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Conto Erotico Os Cavalos Pretos

O caminho que peguei pra voltar pra casa passava pelo estábulo onde ficam os cavalos. Na porta do estábulo, estava o caseiro Tião fumando um cigarro. Era um negro, fortão, alto, usava barba e devia ter uns 50 anos. Estava de bermuda branca, sem camisa, exibindo seu peito musculoso e peludo. Me cumprimentou e respondí distraído. Foi então que me lembrei que eu tava só de calcinha! Tentei me cobrir com as mãos, pensei em sair correndo e o Tião rindo, mostrando seus grandes dentes bancos falou "Relaxa moço. Aqui no sítio cada um anda como quer" me acalmei sorrindo tímido e ele "Ouví dizer que voce conheceu meu filho Jorge" eu disse "Quem?" e ele"Jorge, meu filho. O pessoal chama ele de Jegão" eu falei "Ah... sim, sim" e pensei "Nossa! As notícias correm rapidas aqui" e com um sorrizinho maroto nos lábios, fiquei imaginando se todos da família eram dotados como o Jegão. Então ele mudando de assunto "Qualquer hora vamos dar uma volta de cavalo. Vem ver cada cavalo bonito que o seu tio tem". Entrei e ví uns dez cavalos jovens e fortes, com o pelo brilhante, atras de uma cerca de madeira. Ele foi apontando um por um e dizendo o nome deles. Chegando no ultimo ele falou "Esse aqui é o Silvester. Seu tio comprou semana passada", montei na cerca e fiquei olhando o animal enquanto Tião falava sobre ele. Aí ele começou a gaguejar e parou de falar. Olhei pra tras e percebí o que estava acontecendo. Eu montado naquela cerca, só de calcinha branca transparente, bumbum empinado e ele atras de mim com os olhos arregalados, babando de desejo. Olhei mais pra baixo e ví a mão dele acariciando um volume enorme na bermuda, que só ia crescendo. Sentí aquele arrepio gostoso e começei a rebolar como uma putinha safada. O negão ficou louco! Me agarrou por tras e ficou esfregando aquele volume grande e quente. Em seguida se abaixou e beijava e lambia minha bunda por cima da calcinha, esfregando aquela barba me dando arrepios fortes de luxúria. Abrí bem as pernas e empinei o bumbum. Chupou e lambeu tanto que a calcinha ficou toda molhada com sua baba quente. Me virou e me beijou na boca me abraçando com paixão. Fiquei tonto sentindo o calor daquele corpo forte apertado contra meu. Aquela mala dura pressionada contra minha barriga me deixando louco. Ajoelhei passando o rosto naquele volume maravilhoso. Ele abriu a bermuda e dela saiu balançando majestoso uma pirocão enorme! Grosso, comprido, peludo, com veias saltando. A cabeçona brilhando e as bolas pretas, grandonas, cheias de leite, firmes naquele saco peludo. O pau estava apontado pra mim e o Tião forçando, fazia ele subir e descer. Agarrei aquela coisa deliciosa com as duas mãos e começei por baixo. Fui beijando e lambendo suas bolas. A pele do saco era tão grossa que parecia couro. Fui subindo passando a língua devagarinho naquela rola que pulsava de tesão, até chegar na cabeçona preta, que eu tentei chupar, mas não cabia na boca "Esse não fica devendo nada pro Jegão. É o meu cavalão" pensei e ia beijando e chupando a ponta, punhetando a rola e acariciando as bolas. Até que estremecendo todo, ele respirou fundo, deu um grito abafado e esporrou varios jatos de porra farta, densa e quente. Eu mamava tudo o que podia e o resto ia escorrendo pelo meu corpo. Continuei punhetando e chupando o pau que continuava duro que nem uma tora de lenha. Levantei e apoiei na cerca com o bumbum empinado e as pernas bem abertas. Ele abaixou a calcinha e meteu a cara na minha bunda. Chupava, lambia, cuspia e ia alargando a entrada com os dedos grossos, cheios de saliva. Então encostou a cabeçona quente no meu anelzinho, me segurou pela cintura e num golpe só enfiou. Eu ví estrelinhas coloridas e gritei "Aaaaai Tiaaaumm" e ele começou um vai e vem decidido empurrando cada centimetro daquela tora que logo tava toda enterrada. Me agarrou com as mãos grossas pelo ombro e começou a bombar fortão. Beijava e mordia meu pescoço, bufando como um animal no meu cangote e eu rebolando naquela vara, gozando e falando "Me fode seu cavalão, me fode gostoso!" Ele foi aumentando ritmo, metendo fundo e tirando. Minhas pernas tremiam "Ai que bundinha tesuda. Rebola no pau do Tião, vai seu lindo" eu gemia e rebolava. Ele encostou o peito peludo nas minhas costas e bombava firme, sem parar. O rosto encostado no meu, ele mordia meu ombro e meu pescoço, me lambia com a lingua quente e aspera babando no meu ombro. Me envolvendo nos seus braços fortes e peludos, me apertava contra sí, misturando seu calor e seu suor ao meu. A rola grossa entrava e saia num ritmo alucinante, suas bolas batendo forte na minha bundinha, me dando calafrios. Me abraçou mais forte e arfando no meu ouvido, estremeceu e jorrou varios jatos de esperma dentro de mim. Então, sem tirar o pau de dentro, foi abaixando abraçado em mim até me colocar de quatro naquele chão de terra batida. Apoiei as mãos, empinei a bunda e ele, com o peito apoiado nas minhas costas, recomeçou o entra e sai maravilhoso com aquela rola enorme no meu cu. Gemendo baixinho, voltei a gozar rebolando bem gostoso. Ele bombava com força, sem parar. Eu gozava muito, gritando de prazer. Os cavalos excitados, balançavam a cabeça e batiam os cascos no chão. E o Tião martelando o pau em mim cada vez mais rápido, com o rosto barbudo encostado no meu, esticava a lingua lambendo meu rosto, minha boca, minha orelha. Até estremeçermos juntos num gozo incrivel e eu sentir ele me inundar com mais uma farta esporrada. Levantei meio zonzo, com as pernas bambas ainda tremendo de prazer. Peguei minha calcinha e vestí. Tião falou "Aquele é o Thor. O cavalo da sua prima Aline" era um belo garanhão todo preto. Excitado com nossa foda, estava com o pausão duro enorme todo pra fora, quase tocando o chão. Tião foi pra perto dele pegou naquela benga gigante e falou "Vem, pode pegar" me agaxei do lado dele e fiquei meio assim, só olhando. Já tinha visto uns filmes na net de mulheres fodendo com cavalos, mas nunca pensei que um dia faria alguma coisa parecida "Não conta pra ninguem, mas a Aline tava sempre brincando com o pau do Thor" ele disse e eu rí. Olhei um pouco e meio indeciso estiquei o braço e peguei. Sentí aquilo na mão. Era quente, pesado, com a pele rosada lisinha. Punhetei um pouco e o pintão do cavalo, saiu mais pra fora ficando maior ainda, balançando no ar. Começei a sentir tesão. Coloquei na boca e chupando a ponta, punhetava o resto. Tião olhava sorrindo, acariciando seu pau que estava duro apontado pra cima. Aí me virei e fiquei de quatro embaixo do cavalo, abaixei a calcinha e encostei a bunda na ponta do cacete do bicho. O Tião pegou e foi enfiando aquela pirocona grossa e quente do Thor no meu cuzinho, que ia entrando devagar, a cada empurrada que ele dava, cada vez mais fundo. Eu me empinava todo de tesão. Então ele se posicionou na minha frente e enfiou sua rola na minha boca. Se enclinou segurou firme a pica do animal e com movimentos de vai e vem, fazia o Thor foder minha bundinha. Eu gemia e rebolava sentindo o cavalo me arrombando enquanto o Tião ficava socando a rola grossa na minha boca, com movimentos da cintura. Começei a fazer um vai e vem com meu corpo, enterrando aquele membro descomunal o mais fundo que dava. Então, estremeçendo todo, sentí um orgasmo incrível com a rola de um cavalo atolada em mim. Não demorou muito e o cavalo tambem gozou dando uma esporrada cavalar no fundo do meu cuzinho enquanto o Tião esporrava na minha boca. Fiquei alí de quatro, com a cabeça baixa, respirando fundo pra recuperar o fôlego. Então levantei e fui pra casa almoçar. No caminho, andando com a calcinha toda enfiada, não pude evitar de passar a mão em mim mesmo e rebolando, lembrar o pau do cavalo enfiado no meu cuzinho, me fodendo gostoso.
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