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Conto Erotico Minha esposa foi enrabada pelo meu compadre na minha frente

Vou narrar pra vocês um fato que aconteceu há algum tempo atrás. Sou casado já há uns vinte anos, sou feliz, mas como o ser humano quer sempre mais, eu também não fujo a regra. O meu maior sonho e ver um cara com uma rola bem grande enrabando minha esposa na minha frente. O problema é como fazer isso com o consentimento dela, e com quem fazer... Um dia, fomos visitados por um compadre nosso que se chama Juquinha, que reside em outra cidade visinha e que batizou nossa filha. Ele é casado, tem aproximadamente uns 46 anos de idade, é alto, cabelos grisalhos, conserva um cavanhaque que pega muito bem nele e na sua frente havia uma coisa que sempre me chamou atenção, inclusive já fiz muitas brincadeiras com ele, o chamando de malão. O danado do meu compadre tem um monte no rumo do cacete, que provavelmente ele conduz uma anaconda lá dentro daquela cueca. O cara tem uma montoeira na frente que dá até medo. Veio sozinho porque a esposa dele trabalha à noite lecionando e como ele tinha que resolver algumas coisas, aproveitou para nos visitar e pernoitar em nossa casa. Ficamos muito felizes com a vinda dele. Eu confesso que pus maldade nessa pernoite dele na minha casa. Eu ultimamente estou andando muito tarado por sexo louco. Bom, minha esposa fez uma boa janta, fora alguns tira-gostos que preparou para tomarmos umas cervejinhas para alegrar a visita ilustre. Assim se sucedeu até certo horário e como minhas filhas fazem faculdade em outra cidade, nós estávamos só os três beberrões. Porém, eu comecei a imaginar coisas tipo: ver minha esposa chupando e dando o nosso compadre... Nossa, deveria ser o máximo! Esse pensamento começou a me excitar muito, mas me segurei um pouco e incentivei a eles que são fracos com bebida, para que bebêssemos blindando a vinda do nosso compadre. Ai foi aquele vira-vira. Ele já estava demonstrando sinal de fogão, pois falava muito alto, ria muito e minha esposa estava completamente tonta também e solta demais, mostrando bem a bicudagem. Qualquer coisa ela abraçava o Juquinha bem apertado. Ele também correspondia aos abraços que já estava ficando calorosos. Eu pra falar a verdade já estava de pau duro só de ver os abraços. O volume do cacete do compadre estava aumentando com os abraços da minha mulher. Ai resolvi jogar um venenozinho no meio para atiçar a maldade no nosso meio. Levantei para ir ao banheiro e aproveitei para falar que aqueles abraços deles estavam muito bacana e tinha me deixado de pau duro, mostrei o volume . Eles riram muito, minha esposa passou a mão no meu pau dizendo que era só pra ver se era verdade, ai apertou meu cacete que estava realmente duro igual uma tora, virou para o Juquinha, que ficou louco de ver ela pegando no meu pau na sua frente, e balançando com a cabeça para ele confirmou que era mesmo. Ele ficou com o pau durão na hora, mas ficou disfarçando. Eu percebi como o volumão ficou bem maior do que já era e minha mulher olhou pra lá também e deu até pra ver ela babando nele. Ai eu fui ao banheiro com desculpa só para deixá-los a sós um pouco. Fiquei escondido e vi ele tentando beijá-la, mas ela com medo que eu visse, afastou. Quando voltei, eles estava com um jeito diferente, parecia que estava empenotizado por ela. O olhar dele era penetrante nas coxas e bunda dela e ela também não parava de olhar o volumão do pau dele que estava a ponto de estourar a calça. Pude perceber que ele ficou muito tesado por ela olhar demais o seu cacete. Ele tentou disfarçar, porem deixou a pistolona estufada sempre à mostra. Eu observei a rolona dura dele e aproveitei para envenenar mais os dois, ai comentei com ela que ele também estava com o cacete duro feito pedra e mandei ela olhar lá. O empurãozinho funcionou, ela olhou meio sem jeito, mas cheia de tesão, que pelo o olhar parecia que queria cair ali mesmo de boca naquele pirocão. Falei pra ela pegar e ver se tava durão mesmo e ela pegou lá conferiu mesmo. Olhou para mim e disse que parecia uma cobra dando o bote, pois pulava muito. O Juquinha ficou loução! Mas ela, acredito que devido ter feito comigo e devido a bicudagem, achou que era normal, ai aproveitou também para saciar o seu desejo que já estava estampado na cara e no rabo. Com essa atitude dela ele foi nas núvens, ficou louco de tesão aponto de gemer na hora que ela encostou a mão no seu cacete para testar se estava duro mesmo. O pau dele estufou mais ainda. Isso me deixou muito louco de tesão! Minha mulher estava abobalhada de tanta vontade de voar naquela manaiba alheia e devorá-la. Gente, vocês não tem ideia do tamanho da rola dele, é enorme mesmo, é significativamente agigantada. Ele estava tão enlouquecido que fazia menções de agarrá-la ali mesmo naquele momento e o seu cacete enorme pulava sem parar em tempo de rasgar a calça. Falei pra ele ir ao banheiro para urinar que às vezes ajudaria a amenizar aquela tenção, aquele tesão descontrolada. Mas a minha intenção era ver ele em pé para o volume deixar minha esposa mais doida ainda do que já estava. E o trem ficou foi feio mesmo viu gente. Quando o homem levantou parecia que ele estava com um outro joelho ali na frente estufado... Que pausão esse danado tem. Vai ser dotado assim lá no rabo da minha mulher, trem doido! Deu pra notar que ela bateu até queixo de tesão quando olhou aquele monumento todo. Ele foi e eu aproveitei para iniciar o momento que sempre sonhei, ver minha mulher sendo enrabada por outro e aquele momento iria ser mágico porque ela ia ser arregaçada por aquele caralhão que ele tem e que já estava todo armado. Ai eu abracei ela que tremia muito, a beijei na boca com muita tesão, fiquei esfregando meu pau nela ainda por dentro da roupa, fazíamos movimentos fortes já completamente sem controle. Foi quando o ele retornou do banheiro e ficou estático nos olhando e com o pau duro e enorme todo pra fora da calça! Ele disse que não deu conta de guardar devido o estada que estava. Parecia que aquilo crescia sem parar a todo momento. Eu falei pra ele vir e se juntar a nós. Assim ele veio e agarrou minha mulher que já o aceitou com um gemido e já foi pegando no mastro dele. Eles se beijaram muito. Ele a esfregava tanto que vi a hora deles cairem no chão. Ela gemia alto e pegava no cacetão dele e apertava, lisava. Ele perdeu o controle e falava alto que ia acabar com ela ali mesmo. Eu disse pra ela chupar gostoso aquela rolona do compadre nosso. Ela obedeceu, pegou na baita e abocanhou a rolona começando a mamar igual uma bezerrinha morta de fome. Não deu outra, eu dei minha rola também e ela mamava um depois o outro. Os nossos gemidos estavam tão altos e cheios de prazer, um tesão sem limite. Minha esposa estava enlouquecida com aqueles dois cacetões ali só pra ela. Ela mamava, beijava os dois sacões, colocava os dois paus juntinhos um encostado no outro e tentava enfiar os dois de uma só vez na boca, mas só que não cabia porque são duas manaíbas criadas. Depois eu os convidei para irmos para o quarto. Na cama a coisa ficou foi boa. Meu compadre deitou em cima da minha mulher que estava de costas para a cama e enfiou sua rolona toda nela até no cabo e ela gritava de prazer. Eu, como era sonho ver ela sendo enrabada por outro, dei um jeito de ir e colocar minha cabeça na barriga dela, próximo da buceta, fazendo meu compadre levantar o corpo firmando nos braços e meter o ferro. Ai eu chupava o grelo dela e vendo aquele rolão entrando e saindo do rabo dela. Gente, que tesão danada que me dava, era a coisa mais bonita e mais gostosa que eu já vi. O Juquinha estava tão doido que fazia movimentos tão bruscos nas socadas que o cacete dele toda hora saia e nessas escapulidas, vinha direto na minha boca. Tinha hora que não dava pra evitar, o pau dele entrava um pouco na minha boca e eu dava uma chupadinha sem querer querendo e gostando muito dessa nova experiência. Aquele cacetão todo breiado da buceta gostosa da minha mulher. Que delícia! O Juquinha, aquele danado, enfiava lá e cá na minha boca, eu cheguei a desconfiar que era de propósito. Tinha hora que a rola dele ia até na minha garganta... Que compadre danado! Mas pensei assim: deixa pra lá que tá é muito bom. Ai eu chupava um e depois o outro. Gente que manaíbona dura e gostosa que eu estava chupando viu? Depois fui para a parte de trás... Meu Deus que visão! Que coisa maravilhosa ver aquela manaibona entrando e saindo daquela bucetona deliciosa! Ai comecei a lamber tudo ali atrás: lambia envolta da buceta engolindo aquela meleca dos dois, depois lambia o cacete dele também quando ele enfiava e quando voltava. As vezes eu tirava de lá e o atolava todo na minha goela. Nossa que delicia! Eu segurei no sacão dele e fui ajudá-lo a atolar mais lá no bucetão, gente ele até urrava de prazer. Isso me deixou louco, ai eu comecei a pegar naquele cacetão maravilhoso, tirava de lá e mamava nele todo, depois atolava lá de novo. Depois mudamos de posição. Eu deitei na cama, minha mulher deitou em mim sentando no meu cacete e o atolando todo no cú. Nossa que delícia gente! Meu compadre ficou por trás metendo na buceta dela. O homem dava cada estocada super violenta e minha esposa gritava de prazer. Chegou um momento que ele tirou o caralho lá de dentro, deitou de lado e por trás de nós, colocou minhas pernas abertas por cima da cintura dele e começou a enfiar a mão toda lá na bucetona, fazendo minha mulher delirar. E eu que estava torando o cú dela, já estava em tempo de morrer de tanto tesão. Ai pra completar o danado do compadre inventou uma outra loucura: comecei a sentir uma cabeçona parecendo uma jaca esfregando na portinha do meu cú. Meu Deus que loucura gostosa! Dei uma ajeitadinha e aquela coisa enorme, aquele trombolho começou a me rasgar todo! Gente que dor deliciosa! Que coisa que nunca acabava de entrar no meu cú de tão grande que é. O danado tirou todas as minhas pregas e meteu com força e gostoso no meu rabo. O atrevido dava tanta bombada que parecia que queria me matar ali mesmo todo estrangulado pelo cú. Meu Deus que cacetão é esse? Que delícia doida meu Deus! Entrei na vara do meu compadre gostosamente. Depois voltamos de novo na posição que ele comia ela que já estava deitada na cama e eu por trás chupando e lambendo os dois deliciosos da minha vida até que o gozo começou. O meu compadre esporrou tanta porra na minha cara, na minha goela afora porque eu atolava aquela juba lá pra dentro da minha garganta, ele jorrava porra pra todo lado, eu colocava também lá dentro da buceta que parecia que queria devorar aquele cacetão delicioso do meu compadre. Eu tomei aquela porra toda do pau dele e da buceta deliciosa da minha esposa sem nenhuma culpa. Vou falar a verdade pra vocês, naquele momento eu me senti a pessoa mais realizada e feliz do mundo. Me senti um pouco corno e um pouco viadinho, mas não tem problema não, eu adorei a vara dele, que não me incomodou em nada, pelo contrário, me deu foi mais tesão. Ai caímos deitados na cama todo mundo morto, bêbados e ficamos um pouco descansando. Depois fomos nos lavar, tomar água e dormir cada um no seu quarto. Meu compadre foi para cama de solteiro, onde já dormiu várias vezes e roncou a noite toda. No outro dia levantamos normal, ninguém comentou nada da noite anterior, tomamos café, minha esposa foi cuidar dos afazeres, meu compadre foi acabar de resolver seus problemas e de lá iria embora, ai fingimos que nada aconteceu. Minha vida continuou normal com minha esposa. Ela até hoje não comentou nada comigo sobre esse dia. Vou deixar passar um pouco até que ela se sinta mais a vontade para conversarmos a esse respeito. Estou louco para dizer pra ela que eu adorei aquilo tudo que aconteceu e que queria mais. Porem eu depois desse dia, fiquei muito tempo sem poder encostar nada lá atrás da bunda. O dano foi muito e custou a sarar, mas eu lembro com tanto tesão que nem ligo pelo estrago. Inclusive já estou pronto e louco pra outra. Meu compadre continuou com a amizade normal, inclusive voltou num outro dia trazendo sua esposa. Conversamos assuntos diversos... Eu notava um certo olhar dele com um certo carinho para mim, um olhar muito bom, porem um pouco disfarçado, mas preferi deixar pra lá no momento. Eu quero ele de novo sim, mas junto com minha mulher. Mas em fim, a vida continuou normalmente. Sempre estou torando minha mulher quase todo dia. Cada foda mais gostosa que a outra. Ai eu me pergunto: será que ela percebeu que eu fui enrabado pelo nosso compadre? Será que aquele momento maravilhoso e mágico irá se repetir de novo? Será que minha esposa vai querer mais? Vou ficar aguardando com muita vontade até que se repita muitas e muitas vezes.
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