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Conto Erotico SOS MINHA FILHA!

Meu nome é Eduardo. Tenho 44 anos, minha esposa Ana tem 40 e temos uma filha de 17 anos chamada Roberta. Estou escrevendo este texto para ver se alguém me ajuda a resolver uma situação que não vejo solução. Moramos no Rio em uma boa casa num Condomínio fechado em Jacarepaguá. O centro do meu problema é o sujeito que corta a grama do nosso jardim, limpa a piscina e faz outros serviços externos na casa. O nome dele é Pedro. Sempre o tive como uma pessoa de confiança. Apesar de iletrado, é um jovem mulato simpático e sarado. Já obriguei ele, inclusive, a trabalhar sempre de camisa, pois nossa empregada, que não é lá grandes coisas, vive se insinuando para ele. Já chamei também a atenção de minha esposa, que é uma mulher bem interessante para a idade, e de minha filha, para não ficarem se expondo, principalmente na piscina, quando ele estiver trabalhando. Apesar de ele ter algumas habilidades, nunca deixamos ele fazer qualquer tipo de serviço dentro de casa. Ele só tem a chave do portão e acesso à área externa. Minha esposa trata ele muito bem, faz lanchinho, dá roupas usadas, etc. Já minha filha vive implicando com ele porque não limpa direito a piscina, porque faz barulho com o cortador de grama quando ela está estudando, etc, etc. No mês passado eu estava viajando a trabalho por uma semana, devendo voltar num Domingo. Como um evento da tarde de sábado foi cancelado, decidi voltar no sábado mesmo pela manhã. Pensei então em fazer uma surpresa e chegar em casa mais cedo. Estacionei em frente de casa e entrei pelo portão sem fazer barulho. Tinha inclusive comprado uma bolsa que minha esposa tanto queria. No trajeto até a porta da casa, percebi a máquina de cortar grama abandonada no meio do pátio. Ainda exalava o cheiro de grama cortada. Quando abri a porta da sala escutei um ruído vindo do meu quarto. Olhei para o corredor e vi uma calça jeans surrada jogada no chão. Então me aproximei da porta do quarto e escutei fortes gemidos de “fudeção” vindo do meu quarto. Será que é empregada com o Pedro, querendo usufruir da minha cama de casal? Mas ela não trabalha no sábado! Pronto. Na minha cabeça a imaginação começa a criar asas e a minha cabeça a criar chifres. Começei a sentir aquela amarga e inusitada sensação de corno, agravada por estar presenciando pessoalmente o ato. Tentei olhar pelo buraco da fechadura e só vi a lateral do colchão mexendo muito. A voz feminina gemia muito alto. Fui então abalado como macho, pois nunca vi minha esposa gemer tanto! Puxa, e eu confiava tanto nela. Mas eu tinha que conferir! Dei a volta pelo lado de fora da casa e cheguei até a janela, entrando com dificuldade pela moita que ficava abaixo dela. Muito relutante decidi espiar pelo canto. Me deparei com a cortina e devagar fui indo até a metade da janela, onde havia apenas uma tela fina de filó. Olhei para dentro com o canto do olho e me deparei com a seguinte cena: O Pedro estava deitado por cima de uma mulher, que, com certeza, não era a minha! Muito menos a empregada! Os dois corpos pulavam num ritmo frenético. Ele metia com vontade e ela arranhava as suas costas. Como ele chupava com volúpia pescoço dela, não conseguia identificar quem era. De repente ele muda o lado do pescoço e aparece claramente uma carinha gemendo, abrindo e fechando a boca a cada estocada. Era a minha filha Roberta! Fiquei chocado. Não sei desde quanto rolava aquilo. Mas querendo defender o meu “bebê” pensei – Será que ele está abusando dela? Mas logo olhei melhor para ela e vi que ela, vestindo apenas um corpetezinho de renda branca, parecia estar gostando muito. Reparei também numa camisola sexy e numa calcinha rosa também rendada jogada nos alvos lençóis da minha cama. Não dava prá entender. A Roberta era cheia de frescura com limpeza e estava encarando aquele cara sujo e suado! Puxa, será que ela foi reclamar alguma coisa com ele naqueles trajes! Aí pediu prá morrer! Aliás, sempre reparava em quanto a minha filhinha ficava mais bonita, mas nunca em quanto ela estava tão gostosa. Logo ele ficou de pé no chão, puxou ela pelas pernas, as enganchou nos braços e passou a meter sem dó com uma ferramenta que, evidentemente, eu nunca tinha visto ou imaginado que ele tinha - um pau grosso e enorme, que deslizava todinho prá dentro da Roberta. E eu que pensava que ela ainda era virgem, pois tinha dúvidas se o namorado dela já tinha feito alguma investida, pois era um garoto que parecia ser meio inocente. Sem ação, me encostei na parede e fiquei agachado. Ela então começou a gritar. Preocupado, fui dar mais uma espiada e a vi, já de quatro, com o Pedro metendo forte por trás. Pouco depois ouvi o que acabaria com qualquer tipo de ilusão. Ela começou a gritar – Vai Pedro! Mete mais forte! Puta que Pariu! O cara já estava massacrando e ela pedia mais forte? Fiquei pasmo e não quis mais olhar. Sentei no chão e tentei ligar para o celular dela só para empatar a foda, mas só dava fora de área. Pelos ruídos, gritos, gemidos e comentários que se seguiram, tive a certeza que ele passou a comer o cú dela. Nossa! E pensar que eu já passei talquinho naquilo tudo com o maior carinho. Fiquei apenas ouvindo aqueles gemidos e o barulho interminável da cocha e do saco dele batendo na bundinha dela. Fui então dar uma última espiada e vi a Roberta ainda ajoelhada, já sem o corpete branco, com a bunda empinada, se masturbando e mordendo o travesseiro. O cara estava em pé no colchão, agachando e metendo tudo que nem um bate-estacas. Aí, aquele cavalo começou a urrar, tirou o pau do cú dela, segurou ele com a mão e jorrou a porra em vários jatos que voaram nas costas dela e inundaram a sua bunda. O cara ainda ficou espremendo o pau até pingar a última gota nela. O pau dele brilhava tanto que parecia que tinha sido lustrado, o que na verdade ocorreu. A Roberta tinha dado um brilho no capricho! E nada de camisinha! Confesso que cheguei a ficar excitado em ver aquela porra abundante escorrendo pelas costas dela, mas estava muito desconcertado com a situação. Saí de casa e liguei prá minha mulher, fingindo que ainda estava viajando. Ela disse que tinha decidido dormir na casa da mãe e que amanhã voltaria para casa para me esperar. Perguntei pela nossa filha e ela falou que a Roberta iria ficar estudando em casa. Eu encerrei a conversa confirmando que voltaria no Domingo e fui para um hotel próximo passar a noite. Fiquei ligando para a Roberta por duas horas até que ela atendeu. Deve ter tomado banho, voltado e metido até não poder mais com o Pedro. Fui seco com ela e confirmei meu regresso para o Domingo. Perguntei pelo namorado e ela disse que ele tinha viajado com a família para Cabo Frio. Pois então. Essa é minha situação. Não consigo tratar minha filha da mesma forma de antes. Todas as noites durmo naquela cama e fico relembrando a cena. Será que ela chupou ele? Será que a iniciativa foi dela? Será que não foi a primeira vez? Será que ela está planejando mais? E se ela engravidar dele? Passo a trancar o meu quarto para ela desconfiar? Não sei se falo com minha mulher, demito aquela ameaça para as fêmeas da casa, abro o jogo com minha filha, falo com o namorado dela, ou o que. Se alguém que tiver alguma sugestão ou conselho, por favor me diga pois estou precisando muito.



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