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Conto Erotico FAZENDA DOS PRAZERES

FAZENDA DOS PRAZERES Meu amigo Carlos ofereceu sua fazenda para eu passar o fim de semana com minhas irmãs e cunhados. Pensei que estaria afastado de tudo e que descansaria bastante.
Chegando na tal fazenda encontramos um casal de negros na varanda da casa, era o Sr. Eliseu e sua esposa D.. Marta os caseiros da fazenda. Fiquei pasmo ao ver seu
Eliseu sem camisa, todo peludo, uma barriga enorme e um short surrado de nylon, e um belo volume, aparentava uns 45 anos, era alto 1,79m, e uma boca carnuda de enlouquecer, mas fiquei só no sonho.
Comecei a tomar uma cervejinha na varanda e minhas irmãs foram
com meus cunhados para a cidade comprar algumas coisas.
Hora ou outra eu entrava na piscina para refrescar pois estava meio quente. O Sr Eliseu chegou e disse que havia uma cachoeira a pouco tempo dali e que achava que eu iria adorar o local pois era lindo. Então pedi para ele me levar no outro dia pois já eram
quase quatro horas e ficaria tarde. Ele perguntou se gostaria de ir a cavalo, eu disse que sim apesar de nunca ter montado. Ele disse que era fácil
e que selaria cavalos para todos. Falei com minhas irmãs e elas disseram que dormiriam até mais tarde. Então disse para o Sr. Eliseu que minhas irmãs não iriam e ele disse:
- Vamos nós dois. E me deu uma olhada meio maliciosa. Fiquei na Minha e fui dormir meio atormentado. Acordei assustado com alguém batendo a porta as seis da manhã, era seu Eliseu com os dois cavalos prontos. Me chamou dizendo para irmos cedo para aproveitar antes do almoço. Me troquei e fomos para a tal cachoeira. Chegando lá, tirei a roupa, fiquei de sunga e entrei debaixo da cachoeira. Que delícia! chamei seu Eliseu para entrar e ele disse que não havia trazido calção. Gelei e arrisquei a investir e disse para ele entrar nu mesmo. Ele me olhou novamente com aquele olhar e disse: - Só se você tirar primeiro.
- Sem problema. estamos só nós dois mesmo.
E não perdi tempo. Tirei a roupa.
- Só tem um problema: sempre que tiro a roupa fico excitado e tenho vergonha - Disse Seu Eliseu.
- Fique a vontade eu não reparo.
Já estava tremendo só de pensar. Ele tirou a roupa e saltou um cacete preto e com uma cabeça rosada que não me contive e fiquei parado olhando. Como ele havia anunciado, começou a crescer e tomou proporções incríveis: ele não era grande
de comprimento, mas era grosso como uma garrafa de refrigerante. Fiquei excitado e para não dar bandeira, entrei na água. Ele entrou também e começamos a conversar. Ele foi se aproximando de mim e, pegando no meu cacete, me disse:
- Você não falou que também ficava excitado quando
tirava a roupa. Ou será que isso é tesão por me ver nu?
Fiquei calado. Apenas dirigi minha mão até seu cacete e apertei. Ficamos nos punhetando um pouco e depois seu Eliseu me puxou
pela mão até a grama. Ele se dirigiu até o cavalo, tirou um cobertor, forrou a grama e deitamos.
- Você gosta de cacete grosso?
- Na verdade prefiro os normais, mas o seu é lindo.
- Já transou com um negro antes?
- Nunca. Já tive vontade, mas não oportunidade.
- Você vai ter uma transa inesquecível!
Ele se dirigiu novamente a um dos cavalos desamarrou ele e amarrou de novo bem próximo a nós. Era um cavalo negro muito bonito.
- Você já viu um cavalo excitado?
- Não.
Ele pegou o cacete do cavalo e em alguns minutos alisando-o ele começou a ficar excitado.
- Pegue ele - propôs seo Eliseu. Aproximei-me e peguei também o cacete do animal. Era enorme! Já tinha visto em fotos, mas ao vivo é descomunal. Mminha mão não fechava. A essas alturas o Sr Eliseu começou a tentar introduzir um dedo em meu buraquinho. Fui até minha bolsa e tirei um tubo de KY e uma camisinha e dei a ele. Ele começou a brincar com seu dedinho e eu comecei a rebolar.
- Você é apertado e está louco para levar vara! Eu vou abrir esse buraco.
- Não vou agüentar. É muito grosso.
- Deixa comigo, sou carinhoso. Relaxa.
Impossível relaxar. Seu Eliseu veio por cima de mim e começou a forçar o pau no meu cu e eu a me abrir. Então ele tirou tudo e disse
- Você consegue. Relaxe.
E então com muito jeito ele tentou de novo. Eu queria muito sentir aquele homem e resolvi deixar. a dor era dilacerante, mas agüentei. Ele entrou todo. Eu dei um berro
e pedi para ele tirar, no que fui atendido. Pedi para ele tentar novamente e dessa vez acho que ele perdeu a paciência e enfiou de uma vez. Eu tentei sair mas foi impossível. Ele enterrou até o fim e disse que só iria tirar a hora que eu rebolasse e
fizesse ele gozar. Eu tive que começar a rebolar com certa dificuldade pois estava doendo de mais, até que acostumei com o tamanho e comecei a rebolar e a pedir mais.
Não sei o que me deu e eu caio na besteira de provocá-lo:
- É só isso que você consegue fazer? Vamos ver se você é homem o suficiente para me satisfazer, fode como um macho, me arrebenta!
No começo me arrependi. Ele se transformou em um animal e metia como um doido. Eu já estava todo ardido por dentro e ele não
parava. Até que começou a berrar como um doido:
- Eu vou gozar! Eu vou te lambuzar todo de porra!
E tirou o cacete e a camisinha e gozou em minhas costas como um louco. Nunca vi tanta porra. Ele foi até o riacho se lavar. Eu fiquei entregue jogado no cobertor
ainda de pau duro.
Então ele voltou. Eu Já estava me punhetando.
- Que é isso, garoto? Não é pra tocar punheta não.. Se deitou por cima de mim e para minha surpresa, começou a me chupar. e chupava com maestria, como quem tinha experiência. Não demorou muito e eu enchi sua boca de porra que ele engolia deliciado. Depois se levantou e me deu um beijo de língua, dividindo comigo a minha própria porra. Era o primeiro de muitos beijos que trocamos e foi realmente maravilhoso.
Fomos novamente para a cachoeira e nos lavamos. Seu Eliseu então disse:
- Temos que ir embora, já está quase na hora do almoço!
Fiquei um pouco decepcionado, pois por mim ficaria ali a tarde inteira trepando com aquele macho. Mas no dia seguinte repetimos toda aquela sacanagem e desta vez levamos almoço e ficamos na cachoeira até anoitecer. Foi um fim-de-semana delicioso! Pena que acabou...
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