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Conto Erotico Seduzido pela minha prima de 9 anos

Era uma noite de chuva aquela em que meus tios estavam saindo para o supermercado para fazer as compras mensais da casa. fazia uma semana que estava na casa deles passando minhas férias do colégio e não lembro o motivo pelo qual eu e minha prima não fomos com eles, afinal, tinha apenas 11 anos de idade naquele tempo, hoje já estou com 23. me chamo carlos e minha prima chama-se heloísa. quando o fato que estou contando aconteceu ela devia ter uns 9 anos de idade. heloísa sempre teve um papo de dizer que estava apaixonada por mim, mas eu nunca tinha dado muita bola para o que ela dizia. talvez por isso mesmo eu tenha ficado tão surpreso quando depois que meus tios saíram ela veio até o sofá em que eu estava deitado assistindo televisão e sem dizer uma única palavra tenha começado a me massagear. apesar da pouca idade ela sabia muito bem aonde queria chegar. começou fazendo uma massagem muito agradável nos meus ombros, mas logo foi descendo lentamente pelas minhas costas quando resolveu passar a massagem para as minhas coxas. incrível como fui ficando excitado com aquela situação. ela lentamente ia subindo as mãos cada vez mais até alcançar o meu pênis o qual já estava extremamente duro. apesar de ter apenas onze anos, o meu membro já possuía a largura e o comprimento de um pênis de um homem adulto e quanto mais ela o tocava mais rígido o danado ficava: parecia um tronco duro como aço pulsando cada vez mais forte. heloísa usava suas duas pequenas mãos com uma habilidade surpreendente para a pouca idade que possuía. ela segurava meu membro bem em sua base e apertava-o subindo as mãos juntas até a glande quando descia novamente e começava tudo de novo de uma forma bem vagarosa, porém extremamente excitante. eu estava completamente embriagado com aquela situação. olhava para ela e via seus olhos petrificados no meu membro como que numa adoração quase religiosa. estava claro em seu rosto que ela estava vidrada com aquele cacete grande, duro e pulsante em suas mãos. não consegui mais ficar parado com aquela menina me masturbando de uma forma que nenhuma mulher até hoje conseguiu fazer de forma nem mesmo parecida. heloísa não era linda, mas tinha uma beleza bastante peculiar. seu corpo era mediano com peitinhos pequenos, porém bem durinhos com uma auréola bem grande ao redor dos biquinhos que eram pontudos e empinados, tinha uma bundinha mediana e bem empinada, porém ela possuía o que para muitos homens é o que há de mais precioso numa fêmea: a virgindade. mais tarde eu ia descobrir que ela tinha no meio de suas pernas de menina uma buceta pequena, branquinha e nunca violada antes e eu estava prestes a penetrá-la. tirei suas mãos do meu cacete, levantei-me do sofá e deitei aquela putinha no lugar onde eu estava antes. ela permaneceu calada e obediente a tudo o que eu estava fazendo. tirei sua blusa, baixei seu short e sua calcinha de algodão própria de meninas daquela idade. a buceta dela era muito pequenina e apertada e eu achei que meu membro n ia passar naquela vagina tão apertada. eu era virgem assim como ela, mas a diferença de tamanho era tão grande entre meu cacete e aquela bucetinha novinha que qualquer maluco veria que seria praticamente um estupro aquela situação. bem, bastante desajeitado eu tirei meu calção e a cueca e meu pau parecia uma tora de madeira apontando para cima. escorria um pouco de líquido seminal do meu membro. segurei sua cabeça as duas mãos e coloquei o meu pau nos seus lábios. ela fez cara de nojo, mas eu disse pra ela chupar que ia acabar gostando. disse que talvez ela estranhasse um pouco no início mas que se costumava. ela começou dando uns pequenos beijinhos na minha glande e, aos poucos, foi colocando o meu colosso na boca. logo, ela estava com a cabeça do meu cacete todinha na boca e eu fui dizendo a ela como fazer. disse pra ela tomar cuidado para que seus dentes na batessem na cabeçona e que ela tentasse usar somente os lábios e a língua pra chupar. ela me machucou um bocado mesmo com as instruções que tinha dado. demorou um pouco, mas foi pegando o jeito devagar, o que era mais que normal, afinal, aquela era a primeira vez que ela punha um caralho na boca. quando ela finalmente pegou o jeito da coisa foi que meu delírio aumentou. era uma sensação maravilhosa e desconcertante sentir o meu cacete ser chupado por aquela menina tão novinha. fiz com que ela mamasse durante uns 10 minutos e quando já não me agüentava mais de desejo tirei o caralho de sua boca (fiquei maluco quando tirei o pau da boca dela e vi que saiu todo melado de saliva. ela mesma tava lambuzada no queixo e nas bochechas e escorria saliva da cabeça do meu pau) e me posicionei para penetrar aquela criança que estava me acabando de tesão. abri um pouco as pernas dela e tentei colocar o pau naquela bucetinha com os lábios colados de tão apertada. ela reclamou que tava doendo muito e fez cara de choro, mas o meu tesão era tão grande que eu quase nem ouvia o que ela estava dizendo. continuei forçando, segurei em sua cintura e empurrei com mais força o meu cacete. sentia sua vagina se rasgando lentamente ao mesmo tempo em que minha prima começou a gritar para eu parar de enfiar aquela tora nela. ela gemia e gritava e começou a me bater para eu solta-la. as lágrimas começavam a descer de seus olhos no momento em que eu consegui enfiar a cabeça do meu pau naquela buceta apertada que ela tinha. confesso que me deu um pouco de pena, mas tinha sido ela quem começou aquele clima de sexo em que nos envolvemos. tive que segurar seus braços que ela parasse de me arranhar e me bater. a cada instante o meu pau entrava cada vez mais dentro dela. comecei sentir um líquido quente no meu pau e quando olhei ela tava sangrando. quase que parei de enfiar quando vi aquela cena, mas o sensação de estar perto de gozar comeceu a tomar conta de mim e eu não consegui mais me controlar. quando senti que estava quase gozando tentei bombar um pouco dentro dela mesmo sem meu cacete ter entrado totalmente. ela se contorcia todinha de dor e pedia pra eu parar, pra não fazer aquilo que ela não estava mais aguentando, e ia realmente notei que ela estava já bastante castigada. tive medo de ela desmaiar mas o prazer que eu estava sentindo era enorme eu já tinha me decidido que só ia parar quando despejasse toda a minha porra dentro daquela buça apertada . bombei mais um pouco dentro dela tomando cuidado pra não enfiar demais o meu pau , pois minha prima já tava nas últimas quando finalmente o esperma jorrou forte dentro daquela vagina recém arregaçada. esperei sentir sair o último jato de porra para poder tirar o meu pau que tinha entrado um pouco mais da metade dentro dela. minha prima chorava muito e confesso que nunca vi cena mais erótica do que aquela em que ela estava chorando, com as pernas abertas, a buceta muito vermelha e arregaçada e o esperma misturado com o sangue de sua vagina escorrendo do meio daquele buraco recém arrombado. conversei um pouco com ela e pedi desculpa por não ter parado quando ela pediu. falei que os pais dela não deviam demorar e que era melhor a gente ir ao banheiro se limpar e tentar limpar o sangue e o esperma que tinha ficado no sofá. com dificuldade, andando com as pernas um pouco abertas (ela tava toda fudida) ajudei ela a ir até o banheiro pra ela tomar um banho rápido e depois fui limpar o sofá com um rolo de papel higiênico que peguei no banheiro. hoje nos falamos normalmente e aquele momento tão excitante vive apenas em nossas memórias, pois tenho certeza que ela nunca esquecerá daquele dia, assim como eu nunca esqueci.