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Conto Erotico Eu, Ritinha e Herói - Minha iniciação 3 (O gran finale)

Oi. Estou aqui de novo, agora para terminar essa história, contando o que aconteceu depois daqueles dois primeiros dias, que considero as duas primeiras fases da minha iniciação sexual com cachorros, e que relatei aqui nos meus dois primeiros contos: "Eu, Ritinha e o Herói - Minha iniciação" e "Eu, Ritinha e Herói - Minha iniciação 2 (O dia seguinte)": Depois daquele magnífico "dia seguinte", quando eu e Ritinha, além de deixar o Herói lamber nossas xaninhas, tomamos mais um pouco de coragem e masturbamos e chupamos seu pau e, mais ainda, roçamos nossas xaninhas na sua pica, nós três continuamos "brincando" com certa frequência. Sacaninhas que somos, eu e Ritinha ficávamos quase sempre bem à vontade e, mesmo estudando, nos acariciávamos e muitas vezes acabávamos peladinhas trocando carícias, nos beijando e rossando nossas xaninhas, e Ritinha acabava quase sempre trazendo o Herói para se juntar a nós, para que nos deliciássemos com sua grande pica vermelha, quente e gostosa. Mas ficamos por um bom tempo sem ir adiante, sem ousar mais. Vontade nós tínhamos mas o medo ainda falava mais alto. Queríamos muito, mas não tínhamos coragem para deixar que ele nos penetrasse. Até que um dia ... De manhã, no colégio, Ritinha me falou para eu ir para casa dela depois do almoço, que ela tinha uma surpresa para mim. Apesar da minha insistência, ela não me disse o que era de jeito nenhum. Fique louca de curiosidade. Não via a hora de terminar a aula, ir para casa, tomar banho, almoçar e ir correndo para casa dela. Contei o tempo minuto-a-minuto. Como a hora custa a passar, não? Até que ghegou! Chegando na casa dela, ela entreabiu a porta (ela estava enrolada em uma toalha) para que eu entrasse. Assim que ela trancou a porta, pulei no seu pescoço perguntando qual era a surpresa, mas ela continuou fazendo mistério. De tando insistir, ela acabou me respondendo apenas que era para a comemoração. De que? - perguntei. E ela me respondeu: do primeiro aniversário de nossa relação a três! E ela ainda me "torturou" por mais um tempo: alí na sala mesmo, me abraçou por inteira, mordiscou minha orelha (até hoje morro de tesão com isso), tirou minha roupa vagarosamente e começou a me beijar carinhosamente. Passeou com seus lábios por todo o meu corpo, me deixando toda arrepiada e molhadinha. Deixou cair sua toalha, mostrando-me seu bonito corpo também peladinho. Pegou um lenço e vendou meus olhos. Meu coração disparou! Antes que eu falasse qualquer coisa, ela tapou minha boca carinhosamente, pediu para eu ficar quieta e relaxar, pois eu já iria receber a surpresa e me fez jurar que eu não tiraria a venda dos olhos de jeito nenhum, pois, no momento certo, ela mesmo tiraria. Então, segurou suavemente na minha mão e me conduziu para seu quarto. Logo que ela abriu a porta do quarto, ouvi a respiração ofegante do Herói, mais forte do que o de costume, e pensei: ele deve estar bastante excitado - a ponto de bala, já que tivemos duas semanas de provas finais e não "brincávamos" com ele há mais de um mês. Ritinha me fez deitar na cama e, sem falar nada, amarrou suavemente alguma coisa nos meus punhos (depois descobri que ela havia me amarrado na cama com a passadeira de um robe). A seguir começou a acariaiar e beijar meu corpo todo, até chegar à minha xaninha que, àquela altura, já estava completamente molhada de tesão. Abrindo minhas pernas delicadamente, levantou meu bumbum e colocou uma almofada embaixo, para minha xaninha ficar bem empinada, e desceu beijando minhas pernas. Foi quando senti o focinho gelado do Herói entre as minhas coxas e sua língua começar a lamber minha xaninha. Meu tezão era tanto que mal ele começou a lamber, eu comecei a gozar. Um tempo depois, Herói parou de me lamber, pulou sobre mim e logo começou a dar estocadas, tentando acertar minha xaninha com sua pica. Senti medo e gritei, mas Ritinha falou para me acalmar, que ela estava controlando da situação e que só queria dar um pouco mais de prazer ao Herói e a mim, para eu imaginar como seria ter um cachorro me comendo. Que boba fui eu. Acreditei nela! Mas ... ainda bem. Pois, de repente, com uma estocada certeira, Herói enfiou de uma só vez toda sua pica enorme na minha xaninha. Fiquei apavorada! Gritei de medo e de dor mas, ao mesmo tempo, urrei de tesão e prazer. Acho que gozei de imediato. Eu ainda estava assustada quando Ritinha tirou a venda dos meu olhos para que eu pudesse ver Herói me comendo. E lá estava eu, submissa, como que consentindo ser estuprada por aquele belo cachorro, me entregando inteira, vendo aquela pica enorme entrando e saindo vigorosamente da minha xana, me arrombando e me melando toda por dentro e por fora. Depois de um tempo, Herói saiu de cima de mim, deitou no chão e começou a se lamber. De relance vi que Herói estava "calçado" com meias (daquelas grossas, de ginástica) nas quatro patas. Foi quando Ritinha soltou meus pulsos e rapidamente me virou na cama, me colocando com a bundinha para cima. Na mesma hora Herói pulou novamente sobre sobre meu corpo e iniciou suas estocadas, procurando novamente minha xaninha. Para facilitar, escorreguei pela cama até ficar de quatro no chão. Abaxei bem a cabeça até apoiá-la numa almofada e empinei bem minha bundinha. Ele me abraçou pelas costas, agarrando minha cintura e me puxou forte contra ele. Não demorou e a pica do Herói encontrou o caminho, que já estava mais que aberto e lubrificado, e entrou rápida e profundamente na minha xana. Na hora que entrou também doeu um pouquinho, como da vez anterior, mas passou logo pois eu estava anestesiada pelo prazer. Aí ele ficou naquele vai e vem frenético, estocando cada vez mais rápido, mais forte e mais fundo. Debaixo dele, eu sentia sua respiração ofegante na minha nuca e sua baba pingar e escorrer pelas minhas costas, como também o línquido da sua pica vazar da minha xana e escorrer pelas minhas pernas. Que delícia! De repente Herói parou de estocar e ficou paradinho. Senti minha xaninha sendo arregaçada. Naquela hora doeu bastante e senti um forte calor por dentro. Era a bola (nó) da pica dele crescendo dentro de mim. Tentei sair mas logo desisti, pois ví que era impossível. Estava engatada com Herói. Era tudo o que eu mais queria e mais temia. Senti um "mix" de prazer e medo. Mas logo deixei este último de lado e relaxei para curtir ao máximo tudo aquilo que estava acontecendo naquele momento. De repente, num movimento rápido e preciso, sem tirar sua pica de dentro de mim, Herói passou uma das patas sobre minha bunda e ficou de costas para mim. Logo comecei a me sentir inundada por dentro. Parecia que tinham me enfiado uma mangueira que jorrava jatos enormes de leite quente (muito quente), sem parar, dentro da minha xana. Foi enlouquecedor! Bunda-com-bunda, continuamos alí engatados e ele me enchendo com sua porra que, por causa do tampão criado pela sua bola, nem escorria para fora da minha xana. Cheguei a me sentir estufada. Mas como estava gostoso! Gozei muito. Mas muito mesmo! Tanto em quantidade quanto em intensidade. Nunca tinha gozado assim com nenhum rapaz. Nunca tinha gozado assim antes. Não sabia que era possível gozar assim. E eu não parava de gozar. Era um orgasmo atrás do outro. Estava me sentindo, realmente, uma cadela no cio, sendo possuida pelo seu macho, curtindo todo aquele prazer que ele estava me proporcionando e que eu nunca tinha sentido igual. Mesmo exausta, aguentei firme o tempo que foi necessário para Herói se satisfazer. Depois de uns 20 minutos engatada, eu estava encharcada de suor por fora e de porra por dentro, quando senti que a bola do Herói começou a diminuir, até ele tirar sua pica de dentro de mim. Nessa hora, minha xaninha começou a jorrar toda aquela porra que estava dentro de mim. Era tanta que fez uma poça no chão. Exaurida, arriei no chão como se toda minha energia estivesse saindo do meu corpo pela minha xaninha, junto com a porra. Só não "apaguei" de vez porque Herói começou a me lamber toda, até me deixar limpinha. Que fofo, não? Que homem faria isso? Acordei já eram quase 5 horas da tarde. Ao abrir os olhos vi Ritinha engatada com Herói, assim como eu estava a pouco tempo atrás, urrando de tanto gozar. Logo depois ele a soltou e, como fez comigo, lhe deu um banho de língua. Aí, foi ela quem "apagou". Herói sentou no chão, abriu as patas e também se limpou, lambendo seu pau e ao redor dele. Depois disso, deitou e também dormiu. Então eu fiquei alí, acordada sozinha, pensando em tudo que aconteceu entre eu, a Ritinha e o Herói. Não apenas naquela tarde maravilhosa, que marcou o "gran finale" da minha iniciação sexual com cachorros, mas durante todo aquele um ano, desde o primeiro dia, quando começamos a deixar Herói lamber nossas xaninhas, iniciando alí um surpreendente e inesquecível "ménage à trois", que se estendeu por pouco mais de dois anos de muito prazer, até a Ritinha se mudar para São Paulo com a família (e o Herói). Uma semana antes da mudança, fizemos uma "festa de despedida", num dia em que conseguimos passar um dia inteiro sozinhas, e trepamos muito com Herói. Deixamos ele nos comer de todo jeito, como duas cadelinhas no cio, taradinhas, submissas e insaciáveis. Que dia! Que delícia! Depois da mudança dela, continuamos nos falando pela internet mas nos reencontramos pouquíssimas vezes, apenas nas ocasiões em que ela vinha com os pais ao Rio para algum evento familiar (o casamento de uma prima, as bodas dos avós, e outras coisas assim), mas foram no máximo umas quatro veses E, em nenhuma delas, o Herói veio junto! Sei que atualmente Ritinha está noiva mas, mesmo assim, ela continua transando com Herói. E, pelo que ela me disse, já combinou com o noivo que, quando eles casarem, ela vai levar Herói junto. Espertinha ela, né? E eu? Bem, depois que Ritinha e, principalmente, o Herói se mudaram, fiquei meio "pra baixo" ... carente. Mesmo tendo namorado, nós só ficávamos juntos nos fins de semana e, mesmo nesses dias, quase não transávamos. As tardes estavam vazias e eu sentia falta do Herói. Depois de um tempo cheguei até a comprar um cachorro de pelúcia grande, bem parecido com o Herói, até no tamanho (com a desculpa que era para enfeitar meu quarto) e logo depois um penis de borracha com uma cinta. Quando a saudade apertava, eu me trancava no quarto, colocava o consolo no "meu" Herói (não poderia ter outro nome) e transava com ele feito louca. No começo até que funcionou, mas não é a mesma coisa. Eu queria o Herói de verdade. De lá para cá até surgiram algumas oportunidades de experimentar com outros cães. Aproveitei poucas delas. Mas essas são outras histórias que depois eu conto. Atualmente eu tenho andado mais comportada mas, se surgir alguma oportunidade ... quem sabe? Beijinhos, Duda



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