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Conto Erotico Ele também quer brincar..

Vamos a mais um relato que aconteceu a cerca de um ano e eu resolvi contar à vocês. Como já disse no relato VASCAÍNO DE CORAÇÃO, eu me chamo Marcelo, tenho 21anos e namoro, mas nesse relato minha namorada não esta presente! Numa sexta feira resolvi fechar meu studio um pouco mais cedo, passei no mercado antes de ir pra casa e comprei um engradadinho de cerveja, salame, queijo branco e azeitonas. Assim que cheguei em casa o telefone estava tocando era um tio meu de Cabo Frio que perguntava se podia passar a noite na minha casa porque tinha subido pro Rio pra comprar umas roupas e estava em um bairro próximo, tentou falar com a minha avó mas não conseguiu e perguntou novamente se poderia passar a noite, se não iria atrapalhar, coisas do tipo.. Eu disse que não tinha problema dele ir lá pra casa, que era até uma compania, já que minha namora havia viajado e só voltaria na segunda. Depois de algum tempo ele chegou, me deu um abraço, conversamos um pouco, tinha tempo que eu não o via, mas ele estava diferente, um pouco afeminado, ele é baixo, corpo definido mas não bruto, cabelos grisalios consequencia dos seus 44 anos, ele não chega a ser meu tio, é irmão de criação do meu pai e eu não o via a muito tempo. Depois de um tempo disse a ele que eu iria tomar banho, mandei ele ficar avontade, separei um short e uma regata pra ele e o entreguei antes de ir pro banho. Como de costume por morar sozinho deixei a porta entre aberta, me liguei que não estava sozinho, mas ele era homem não teria problema(estava achando mesmo, rs). Tirei a roupa e fui tomar meu banho normalmente, já não via minha morena a 3 dias e resolvi me masturbar, ensaboei meu pau e comecei a arregaça-lo bem lentamente dando inicio a uma punheta. Se passaram uns 10min e foi quando senti alguém me observando, olhei de rabo de olho e não é que o safado do meu tio estava me olhando pela brecha da porta!? Não acreditei e pensei: Puts! Fiquei constrangido, mas no momento veio um pensamento extremamente pervertido, já que meu pau implorava por um buraco quentinho porque não o cú do meu tio? Virei de frente pra porta e fingi que não tinha visto, ele continuava agaichado me observando, eu me masturbava, puxava ar entre os dentes, até que gozei, fixei meu olhar a brecha da portal, expremi a cabeça da minha rola coletando toda a porra e disse: Quer leitinho tio? Ri de forma maliciosa e a porta se abriu lentamente, ele veio tentando se explicar, acho que estava com medo de eu contar pra alguém o episódio ou coisa do tipo. Mandei ele calar a boca e vim me chupar, dito e feito, um bom garoto, abocanhou meu cacete e o mamava gulosamente com bastante experiência. Segurei ele pela parte de trás do cabelo e enterrava meu pau na sua boca o fazendo ter ância e embabujar todo o meu pau, estoquei na boquinha do viado sem moderação, roçava minha pica pelos dentes e pela parte de dentro da buchecha. O levantei depois de uns 20min de mamação e mandei ele tirar a roupa que eu ia comer o cú dele, como anteriormente ele não hesitou e fez o que eu mandei, o coloquei com o corpo sobre o vaso com as mãos apoiadas na parede e a bunda empinada pra trás, abri as pernas dele, ele olhou pra trás atraves dos ombros e disse: Esse pauzão não vai entrar a seco, meu cúzinho é muito apertadinho! Mandei ele calar a boca e disse que eu duvidava porque ele já devia estar acustumado a dar aquele rabo que me parecia apetitoso. Arreganhei as nádegas e dei uma cuspida que escorreu até deixar o cú molhadinho, cuspi no meu pau e espalhei pela extenção mesmo até que soquei no rabo dele que realmente era apertado, ele botou a mão pra trás na autura da minha pélvis e me afastou assim que entrou a cabecinha e disse: Devagar.. Pedi pra ele esperar e fui pegar o K-MED, assim que voltei expremi no cú dele e espalhei com dois de meus dedos, enchi minha mão e lubrifiquei meu cacete, arreganhei novamente uma de suas nádegas e com a outra mão segurei meu pau pelo talo e fui socando, ele mordeu seu lábio inferior e o manteve preso entre seus dentes enquanto eu ia socando devargar até começar o vai e vem. Comecei a bombar assim que o cú se 'acustumou' com a minha rola, botei uma das minhas pernas sobre o vaso pra eu me encaixar melhor por trás e fui socando no rabão do meu titio, mantive um ritmo rápido e bruto, arranquei gemidos dele que pareciam de uma puta, finos e manhosos. Cansei daquela posição e me sentei na tampa do vaso e mandei ele sentar no meu caralho, ele botou seus pés sobre minhas coxas, seus braços pra trás com as mãos apoiadas à caixa da discarga que se encontravam atrás da minhas costas, ia sentando devagarzinho o que ia me deixando louco de tesão, o segurei pela cintura e o forcei a sentar até o talo e rebolar com vigor, ele dava quicadas longas que meu pau saia do cú dele e voltava e quicadas curtas que ia só até a metade da rola. Ele falava de forma abafada por gemidos: Ain, isso, dá rola pro titio, dá.. Seu safado pirocudo, acaba comigo, me deixa arrombado, ainnnnn! A essa altura sua respiração estava bem ofegante e a minha totalmente descompassada. Depois de mais algumas quicadas eu o levei pra sala, o botei de quatro no sofá, apoiei um de meus joelhos no mesmo e continuei a enrrabar o viado do meu tio! Percebi que tinha alguém nos observando, era o Bartô, sim o Bartô o meu labrador.. Ele olhava como se intendesse, acho que se tratava da posição que deveria lembra-lo da hora do coito com uma cadela. Ele virava a cabeça pra um lado e para o outro e chorava com um 'ain' curto e bem baixo, como se pedisse algo. Isso foi me dando idéias sordidas e fui parando de foder o cú do meu tio, ele notou e disse: O que foi? Eu só o respondi dizendo: Você vai dá pro Bartô.. Ele me olhou tipo você é doido? Mandei ele ficar de quatro no chão sobre o tapete, fui até o quarto e peguei um par de meias(já tinha lido sobre zoofilia e a meia serve para não machucar), peguei e botei nas patas dianteiras do Bartô. Ele não tirava os olhos do meu tio de quatro, abanava o rabo e seu caralho já estava uma pontinha pra fora. O puxei até chegar ao meu tio, arreganhei as nádegas do viadinho, o Bartô deu uma cheirada que logo foi seguida de uma linguada firme que fez meu tio se tremer todo, deu algumas linguadas e não quis mais. Ele se sentou e ficou me olhando. Mandei meu tio o masturbar e quando seu pau tivesse pra fora era pra ele o chupar. Dito e feito, depois de uma bela punheta e uma boa chupada seu caralho roxo enorme com as bolas estava latejando, ele até tentou roçar na minha perna, eu o tirei, mandei meu tio ficar rapidamente de quatro, montei o Bartô nele com as patas nas costas, encaxei o pau do meu amigão no cú do meu tio e ele deu um estocada forte e certeira que fez o viado gritar e implorar pra eu tirar o Bartô de cima dele, logo o vai e vem começou e a dor foi dando espaço pro tesão, que parecia ser muito, eu tava adorando aquilo tudo, eu me masturbava sentado no sofá só observando. O barto com a lingua pra fora e já parecia bem cansado, parou de vai e vem e só empurrava mais o pau no cú do meu tio que gemia feito uma verdadeira cadela, ele dava estocadas brutas até me meu tio disse: Ai, que delícia o pau dele ta crescendo dentro de mim.. Passou um tempo e o Bartô parou, eu não sabia da história do NÓ e fui puxa-lo achando que ele não tava sabendo sair, assim que o puxei ele gritou, acho que tava machucando, passou uns 20 minutos, eles engaichados e meu tio me mamando, senti meu corpo extremecer até que gozei e obriguei ele a engolir todo o meu leite. Bati o pau na cara dele e disse: Boa menina! Levantei e fui pra trás do Bartô assim que parei atrás dele o mesmo se soltou do meu tio e ai uma cachoeira de porra canina desceu pelas coxas do meu tio, era muita porra grossa e bem branca. Bartô deu umas lambidas na sua própia rola e nas coxas do meu tio que logo seguiram pro cú e se afastou. Eu por minha vez fui tomar um banho e meu tio nossa puta adormeceu ali mesmo no tapete exausto.. E agora é assim, sempre que como meu tio o Bartô come também!
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