RSS contos eroticos

Conto Erotico Ela molestou o vovô e deu o cu pro netinho.

Tenho uma amiga, Kelly, que mora sozinha, e, sempre que a visito conversamos até certas horas da noite, afinal, ela sempre tem estórias picantes pra contar, visto que sua vida íntima é bastante agitada. Pois bem, ela me contou uma que é no mínimo ousada, e que eu não me contive e decidi dividi-la aqui com vocês. Kelly é toda pequenina, 1 e 65 de altura, magra com ancas largas e peitão sempre saltando de seus decotes, tem cabelos loiros e lisos que vão até o meio das costas, com luzes em algumas mechas, sua pele é bem clarinha e meio rosada, com algumas sardas localizadas que dão um certo charme ao seu busto, tem um rostinho oval, com olhos esverdeados caídos e cílios grandes, tem um nariz empinadinho e afilado, e uma boquinha de coelhinha, bicudinha e meio dentuça, já o seu sorriso é de um ar safado que faz qualquer desavisado perder a linha. Kelly faz o tipo tonta, mas é só tipo, pois, ela é bem esperta e atenta, principalmente quando o que está em jogo é sua libido. E nisso somos bem parecidas, afinal, não costumamos deixar passar a vontade quando chega, independente de dia, hora e lugar, sempre arranjamos um meio para satisfazer tal vontade. Ela trabalha como enfermeira, e me relatou que, quando ainda não estava contratada ela descolava uma grana cuidando de idosos, e numa dessas oportunidades , numa certa casa, ela teve que acompanhar e cuidar de um certo senhor de muitos tantos anos, e que mesmo caquético era muito afoito pra cima dela, pois, não perdia a chance de pegá-la de surpresa e bulinar a sua bunda, suas cochas ou os seus peitos, inclusive ela disse que teve uma vez que o velho encheu a mão na sua bucetinha por baixo de seu uniforme de enfermeira e não quis largar, ele apertou tão forte que ela gritou, até que veio uma das empregadas e a ajudou a se sair do velho. Bom, o certo é que esse tal velho tinha alguns netos, e dentre eles havia um rapazinho por quem ela teve uma maior aproximação. Ele era um boyzinho saindo da adolescência, desses saradinhos de academia, bem humorado, bom de papo e que sempre a ajudava quando ela precisava dar banho no seu avô. Kelly disse que quanto mais convivia com esse boyzinho, mais ela sentia vontade de cometer uma de suas sandices eróticas, principalmente quando ele passava por ela só de bermuda ou de sunga rumo a piscina, aliás, tempo e ocasião era o que não faltava ali dentro daquela casa para ela cometer uma loucura com ele, pois, eles passavam a maior parte do tempo juntos e sozinhos, haviam os demais empregados, mas, pelo fato de vez e outra ela ter que subir escadas com o velho, levá-lo pro banheiro e tudo mais, a presença dele era importante, afinal, o velho tinha um corpo avantajado e dava muito trabalho, daí o garotão(seu neto) é quem tinha força suficiente pra ajudá-la. E numa dessas vezes em que ela foi dar banho no velho, o garotão, como sempre, a ajudou a levar o velho para o banheiro, e lá, enquanto ela tirava as roupas do velho para banhá-lo, o seu neto ficou ali de frente, sentado, conversando descontraidamente com ela, ele estava sem camisa, como sempre, exibindo seu peitoral e abdômen deliciosamente bem esculpidos, e vestido num calção que deixava claro que ele estava sem cueca, pois, deixava expostas as suas bolas, principalmente quando ele abria suas pernas, e como ela estava ao lado da banheira onde estava o velho, ela via com nitidez suas bolas soltas naquele calção folgado, e aquilo mexia muito com a sua libido, a ponto dela ficar bastante excitada e necessitada de uma transa para acalmar seu tesão. Então, quando ela começou a dar banho no velho, esfregando ele, usando luvas, naturalmente, como era costume acontecer, o velho ficou excitado, afinal as pequenas e delicadas mãos da Kelly passeavam em todas as partes do corpo do velho, e aquilo estimulava ele, deixando-o de pau duro, apontado pra cara dela, que ria sem jeito e tentava disfarçar o constrangimento, principalmente pelo fato de seu neto estar presenciando a tal cena. Foi aí que o garotão, ali de frente e olhando pra ela, parou de falar e ficou a observá-la diante àquela situação vexatória e um tanto delicada, Kelly ria amarelo tentando amenizar seu constrangimento, afinal, foi a primeira vez que ela passava por aquilo na presença do seu neto. Daí, ela disse que não sabe o que deu nela, pois, aos poucos foi gostando daquela situação e foi tomada por uma loucura que a fez ousar, então ela começou a acariciar o pau do velho ao mesmo tempo em que encarava o garotão, ali, sentado a sua frente, já ela estava sentada na beirada da banheira enquanto o velho estava em pé dentro da banheira cheia de água, com o seu pau a altura de seu queixo. O velho mexia sua cabeça pra cima, pra baixo, pros lados e vez e outra olhava pra ela, com sua língua pendurada no canto da sua boca, com os olhos brilhando, tamanho era o prazer em ser manipulado por aquela ninfetinha vestida de enfermeira. O velho gemia e apoiava sua mão na cabeça dela, acariciando seus cabelos com aquela mão pesada, enquanto a Kelly aumentava a punheta no pau duro do velho, o garoto estava enlouquecendo ao ver aquela cena típica de filme pornô, Kelly olhava fixo pra ele, notando visivelmente um volume erguido e pulsante dentro de seu calção, ela lambia seus próprios lábios sutilmente com a ponta de sua língua, e ria com uma puta cara de vadia, fazendo a profissional sair de cena para dar espaço a ninfomaníaca depravada e disposta a tudo pelo seu prazer. E ela ficou ainda mais afogueada quando o garoto, ali, frente pra ela, baixou seu calção e deixou ela ver seu pau duro de tanto tesão provocado por ela. Disposta a não ficar somente na provocação, Kelly encostou seu rosto de encontro a cintura do velho, ali em pé ao seu lado na banheira e acolheu o cacete dele com seus lábios, beijando e chupando o falo inchado com sutileza e experiência de uma puta, o velho gemia, e ela então abocanhou seu pau por inteiro, colocando-o por cima de sua língua e garganta a baixo, até gorfar e babar um tufo de saliva, ficando um fio de baba pendurado entre o falo do pau do velho e sua língua, a poucos centímetros. O garotão estava quase explodindo de vontade de comê-la, então ela começou a chupar e punhetar o velho com mais vontade, chupou, chupou, chupou...contudo ela parou, afinal, se aquilo estava sendo muito excitante e explosivo pra eles dois que eram jovens, imagine para um idoso da idade daquele homem. Ela parou antes que acometesse o velho a um enfarto, e isso seria bem possível, visto que ela tinha fogo suficiente não somente pra isso. Então ela levantou e fez o velho sentar na banheira para relaxar um pouco seus batimentos cardíacos, em seguida foi de encontro ao garotão, desabotoando sua bata e deixando-a cair, exibindo seu corpinho pequeno e suculento, com seus peitões brancos com bicos rosados, e sua buceta semi depilada, vermelhinha e inchadinha de tão tesuda. Kelly colocou sua perna por cima do ombro dele, encostando sua xota deliciosa na cara dele que, segurando-a pelas ancas a puxou rumo a sua boca, chupando com vontade, enfiando e girando sua língua bem dentro de sua buceta, ela gemia e apalpava seus peitos, remexendo, esfregando sua xota na cara dele que não parava de chupá-la gostoso. Ele então desceu sua perna de seu ombro, a virou de costas e pediu pra ela empinar sua bundinha branca, e ainda sentado, enfiou sua cara no meio de suas nádegas macias, lambendo bem gostoso sua boceta e seu cu, Kelly estava louquinha de tesão, já o velho olhava pra eles e tocava o próprio pau ali dentro da água da banheira. Kelly estava corada e tão quente que seu corpinho pequenino e branquinho estava todo corado, rosado nos pontos de maior circulação de sangue, ela gemia bem dengosa e sussurrando, só par deixar ele com mais desejo por ela. Toda empinadinha e rebolativa na cara dele. Então ele se levantou e tratou logo de colocar seu pau latejando de tão duro na xota dela por trás, segurando-a firmemente pela cintura, e movendo ela pra frente e pra trás, aumentando e fazendo bastante barulho, tamanho era o impacto de suas virilhas nas nádegas dela, Kelly apenas fechou seus olhinhos e soltava todos os seus gemidos por sua boquinha de coelhinha aberta, toda manhosa, as vezes fazia biquinho e não parava de apertas seu peitos, ele por sua vez não diminuía o ritmo e socava sem intervalos aquela bucetinha rosada e inchadinha tão gostosa de se fuder. Então ele voltou a se sentar, enquanto ela ficou por cima dele, no seu colo, de cara pra ele, com sua xaninha tesuda e molhadinha, deliciosamente encaixada no grosso pau duro do garotão fogoso, ela rebolava e agitava suas ancas pra cima e pra baixo de encontro aquele pauzão pulsante que socava tão forte que fez escorrer liquido vaginal entre as pernas dele. Que puta mais manhosa e fogosa era a Kelly, ali, no colo dele, fudendo bem gostoso e alucinada a cada socada fabulosa e empolgante, que chegava a bater no fundo de sua xota, arrancando arrepios e uma prazerosa sensação de dor, por conta da dureza do cacete dele friccionado pra cima e pra baixo debaixo dela. E depois de um intenso gozo que a deixou jogada no colo do garotão, gemendo muito ofegante e procurando refazer seu fôlego, ela disse que se levantou e caminhou até a pia que ficava ao lado deles, ficou em pé, apoiando uma perna em cima da pia e virou as costas pra ele, empinando seu bumbunzinho branco e macio, chamando ele pra comer seu cuzinho, ele então se colocou atrás dela, pondo uma mão em seu ombro e outra na sua cintura, penetrando entre suas nádegas macias até o meio do seu pau, socando devagar até deixá-la se acostumar com pressão e dor, a bundinha da Kelly era tão pequenina que ela teve a sensação de que iria ser partida ao meio por aquele cacete, sem falar que o safado fudeu tanto que a deixou bem alargada, e ela falou que manipulou seu grelo enquanto ele socava no seu cu, de tal forma que provocou um belo gozo na hora, e durante isso seus urros ecoaram naquele banheiro imenso. Alguns minutos depois eles se vestiram e tiraram o velho de dentro da banheira, saindo todos de lá, o velho olhava para os dois, afinal, ele assistiu a tudo, mas, sorte deles ele não falar por conta de problemas de saúde. Kelly disse que, enquanto permaneceu ali naquela casa cuidando do velho, coisa de dois meses mais menos, ela trepou mais algumas vezes com o netinho sarado dele, e foi em todos os cantos da casa, inclusive, algumas mais no banheiro. Afinal, o moleque ficou viciado no sexo dela. Bom, é claro que eu procurei relatar tudo o que ela me detalhou da minha forma, com alguns exageros, porém, sem deixar de tirar a verdade dos fatos, contudo, a Kelly me confessou ter sido a mais maravilhosa foda que ela deu, e olha que eu conheço muito bem ela, e sei de tudo o que ela já aprontou e é capaz, inclusive eu já pude vê-la pessoalmente em ação, visto que já participamos juntas de uma suruba com uns carinhas em certa oportunidade, nossa, essa Kelly só é baixinha e pequenina,mas, tem um domínio sobre o seu parceiro como poucas garotas tem, sem falar que quando ela goza o seu apetite parece aumentar exageradamente. Enfim, essa baixinha é fogo.



Gostou? Então Compartilhe!