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Conto Erotico Gozando dentro da novinha

Vou contar a estória de uma gata maravilhosa que conheci pelo Orkut.

Com freqüência eu entro no Orkut pra dar uma olhada nas fotos das gatinhas da região. Muitas me adicionam, mas poucas mantém contato. Uma daquelas que deu brecha para conversar desde o começo foi a Aline (vou usar este nome). Aline era então uma gatinha de 18 anos, moradora de uma cidade próxima à que eu morava, há menos de 20 Km de distância. Eu, então, estava com 35 anos. De imediato ela me deu o MSN e começamos a conversar. Toda animadinha, Aline disse que gostava de conversar com caras mais velhos por que os moleques da idade dela eram um saco, e com gente mais velha ela conseguia conversar mais coisas e trocar mais experiências. Logo de cara mandei a pergunta, querendo saber se ela também estava interessada em experiências sexuais. Ela mandou aqueles emoticons com risadinhas e disse que sim, “claro, adoro!”. Aquele “claro, adoro!” brilhou como um sinal verde pra mim. Perguntei o que ela pensava desse lance de “corrupção de menores” que tanto falam, e ela disse que achava isso uma bobeira. Que todas (TODAS) as meninas da sala dela ou já tinham dado a bucetinha, a bundinha ou pelo menos chupavam a piroca dos namorados e coleguinhas. Falou inclusive que algumas amigas já tinham feito grupal. Ela mesma tinha perdido a virgindade há quase um ano, com um rolinho de 22 anos. Pra dar andamento na conversa, perguntei se ela tinha gostado, como fazia e tal. Ela me disse que transava no carro mesmo, e que gostava muito de chupar uma piroca. Disse que adorava uma esporrada na boca. Fiquei louco com aquilo!! Ela se soltou logo na primeira conversa! Ela teve que sair naquele dia, mas pedi pra ela me mandar uma foto por que tinha somente uma no Orkut. Ela me mandou uma foto em baixa-resolução, de celular mesmo. Vi então aquela morena, baixinha (1,50 mais ou menos), corpo bem minhõnzinho mesmo, sem muito peito, mas bem proporcional. Não era “demaaais”, mas gostei do que vi.

No final de semana a achei no MSN. Disse que estava sozinha em casa e que estava com todo o tempo para falarmos. Logo estávamos falando de várias coisas: como eram as calcinhas dela, como era o corpo dela, o que ela gostava num homem e por aí vai. Nisso eu já estava com o pau duríssimo e as bolas doendo só de imaginar aquela gatinha de 15 aninhos fazendo tudo aquilo que ela falava. Perguntei se ela tinha alguma fantasia e ela respondeu que tinha algumas vontades: de transar na frente do espelho, de transar sentada no colo, de transar na cama, de quatro - até então ela só tinha transado no carro do ex-namorado - e, o que me deixou mais louco, falou que gostava muito de porra, que tinha vontade de tomar uma esporrada na boca que escorresse pelo corpo todo, e que tinha muita curiosidade de sentir um homem gozando dentro dela. Nessa hora eu quase gozei só de ler! Fiquei louco! Então disse para ela dos perigos de engravidar e doenças e tal, mas que como eu era vasectomizado não teria perigo e que poderíamos fazer exames pra ver se estávamos ok e poderíamos fazer tudo isso se ela quisesse. Ela disse que estava com muito tesão e vontade. Pedi então para ela me mandar mais fotos do corpo dela, de biquini, e ela, surpreendentemente, pediu para eu mandar fotos do meu pau!! Ela disse que não tinha, mas pediu para eu esperar um pouco. Em alguns minutos ela voltou e começou a mandar fotos que tinha acabado de tirar no banheiro, só de calcinha: seios redondos e lindos, mamilos pretinhos, pequenos e durinhos, coxas roliças e uma bundinha linda, muito redondinha! Tirei meu pau pra fora e disse pra ela que estava me masturbando (com a mão esquerda, pra poder teclar). Ela disse que ia adorar me ver esporrando pra ela. Então peguei o celular, coloquei em posição estratégica e me filmei me masturbando pra ela, até esporrar! Sujei o quarto todo, mas valeu a pena por que foi uma puta gozada. Mandei o video pra ela e ela me disse que estava louca pra tomar uma esporrada daquela na boca, na bunda, no corpo todo! Pedi pra ela marcar. Ela se despediu e disse que ia mandar um e-mail.

Em três ou quatro dias mais ou menos chegou um e-mail dela dizendo que ia matar aula pra gente se conhecer. Que era pra eu entrar no MSN pra gente combinar direito. Entrei e ficou combinado que eu ia pegá-la perto da escola e que íamos para um motel. Naquele dia eu forrei o porta-malas do carro com edredons, para ficar confortável, passei na porta da escola e a peguei. De cara já começamos nos beijos e ela disse que eu era muito melhor ao vivo. Que nada, ela que era! Coxas firmes, uma bundinha linda na calça jeans, peitos lindinhos naquela camiseta branca de colegial, um tesãozinho!! Então fomos ao motel. Chegando perto, pedi pra ela passar para o porta-malas pela divisória do assento traseiro e entramos. Chegando no quarto a abracei e vi que ela era pouco maior que a metade da minha altura! De cara comecei a tirar a roupa dela, a apalpar aqueles peitos deliciosos e ela, percebendo o meu pau duro, já começou a esfregar a mão nele. Fiz questão de me abaixar devagarzinho para ir tirando a calça dela, enquanto beijava o corpo todo. Que bunda maravilhosa!! Que pele lisinha!! Peguei ela no colo e coloquei na cama. Deitei-me ao lado dela e ia beijando a boca, o pescoço, os seios, enquanto ela me masturbava. Então ela mudou de posição, para poder me chupar, e ficou de bundinha pra cima, enquanto chupava meu pau com toda a destreza do mundo. Que loucura! Eu me segurando para não gozar! Ela me disse: “Tá se segurando pra não gozar, né? Eu já tô sentindo o gostinho de porra!”. Amigos, que força eu fiz para não gozar nessa hora! Enquanto eu alisava aquela bundinha e metia meu dedo naquela gruta apertada e molhadinha, ela gemia. Então ela pediu: “Agora vem meter em mim. Eu quero que você goze daquele jeito do vídeo dentro de mim”. Fiquei louco! Eu disse pra ela que não ia aguentar nem 5 minutos com o tesão que eu estava e ela disse pra eu não me preocupar que o que ela queria mesmo era a gozada. Então botei a gata de quatro e mal acreditei na gostosura que era aquela menina de 18 anos! Posicionei meu pau todo babado na entrada daquela bucetinha linda, carnuda e molhadinha e comecei a entrar devagarzinho, pra poder curtir cada centímetro da entrada do meu pau naquele paraíso. À medida em que eu ia entrando, ela ia gemendo, ficando com a respiração ofegante, e eu empurrando devagarzinho, até que entrou quase tudo e eu senti o cólo do útero dela. Ela deu uma curvadinha na coluna. Imagino que tenha doido, mas não falou nada. Comecei o vai-e-vem da transa, puxando a vara até a cabeça quase sair, e então voltando pra dentro. E assim fui, freneticamente, metendo naquela ninfeta que aumentava o som do gemido a cada estocada que eu dava. Então ela começou a rebolar, e a gemer, e disse que ia gozar! Eu me segurando, só pensando no privilégio de fazer uma ninfetinha daquela gozar! Então ela gritou mais alto, deu uma tremida e vi que ela tinha gozado por que sentia a bucetinha dela latejando em volta do meu pau. Puxei os travesseiros pra debaixo do corpo dela, pra ela poder descansar, e ao mesmo tempo manter-se de quatro. Eu disse a ela que era minha vez e ela respondeu com um “uhum” trêmulo, quase um gemido. Comecei a esfregar a cabecinha na entrada da vagina dela, o que me deixava mais excitado, e meti fundo. Ela disse que estava sentindo meu pau ficar grosso. Poucos instantes depois eu disse a ela: “gata, se prepara que eu vou gozar. Vou tirar a virgindade do seu útero enchendo ele de porra”. E ela disse: “Ái que tesão.. goza mesmo, me enche de porra!”. Eu não aguentei. Sentindo o gozo chegando, disse a ela “Vou gozar.. vou gozar” e empurrei o meu pau o mais que pude dentro dela. Senti a cabeça forçando o colo do útero e neste instante gozei o que eu acho que foi a maior gozada da minha vida! Eu dizia a ela “tô gozando.. tô gozando”, e ela dizia “Tô sentindo pulsando... tô imaginando os jatos de porra dentro de mim”, e isso só me fazia gozar mais. Puxei os travesseiros de lado, ela se deitou sobre a cama e eu fiquei semi-deitado por cima dela, com o pau ainda lá dentro. Maravilhoso olhar meu pau encaixado no meio daquelas pernas, junto àquela bundinha redondinha. Assim que meu pau começou a amolecer eu o escorreguei de dentro daquela buceta maravilhosa, podendo ver um pouco da minha porra escorrer em seus grandes lábios, e o coloquei encaixado de leve no meio daquela bundinha. A porra ainda escorria um pouco do pau, o que deixou a bundinha dela também um pouco lambuzada. Me deitei de lado e ficamos um pouco lá, ambos sonolentos, eu olhando para aquele corpinho lindo. Em pouco tempo ela disse que ia pegar uma água e se levantou. Ao ficar de pé, a porra escorreu pela buceta dela, escorrendo pelas coxas e pingando no chão. Ela olhou aquilo, deu uma risadinha e disse: “Olha como você me inundou!”. Então foi ao banheiro, deu uma limpada com papel mesmo, voltou pra cama com a água, tomou um pouco, falou umas bobeirinhas e dentro em pouco disse: “Agora é na minha boca, né? Quero sentir o gosto da sua porra”. Meu pau, ainda mole, já começou a endurecer só com aquelas palavras. Ela então caiu de boca novamente naquele pau ainda melado da minha porra e das secreções dela. Rapidamente fiquei duro, mas avisei para ela que iria demorar pra eu gozar. Ela, com cara de safada e esfregando o pau no rosto virou e disse: “Demora mesmo que eu adoro chupar. Mas me avisa, viu!”. Amigos, aquela gata ficou lá, chupando com maestria, de cima abaixo, parando na cabeça pra passar a lingua, esfregando no rosto, uma loucura! Então ela começou a ajudar com a mão, e se concentrou na cabecinha, bombando mais rápido. Então avisei que a gozada tava chegando. Ela se ajoelhou na beira da cama, pediu pra eu sentar, e continuou batendo aquela punheta gostosa, dando umas lambidinhas. Avisei: “É agora, gata, vou gozar...”. Então aquela gata olhou pra mim, tocando aquela punheta maravilhosa, e disse: “Vem na minha boca, vem”; deixou a boca semi aberta e a língua pra fora, estrategicamente colocada pertinho do meu pau, e então eu esporrei! Um jato direto na linguinha dela, um segundo jato no lábio inferior, mais próximo ao queixo, e um terceiro jato que ela apontou para o corpo dela. Espero que consigam imaginar que maravilhoso é ver uma ninfetinha com sua porra espalhada nos lábios, com gotinhas escorrendo pelo corpo. Ela então deu um sorriso, falou “Que delícia”, passou a lingua nos lábios e veio chupar deixar o meu pau limpinho, engolindo o restante da porra que vem com os pequenos espasmos do final do gozo. Passou o dedo nos lábios e chupava, passou no corpo e chupava, como quem chupa leite condensado. Fiquei deitado, acabado, e ela foi tomar um banho.

Saímos poucos minutos depois, a deixei perto de casa. Ao deixá-la, ela disse: “Não fizemos nem metade das minhas vontades viu! Vamos sair de novo!”. Voltei pra casa realizado.

Depois disso saimos várias vezes, onde rolou muita coisa gostosa. Mas isso fica para os próximos contos.

Espero que gostem deste relato. E as garotas gostosinhas de São Paulo que quiserem experimentar algo assim, é so entrar em contato. ;-)