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Conto Erotico Minha primeira vez com um cão, uma delicia - Parte 3

Terceira pare do meu relato, achei melhor dividi-lo em partes, para não ficar uma unica parte muito extensa.... Quando minha mãe voltou, já havia tomado meu banho, e ela me procurou e disse que havia comprado os iogurtes que eu gosto. Ela nem podia imaginar o que eu havia feito e queria fazer. Mas pra realizar meu desejo, eu precisava então, de um cão. Nossa familia não tinha cachorros, moravamos num apartamento. O unico parente que tinha um cão, era um tio por parte de pai, que morava distante de nós. Não dava. Então comecei a pensar aonde arrumaria um cão, para me fazer a cadela dele. Os dias foram passando e o desejo cada vez mais crescente. Tornei a ver novos videos, e a cada video, passava a querer desesperadamente estar com um cachorro. Um desejo ousado, proibido, e muito atraente. Estava muito decidida, precisava realiza-lo. Certo dia, fui na casa de uma amiga da faculdade, estudar para uma prova, que seria na segunda fe-ra, logo no primeiro periodo. Era sabado, e montamos um pequeno grupo de estudo. eu, essa minha amiga e outras duas. Só que, ao chegar na casa dessa amiga. Era a primeira vez que ía na casa dela. Duas coisas me chamaram a antenção, a beleza da mãe dela. Uma mulher de 45 anos. Loira, natural como eu. Muito bem conservada, que se cuidava muito pelo que se podia ver. Divorciada. Fiquei muito atraída por ela. Mas não podia deixar que ninguém percebesse. E a segunda coisa que meu chamou a atenção, foi que ouvi um latido forte, assim que entramos no quarto dessa minha amiga, que vou passar a trata-la de renata, pra preservar o verdadeiro nome dela. a janela estava aberta. A casa dela é um sobrado. ao olhar pela janela, vi a mãe dela - no jardim que ficava na parte de trás da casa - indo alimentar o cachorro. Um Husky siberiano. Um cachorro de grande porte, lindo, realmente parecia um lobo. Fiquei muito atraida por ele. Pensei - Acho que encontrei o meu cão. - e sorri....kkk...voltei aos estudos. A mãe dela, veio nos trazer um lanche. Muito educada. Eu que agora estava querendo a dona da casa e o cão dela. Fiz questão de levar a bandeja, após o lanche só para ficar uns instantes a sós, com aquela bela mulher. Ao chegar na cozinha, que era grande e muito bem decorada, eu falei: - Olá, eu vim, trazer a bandeja, obrigada, estava uma delicia. E ela, então, se virou pra mim, e disse: - Não precisava se dar à esse trabalho querida, mas obrigada. E eu, respondi: - Imagina, não foi trabalho nenhum. Eu tava vendo lá da janela, bonito seu cachorro. sempre quis ter um cahorro. Mas meus pais não gostam muito de cão. Dizem que dá muito trabalho. Ela, então, me falou que sim, realmente dava um pouco de trabalho. Mas que o Pring, esse era o nome do Cão, era muito dócil. Eu ja com segundas intenções, falei que não tinha visto de perto um Husky siberiano. Que achava uma raça linda. E nisso, a mãe da minha amiga, que vou chama-la de Elizabete, para proteger o nome dela também, me perguntou se então, eu não queria ir lá no jardim ve-lo, desde que não trapalhasse, o meu período de estudos. Eu que não deixaria uma oportunidades dessas passar, disse pra ela que tudo bem, podia ir lá sim, dar uma olhada nele, e fui atrás da elizabete. Ela se aproximou, o chamou, ele saiu de dentro da casinha dele...e veio até a sua dona, obediente, atendo o seu chamado, e ela por sua vez, me chamou pra perto, falou que não tinha perigo que ele nao me morderia, e que ele apenas sentiria meu cheiro, pra me reconhecer, eu me aproximei, e ele realmente veio até a mim, cheirando minhas pernas, nessa hora eu estremeci, pois, por um momento, o focinho dele, passou bem perto de minha virilha esquerda...e eu que já estava com pensamentos de puro sexo, fiquei muito excitada, e pensei que era com aquele cão que eu gostaria de transar. Eu estava de calça nesse dia. Uma calça de sarja e uma blusinha de alça média, levemente decotada em v. Ela falou que eu, poderia tocar nele, se quisesse. Me inclinei um pouco, e comecei a alisar o pelo de sua cabeça. Ele pareceu gostar, realmente era um cão muito dócil.
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