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Conto Erotico Meu novo amiguinho no vestiário

Hoje, tenho 21 anos e faço arquitetura na FAU USP, no entanto, a história que contarei é do tempo em que ainda morava no interior. Tinha dezesseis anos e estava no terceiro ano do Ensino Médio. Nessa época, eu já estava aceitando a atração que sentia por garotos, apesar de não me declarar abertamente. Volta e meia, ficava com alguma garota, afinal, modéstia parte era bem cobiçado por elas. Eu tinha, por volta de 1,77m, não era fortão, mas tinha um físico atlético e definido, pele clara, cabelos lisinhos e olhos bem pretos. Nunca fui muito de esportes, mas, desde cedo, criei uma paixão demasiada pela natação. Praticava umas três vezes por semana. Nunca freqüentei escolinha, sempre nadava sozinho, unicamente por prazer. Ia quase toda noite ao clube que meu pai era associado e passava, geralmente, das 19 às 21:00hs. Em uma dessas noites, tinha um grupinho jogando vôlei, a maioria eram garotas, havia somente uns três garotos. Quando terminaram, um deles veio dar um mergulho na piscina.
Quando o vi, meu pau, de imediato começou a endurecer. Afinal, aquele carinha, que aparentava seus quatorze, quinze anos, era uma perfeição, um Adônis. Ele era um pouco mais baixo que eu, porém, isso de nada importava, pois seu corpo era escultural e delicioso, tinha o abdômen bem definido e um peitoral que faz qualquer um (ou uma) imaginar loucuras. O melhor ainda estava por vir, sua pele era branquinha(tenho fetiche), mamilos rosadinhos, olhos verdes e, ainda melhor que isso, estava usando uma sunguinha azul-piscina bem apertada que evidenciava ainda mais aquele caralho que, mesmo mole, era enorme. Não estava mais suportando de tanto tesão e não conseguia parar de olhá-lo. Enquanto tentava me concentrar e nadar, ele, de vez enquanto, saía da piscina, sentava na borda, ajeitava aquele pau gostoso na sunga, ficava olhando para a quadra, que ficava a uns cinqüenta metros dali e voltava de novo para a nadar. Sempre fui um pouco tímido, então, quase nunca era eu quem tomava as iniciativas. Acho que, ao perceber que eu não tentaria nada, ele chegou perto de mim e disse:
-- E aí, boy! Tava olhando você aí, nadando. O que você acha de a gente apostar uma corrida? -- Ok. Ida e volta, pode ser? – Disse eu, surpreso e, sem saber mais o que dizer. Então, saímos da piscina e fomos até a borda. Tentei andar meio encurvado, afinal, meu pau estava já estava excitado. Nos posicionamos e saltamos ao três. Ao fim da corrida, cheguei primeiro que ele. Ele me elogiou dizendo que ou era muito bom. Daí, eu, finalmente, criei coragem e perguntei qual era o nome dele. Ele me respondeu Paulo César, mas disse que todos o chamavam de Paulinho. Eu disse o meu nome e, sem saber mais o que fazer, fiquei a esperar alguma reação dele. Ele falou que era um prazer, e tal. Aquele típico papo furado de quando a gente não tem nada pra falar. Ele perguntou onde eu estudava e disse que nunca me tinha visto naquele clube (acho que ele é que não andava por ali). Sentamos na borda da piscina, ele abriu bem as pernas pra exibir aquela pica linda e aquele saco grande. Até onde via, ele não tinha nem um pelinho pelo corpo. No decorrer de nossa conversa, pude perceber que ele era um pouco, afeminado no seu modo de falar e gesticular e que, suas sobrancelhas eram feitas. Estava amando aquele momento. Não parava de olhar para aquele pau. Creio que, de propósito, ele fez com que seu saco saísse um pouco de dentro da sunga (que pena que não era o pau). Eu não disse nada, só olhava soslaio. Chegou uma hora que uma de suas bolas estava do lado de fora, e nem eu falava, nem ele colocava pra dentro. A conversa estava ficando boa, mas, já eram quase 9:00hs e, então disse a ele que ia ao vestiário, tomar um banho para tirar o cloro. Esperando que ele viesse, respirei fundo e tentei me concentrar para meu pau abaixar um pouco. Uns dois minutos depois de eu ter entrado no chuveiro, lá estava ele, na minha frente. Era um dos mais esperados momentos daquela noite. Enquanto eu estava pelado na frente dele, ele deu uma coçadinha no saco (o que o fez encher toda a mão) e começou atirar asunguinha. Que delícia! Que PAU! Ele dirigiu-se ao seu chuveiro, molhou-se um pouco e me pediu o shampoo. Que delícia ver a água escorrendo sobre aquele corpo quente. Eu, com o meu cacete já quase voltando a endurecer o entreguei o shampoo e procurei esconder meu pau excitado. Afinal, apesar de todas as evidências, ainda não sabia se ele era ou não gay. Apesar de me voltar quase de costas para ele, o safado viu que minha pica já tava ficando dura e, quando enxaguou o cabelo perguntou se eu podia o emprestar o sabonete (mas é claro! Passo, esfrego e enxáguo se você quiser). Eu, ainda com um sorrisinho (de amigo, rsrs) no rosto, o entreguei. Ele começou a esfregar o sabonete de frente para mim. Percebi que ele também estava se excitando. Ele transcorria o sabonete pelo corpo inteiro: peito, barriga e, quando chegou naquele cacetasso, começou a esfregá-lo forte e a mexer no pau e nas bolas. Aquilo era incrível, nunca tinha estado com um cara que tivesse um pau tão lindo e tão grande. Quando foi passar o sabonete nas pernas, ele ficou de costas para mim, e, pude apreciar aquela perfeição de bunda: gostosa, grande, musculosa e durinha. Ele se abaixava para passar na perna inteira e quanto mais fazia isso, mais empinava aquela bundinha deliciosa. Nessa hora, já estava com o meu pau duríssimo, e, apesar de não ser tão grande quanto o dele, não me fazia passar vergonha com os 17cm que tem. Foi aí, que ele me perguntou se eu podia passar sabonete nas costas dele. ALELUIA! Já estava a ponto de tentar comer aquele cu, sendo ele hétero ou não. Mas, após ele ter me pedido pra passar naquelas costas deliciosas e definidas. Não tinha mais dúvidas. O bofe era gay! Comecei a passar, meio de longe, afinal, minha pica estava bem em pé. Primeiro em cima, nos ombros. Conforme deslizava minha mão naquela suave e cheirosa pele molhadinha, ele me pedia para ir descendo e descendo. Quando cheguei bem perto daquela bundinha, me aproximei um pouco mais, e fui encostando meu pau nela. Ele não hesitava e não falava mais nada. Abaixou sua cabeça e, eu mais alto que ele, dei uma chegada bem gostosa e comecei a beijar sua nuca. Seu pescoço cheiroso e molhadinho me deixavam cada vez mais louco. Ele empinava cada vez mais sua bunda no meu pau e nossas mãos volteavam o corpo um do outro. Ele ficou de frente para mim. Nos beijamos. Sua língua era muito gostosa, ele a percorria por todo o meu pescoço e me dava pequenas mordidinhas. Ele abaixou-se e começou a me pagar uma deliciosa chupeta. E que chupeta! Ele lambia bem a cabeça e depois engolia tudo, quase engasgava, algumas vezes. Ele cuspia nela, batia um pouco com a mão e depois voltava a chupar. Eu, morrendo de tesão, o fiz ficar de pé, que agora era a minha vez de chupar. Peguei aquela “cobra” enorme e segurei firme e chupava muito. Não conseguia chupá-la toda. Ainda mais excitante que isso, é que estávamos completamente expostos. Se alguém chegasse no vestiário, daria bem de frente conoso. Ele ficou de quatro e me mandou meter bem gostoso. Assim o fiz. Enfiava sem pena meu pau naquele cuzinho lindo, enquanto ele gemia e empurrava a bundinha contra mim. Ele gemia alto, e eu já estava quase gozando. Em seguida, ele ficou de frente para mim, deitado no chão, na posição frango assado, enquanto eu continuava a meter e meter. Aquilo tudo estava delicioso. Ele me pediu para gozar em sua boquinha. E que boquinha. Já não estava mais agüentando. Tirei meu cacete do cuzinho dele e, tal qual havia me pedido, gozei muito naquela boca. Ele procurava engolir tudo, mas, deixava escapar um pouco pelos cantos. Logo após isso, chegou a minha vez de dar. Mas, não achava que iria agüentar aqueles mais de 20cm no meu cuzinho. Ele primeiro fez um fiozinho terra e foi enfiando o dedo lá. Enfiando, enfiando... até que começou a socar o pau. Eu estava morrendo de medo. Ele começou... foi enfiando devagarzinho, bem suave. Em pouco tempo, estávamos num vai-e-vem frenético e enlouquecedor. Ele já ia gozar... Pedi então, que não o fizesse no meu cu. Então, ele tirou aquela picona, batendo muito... e... Porra na minha cara. Nunca vi tanta porra vinda de uma só pessoa, ele deu um jato enorme e eu fiquei com a minha cara toda meladinha. Que gostoso... Ele começou a lamber a porra que estava na minha cara, e, eu achando aquilo ótimo, comecei a lambê-lo também. Deitamos no chão, ele sobre mim, eu apertava forte aquela bundinha linda e ele com os cotovelos ao chão, se apoiando, me beijava muito. Passamos uns cinco minutos naquela posição, até que... voltamos ao banho. Nos enxugamos, vestimos e saímos daquele vestiário como se nada tivesse acontecido.