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Conto Erotico Meu adorado titio Anselmo

Meu nome é Nuria e passo a relatar fatos da minha vida que se iniciaram quando ainda tinha 16 anos. Hoje, com 37, casada e mãe de uma menina de 05 anos, vejo que tive uma iniciação sexual muito diferente do que a maioria das meninas. Tudo começou quando o meu tio Anselmo foi passar o carnaval conosco, numa cidade da serra do Rio Grande do Sul. Eu sempre gostei dele e da tia Maria e, desde pequena, visitava-os na cidade de Porto Alegre. Não sei porque, mas desde pequena gostava de sentar no colo dele, passar minha mão pelo peito cabeludo e alisar sua barba. Sentia que ele gostava dos meus inocentes carinhos. Aos meus 16 anos, mantinha a mesma atração e ele, nos 48 anos, mostrava a mesma receptividade. Seu sorriso largo e alegre sempre deixava o ambiente descontraído e animado. Talvez, por isso, gostava quando ele e tia Maria iam nos visitar e passar alguns dias conosco. Naquele fevereiro de 1991, ocorreu um fato que modificou todo o meu comportamento e atividade sexual. Tudo teve início foi meu primeiro baile de carnaval. Montamos um bloco somente de meninas, minhas vizinhas e colegas do colégio. Minha melhor amiga, Rafaela, sempre fora muito animada, mais solta do que eu e até já tinha tido relações com seu namorado, Marcos, que fazia agronomia numa faculdade de Porto Alegre. Fomos para o clube e marcamos nosso espaço em duas mesas, próximo à janela e no caminho que dava acesso ao bar. Dançávamos e pulávamos animadamente quando deparei com uma grata surpresa. Tio Anselmo e a tia Maria foram, também, ao baile e caminhavam em nossa direção. Apresentei-lhes minhas amigas e tio Anselmo já chamou o garçom para pedir cerveja e começou a sambar junto às meninas. Apesar dos seus 48 anos, ele tinha ginga e desenvoltura, o que deixou Rafaela bastante animada. Certa hora, Rafaela se aproximou de mim e cochichou ao meu ouvido: “Puxa, Nuria, teu tio é um gatão, heim”? Realmente, tio Anselmo, para a sua idade, mantinha um corpo atlético, uma barriguinha quase imperceptível, o quê, de certa maneira, deixava-o mais atraente. Porém, o que mais destacava era o seu sorriso e seu semblante alegre. Rafaela, por sua vez, era uma garota surpreendente. Um pouco mais alta do que eu, 168 m tinha uma estrutura mais avantajada, não era gorda, mas, tipicamente de origem italiana, tinha mais carne e uma cintura bem definida. Podia-se se dizer que ela era do tipo “violão”. Suas curvas marcavam acintosamente, deixando seu corpo bastante sensual. Não era musculosa, mas tudo eram rijos. Sua bunda era grande e bem arredondada e pernas grossas, roliças e bem firmes, definiam uma mulher muito atraente. Apesar de sermos diferentes, eu a admirava, pois sempre era muito determinada, objetiva e não se aquietava até conseguir o que queria. Essa foi a característica que a fez, repentinamente, pegar a mão do tio Anselmo e puxá-lo para o pista, onde passava um trenzinho. Ao som de “olha a cabeleira do Zezé, será que ele é?”, várias pessoas enfileiradas, segurando uma na outra, faziam o que nós chamávamos de trenzinho. Ao se atrelar ao trenzinho, tio Anselmo segurou nos quadris de Rafaela, que se agarrava no ombro da menina da frente. Acompanhei o movimento e percebi que Rafaela, discretamente, pegou as mãos do tio Anselmo e as deslocou para a sua barriga, ficando mais entrelaçada, ficando mais próxima do corpo dele. Esse foi o sinal que revelou a real intenção de Rafaela. Ela, safadinhamente, arrebitava sua bundinha para trás, de forma a ficar encoxada pelo tio Anselmo, que, aliás, não fazia nenhum sinal de desgrudar de Rafaela, misturados aos foliões. Aquela cena deixou-me estranha, tinha um sentimento de ciúmes, mas ao mesmo tempo, estava excitada. Na verdade, eu é que gostaria de estar sendo encoxada daquela forma pelo tio que, muitas vezes, sentei no colo e senti a sua vara cutucar a minha bundinha. No turbilhão de pensamentos, não percebi que eles já tinham retornado para a mesa e Rafaela conversava com a minha tia, pedindo para que o tio Anselmo a levasse até sua casa para trocar de sapatos. Ela usava uma sandália fechada, alta, e gostaria de pegar uma rasteirinha para ficar mais a vontade. Estranhei o pedido, pois eu própria havia recomendado a Rafaela pegar outra sandália, caso a machucasse e ela a deixou no guardador de bolsas, na recepção do clube. Sabia que era somente um truque para sair com o tio Anselmo e fazer o que ela tencionava. Passaram-se quase duas horas e eles retornaram. Rafaela mostrava-se com um sorriso maroto e seus olhos verdes pareciam brilhar ainda mais. Tio Anselmo foi logo para a mesa onde estava a tia Maria, que o agarrou e o carregou para a pista, ao som de “Bandeira branca”. Nesse ínterim, não me contive e puxei Rafaela pelo braço e a carreguei até o balcão do bar para saber o que tinha se passado entre eles. Ao fazer a pergunta, Rafaela deu uma risada, mordeu o lábio inferior com ar provocativo, os olhos semisserrados, e disse sussurrando: “Nurinha, teu tio tem um pintão que não acaba mais. Meu Deus, eu fui às nuvens.” Ao ouvir isso, não sabia se queria saber mais coisas ou deixá-la continuar e contar tudo o que “rolou”. A curiosidade e a excitação falaram mais alto. Pedi para que ela contasse-me tudo. Acho que era isso que ela queria. Contar a grande façanha para alguém e esse alguém era eu, que já me convulsionava em excitação e curiosidade. “Nurinha,” disse-me com ar de felicidade... ”pedi para o teu tio me levar para trocar os sapatos. Peguei minhas sandálias no guarda tudo e fomos até à minha casa. Falei com a minha mãe e disse-lhe que estava com o teu tio para pegar uma sandália. Despedi-me dela, peguei uma toalhinha e voltei para o carro e, no meio do trajeto perguntei ao teu tio o que ele tinha achado do trenzinho. Ele me olhou de soslaio e com um sorriso maroto, disse que aquilo não era um trenzinho, mas sim um avião. Nesse momento, ele colocou a mão sobre os meus joelhos e como não demonstrei nenhuma resistência, ele foi subindo por dentro da minha saia, até chegar a minha bucetinha. Eu estava encharcada e sentia minha xaninha ardendo de desejo. Para mostrar-lhe que o caminho era esse, pus a minha mão na perna dele e fui subindo até chegar à armadura que se formou entre suas pernas. Nuria, aquilo parecia uma lanterna de tão grosso. Comecei a apalpá-lo por cima da bermuda mesmo e não via a hora de chupar e lamber aquele volume todo. No trajeto, mostrei-lhe outro caminho, direto ao Paraíso.” Eu sabia e conhecia o que a Rafaela chamava de Paraíso. Era uma um sítio, meio afastado do centro da cidade, cujos donos só apareciam esporadicamente. Rafaela achou uma entrada, onde o carro ficava camuflado e era lá que ela e o Marcos iam transar. Ela conhecia bem o “Paraíso”. “Nurinha...” continuou narrando, “quando chegamos no Paraíso, ele começou a me beijar e a acariciar os meus seios. Sentia a língua úmida e quente dentro da minha boca, misturando- se com a minha. Eu nunca tinha sido beijado daquela forma, era puro fogo. Ele se posicionou no banco e começou a arriar as bermudas juntamente com as cuecas. Pelo clarão da lua, vi o que eu já imaginava. Saltou um caralhão apontando para o umbigo dele. Não me contive e agarrei aquele pauzão. Enquanto nos beijávamos, passava a mão no saco e subia até aquele monumento. Para você ter uma ideia, minha mão não se fechava totalmente, de tão grosso que é o pau do teu tio. Ele se afastou de mim e pediu para eu beijar o pau dele. Abaixei minha cabeça e botei somente a cabeçona na boca. Lembrei-me do que o Marcos havia pedido certa vez. De chupar e masturbá-lo ao mesmo tempo. Ele soltou um sussurro e me chamou de putinha. Ele empurrou o banco do motorista mais para trás, baixou o encosto do acento e pediu para eu sentar na picona dele. Naquele momento, senti um misto de medo e desejo. Eu estava pegando fogo, não via a hora de ser empalada pelo caralhão. Então, eu arredei minha calcinha, debrucei-me no volante e senti a cabeça encostada na entrada da minha xaninha. Dei mais uma descidinha e uma forçadinha. Apesar do meu líquido, que escorria perna a baixo, senti que iria ter alguma dificuldade em agasalhar aquele pau. Vai devagar, Rafinha, não quero machucar essa bucetinha, falou de forma até carinhosa. Arregacei bem os lábios e forcei para que a cabeça entrasse. Senti ela invadindo minha entranhas. Soltei um gritinho e parei para me acostumar com a geba. Apesar da dor que sentia, tinha vontade de me soltar todinha. Somente com a cabeça, fui fazendo movimentos de forma que ele fosse me penetrando aos pouquinhos. E isso, aí, garota, tá conseguindo, ele falou animadamente. Ele estava praticamente deitado no banco e eu, de costas, subia e descia, num entra e sai maravilhoso. Sabia que não estava todo dentro de mim, mas era uma sensação indescritível. Foi quando eu não resisti e fui às nuvens. Acho que tive o orgasmo mais intenso, pois os espasmos não terminavam nunca. Fiquei com as pernas bambas e acho que perdi os sentidos por alguns segundos, pois ouvi dizendo: Puxa garota, não vai me deixar na mão, vai? Então, ele me puxou para trás, de forma que fiquei deitada de costas, no seu peito. Ele segurou meus seios e, então, passou a comandar os movimentos e notei que ele meteu um pouco mais. Senti a rolona batendo no fundo do útero e, com movimentos dele mais frenéticos, gozei novamente e sentindo, o pau pulsando, recebi jatos quentes de porra, que inundou minha toda minha bucetinha. Ficamos parados por algum tempo, ofegantes e eu com as pernas enfraquecidas. Pequei a toalhinha, coloquei no meio das pernas para não vazar a porra, fui para o banco do carona e chupei toda a porra que ainda tinha no pau dele. Depois disso, ele me perguntou se eu já tinha dado a bundinha. Disse-lhe que eu e o Marcos tentamos uma vez, mas doeu e então desisti, mas que eu sinto muito prazer, inclusive quando me masturbo, costumo enfiar um dedinho no cuzinho. Marcamos, então, para nos encontrarmos amanhã, para ele comer a minha bundinha.” Ao ouvir esse ralado detalhado da Rafinha, sentia-me completamente excitada, ardia de desejo e agora tinha a plena certeza que queria ser desvirginada pelo Tio Anselmo. Aturdida, voltei para a nossa mesa onde estavam minhas amigas, e tia Maria e tio Anselmo, em pé, bebiam cerveja e dançavam animadamente. Foi, então, repentinamente, peguei da mão dele e o levai para o bar. Ele perguntou: “Puxa, Nurinha, o que aconteceu”? Eu olhei diretamente nos olhos dele e disse-lhe que eu já sabia de tudo, tudo o que “rolou” entre ele e a Rafinha. Ele sacudiu a cabeça e falou: “Tá, quem mais vai saber? A cidade toda? Por que ele te falou?” Disse-lhe que eu era a melhor amiga dele e que queria ir no encontro deles no dia seguinte. “Como é que é”? perguntou surpreso. Tu queres ir conosco, amanhã, fazer o quê?” Disse que queria só assistir, que não iria atrapalhar. Acho que isso o deixou excitado, pois além de poder foder a bundinha da Rafinha, teria eu como espectadora. Quando voltamos para casa, fui direto para o meu quarto, imaginando o dia seguinte. Estava ansiosa, excitadíssima e não via a hora desse momento. Ao mesmo tempo, também, sentia ciúmes da Rafaela, que já tinha dado para o meu tio e agora estava avançando ainda mais. No dia seguinte, à tardinha, como combinado, liguei para Rafaela que não sabia que eu iria junto. Claro que isso a deixou excitada, pois tinha o trunfo já ter tido a pica do tio Anselmo. À tardinha, tio Anselmo conversava sobre futebol com meu pai e bebericavam whisky, enquanto mamãe e tia Maria separavam umas roupas para doar para instituições. O ambiente era descontraído, mas eu estava muito ansiosa e nervosa para o cenário que viria a ser desenhado. Cheguei à varanda e, bem alto, pedi para o tio Anselmo levar-me para tomar sorvete. Claro que ele sabia e disse prontamente: “Vamos lá garota.” E, bem alto, falou para todos: “Gente, vou levar a minha sobrinha para um sorvetinho. Não nos esperem tão cedo.” Saímos e liguei para a Rafa, onde a pegamos duas quadras depois da casa dela. Fomos direto para um motel, na beira estrada, distante 10 Km. Ma isso é outra história... leiam os próximos contos e como o tio Anselmo me desvirginou.



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