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Conto Erotico Moreninha do ônibus

Angélica era uma linda morena que morava próximo de minha casa. Pequenina, cabelos um pouco cacheados, seios pequenos mas deliciosos, bundinha redondinha e carinha de safada. Tudo começou com uma frequente troca de olhares no ônibus, Angélica estudava no mesmo colégio que eu e pegávamos os mesmos ônibus, para ir e às vezes voltar também. Nos olhávamos há alguns dias, com direito à sorrisos quando eu descia e ela seguia mais uns pontos. Um belo dia, por força do destino, uma menina da minha sala, que era amiga dela, estava junto no ônibus e nos apresentou. Dali em diante passamos a conversar e saber mais um sobre o outro. Como uma coisa leva a outra, certo dia ao descer do ônibus, numa rua próxima ao colégio, perguntei se eu tinha alguma chance com ela. Ela riu, disse que sabia que isso ia acontecer, e nos beijamos. Os dias que seguiram foram ótimos, estávamos ficando sempre nas idas e vindas da aula, até deixei um pouco de andar com uns amigos, má influência, que faziam muito uso de álcool. Um belo dia resolvêmos ir a pé para a aula. Nos encontramos cedo e fomos caminhando, com algumas paradas programadas em ruas mais escuras para uns amassos. Eu sentia aquele corpinho todo em minhas mãos, e ela deixava que eu explorasse tudo. Enquanto a beijava, descia a mão pelos seios, barriga, bunda. Qual não foi minha surpresa ao constatar que ela usava uma calcinha fio dental, completamente enfiada em sua deliciosa bunda. Meu pau parecia que ia furar a calça, o tesão era tanto que até nos esquecíamos que estávamos na rua, à vista de qualquer carro que passava na hora. Nos amassavamos um pouco e voltávamos a andar. Umas duas quadras antes do colégio nós paramos numa esquina escura (estudávamos à noite) e sentamos no meio fio. Os beijos cada vez mais ardentes e minha mão viajava naquele corpinho maravilhoso. Foi quando coloquei sua mão em meu pau, por dentro da calça, e a senti apertar com força e tesão que me deixara cada vez mais louco. Com minha mão fui penetrando sua calça e afastando sua calcinha para o lado, até chegar com meu dedos naquela bucetinha molhada. Consigo sentir até hoje o cheiro daquele mel no meio de suas pernas, nunca havia sentido nada tão gostoso. Foi ai que ela, com uma voz de anjo, sussurrou em meu ouvido: "como que queria que fosse outra coisa lá dentro". Ao ouvir aquilo quase gozei em sua mão, minha cabeça não sabia o que fazer. Mas infelizmente tínhamos que ir pois o local não era seguro. Fomos para aula e nos encontramos na saída. Fomos até o terminal, junto com um casal de amigos. Tínhamos o hábito de parar em frente a umas lojas no caminho, que tinham uns murinhos onde ficávamos nos beijando em pé, encostados na parede. Neste dia, os dois loucos de tanto tesão, sabíamos que queríamos mais. Encostei-me na parede, trouxe o corpinho de Angélica até o meu e comecei a beijá-la como se quisesse engoli-la. Ela percebeu minha empolgação e disse "você é louco". No que a respondi, "preciso sentir seu corpo, agora". Na posição em que estávamos, tirei o pau para fora da calça, deslizei meu corpo um pouco para baixo e me posicionei. Abri a sua calça, baixando apenas a parte da frente e afastando sua calcinha minúscula. Como ela era pequenina foi fácil trazê-la quase para cima de mim e encaixa-la na ponta do meu pau. Lembro como se fosse agora, ela abrindo um pouquinho as pernas e meu pau começou a deslizar para dentro daquela bucetinha cheirosinha e saborosa. Ao conseguir colocar o pau todo dentro dela, senti seu corpo estremecer todinho, como se ela tivesse se libertado de uma tensão extrema. Relaxamos alguns segundos e então começamos um suave movimento de entra e sai, isso pode chocar alguns, mas eu estava perdendo minha virgindade naquele momento. Talvez por isso a memória esteja fresquinha até hoje, mesmo passados mais de 12 anos. Enfim, após uns minutos de entocadas, retirei meu pau para fora e gozei em sua mão. Nos limpamos, nos beijamos, e fomos pegar nosso ônibus. Nunca chegamos a namorar, mas tivemos um caso inesquecível que durou quase três anos. Lógico que a segunda vez foi bem melhor, mas isso é outra história. Espero que tenham gostado, me escrevam: sancardozzo@gmail.com abraços!



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