota tava queimando, mas o pior era quando ele diminuía a velocidade, quase parando e começava de novo, parece que ele sabia que doía mais, depois de muito tempo que eu não soube estipular, ele parou. “Vem cá Pedro, abre a boca.” Eu estava encolhida na cama chorando com muita dor, olhei para o Pedro bem na hora que ele coloca o pinto na boca do filho e gozava. “Engole tudo.” O Pedro obedeceu, e ele deu outra gargalhada. Olhei para mim e eu tinha sangue escorrendo pelas pernas, o pano de cama do Pedro também estava todo cheio de sangue. Continua...



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