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Conto Erotico MARINA, DELÍCIA DE POTRANCA

Olá amigos, eis-me aqui novamente, adoro este site e seus contos, hoje vou relatar uma coisa que me surpreendeu muito, sempre imaginei uma cena como essa, mas achei que seria possível só em montagens de videos, mas, me enganei completamente, não aconteceu comigo, mas assisti a tudo bem de perto, bem, vamos ao fato: A uns quarenta dias atrás, quando ainda estava de férias e sem nada pra fazer, resolvi fazer uma viagem, visitar parentes no interior do estado de SP, tenho um tio muito querido, que mora numa fazenda próxima de uma pacata cidadezinha do interior, resolvi então passar uns dias ao ar puro da fazenda. Viajei a noite toda, cheguei na fazenda estava clareando o dia, meu tio e tia, como bons caipiras, já estavam de pé e com café pronto, aguardando a minha chegada, quando desci do carro, foram muitos abraços e beijos e uma alegria enorme tomou conta de mim, adoro esses velhinhos, já na faixa dos setenta anos, muito humildes e educados e de uma simplicidade invejável, tomamos um delicioso café, farto como uma boa família italiana, tomei um banho e dormi um pouco, pois havia muito pra ver na fazenda, acordei lá pelo meio-dia, com minha tia me chamando para o almoço, mais uma vez, mesa farta, depois fui dar uma volta pela fazenda com meu tio, ele me disse que a fazenda ao lado era de um senhor muito rico, criador de cavalos da raça crioulo, porém, simples e humilde e eram muito amigos, como sr. Antonio, (esse era o nome do vizinho), estava de viagem marcada para o exterior, haveira uma pequena festa de despedida naquela noite e, estávamos todos convidados, chegada a noite, partimos para a tal fazenda, fomos de carro, pois a sede ficava um pouco longe, quando chegamos, fomos recebido por um senhor aparentando a idade do meu tio, na faixa dos setenta, nos cumprimentou e nos convidou a entrar, mas, como fazia muito calor por lá, resolvemos ficar por ali mesmo, na varanda da enorme casa, nos serviu umas bebidas e disse que iria chamar sua esposa, quando ele voltou, pensei estar trazendo a filha, morena, alta, cabelos pretos pelo ombro, usava um vestido vermelho acima do joelho, pernas grossas e bem torneadas, cinturinha fina, uma bunda de deixar qualquer um louco, seu vestido deixava parte dos seios a mostra, eram médios e pareciam ser bem firmes, ele troxe ela pra perto de mim, pude sentir seu perfume delicioso, a mulher ara linda, quando pensei que ele diria: essa é minha filha, ele disse: essa é minha esposa, quase tive um trosso, seu nome era Marina, ela estendeu a mão para me cumprimentar, peguei em sua mão, ela disse alguma coisa, mas não entendi nada, e também, nem sei o que eu disse a ela, só sei que era linda, olhar misterioso, olhos negros, lábios carnudos, bem, mas depois de passar o susto, comecei a imaginar, como um senhor dessa idade consegue uma mulher dessas? bom, não sei e também não me interessa, comi a moreno com os olhos durante toda a festa, o tempo passou rápido, tivemos que ir embora, quase não dormi a noite, só via a imagem daquela delícia, não a que horas foi, mas acabei dormindo, acordei assustado com o ronco de um avião passando por cima da casa, levantei, fui tomar um banho, depois meu tio me disse que era o avião do vizinho, então pensei, a delícia foi embora, depois de tomar o meu café, resolvi dar umas voltas pela fazenda a cavalo, fui até os fundos da fazenda, onde havia um bosque muito agradável, que meu tio conservava a muitos anos, andando por lá, olhando tudo em volta, vi na fazenda da gata morena, uma casa, como ela estava um pouco longe da divisa das fazendas, não dava pra ver direito se havia alguém por lá, fiquei intrigado com a casa, parece que algo me puxava pra lá, então, deixei meu cavalo amarrado numa árvore e passei pela cerca, e fui em direção a casa, conforme ia me aproximando, ia me dando a certeza de que não havia moradores, estava vazia, quando cheguei na casa, tive a certeza, ou sairam todos, ou aqui não mora ninguém, mas a casa estava limpa, parecia bem cuidada, resolvi dar a volta pra ver tudo, nos fundos, havia muitas árvores e um gramado muito bem aparado, sinais de que alguém cuidava da casa, mas não havia cachorro ou gatos, nada, só os pássaros nas ávores, quando resolvi ir embora, antes que alguém pudesse me ver, ouvi um cavalo que vinha bem perto, corri e me escondi numa moita de bambú qua havia ali perto, quando o cavalo chegou, pude ver aquela maravilha de mulher montada num cavalo lindo, preto, pelo seu jeito imponente, era um garanhão, fquei na moita, então, Marina passou uma das pernas por cima do lombo do garanhão, pulando ao chão, pegou a corda do cabresto e amarrou numa árvore, pareceu automático, quando ela amarrou a corda, o cavalo começou a colocar aquela enorme pica pra fora, parecia estar acostumado com aquilo, Marina usava um chapéu, uma camisa amarrada na cintura e um shortinho bem curto, deixando a mostra a polpa da bunda, uma bota cano médio marron, tirou o chapéu e pendurou num galho, começou a acariciar o garanhão negro, seu pau ficou todo de fora, então, Marina tirou a blusa, estava sem nada por baixo, seus seios eram lindos, mamilos duríssimos, ela se abaixou, segurou o cassetão do cavalo, começou a movimentar a mão, tocando uma punheta pro macho, quase caí de costas, quando ela colocou o cassete dele na boca, eu não acreditava que aquilo estava acontecendo diante dos meus olhos, aquela boca linda beijava o pau do cavalo, sua lígua escorregava em torno do cassete, então, ela se levantou, tirou o short, sua bucetinha ela toda depilada, lisinha, linda, tornou a se abaixar e abocanhou o cassetão, o cavalo dava estocadas, mas Marina, com uma habilidade incrível, não deixava que o pau a sufocasse, o líquido lubruficante do pau do cavalo escorria pelo seu queixo, caía entre os seios, descendo pela barriga, indo molhar sua bucetinha gostosa, onde ela estava com os dedos atolados, ela chupava e gemia, percebi o seu goza algumas vezes, depois de chupar muito aquele cassetão, ela se levantou, ao lado havia um tipo de mesa, ela a pegou, colocou embaixo do cavalo, se deitou em cima da mesa, a altura era exata, tive a certeza, foi feita para aquilo, ela se colocou embaixo do garanhão, uma perna de cada lado da barriga do animal, segurou firme o cassetão e foi enterrando naquela bucetinha maravilhosa, o cavalo dava estocadas fortes, ela gritava de tesão, mas não deixava ele enterrar tudo, não sei como ela fazia isso, mas o cavalo meteu gostoso naquela potranca linda, derrepente, ele começou a meter com força, fiquei até com medo, mas, ela sabia o que estava fazendo, deus algumas estocadas e parou, o cassete começou a sair, quando saiu tudo, junto veio um rio de porra, ela ficou ali por alguns minutos, depois se levantou, entrou na casa, demorou uns dez minutos pra sair, vi seus cabelos molhados, com certeza tomou banho, voltou até o macho, se abaixou novamente, o pau já estava todo guardado, mas ela, como uma boa potranca, fez ele crescer de novo, então, colocou o cassete na boca e começou a chupar novamente, mas destas vez, ela segurava o cassete com as duas mãos, enquanto chupava, masturbava o animal, ficou fazendo isso por uns dez minutos, o cavalo começou a dar estocadas, logo vi a porra dele esguixar pelos cantos da boca linda de Marina, ela ficou toda lambuzada, mas parece que tinha adorado seu dia de potranca, eu adorei ter visto aquela cena, bem, ela montou em seu cavalo e foi embora, me deixando numa punheta louca, não comi ninguém, mas foi legal. é isso amigos se alguém de vocês teve uma experiência dessas, me enviem, eu adoraria saber. chevetti1989@gmail.com



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