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Conto Erotico Minha namorada e meu Cocker

Namorava a Adriana havia uns 6 meses, ela era de Londrina Paraná e eu do interior, isso em 2004, vou resumir algumas coisas pra não ficar maçante, ela tinha feito 15 anos e estava descobrindo os prazeres do sexo comigo que já tinha 21, ela adorava me satisfazer de todas as maneiras que pudesse e eu pedisse. Em uma conversa, depois de tomarmos um pouco de vinho, ela perguntou o que de mais sexy eu queria que ela fizesse, que mais poderia me excitar, eu fiquei com um pouco de receio, sempre tive tesão por ver vídeos de zoofilia, e ver meninas transando com animais, mas nunca imaginei participar de algo real, eu fui falando coisas aleatórias, “bobas”, como transar em um avião, masturba-la em publico e ela querendo mais, percebi que a bebida havia subido e ela estava bem excitada, foi ai que soltei que vi uns vídeos de umas garotas transando com cachorros e iria achar legal ver ela, ela ficou muda e me olhou fundo, pensei que iria apanhar, mas ela deu uma risada e disse que sabia que eu iria falar isso e que ela iria realizar essa fantasia, eu achei que ela estava só bêbada... Enganei-me com a embriagues dela, a conversa fluiu e ela pediu pra ver os vídeos que me excitaram tanto, eu morava em outra cidade, a uns 200 km da dela, depois de muita fantasia pelo telefone, levei os vídeos e assistimos juntos, eu ia na cidade dela e ficava na casa de um amigo, la tinha um quarto que ele gentilmente cedia, e la nos masturbávamos e combinávamos como seria o dia em que a veria transar com um animal, ela me disse que só faria com um cachorro, e não um grande cão, pois tinha medo, disse que preferia um Cocker, tratei de comprar 1 já com 8 meses, depois de muita fantasia com nosso dia de Zoo, decidimos que havia chegada a hora, o Tuk, nome que escolhemos, já estava com mais de 1 ano e ela, com consentimento de sua mãe, até incentivo dela, acabou indo conhecer meus pais, lembro que no primeiro dia não fizemos nada, nem sexo, estávamos nervosos com o dia seguinte, que combinamos que, iríamos até uma cachoeira que em dias de semana não era frequentada, como não trabalhava, dificilmente seriamos pegos, peguei o carro do meu pai e o Tuk e fomos “passear”. Adriana estava linda, pedi pra ela usar um vestido verde florido, sem sutian e com uma calcinha bem pequena e que se maquiasse como se fosse a uma festa, ela estava deslumbrante, com 15 anos, tinha um corpo típico de uma adolescente brasileira, cabelo liso, pele morena e durinha, os seios eram fartos e a bunda grande e arrebitada, ela era cheinha do jeito que qualquer garoto iria se derreter, a típica menina que escolhe com quem ficar, estava com os lábios pintados de vermelho e a buchecha com blush, eu nem sei o que tanto foi que ela usou, de tanta coisa, nem sei como minha mãe estranhou que iríamos a um rio e não a um baile, quando chegamos a ponte que dava acesso ao rio, descemos, um pouco mais a frente para ninguém procurar os ocupantes do carro e nos atrapalhar, Tuk estava doido, ele nunca havia cruzado e a veio se masturbando desde a cidade, o que gerou um cheiro forte de xota, que creio eu o cachorro notou, quando descemos para baixo da ponte a Dri me pareceu nervosa, mas estava tão excitado que não perguntei se ela queria isso, preferi deixar rolar. Ela olhou pra mim e disse: - O que eu faço? Eu disse: - Não viu os vídeos? Ela disse: Vi... E eu percebi que ela estava meio hesitante e falei já mandei: Fica de quatro e deixa ele te lamber... Ela fez isso e Tuk imediatamente, pra nossa surpresa, foi pra cima dela e já começou a enfiar por cima da saia, eu pedi a ela que levantasse a saia e tirasse a calcinha de lado, quando ela fez isso, Tuk começou a lamber ela, meu pau estava rachando de duro e nunca vou esquecer aquela cena, aquela menina linda, de joelhos sobre uma toalha no meio do mato sendo lambida por meu Cocker, ela olhou pra mim e disse que estava muito gostoso e quis saber como eu estava, eu disse que melhor impossível, Tuk não a penetrava, e depois de algum tempo, pedi pra ela masturbar ele, ela deitou o Cocker e começou a bater uma punheta pra ele, o pinto vermelho saio para fora e ela ficou me olhando, bem fundo, como quem dissesse, eu vou sua puta, fui pedir pra ela chupa-lo, mas antes disso ela já começou a lamber o pinto do Cocker, a boca vermelha dela estava linda, senti inveja de Tuk. Ela subia e descia com uma leveza, como se quisesse que o cachorro se sentisse o cachorro mais bem tratado da terra, o batom vermelho teimava em não sair, com uma das mão ela segurava o pinto de Tuk e coma outra ela se masturbava, isso deve ter durado uns 5 minutos, ou 1 hora, não lembro, eu já estava na 7 punheta só observando, quando ela parou e Tuk ficou olhando pra ela como se soubesse o que tinha que fazer, ela baixou a calcinha até os joelhos, e sua bucetinha peluda (eu pedi pra ela deixar os pelos) ficou amostra, os pelos enroladinhos formavam pequenos cachinhos, um tufo lindo, senti inveja do Tuk que loco subiu sem cerimônias nas costas de minha namorada, foi uma cena linda, inexplicável, só vendo mesmo, Tuk encaixou as patas entre as costas e a bunda da Dri e começou a bombar, ele não acertou no ato, ela teve que se ajeitar mas loco a buceta da minha namorada estava molhada e preenchida, ela olhou pra mim e disse obrigada, eu não entendi na hora, mas ele estava sentido até mais prazer que eu, ela ficava de olhos fechados e quando Tuk escapava ela logo puxava ele pelos pelos, quando saia, ela ficava andando de 4 no chão pra ele em círculos, até Tuk acertar ela, até que uma hora, o que me surpreendeu muito, ela deitou ele na toalha e cavalgou nele, foi lindo, mas logo Tuk mostrou sua insatisfação e ela deixou ele sair. Ela olhou pra mim e ficou massageando seu clitóris, vi em seu rosto que ela estava muito feliz, ela agradeceu de novo, disse que nunca se sentiu tão satisfeita e me deu um beijo e começou a chupar meu pau que estava cheio de porra das outras gozadas, mas sobrou um pouco para uma ultima em sua boca, ela limpou na toalha e ficou de 4 de novo, o Tuk que parecia estar gostando muito, subiu de novo na Dri, bombou nela como em uma cadela, chegava a patinar com as patas traseiras no ar, minha namorava gemia muito alto e percebi que escorria muito gozo em sua coxa, ela segurava com uma das mãos os pelos de Tuk e pedia por mais, nem acreditava que aquela menina perdeu a virgindade comigo e tinha APENAS 15 anos, ela parecia uma profissional, a Stray-X, Vixion e afins que hoje encantam os amantes de zoo como eu, aprenderiam com ela, nem sei quantas horas se foram, Tuk já não aguentava mais e escondeu seu pinto, depois de descansar subimos até a cachoeira e nos banhamos e ela e eu fizemos amor até o sol se por sob as águas geladas daquele rio...



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